* Victor Nogueira
23 de agosto de 2016
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Aprender, Aprender Sempre ! (Lenine)
No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.
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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.
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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.
VN* Victor Nogueira
23 de agosto de 2016
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* Victor Nogueira
23 de agosto de 2016
Ausente
Mindelo 2016.08.23
foto victor nogueira - oeiras - parque dos poetas - Ilha dos Amores, esculturas de Francisco Simões
* Victor Nogueira
23 de agosto de 2016
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2. - Já cheguei ao Mindelo e arrumei quase tudo. O Zé e a Teresa ficaram no Porto. Está fresco, para vestir camisola. Estralejam foguetes nos arredores.
3. - Está sol e da sala avisto o verde milheiral, que em breve será colhido para ração do gado. A parte de traz do quintal é horta e a lateral jardim. As árvores pouco cresceram. No quintal a D. Amelia plantou-me couves, batatas, abóboras, batatas e mais que não fixei. No jardim a variedade de flores é maior que há um ano. Vou tomar banho de agua gélida. Depois de almoço irei a Vila do Conde e aviar-me ao modelo. Enviei-te um mail com um vídeo e as fotos, que não ficaram bem.
4. - Gosto muito de sopa de abóbora. Dalguma delas em noite de luar sairá uma Bela Acordada para me despertar com girândola de beijos?
5. - O dia está bonito, quente e soalheiro. Depois de almoço irei dar uma volta, ainda não sei onde, mas será para norte de Vila do Conde se me não ficar por lá
Vou dar uma espreitadela à Praia da Guia, na foz do Rio Ave, para ver se não tem muita gente e se assim for talvez vá para lá numas tardes que estejam soalheiras, embora me pareça que vai chover nos próximos dias.
6. - Jardinagem não dá para me distrair, que de curvado me ficam a doer os ossos. Mas aqui gosto de cozinhar pois entretenho-me. Vou comprar um forno electrico para retomar os meus assados desde há muito abandonados. Do Youtube e no computador ouço Zeca Afonso em Cantigas de Maio https://www.youtube.com/watch?v=yK84S0F_UEY
7. - Costumo jogar aos "3 em linha" ou aos de "objectos escondidos" mas sem contagem de tempo. Alguns deles combinam "puzzles", "3 em linha" e encontrar "objectos escondidos" Na "Volta ao Mundo em 80 Dias" ainda não consegui passar da China ao Japão
Quando não consigo passar um nível "arrumo" o jogo e volto mais tarde e por vezes consigo passar à frente. Não fico a bater com a cabeça na parede.
Mas a maior parte dos jogos ficaram no outro portátil que se avariou e ainda não fiz o download para este. Ultimamente tenho feito estes, de construção duma cidade. Não se comparam à complexidade do Simcity, mas distraem e combinam puzzles simples, objectos escondidos e colocar 3 em linha.
8. - O sol bate aqui na varanda, quase tudo é silencio, o vizinho tira o carro do quintal - deve ir tomar a bica à beira mar - e eu, sentado, leio e faço horas para sair daqui a pouco. Cães ladram, raros carros passam na rua e um avião atroa os ares.
9. - Em Vila do Conde a neblina afastou o sol da praia e trouxe frialdade e o cheiro a algas e maresia. Planam gaivotas e os banhistas, no areal e pelos passeios, parecem leitosas fantasmagorias.
É hora de ponta e lentíssimo pára-arranca. Entediado e sem me apetecer andar ao frio, fico-me dentro do Fiesta e a beira-mar, alternando o fastio com a leitura. Tenho de mudar o CD, que está a tocar música gregoriana. Que soneira se esta apoderando de mim !
foto victor nogueira
Mindelo - 21 a 23 de agosto de 2016
* Victor Nogueira
23 de agosto de 2017
PARA LÁ DAS APARÊNCIAS E DA ESPUMA DOS DIAS E DAS NOITES - Meio-Mundinho debate a coragem da governante, isto é, que faz parte do Governo. Corajosa como a brechtiana Mãe-Coragem ou de Gorki, a Mãe ? De que coragem se fala ?
