Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN

domingo, 7 de junho de 2026

Falando com os meus botões (2011)

 * Victor Nogueira

7 de junho de 2011

"O essencial são a correspondência e a coerência entre as palavras e os actos, a supremacia do Ser sobre o ter. Sou, sobretudo, aquilo que faço e não apenas aquilo que digo ! Tudo o resto é treta ou ingénua ilusão ou fantasia ! " (VN !

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Tenfo como guião o texto anterior, o Google Gemini e o chataGPT, em 2026 06 07, geraram as seguintes  gravuras





Para ilustrar o texto o Perplexity AI gerou o seguinte guião:

««Ilustração editorial, formato horizontal 16:9, estilo simbólico e forte. Uma figura humana de pé, com postura firme e expressão determinada, ocupa o centro da composição. Num lado, a pessoa segura folhas com palavras escritas, gestos e frases; no outro, segura ferramentas de trabalho ou objetos ligados à ação concreta, como martelo, chave inglesa ou livro aberto de uso real. O fundo divide-se em dois mundos: à esquerda, névoa, máscaras, fumaça, ornamentos vazios e elementos frágeis, sugerindo aparência e ilusão; à direita, luz clara, chão sólido, formas simples e materiais reais, sugerindo verdade, coerência e ação. A iluminação deve destacar o lado da ação verdadeira, com contraste dramático entre sombra e luz. Paleta de cores sóbria, com tons escuros no lado da fantasia e tons quentes e luminosos no lado do ser e do fazer. Composição limpa, impactante e de leitura imediata, própria para capa de artigo político ou texto de opinião.» 

A partir deste o Google Gemini e o chatGPT geraram as seguintes ilustrações:


Vau (Caldas da Rainha) (2012)

 * Victor Nogueira

7 de junho de 2012

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Foto Victor Nogueira - Vau (Caldas da Rainha)

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Alice Coelho - Gostei......muito!! beijis e bom feriado

14 a

Yolanda Botelho - Gosto muito desta chaminé.....e não é abuso nenhum partilhar fotos comigo....eu também partilho coisas contigo,por vezes com muito menos qualidade,beijos

14 a

Victor Barroso Nogueira - Carmen Montesino Os mouros tb andaram por aquelas bandas, como aliás se vê pela toponímia e nomes dos acidentes geográficos :-)*

14 a

Ana Albuquerque - Dando passagem ao fumo de um lume que nos aquece muitas vezes a alma... ❤

14 a

Isabel Maria - Abuso ? nada disso !!! antes um prazer partilhares as tuas fotos ...como disse a Carmen parece uma casa do sul ...mas tu já explicaste o porquê ...grata

14 a

De Castro Barros Orlanda - não,adorei vêr este telhado...ha tanto tempo que os não vejo...tbm eu pensei que era mais para sul!merci.

14 a

Maria Madalena Veredas - Amigo, esse telhado é uma casa, um acochego, obrigado....

14 a

Belaminda Silva - Obrigada camarada,,, linda foto!!! Beijinhos♥♥

14 a

telhado com pequenas florestas galgando montes (2012)

 `* Victor Nogueira

7 de junho de 2012

 


Foto Victor Nogueira - Linda a Pastora - telhado com pequenas florestas galgando montes

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Bárbara Santos - Vctor, gosto muito da foto e do miminho. Um abraço.

14 a

Manela Pinto - vitor ja nao tens idade para andares em cima dos telhados hahahahahhaah, abusa camarada., gosto destes miminhos, beijinhos doido

14 a

Victor Barroso Nogueira - Manela Pinto Linda a Pastora - que já nada tem do bucolismo de Cesário Verde - fica numa encosta (até ao Vale do Jamor), agora cortada pela Auto-Estrada e as ruas da povoação não se encontram todas ao mesmo nível mas sim como que se em socalcos LOL

14 a

Yolanda Botelho - Que bonito....este telhado.Bj

14 a

Lia Branco - Estás a ver, que bela foto ficou! Beijinhos 🙂

14 a

Ana Roque - Giríssima! Lembra-me os telhados das casas velhas da minha aldeia... obrigada pela partilha, bjs:)

14 a

José Inácio Leão Varela - Caro Victor entendo a tua partilha de fotos como uma prova de amizade...por isso, estás à vontade ...Um abraço

14 a

José Inácio Leão Varela - O que faço de vez em quando,  Victor é, quando já são muitas não só as tuas como as de outros/as amigos/as, é "esconde-las" da cronologia e junta-las ao meu "álbum de fotos de mim". para mais tarde recordar...por isso, se não as vires na página já ficas a saber que estão, com outras, no dito álbum...assim, só tenho que te agradecer as tuas partilhas...força amigo...abraço e boa 6ª Fª.

