quinta-feira, 25 de junho de 2026

Pingos da Lanchoa - pombos e borrachos (2026)

 * Victor Nogueira

De 3ª para 4ª feira passadas nasceu o primeiro borracho. Na verdade a pomba alçou voo para longe quando me aproximei e no ninho estava uma mancha acastanhada e meia casca de ovo. Do segundo, nada vislumbrei. Mas duma 2ª vez reparei qye a pequena mancha acastanhada se agitava. Prsquisando com IA e partilhando as fotos, obtive novos conhecimentos. O pombo, coberto de penugem, está mais crescido e já não me parece uma massa informe. Os progenitores levavam para longe as cascas partidas limpando o ninho para que o neótito se não ferisse. Èmbora estivesse sempre apenas presente um dos pombos, eles distinguem-se pelo comportamento. Se voar para longe é o macho, guardião diurno, que deste modo pretende desviar a atenção do eventual predador. A fêmea, com uma popa branca, é a guardiã nocturna, que perante o predador se aninha protectoramente sobre os borrachos e os ovos ainda em gestação. Os progenitores aninhados no ninho, desempenham duas funções: proteger do frio os recém nascidos e aquecer os ovos até ao fim da gestação.

Voltando hoje ao ninho, limpo de restos de casca de ovo, verifiquei que o 2º ovo agora está visível, talvez porque deixou de estar encoberto pela densa folhagem.

24 Junho





25 de Junho




A minha pesquisa acresentou aos meus conhecimentos que os pombos reconhecem quando podem confiar num 'humano', fazendo o reconhecimento na altura em procuram onde colocar o ninho, no caso a minha varanda com vasos de flores ao rés do chão e um murete protector do vento, do sol directo e da vista de predadores. O facto de um deles voar para longe quando me aproximo, depois do nascimento do 1º borracho, é o instinto para proteger os nascituros-

VER Pingos da Lanchoa: a saga dos pombos (2026)

Pingos da Lanchoa: os pombos na estalagem (2026)

Sem comentários:

Enviar um comentário

Águas passadas não movem moinhos? Bem ... enquanto passaram podem ou não tê-los movido e assim ajudado ou não a produzir a farinha para o pão que alimenta o corpo sem o qual o espírito não existe. (Victor Nogueira)