É a Igualdade do Género, Todos Diferentes, Todos Iguais, no Respeito pela Diversidade
E onde a Governante se expôs fracturante e corajosamente ? Ah foi ali expressamente por ela exposta e defendida no semanário dito de "referência" onde não são notícia os trabalhadores e as suas lutas ftacturantes, contra o sistema socio-económico que oprime e que esmaga a maioria,
Mas ... porque assume a Governante esta causa "fracturante" apenas agora e pondo meio-mundinho a falar da agenda que ela fixou a meia dúzia de semanas de eleições autárquicas ? Porque o não fez antes ou quando entrou para o Governo ?
Porque o faz neste preciso momento ? Então não seria também útil e corajoso que denunciasse os Tratados com a União Europeia, sacrossantos para o PS em que milita ? Ah pois. Ele há a disciplina partidária e a solidariedade governativa.
E para denunciar a União Europeia e a opressão, para isso não há tribuna nem palanque na comunicação social dita de "reverência" ?
São importantes a Igualdade do Genero e o Respeito pela Diversidade ? Naturalmente que sim. Sem esquecer o que dizia Sérgio Godinho em "Liberdade".
Como escreveu Brecht: "Tantas histórias / Quantas perguntas "
* Victor Nogueira
23 de agosto de 2020
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Os novos quiosques que vão surgindo pela cidade, alguns substituindo os anteriores, têm um novo design, são paralelepipédicos, mais amplos e desafogados. Foi o que sucedeu com o referido em o quiosque no Jardim do Quebedo, em Setúbal 01, situado defronte do Palácio dos Cabedos e vizinho da Casa do Corpo Santo e da Igreja de Santa Maria.
Neste domingo soalheiro em que parti em busca de quiosques, os jardins e as esplanadas estavam cheios de pessoas, umas com e outras sem máscara. Insólito, por vezes os adultos não a usavam mas sim as criancinhas a eles "atreladas". Nos jardim que percorri, crianças brincavam nos parques infantis e, sentados na relva, aos pares e à sombra estavam jovens casais, enquanto pelas áleas, andando ou paradas, pessoas conversavam.
Ao longo dos anos várias configurações tem tido o quiosque no Jardim do Quebedo, poente. Esta é a presente.
* Victor Nogueira
23 de agosto de 2023
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Não é grande o quintal, embora muito maior que as 3 varandas juntas do apartamento no cimo da torre no alto duma encosta, em Cetóbriga. O que se planta lá fora excede em muito a minha capacidade unipessoal de consumo. 2023 esteve mau para a agricultura e as abóboras não medraram. A oliveira continua sem dar azeitonas e as tangerinas ainda estão minusculamente verdes. Para lá disso, prontos para colheita, à medida das necessidades, limões enormes, coentros, pimentos, couves de variadas variedades, que não sei nomear. Sem esquecer tomate-cereja, já no congelador. Este ano a festa e a faena não primam pela fartura!
Fritar alimentos em ´+ileo vegetal nã+ é saudável, obrigando a trabalhos redobrados para eliminar o cheiro dos fritos e lavar os azulejos e utensílios do cozinha, para além de impregnar de gordura o nobiliário. Comecei por indagar se seria útil adquirir um air fryer, comparando também as suas respectivas características e fincionalidades com as torradeirs e mini-formos elecricos.
* Victor Nogueira
Pelo Tratado de Methuen, de 1703, em troca da protecção britânica Portugal tornou-se um protectorado colonial da loura Albion. Abriu a esta o mercado de tecidos ingleses, em prejuízo das manufacturas portuguesas, e 'cedeu' a região duriense para o cultivo do chamado Vinho do Porto.
* Victor Nogueira
22 de agosto de 2010
Quem quiser saber de mim encontra-me no hi5, no inFaceLocked e nos meus blogs
Não tenho ilusões acerca das amizades reais ou virtuais, mas uma rede social de amigos para mim significa haver um mínimo de inter-actividade. Passei por aqui e continuo como o vento, em busca de outros portos e marés onde os dias não sejam para mim de solidão, tristeza e cinzentismo !
Gravura gerada pelo Gemini a partir do texto com posteriores acertos maus
* Victor Nogueira
22 de agosto de 2013
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Foto Victor Nogueira - Linda-a-Pastora - Trata-se duma ingreme, estreita e desolada escadaria. entre paredes de prédios. Pobres namorados, num beco, inóspito.
Linda-a Pastora numa encosta do vale do jamor, é um nome bonito. Era o local da bucólica quinta de cesário verde. Mas da beleza resta apenas o nome.
