* Victor Nogueira
Em silêncio
vestem-me de silêncio
do nascer ao morrer
sem viver
.
Em silêncio
noitedia
e
não ria nem sorria
2012.05.05
caias de cair
com mil estrelas no toutiço
caias na parede
alva de cal
é o o cais
navegando
tem-te e tens
não te tens
e em vai-vem ... vens-te
viste a véstia
e na restia ... a veste
despes
no bom cair é que está o ganho
em cama ou na casa
nos braços meus ou ... teus
apanho
Oh Céus de Zeus !
o sonho sonha
bisonho ou risonho?
não rima o poema
nem rema a trama
treme o trema
na rama
e o ramo
é o cais?
Setúbal 2014.07.11
foto victor nogueira - grafito em isboa - 'antes que caias ... vê o que fazes
Maria Lisete Almeida
Gostei Amigo Victor Nogueira. A verdade é que todos mais ou menos caminhamos num trapézio sem rede ... Abraço e bem haja!
11 a
Clara Roque Esteves
Gosto desta tua nova poesia, irónica, aparentemente leve e cheia de ritmo. A rima é dispensável. Gostei de novo.
11 a
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Águas passadas não movem moinhos? Bem ... enquanto passaram podem ou não tê-los movido e assim ajudado ou não a produzir a farinha para o pão que alimenta o corpo sem o qual o espírito não existe. (Victor Nogueira)