14 a

Victor Barroso Nogueira - Eu "guardo" nos meus blogs, cada um com a sua finalidade distinta, Varela José Inácio LOL Abraço 🙂

14 a

Carlos Rodrigues - Teria sido semeada pelo Zé do Telhado, Vitor ? Curiosa selva, com telhado ao alcance da mão de qualquer baixinho ? Sendo assim vou lá vindimar. LOL.

14 a

Isabel Maria - Portugal no seu melhor!!! ainda bem que tiras-te foto porque o telhado já não deve existir...bjs

14 a

Belaminda Silva - Muito bela esta foto! Gosto muito,,, obrigada amigo querido. Que a tua noite seja maravilhosa. Beijinhos♥♥

14 a

Basta! (2013)

 * Victor Nogueira

7 de junho de 2013 ·


*** Seguro diz que pagar o que se deve  é uma questão de honra e rejeita perdão de dívida  ~~~~~  Gand'a seguro ! Gand'amigo da especulação e da banca ! E os trabalhadores, os jovens, os idosos ? QUE SE LIXEM. E quando irão bugiar estas figurinhas e os figurões que ps-psd-cds protegem em sentido ... de estado ? Estado Social ou Estado "súcial" !? Gand'a seguro !

***  Seguro diz que pagar o que se deve  é uma questão de honra e rejeita perdão de dívida

* Gaspar reconhece ter “amplo material para aprender” com os seus “próprios erros”

* Erros do FMI na Grécia abrem portas a suavização da austeridade

* FMI reconhece que cometeu erros “grosseiros” na ajuda à Grécia

* Maioria aprova diploma que adia para Novembro reposição total do subsídio de férias

* Valor do “cheque-dentista” baixa de 40 para 35 euros

* PR pede que alunos sejam poupados a greve dos professores

* Passos diz não ter medo do "julgamento dos portugueses" nas autárquicas e europeias

* A ronda de reuniões do PS com os partidos parlamentares foi "enriquecedora", mas também esclarecedora. À esquerda, o líder socialista deixou claro que a sua fronteira é o perdão da dívida. À direita, a recusa das políticas de austeridade

* PS quer maioria absoluta e alianças à direita e à esquerda, incluindo psd e, sobretudo, com o cds

Manuel - 1921.09.04 Porto - 2013.06.06 Setúbal (2015)