O resto é uma povoação sem árvorEs ou jardins (salvo no adro da igreja), de ruas estreitas, íngremes, como se bairro de lata fosse, a autoestrada de cascais dando como fundo musical o ruído uniforme, cansativo e contínuo dos carros passando velozmente. Mais para cima, na encosta, as habitações têm outra qualidade.
» Victor Nogueira
22 de agosto de 2019
* Victor Nogueira
22 de agosto de 2023
Foto victor nogueira (IMG_2681 2023 08 07) - Atravessando o Rio Tejo, pela Ponte Vasco da Gama O estuário do Rio Tejo parece um mar e a ponte uma estrada larga e curvilínea, bordejada pelas águas onde outrora navegavam barcaças e enorme veleiros.
* Victor Nogueira
22 de agosto de 2025
Foto victor nogueira Setúbal moinhos na Serra de S. Filipe e Estuário do Sado (199x rolo 128 04) Na imagem vislumbram-se três dos moinhos. A foto deve ter sido tirada a partir do Forte de S. Filipe
* Victor Nogueira
* Victor Nogueira
21 de Agosto de 2010
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A novela jornalística actual gira à volta de Limas - por um lado a enorme fortuna de Tomás Feteira a partir das limas de Vieira do Minho, que lhe permitiram chegar a ser um dos homens mais ricos do mundo, deixando uma enorme fortuna em bolandas com herdeiros e presumíveis herdeiros e um falecimento à mistura em que aparece ou não envolvido outro Lima, advogado da companheira e ex-secretaria do arqui-milionário, assassinada ou executada no Brasil.
Numa reportagem no Público conta-se o sucesso das limas de Vieira do Minho com repressão sobre os trabalhadores, bufaria, PIDE e sobre-exploração da mão de obra, no tempo de Salazar, crias e mandantes, com retorno aos explorados dumas migalhas a serem administradas por mais uma benemérita Fundação mai-la Junta de Freguesia. Tudo isto numa grande embrulhada com triliões de tostões à mistura e o ponteiro da balança a dar-a-dar !!
Publicada por Victor Nogueira em Mu(n)do Phonographo Sábado, Agosto 21, 2010
* Victor Nogueira
21 de agosto de 2023
Os incêndios na zona centro de Portugal levaram ao corte e desvio do trânsito na A1, obrigando a circular por estradas secundárias e povoações, muitas delas para mim desconhecidas,, entre Santarém e Leiria. Uma das povoações que atravessámos foi Fátima, onde capturei, de passagem, esta imagem
* Victor Nogueira
21 de agosto de 2017
* Victor Nogueira
21 de agosto de 2016
Está Penélope a meia encosta, no horizonte o ninho das Tágides, o rochoso ilhéu e o farol. Nos pétreos braços do poeta de bronze está Penépole sentada e sorrindo para o fotógrafo. E em seu redor navega Ulisses prisioneiro e sequioso. Quem libertará de Ulisses as asas ? Tem Penélope um sorriso, um ar e um olhar de mocinha donairosa e bonita. Quem libertara Penélope ? Quem soltará o riso e os gestos de joão baptista cansado da guerra, eterno peregrino em busca na nau serena e do porto em que se abrigue ? Onde moram o gesto e a palavra desagrilhoados?
Paço de Arcos, a caminho do Mindelo em 2016.08.21
* Victor Nogueira
21 de agosto de 2011
Na vida tudo passa, tudo esquece, tudo morre. Ficam apenas a cinza dos corações queimados, o sabor amargo das (des)ilusões e o pó de lantejoulas ! VN dixit
19 de agosto de 2014
foto victor nogueira - rio minho, fronteira entre Portugal e Espanha (Galiza) em Vila Nova de Cerveira, uma pequena urbe bem cuidada de ruas empedradas e uma minúscula foritificação que protegia a povoação medieval, guarda-avançada às investidas de Castela, no interior da qual se conservam entre outros os edifícios da Igreja da Misericórdia (sec XIX), da antiga Casa da Câmara (com o respectivo pelourinho fronteiro, símbolo do poder municipal e ambos do século XVI) e a capela da Senhora da Agonia (também do século XVI),para além do enorme poço/cisterna, da torre de menagem e de várias portas e postigos, de que se destacam a omnipresente porta da traição (fuga de último recurso), a da Vila (bem defendida), a do Cais e alguns matacães.
