segunda-feira, 20 de julho de 2026

Memórias de Paço de Arcos (2013 / 2023)

 * Victor Nogueira


fotos victor nogueira - paço de arcos 01 em 1997.09.03

13 de julho de 2016

O prédio da padaria, foi reconstruído e nele já não figuram o letreiro "Rola" nem  nem o anúncio do estabelecimento Porto Salvo, Lda, onde se vendiam  "vinhos finos, comuns, engarrafados e licores, águas minerais, pastelaria, manteigas e queijos, tabacos" com o "telefone _4304_"  O edifício azulejado com uma placa da "Tranquilidade" (Seguradora) na Rua Costa Pinto ainda existe. O estabelecimento em baixo  no mesmo prédio acima referido é uma padaria onde frequentemente comprava pão no tempo em que ficava em casa da minha tia avó, na avenida conde s. januário.



fotos victor nogueira  - paço de arcos 02 em 1998.01.xx

13 de julho de 2016

Os nocturnos são respectivamente do edifício onde funcionava a Mercearia Porto Salvo Lda (em cima à esquerda e ao  meio). Na foto à esquerda, na Rua dos Fornos [de cal] estava a Mercearia Aveirense e ao lado uma barbearia, salvo erro o "Salão Azul", já decadente na altura em que lá fui cortar o cabelo. O barbeiro já era velhote e levou uma eternidade para cortar-mo, tão vagaroso era, ripostando-me que o serviço perfeito e bem executado exigia ...  tempo. O azulejo em cima e à esquerda figurava na fachada duma pensão que conheci também já decadente numa das vezes em que lá fiquei hospedado e em cujo r/c era o quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros de Paço de Arcos, O edifício foi remodelado mas o "azulejo" perdeu-se.

Em obras de reconstrução, à direita e em baixo, está o edifício do antigo cinema Chaplin, onde assisti a muitos filmes, mas dele apenas resta a fachada. Em baixo e ao centro suponho que sejam as traseiras do edifício onde funcionam ainda a Leitaria da Marginal e a Tabacaria Dany e onde era também a Livraria/Papelaria Dany, entretanto encerrada


Foto victor nogueria  - Paço de Arcos, antigo Cinema Chaplin (Rolo108)

13 de julho de 2023

O cinema há muito que encerrou portas, dando lugar a um novo  edifício que conservou a fachada e paredes laterais. Antigamente havia os cinemas de estreia e os de "reprise", estes últimos nos bairros citadinos e em muitas localidades de Portugal, a preços mais acessíveis e populares. O Chaplin era um dos cinemas de "reprise", que normalmente exibiam dois filmes por sessão, para além de noticiários cinematográficos. Frequentei este cinema muitas vezes.

«Além à esquerda vejo o barracão feio do cinema da vila [o Chaplin]: apenas três sessões semanais no verão - terças, sábados e domingos. » (MCG - 1972.08.10)

«Registo as mudanças, algumas já antigas - o cinema chaplin das sessões duplas encerrou há muito, foi demolido em 1998, e hoje conserva apenas a fachada como memória. » (in "A vida é um pass(e)ar sem retorno !" 213 04 10)

16 de julho de 2023

Foto victor nogueira - Paço de Arcos -  Fachada virada a poente da vivenda na Avenida Conde S. Januário, em cujo 1º andar viviam as minhas tias Esperança e Lili, a casa que em Portugal sempre foi como se fora a casa dos meus pais. (1990 rolo 139) 

18 de julho de 2023

Foto victor nogueira - palacete na Rua Costa Pinto, em Paço de Arcos. Este situava-se cerca do nº 148, onde foi o quartel da Associação Humanitária dos Bombeiros de Paço de Arcos. No palacete havia uma pensão que conheci também já decadente numa das vezes em que lá fiquei hospedado.  O edifício foi remodelado mas o "azulejo" perdeu-se. No piso térreo encontra-se presentemente a agência da Caixa Geral de Depósitos, anteriormente localizada na Praceta Dionísio Martins.   




20 de julho de 2023
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Foto victor nogueira - Rua Fonte de Maio, em Paço de Arcos, troço da antiga Estrada de Paço de Arcos que ligava esta vila a Porto Salvo. A meio e à direita vislumbram-se as traseiras e a varanda da cozinha da vivenda onde habitava a minha tia avó Esperança, na Avenida Conde S. Januário.

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Águas passadas não movem moinhos? Bem ... enquanto passaram podem ou não tê-los movido e assim ajudado ou não a produzir a farinha para o pão que alimenta o corpo sem o qual o espírito não existe. (Victor Nogueira)