quinta-feira, 28 de maio de 2026

A poesia em Maio 28 (2014)

 


* Victor Nogyeira

28 de maio de 2014 
Conteúdo partilhado com: Público
na fila do califa
a cáfila
não cala e fila
a faca
afia
e
não fia
confia
segue em
em fila
não dorme
o dromedário
medra
com o doce perfume
da rima
e
rio
dando á costa
seguro
e calo
os camelos
com mel e sol
na sombra
pela rédea
adere
duas
e nuas
as dunas
aluvião
de
areia
seca
que seca
a meca
perfilada
e
perfilhada
perfídia
a
28
de
maio
desmaio
ou
saio
com
abril em maio ?
setúbal 2014.05.28

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Judite Faquinha Victor adorei este poema, e alem do mais eu só gosto do amarelo em flores são lindas e do campo obrigada camarada amigo. Beijokinhas ❤ 12 a Meta Centro Al Gosto da forma como "brincaste com os fonemas", Victor Nogueira! Obrigada! 12 a Graça Maria Teixeira Pinto Gosto deste poema.Parece que o poeta se deixa enredar nas teias do amor e de repente, pára indeciso...🙂 12 a Isabel Dias Alçada Adorei, adoro flores do do campo, só por isto hoje tem direito a beijos a dobrar 😘 12 a Arminda Griff 🙂 ❤ Agri-doce! 12 a Editado Fatima Mourão lindo ❤ 12 a Olívia Marques Abrir os olhos e rodar sobre os calcanhares. 360.º de olhares! bj. 12 a Elsa Cardoso Vicente Singelas mas lindas, como todas as flores silvestres 12 a Luisa Neves A beleza da simplicidade! Abraço. 🙂 😉 12 a Milu Vizinho Adorei Beijos...❤ 12 a Ana Maria Madail Lindo!! Adorei amigo..Bjs. 12 a Clara Roque Esteves Uma singular forma de expressão poética, feliz no tema, no ritmo e na imagem. Gostei porque gosto ( em regra) daquilo que escr… Ver mais 12 a Editado Alice Coelho bj 12 a Nascimento Maria Lindas flores do campo 12 a Maria Rodrigues ❤ ❤ ❤ 11 a Maria Lisete Almeida Flores simples, singelas ... as mais lindas ... Gostei. Abraço. 11 a Maria Rodrigues (Y) 11 a Milu Vizinho Gosto muito. Obrigado camarada Victor Nogueira pela partilha...❤ ❤ ❤ 11 a

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Águas passadas não movem moinhos? Bem ... enquanto passaram podem ou não tê-los movido e assim ajudado ou não a produzir a farinha para o pão que alimenta o corpo sem o qual o espírito não existe. (Victor Nogueira)