A fortificação situa-se numa pequena elevação e na esplanada a sul, revelim do século XVII, tem-se umas deslumbrante vista sobre o argênteo rio Minho e vários botes, para além dum ferry boat que assegura a travessia para Espanha, agora também possível através duma recente ponte um pouco mais a montante da vila. O cervo ou o veado é o símbolo da vila. também conhecida pela sua bienal de artes
20 de agosto de 2010
500 anos de Inquisição ? Não ! 500 anos de castração se não ... ? Pois então !? Que responderão? Sim ou não pela Libertação ? Com acomodação e silêncio responderão ?
20 de agosto de 2023
De Santarém a Vila do Conde o ar estava vermelho acastanhado devido à fuligem dos incêndios, que para leste das rodovias eram núvens de fumo branco. Numa parte do percurso o trânsito estava vedado, obrigando os automobilistas a vaguearem por estradas secundárias, mal sinalizadas. Valeu-nos o GPS e a orientação solar. para conseguirmos reentrar na A1. A tarde estava excepcionalmente quente, a roupa ensopada e o corpo coberto de gotículas de suor, que pegajosamente se colavam à pele, quais sanguessugas.
* Victor Nogueia / Gemini
20 de agosto de 2019
19 de agosto de 2016
google - 19 de agosto - dia mundial da fotografia, que teria sido "descoberta" há 177 anos. Hoje ir "tirar o retrato" - na altura acto solene reservado à aristocracia ou à burguesia já não tem a solenidade de outrora, da foto para a posteridade, mais ou menos hirta e com as melhores fatiotas, de "ver-a-Deus". E já não se tem de estar parado, sem nos mexermos, à espera do "passarinho", com ar grave e sério ou sorridente.
As máquinas hoje são de bolso, digitais, embora a maioria de quem fotografa desconheça os princípios básicos para obter boas ou apenas razoáveis fotos.Hoje também sem morosos ou dispendiosos processos de revelação e cópia.
A celebração do Dia Mundial da Fotografia tem origem na apresentação oficial do daguerreótipo, a 19 de agosto de 1839, dois anos depois de inventado pelo francês Louis Daguerre.
Divirtam-se e fotografem e se quiserem vejam Vida e Morte duma Cosina 1000 S (reflex)
18 de agosto de 2014
foto victor nogueira - mindelo - plantação de milho. Outrora a pesca e a agricultura eram actividades económicas complementares, as terras adubadas com as algas recolhidas na praia. Para além do milho, os campos têm extensas áreas plantadas com eucaliptos e pinheiros, encontrando-se na berma das estradas e dos caminhos fetos e amoras. Anúncios nalguns quintais informam da venda de batatas e de pencas (couves)
18 de agosto de 2012
Diz o vice-presidente do psd (como poderia dizer paulo portas do cds/submarinos) "quem recebe subsídos são os aldrabões"
Deve ser por isso que a Banca recebe injecções que somos nós a pagar e as grandes superfícies comerciais esmifram os produtores paea nos venderem mais barato ganhando milhões estando entre os mais ricos de portugal como a família Soares dos Santos do Ping'Azedo e belmiros de modelos&continente.
Ou as unidades privadas de saúde e as parcerias público/privadas conseguem vier à custa da miséria crescente da maioria de nós. Ou que estamos a pagar as dívidas de esCavacos ao BPN e quejandos, como Victor Baía, Figo, Duarte Lima, e tantos outros, que por aí cirandam à conta de Pavilhões da defunta Expo 98
17 de agosto de 2015
Está um dia soalheiro, o céu límpido e de anil, uma suave brisa agita em leve balancear o verde e cerrado campo de milho; onde o outonal amarelo - ainda pálido - vai surgindo por entre as folhas ponteagudas, as dálias em fogo como que arribaram, soerguendo-se. da terra....
Aves saltaricam em voos rápidos e as moscas zumbindo - ah! as moscas, como se fossem sarna - esvoaçam e ferroam e picam como sanguessugas ou carraças, aparentemente imunes ao insecticida. Bem se pode afirmar que se mil elefantes incomodam muita gente, uma mosca incomoda muito mais.
Tudo é silêncio, de vez em quando quebrado pelo atroar das aeronaves em manobras de aterrisagem ou levantamento aos ares no vizinho aeroporto das Pedras Rubras.
