Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN

domingo, 20 de setembro de 2026

Cascais - na praia (2013)

 20 de setembro de 2013


Foto Victor Nogueira - Cascais - na praia

foto victor nogueira - exemplares dos produtos do meu quintal, no Mindelo (2016)

 * Victor Nogueira

20 de setembro de 2016


foto victor nogueira - Mindelo - exemplares dos produtos do meu quintal. Esperemos que em anos futuros frutifiquem a tangerineira, o limoeiro e a oliveira

Setúbal - postigo da Ribeira Velha, na muralha medieval (2020)

 20 de setembro de 2020

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foto victor nogueira - Setúbal - postigo da Ribeira Velha, na muralha medieval,  (no antigo Largo da Ribeira Velha, actual Largo Francisco Soveral). Aqui se situou primitivamente o pelourinho da então vila de Setúbal)

Em 1949 triciclo foi prenda de Natal da Maria Emília.(2022)

 20 de setembro de 2022

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Foto José Luís CF - Porto, Travessa da Carvalhosa 44, em 1950 01. O triciclo foi prenda de Natal da Maria Emília.

sábado, 19 de setembro de 2026

Praia da Gafa, no Mindelo (2023)

 * Victor Nogueira

19 de setembro de 2023


Foto victor nogueira Mindelo Praia da Gafa (2022 11 15  MVI_0899_Moment) - Neste local era o porto de pesca, no tempo em que esta era complementar com a agricultura e no areal se apanhava o sargaço para adubar as terras. A pesca desapareceu, a apanha do sargaço está proibida por ser zona balnear e nos campos da freguesia predominam  os eucaliptais e os milheirais, adubados com produtos químicos, sendo o  milho  recolhido mecanicamente e processado industrialmente, para que se transforme em racção para o gado vacum e leiteiro. A esta praia vem desembocar a Rua da Gafa, o que indicia que nesta zona terá existido uma gafaria ou leprosaria ou teria residido alguém leproso.


os jardins suspensos da Lanchoa, com o Parque Verde a seus pés (2020)

 * Victor Nogueira

19 de setembro de 2020

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foto victor nogueira - os jardins suspensos da Lanchoa, com o Parque Verde a seus pés, e Palmela,  o Estuário do Sado  e Sines no horizonte.

Dizia-me um empreiteiro: "Só esta vista vale 70 mil euros». E eu retorquia-lhe: «Ninguém me dá 70 mil euros pela vista», não mos dão nem os pobres, nem a pequena ou  "média" burguesias que vivem das aparências,< do horror à "ferrugem",  ao suor, ao pé-descalço e à "catinga ", e me censura por viver aqui, fugindo  elas deste local como o Diabo da cruz. apesar da vista desafogada, do horizonte sem barreiras e limites, do Parque Verde a meus pés e do comércio e serviços na proximidade. 

A vizinhança? Eu respeito-a e ela respeita-me e os seus ostracizados "miúdos " sempre me ajudaram, ao contrário do que sucede com brancos "adultos ", bem vestidos, bem falantes e perfumados, que ao longo da vida me têm tramado e que vivem nos bairros da  gente "bem", nos bairros da burguesia, os bairros dos "senhores doutores e engenheiros" ou aspirações a tal


Publicidade esmaçtada (2019)

 * Victor Nogueira

19 de setembro de 2019

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foto victor nogueira - Na Canha, onde a Celeste deu aulas, uma colega dela tinha um estabelecimento comercial em cuja fachada estava esta placa, que me ofereceu, a meu pedido. Há muito que haviam deixado de ser publicados os títulos nele referidos.

contra-luz em vila do conde (2015)

 19 de setembro de 2015

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foto victor nogueira - contra-luz em vila do conde

Notas soltas (2011)

 * Victor Nogueira

19 de setembro de 2011

Tenho saudades tuas, muitas, e apetecia-me tanto poder estar contigo, deixar tudo e correr para junto da minha querida raposinha.