 * Victor Nogueira

7 de junho de 2015 
Conteúdo partilhado com: Público

Foto Victor Nogueira - Manuel - 1921.09.04 Porto - 2013.06.06 Setúbal
Tudo passa e tudo se extingue, (sobre) vivendo apenas enquanto estamos vivos, em gravação na nossa consciência e na nossa memória. Até ao esquecimento definitivo, ao eterno silêncio, ou a um parágrafo num qualquer livro ou nota de rodapé, ao serem lidos, se lidos.
Do passado e da vida ficam uns escritos e as memórias, as memórias do que de bom e alegre houve, os escritos (re)lembrando que também houve maus momentos, quezílias, desencontros ...
Fiquem as boas memórias !
O MUNDO É COMPOSTO DE FAZENDA E MUDANÇA
Cada um de nós é só ele próprio
E a sua boa ou má circunstância,
Procurando em tudo uma substância,
Com arte ou não, o alfa milenário.
Há na terra quem faça santuário
Do sentir ou razão, em abundãncia;
Mas é do cacau terna a fragância
Do fado ter um bom ou mau solário.
O tempo bem diz que é tudo ilusão;
O amor, doçura, felicidade,
Em lixo ou pó substanciando.
Honra, beleza, sentir, no caixão;
Erramos, pelo campo ou na cidade,
No mundo, bem ou mal, vagueando.
Pinhal Novo 1989.09.10
~~~~~~~~~~
Com desconcerto, há na vida tempo
P'ra estar sózinho ou na companhia,
Em paz ou na guerra do dia-a-dia
Com grã siso ou sem qualquer assento.
Devagar na viagem correndo,
Çom má tristeza ou boa alegria,
Os pés em terra ou na fantasia,
Palrando ou nada mesmo dizendo;
A casa com ou sem comodidade,
Com comida em fartura ou faltosa,
Com amor, ódio, carinho ou secura.
Vivendo ou não, onde a felicidade,
Na vida, destemida ou receosa,
Perdida ou na doce candura?!
Setúbal 1989.09.10

E para terminar, em vez de ópera, de flamenco, de coros alentejanos ou do Exército Vermelho ou de fados de coimbra ou orquestras de música ligeira, que ouviste e cujo gosto me foi transmitido, sem esquecer a música de dança como o tango ou a valsa, aquela que me parece retrata uma vida:



Dança de Balcão, pelos Virgem Suta
Teima, a preguiça a tomar posse
Este corpo já pesado,
Belo vinho meu ele fosse,
Não estaria aqui plantado.
Mas já leva minha conta
Que tabernas, agradece
Mais dinheiro eu tivesse
E ficaria, ficaria todo cá.
REFRÃO:
Brinde a nós,
Brinde aos avós.
Que se houver céu não estão lá sós.
Brinde a vós,
E já sem voz.
Brinde a quem aí vier.
Teima, a preguiça a ser maior
E a vontade de abalar
Mais um copo abaladiço
E outro p'ra recomeçar
Esta dança de balcão,
Que à parte os abraços
Nada deixa, nada fica
Nas histórias, nas histórias
P'ra contar.
REFRÃO:
Brinde a nós,
Brinde aos avós,
Que se houver céu não estão lá sós.
Brinde a vós,
E já sem voz.
Brinde a quem aí vier. (Bis 2x)

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Coimbra Cortez - Saudades do meu amigo que deus o tenha. 11 a
Manuela Vieira da Silva - Tudo passa, nem a cinza da brasa. O tempo leva a vida e a graça e a memória canta a ausência a quem passa. Gostei de ler, Victor Barroso Nogueira. ❤ 🙂
11 a

Pateira de Fermentelos (lagoa) (2016)

 * Victor Nogueira

7 de junho de 2016

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foto victor nogueira - 98.09.11 - Pateira de Fermentelos (lagoa) - Povoação (vila) de Fermentelos que parece clandestina, com ruas estreitas e tortuosas. Monumento ao emigrante e busto de Sá Carneiro, este com alguma qualidade, perto da estalagem em jardim aprazível à beira lagoa.

Nesta apanha-se ainda o moliço, mas sem as brigas de outrora entre os habitantes das várias povoações que a bordejam. A Laguna, situada antes da confluência do Rio Cértima com o Rio Águeda, tem muitas espécies ornitológicas e nela se localiza a estalagem. A Lagoa natural, a maior da Península Ibérica, é bela, por vezes coberta de neblina, com as margens verdejantes e águas ricas em peixe. De noite ouve-se o coaxar das rãs, Mas para lá disso, as povoações não têm beleza, mais parecendo bairros clandestinos.

Na margem defronte da estalagem situa-se o Museu Etnográfico da Freguesia de Requeixó: em casa de campo cedida pelo proprietário - polícia ("o senhor comissário") recriando casa de outrora - quartos de dormir, sala de jantar (para as visitas), cozinha, pátio interior com arrumos para alfaias e gado. As raparigas dormiam em quarto interior com acesso pelo dos pais e os rapazes no exterior, em estrado no palheiro.