É hora de almoço ! Aguardo a vinda do trolha.(ou pedreiro)
Mindelo, 2015.08.17
? Victor Nogueira
17 de agosto de 2010
Vai de roda, bem saltado, cada um ponha o seu pé, não há vira mal fadado como o vira do par sem maré !!!
* Victor Nogueira
17 de agosto de 2018
* Victor Nogueira
14 de agosto de 2010
É tempo de verão, de vento suão, que abrasa o coração ! Por mim? Não ! Só poeira d'ilusão !
* Victor Nogueira
16 de agosto de 2023
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Em 1º plano as couves, a árvore da borracha e o limoeiro, com gigantescos limões. Ao fundo as roseiras e, para lá do muro, um vasto milheiral, ainda em crescimento, que nos protege da agreste nortada.
* Victor Nogueira
16 de agosto de 2016
PONTAIS E OUTROS QUE TAIS - Passos Coelho "é um político que não vive para as sondagens" ? . "Os políticos não podem mudar de personalidade quando há um novo ciclo e calçam novos sapatos." ? Mas então para correr com o PS/Sócrates Passes de Coelho por Lebre, depois de tirar tapete ao PEC IV, não prometeu uma política radicalmente diferente ? E caçados os votos não se ufanou de ir ainda mais além da troika ? E nos meses anteriores às eleições de 2015 não abrandou a tarracha prometendo alívios caso fosse eleito, o que não convenceu a maioria do eleitorado.? Deixem Passes de Coelho à frente do PSD por muitos anos, com os seus atabalhoados discursos austeritários e apelos aos teutões. A esmagadora maioria do eleitorado sairá beneficiada. Força, força, "companheiro" Coelho ! E vivam os gambuzinos.
* Victor Nogueira
16 de agosto de 2012
* Victor Nogueira / Gemini
1. A poesia (s)em 'sonhos bisonhos'
Despertas e desapertas
os sonhos, bisonhos
Sem tripeças, tropeças
e cais no cais
em desconcerto, sem concerto!
O beijo sem solfejo
1. A poesia em 'sonhos bisonhos'
Despertas e desapertas
os sonhos, bisonhos
Sem tripeças, tropeças
e cais no cais
em desconcerto, sem concerto!
O beijo sem solfejo
3.
Despertas e desapertas
os sonhos, bisonhos
Sem tripeças, tropeças
e cais no cais
em desconcerto, sem concerto!
O beijo sem solfejo
Setúbal 2026 08 15
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A ideia de assumir as diferentes variantes do título como parte de um único ciclo ou de um exercício metapoético é fascinante. Transformar a indecisão autoral em matéria da própria obra é um recurso sofisticado (bastante comum na poesia moderna e contemporânea, como na obra de Fernando Pessoa ou Mário de Sá-Carneiro), onde o processo de criação, as dúvidas e as sucessivas tentativas de lapidação se tornam o verdadeiro tema do poema.
Se optar por apresentar estas quatro opções como variantes de um mesmo corpo textual, a ordem em que as organiza altera por completo a narrativa dessa "viagem criativa".
* Victor Nogueira
Despertas e desapertas
os sonhos, bisonhos
Sem tripeças, tropeças
e cais no cais
em desconcerto, sem concerto!
O beijo sem solfejo
Setúbal 2026 08 15
* Victor Nogueira
14 de agosto de 2017
Que Isaltino e Vistas, o criador e o por este criado, se degladiem entre si com unhas e dentes. Pode ser que desta disputa fratricida beneficie Oeiras com melhores resultados para quem entende que o "trabalho, honestidade e competência" aliados à efectiva participação cidadã são mais valias que os eleitores devem privilegiar
* Gemini
Na nossa rubrica de Economia Doméstica, procuramos sempre unir três pilares fundamentais: eficiência na cozinha, potencialização da saúde e desperdício zero. Hoje, mergulhamos no universo fascinante da família Allium — que engloba o alho, o alho-francês, a diversidade de cebolas e o delicado cebolinho.
Estes ingredientes são a espinha dorsal da nossa gastronomia, mas sabia que pequenos ajustes no seu armazenamento, corte e aproveitamento podem multiplicar a sua vida útil e poupar bastantes euros ao fim do mês?