Gosto tanto de ti que me apetece chorar, não sei bem porquê e os meus olhos ficam orvalhados de lágrimas brilhantes, cintilantes ... Será isto um esboço imperfeito, prestes a nascer, dum poema para ti, ao fim de tantos anos de silêncio ?

19 de setembro de 2011

Nem sequer sabia que existias qd publiquei este vídeo e no entanto, ao revê-lo hoje, parece uma previsão deste nosso fim de semana: a beira-mar, a praia, a ternura e carinho entre nós, o pôr do sol, a mocinha/raposinha dos cabelos da cor do trigo em flor, o bailar de alegria ... Gosto tanto de ti que me apetece chorar, não sei bem porquê e os meus olhos ficam orvalhados de lágrimas brilhantes, cintilantes

Economia doméstic (58) -Como combater a diarreia

 


* Gemini  / Victor Nogueira

Isto destina-se apenas a fins informativos. Para receber aconselhamento ou diagnóstico médico, consulte um profissional.

As causas da diarreia podem ser variadas e o tratamento depende da origem e da gravidade dos sintomas. Abaixo encontra uma explicação detalhada sobre as causas, como combatê-la, remédios caseiros recomendados e o papel de medicamentos como o Imodium e o U-Levure.

1. Principais Causas da Diarreia

Infecções: Causadas por vírus (gastroenterite viral, como o norovírus ou rotavírus), bactérias (como Salmonella ou E. coli, muitas vezes associadas a intoxicação alimentar) ou parasitas.

Alimentação: Ingestão de alimentos estragados, água contaminada, intolerâncias alimentares (como à lactose) ou excesso de adoçantes artificiais.

Medicamentos: O uso recente de antibióticos, que destroem a flora intestinal benéfica, é uma causa muito comum.

Condições Crónicas Síndrome do intestino irritável (SII), doença inflamatória intestinal (doença de Crohn ou colite ulcerosa) e ansiedade ou stress acentuado.

2. Como Combatê-la (Cuidados Gerais)

Hidratação: É a medida mais importante. Beba muita água, água de coco ou soros de hidratação oral para repor os eletrólitos perdidos.

Alimentação Leve (Dieta Branda): Prefira alimentos de fácil digestão, como arroz branco, frango cozido sem pele, banana, maçã cozida ou raspada, cenoura cozida e tostas simples. Evite fritos, gorduras, laticínios, café, álcool e alimentos ricos em fibra insolúvel ou picantes.

3. Remédios Caseiros Úteis

Chá de Camomila ou Erva-Luísa: Ajudam a acalmar as cólicas abdominais e o trato intestinal devido às suas propriedades anti-inflamatórias.

Água de Arroz: O líquido resultante da cozedura do arroz é rico em amido, ajudando a dar consistência às fezes e a manter a hidratação.

Cenoura Cozida: Pode ser consumida em sopas ou puré leve; ajuda a prender o intestino e fornece minerais essenciais.

4. O Papel do Imodium e do U-Levure

Imodium (Loperamida): É um medicamento antidiarreico que abranda o trânsito intestinal.

Quando usar: Pode ser útil para viagens ou situações pontuais em que precisa de controlar os sintomas

Setúbal engenho de moer nas ruínas dum moinho de vento (2025)

 19 de setembro de 2025


Foto victor nogueira - Setúbal  engenho de moer nas ruínas dum  moinho de vento, na Serra de S. Filpe. 

Pode ver-se o eixo da roda ligada às velas, cujo movimento articulado com a roda dentada (entrosga) permitia moer os grãos  de cereal, introduzidos entre as duas mós, visíveis na imagem. Um mecanismo permita ajustar a distância entre as mós, de modo que a farinha saísse mais ou menos fina.