O Museu abriu com atraso mas lá apareceu a funcionária, empurrando carrinho com bébé, muito simpática e faladora. (1998.09.15) 

Em tempos de pantomina, a bolsa ou a vida? (2020)

 * Victor Nogueira

7 de junho de 2020


auto-retrato em 2020.06.07

Em tempos de pantomina, a bolsa ou a vida?

Farol do Cabo da Roca (Sintra) (2020)

 


* Victor Nogueira

7 de junho de 2020


 ·foto victor nogueira - Farol do Cabo da Roca (Sintra)

Visitei este farol pelo menos duas vezes, na 1ª das quais me deram um "certificado" da  minha visita, que entretanto e nas minhas andanças se extraviou. 

Em 1999.01.18 registo nas minhas "Notas de Viagens": «No cimo de penedias escalvadas e uma escarpa de 100 metros, apresenta um ar despojado, não permitindo a topografia que nos demos conta da sua imponência. Trata-se do ponto mais ocidental da Europa, onde aos visitantes se passa documento da sua passagem. »

sábado, 6 de junho de 2026

Em Luanda, os Nogueira da Silva na Rua Frederico Welwitsch (2018)

 * Victor Nogueira 

6 de junho de 2018

foto de família - Em Luanda, os Nogueira da Silva na Rua Frederico Welwitsch, em 1951, no Bairro do Maculusso O jipe na foto, ao fundo, foi construído pelo meu pai no quintal, aproveitando o chassis e o motor dum outro veículo.. Hoje é o 5 º aniversário da morte.do Manuel - Porto (1921.09.04) - Setúbal (2013.06.06)

Em Luanda as pessoas eram englobadas numa "família": os Nogueira da Silva, os Coimbra, os Wolfgang, os Andrade Ferreira, os Ferreira de Almeida, os Van der Kellen, os Sequeira, os Birrento, os Antunes, os ;Mesquita da Silva

Évora - Sede da Sociedade Harmonia Eborense (2020)

 * Victor Nogueira



6 de junho de 2020

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Évora - Sede da Sociedade Harmonia Eborense (foto Google Maps)

Desta Sociedade e na sua juventude foi o meu avô Luís membro duma Direcção, nela o meu pai descobrindo nos anos '70 do passado milénio, afixado numa parede, um documento por ele subscrito.

A ideia que eu tinha é que a sede era do lado da Igreja de Santo Antão, mas estaria equivocado, pois situa-se no outro extremo, junto à antiga sede do Banco de Portugal. A 1ª  artéria à esquerda é a Rua do Raimundo, em cujo nº 44, enquanto estudante, vivi numa casa de hóspedes durante o meu exílio em évoraburgomedieval. 

Ilustrando um artigo de Luís Osório sobre o esclavagismo

 


Lagos - ‘Mercado de Escravos’, edifício da Vedoria e da Alfândega - Foto de António Crisógono dos Santos - Domínio Público

Tendo como guião um artigo de Luís Osório - O dia em que começámos a traficar escravos o Google Gemini e o chatGPT geraram as sezguintes ilustrações com base 1. no texto integrl 2. no seguinte extracto

«3.

Só há muito pouco tempo li a Crónica dos Feitos da Guiné, de Gomes Eanes de Zurara, a sua descrição do primeiro grande desembarque em Lagos, no verão de 1444. 

Dos negros a serem desempilhados da caravela. 

Das grilhetas e correntes.

Dos chicotes a cortarem o corpo de mães que esperneavam para que os filhos delas não se separassem. 

Dos gritos que Zurara descreve como impossíveis de esquecer. 

E do Infante D. Henrique montado a cavalo a ver tudo e a ter o privilégio de ser o primeiro a escolher os pretos que levava para as suas terras e as mulheres que levava para as suas casas.

E depois a fazer as contas aos que restavam, aos que eram comprados – o Infante ganhava vinte por cento em cada venda, o seu quinto consagrado na lei.

Havia também os que não eram vendidos, os que não tinham valor, os que eram mortos e sangrados em valas comuns como animais inférteis.

4.

O Mercado de Escravos é um museu que vale a pena visitar em Lagos, a cidade portuária que foi o primeiro santuário de escravos da Europa moderna. »


Google Gemini

«Mudei a imagem para o ficheiro watermarked_img_14724396722718804368.png para dar vida e cor à gravura original. Mantive o estilo clássico de aguarela envelhecida e tons de sépia para preservar a atmosfera histórica e dramática da narrativa

Aqui tens a descrição do tríptico com as cores aplicadas:

O Painel Esquerdo ("A Soma de Sentimentos"): Representa a dualidade da história nacional portuguesa. Apresenta uma figura alegórica que segura uma corrente partida (simbolizando a abolição da pena de morte) e um cetro colonial, ilustrando o contraste entre a diplomacia pioneira e a persistência no colonialismo.

