* Victor Nogueira
12 de junho de 2020
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Luanda (Angola) - O Farol das Lagostas, na Barra do Rio Dande - esboço VN e selo postal
Às 17 horas fomos ao farol das Lagostas lanchar. Bebi pela primeira vez “Coco-Pinha”. Bebemos champanhe. Eu, o pai, o José João e o guarda subimos ao farol. Percebi como é que a luz do farol anda à roda.
Tive um bocado de medo ao subir e descer as escadas, pois eram em ferro e em forma de caracol. Tínhamos de subir agarrados aos degraus. Foi o 3º farol que vi. O outro foi o da Ilha do Cabo.
No terraço do farol das Lagostas estava muito frio. Também vi o farol de Ponta Negra, quando lá estive. (Diário - 1959.01.04) (Diário III pág. 87)
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Águas passadas não movem moinhos? Bem ... enquanto passaram podem ou não tê-los movido e assim ajudado ou não a produzir a farinha para o pão que alimenta o corpo sem o qual o espírito não existe. (Victor Nogueira)