O Painel Central ("O Infante D. Henrique e o Paradoxo"): Foca-se na figura do Infante D. Henrique. É retratado como uma figura dividida pelas suas ações: uma mão segura as ferramentas de exploração (uma bússola e um astrolábio) ao lado de uma caravela, enquanto a outra segura correntes. Acima dele, está incluído o texto: "Estratega do Império... Traficante de Escravos."

O Painel Direito ("O Mercado de Escravos - Lagos 1444"): Ilustra os trágicos acontecimentos em Lagos, baseados na Crónica dos Feitos da Guiné. Mostra a separação cruel de famílias sob o olhar atento do Infante a cavalo, com o fundo a direcionar-se para o atual "Museu Mercado de Escravos". A inscrição "A Face Oculta dos Descobrimentos" moldura esta secção final.»










chatGPT


















O Perplexity gerou dois guiões, que o Gemini e o chatGPT interpretaram do seguinte modo

1 . Gravura histórica em preto e branco, estilo xilogravura/cobre antigo, formato horizontal. A cena deve mostrar, em primeiro plano à esquerda, o desembarque violento de pessoas africanas acorrentadas, com mães a tentar proteger os filhos, grilhetas, guardas e corpos em tensão. Ao centro e à direita, uma figura nobre montada a cavalo observa a cena com frieza e distância, evocando simbolicamente o Infante D. Henrique sem o retratar de forma literal. Ao fundo, uma caravela, elementos de cartografia e linhas de navegação sugerem os Descobrimentos, mas sem glorificação, subordinados à atmosfera de tragédia histórica. A imagem deve transmitir ambivalência moral, memória, culpa e crítica, com traço minucioso, alto contraste, sombras profundas e textura de papel envelhecido.

2. versão mais política e combativa:

Gravura em preto e branco, de forte impacto editorial, com linguagem visual de denúncia. A cena deve expor a violência fundadora da expansão portuguesa, sem heroísmo nem nostalgia. Em primeiro plano, corpos negros acorrentados, mães separadas dos filhos, rostos de dor e resistência, guardas e chicotes, como prova material de um crime histórico. Ao centro e à direita, uma figura nobre a cavalo observa o horror com altivez e distância, simbolizando o poder que organizou e lucrou com a escravatura. Ao fundo, uma caravela e elementos náuticos dos Descobrimentos aparecem como instrumentos de conquista, exploração e negócio colonial. O conjunto deve ter contraste agressivo, traço duro, textura de imprensa antiga e atmosfera de acusação histórica, como uma imagem para um jornal sindical ou político.

chatGPT





Google Gemini














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«"Mercado de Escravos", edifício da Vedoria e da Alfândega, em Lagos

Edifício da Guarda e Alfândega, Antiga Vedoria em inícios do séc. XX. Edifício de Planta longitudinal, com dois pisos de épocas diferentes. Cobertura de quatro águas. Frontispício a Sueste delimitado por dois arcos no piso térreo e duas janelas com moldura em cantaria no 2º piso. Fachada lateral direita também com dois arcos no piso térreo, quatro janelas no piso superior; e brasão de armas do Marquês de Niza, em peça de cantaria incorporada no século XVII. Fachada lateral esquerda quase cega, apenas com uma janela no 2º piso. Cunhais e friso de separação de pisos em cantaria. Piso térreo com dois espaços distintos: um aberto e envolvido pelos quatro arcos de volta perfeita e em cantaria, o outro fechado, composto por uma sala única. Acesso ao 2º piso através de escadaria existente no edifício adossado a Noroeste. Interior com espaços diferenciados, pé direito alto, pavimento em soalho e portas de duas folhas com bandeira. Implantado próximo do local onde terá sido realizado o primeiro mercado de escravos trazidos de África pelas caravelas em 1444 e que foram vendidos num terreiro perto da Porta da Vila (antiga porta Norte situada onde hoje tem início a rua General Alberto da Silveira, como testemunham os vestígios da torre albarran visíveis no edifico da antiga cadeia, ex-esquadra da PSP), presumivelmente no espaço hoje ocupado pelo quarteirão que integra o armazém regimental e casa da janela manuelina.O edifício chegou a ser utilizado como Casa de Vedoria e Alfândega, Casa da Guarda e Prisão Militar. Hoje, é sede do Núcleo Museológico Rota da Escravatura.» 

Foto e texto em https://fototeca.cm-lagos.pt/antigas/edificio-da-alfandega

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Porto, Cidade Granítica (Sé) (2012)

 `ª Victor Nogueira



5 de junho de 2012

Foto Victor Nogueira - Porto, Cidade Granítica (Sé)

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Belaminda Silva - Bem linda!!! Pois é a minha terra Natal! Mas a que eu considero mesmo minha terra é Angola!!! que tanto amo!!! Obrigada amigo querido por partilhares comigo. Beijinhos ♥♥

Quando saio desta santa terrinha ou é para o Porto, ou Espanha. Mas como te disse adorava conhecer o Alentejo. Tem um restinho de tarde feliz. Beijinhos♥♥

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Margarida Piloto Garcia - Magnífica arquitectura

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Isabel Maria - "Porto Sentido" é como eu vejo esta foto ...gostei bjs

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Alice Coelho - Gosto!! bjs

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Victor Barroso Nogueira - Menina Carmen Montesino Não sou dragão de aviário mas desde o tempo em que quem ganhava os campeonatos eram o Malfica e os Lagartixas. Os meus pais e tios são do Porto (Cedofeita, como frisava o meu pai acerca do Porto em que nascera) e os meus avós provenientes de vários pontos cardeais residiam no Porto, os paternos em muitas casas, os maternos sempre na Rua dos Bragas LOL e 😛

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Ana Roque - Eu não sou do Porto, mas gosto muito da cidade, e o meu marido é de lá, fiz muitos anos férias na Madalena.. Obrigada pela partilha bjs:)

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Yolanda Botelho - Gosto muito amigo....Porto a minha cidade.Bj

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Maria Mamede - Como escritor és muito bom, como  fotógrafo de pormenor, excelente.Parabéns! Bj. M.M.

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Thatalyscal Scaldelai - Muito legal e belo! 😊

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Ana Maria Eyng - Como a Bahia parece com Portugal

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Belmonte (Na Rota das Judiarias) (2012)

 * Victor Nogueira


5 de junho de 2012

Foto Victor Nogueira - Belmonte (Na Rota das Judiarias)

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António Silva Ferreira -Que pena terem deixado chegar à ruína.

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Victor Barroso Nogueira - Na beiras alta e baixa foi a desertificação que permitiu conservar a traça antiga. Só que com a política que tem sido seguida, Portugal ficará reduzido a uma mosntruosa faixa litoral e um imenso deserto de pedras e de estevas até à raia de Espanha, António Ferreira

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Belaminda Silva - Bela foto,,, mesmo em ruínas tem a sua beleza!!! Obrigada camarada por partilhares. Uma maravilhosa noite te desejo♥ Beijinhos♥♥

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Victor Barroso Nogueira - Estas ruínas são do castelo e dos Paços dos Cabrais, um deles conhecido - Pedro Álvares Cabral

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Licínia Diogo

...por outros países isto não se vê.... mas também não existe a repulsa em que se transformem em motéis... ou outros fins turísticos a fim de se preservar e custear a sua manutenção....

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Belaminda Silva - As coisas que tu sabes! pudera foste o fotografo e não só...

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Yolanda Botelho - Realmente é uma pena estar em ruínas,gosto das fotos meu amigo,bjs

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António Silva Ferreira - Muito obrigado pela informação cuidada e pormenorizada.

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Victor Barroso Nogueira - Belaminda Silva Tenho um livro de viagens escrito mas inacabado LOL

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Thatalyscal Scaldelai - Preciosa foto!Obrigada! 😊

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Cristina Maria Tavares Esteves - Obrigada amigo.. Lindo..Conheço de passagem, não ao perto.. Sou natural da Covilhã.. Tenho pena que das vezes que passei por Belmonte não ter tido oportunidade para parar por lá e visitar.. Quem sabe um dia... Abraço e mais uma vez obrigada...

14 a

José Inácio Leão Varela - E é mesmo, caro Victor Nogueira, Tenho até por aqui um livro que se chama mesmo a Raia de Portugal...por outro lado, quando "marchei" para Coimbra fui para a então chamada Comissão de Planeamento da Região Centro e tive então nas voltas pela região observar bem as diferenças entre o Litoral e o Interior...tenho mesmo um livro/estudo, editado pela Comissão, onde a partir de fotos e dados dum Censo demonstro isso mesmo...este livro/estudo teve 3 ou 4 edições e serviu para quase ou todos os partidos, após o 25 de Abril, recolherem muitos dados para as suas sessões de esclarecimentos.

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Victor Barroso Nogueira - Varela José Inácio Tens de arranjar-me um exemplar autografado para a minha biblioteca 🙂 Mar A. D. Esteves Na beira interior e no alto alentejo refugiaram-se muitos judeus para escaparem às chamas da misericordiosa e tolerante Santa Inquisição. Em Belmonte no século passado foi descoberta uma comunidade que praticava ritos judaicos e há vestígios de judiarias em Belmonte, Guarda, Trancoso, Linhares da Beira, Covilhã, Pinhel, Gouveia, Castelo Rodrigo e Castelo de Vide. Antigas sinagogas encontram-se em Tomar, Castelo de Vide, Belmonte e Guarda. Fiz quase toda esta rota, bem como a rota islâmica em Portugal, esta sobretudo no Alentejo e Algarve

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Belaminda Silva - Amigo Victor, mas um dia ficara acabado e mesmo inacabado já é um grande livro. Beijinhos e um dia feliz:))

14 a

Margarida Piloto Garcia - Para além da tristeza que a destruição do património me traz, há um tremendo encanto-desencanto poético nesta foto.Esta cruz de uma tremenda simplicidade quase que enfrenta aquela janela ogival.Uma beleza de foto Victor, profética e inspiradora.

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Manela Pinto - nao tenho podido comentar as fotos maravilhosas k comigo partilhas aproveito o momento para agradecer eesperar k quando fizer enter isto nao desapareça. obg vitor por estes miminhos

14 a

Isabel Maria - Olá Victor! talvez se a tal Santa não tivesse expulso os judeus de Portugal nos fossemos a Holanda do sul e o interior tivesse mais gente ... gosto da foto...boa noite

14 a

Évora - a cadela do Rui Pedro - tem direito a foto de capa (2018)

* Victor Nogueira

5 de junho de 2018

foto victor nogueira - embora não goste que a fotografem por razões que desconheço, a Évora - a cadela do Rui Pedro - tem direito a foto de capa. Desta feita não está sentada ao meu lado olhando para o televisor ou enroscada em si mesma na "cama" que em vai-vem transporta pela casa toda para ficar junto a mim ou do Rui.

Perguntam-me como estou (2016)

 * Victor Nogueira

5 de junho de 2016

 Perguntam-me como estou e respondo "estou sentado, a escuridão em torno de mim quebrada pela luz do candeeiro, pequeno círculo luminoso de claro/escuro. Para lá da janela. os pirilampos em terra, como se uma galaxia fossem"

Cabo da Roca (2019)

 * JJ Castro Ferreira



5 de junho de 2019

foto jj castro ferreira - cabo da roca

Cenas do largo - aparando a relva (2024)

 * Victor Nogueira


5 de junho de 2024

Foto victor nogueira - Cenas do largo - aparando a relva  (2024 06 07 IMG_4772)

quinta-feira, 4 de junho de 2026

A poesia em Junho 04 (2015)

 * Victor Nogueira



4 de junho de 2015 
Conteúdo partilhado com: Público
na internet
sem rede
encostado à parede
recostado na rede
maravilhoso
fabuloso
espantoso
o mundo sem fundo
na internet
uma maravilha
e a cavilha que não atilha
e tu na pele sem osso
sem osso debaixo da pele
tecendo os andores
os ardores tecendo
fiando e torcendo
tecendo e fiando
frisando e torcendo
e tu na pele sem osso
sem osso debaixo da pele
e nós sem rede
encostados à parede
esmorecendo
na escuridão
ão ão ão
Setúbal 2015 06 04

Manuela Vieira da Silva - 

Com ou sem rede, a net não tem fundo, é vazio de tão cheio de mundo... sem fundo.

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