Manhã de nevoeiro em Setcúbal (2024)

 * Victor Nogueira

19 de setembro de 2024

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 Foto victor nogueira - Manhã de nevoeiro em Setcúbal (2024 09 18 IMG_5101)

As madrugadas são cinzentas, um denso nevoeiro cobrindo o horizonte. Em vésperas da chegada do Outono, os dias são neblinados, baços, dum sufoco que nos esfarela a alma e o ânimo, como se envoltos em espesso manto.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Um moinho, ewncenado, ao nascer do sol (2025)


18 de setembro de 2025

Foto victor nogueira - Encenação no  alto da torre no cimo duma encosta, em Setúbal, ao nascer do sol, a long time ago 

No parapeito duma das minhas varandas coloquei esta miniatura dum moinho de vento, talvez adquirida na Beira Litoral (Mafra) e ... click, já está

O dia esteve de céu azul, cintilante (2021)

 


* Vicior Nogueira

18 de setembro de 2021

O  dia esteve de céu azul, cintilante, mas levantou-se uma nortada, de vento gelidamente gélido, infiltrando-se por todas as frinchas, por minúsculas que fosem, perfurando a pele e trespassando os ossos,  enquanto lá fora, mais ou menos doidamente, se agitava e ondulava  o milheiral. 

Caíu a noite e tudo é silêncio, salvo o suave, ritmado e leve som do teclado, que ajuda a registar o que me vai no pensamento. Gélidas as mãos e a ponta do nariz.

fotos de estúdio - Quem são estes personagens, desconheço (2019)

 * Victor Nogueira

18 de setembro de 2019

fotos de estúdio - Quem são estes personagens, desconheço, e como estas fotos vieram ter à minha mão, não me recordo. Estariam dentro dalgum livro comprado em feira de velharias? Tê-las-ia encontrado nas ruínas duma casa que tenha visitado? Fica a incógnita. E a pose característica em photos e quadros deste género, retratos da burguesia, sem sorrisos, ar sério e solene, "comme il faut", a mulher sentada, encoberta da cabeça aos pés, e o homem de pé, dominador, à espera talvez do "Olhem o passarinho!"

A photo da esquerda é da Photographie Universelle A. Solas [Alexandre Solas], na Rua Oriental do Passeio Público, 52, Lisbonne, e a da direita de E. Knopfli [Eduardo Knopfli] Photographe, conforme impressões na frente e verso de cada uma delas. As duas referidas casas fotográficas laboraram em Lisboa no último quartel de século XIX e múltiplas referências às mesmas podem encontrar-se na internet


O bairro do Troino visto do Outeiro da Saúde (2018)

 18 de setembro de 2018


foto victor nogueira- em Setúbal, o bairro do Troino visto do Outeiro da Saúde, avistando-se a igreja de N. Senhora da Anunciada, o Estuário do Rio Sado e a Península de Tróia. À direita, um dos mamarrachos desconformes da zona ribeirinha de Setúbal.

O 'homrm,' de Massamá (2016)

 * Victor Nogueira

18 de setembro de 2016

Chegará a hora em que o PSD e os que na sombra estão interessados defenestrarão Passes de Coelho por descartável ? Por enquanto apostam com  realismo no PS/Costa post Sócrates. Quando chegar a altura e for necessário mandarão o homem de massamá cavar batatas, sem direito a ser "consultor" de qualquer multinacional ou lugar em organismo internacional. Dar-lhe-á acolhimento o antigo patrão, Ilídio Pinho ? Ou dar-lhe-á uma mãozinha o facilitador de negócios ex-dr. Miguel Relvas ? Ou Paulo Portas ? Ou Durão Barroso ? Huummmmmmmm

AS FALSAS INEVITABILIDADES E A FALTA DE ALTERNATIVAS ou AS APARÊNCIAS ILUDEM (2012)

 * Victor Nogueira

18 de setembro de 2012

Bem eu afirmo que há partidos que têm ideias e programas para sair da crise .. e do sistema.Mas  aos ocultos mandantes e beneficiários da política ps-psd-cds não convém que se saiba que elas existem. 

Assim essas propostas são silenciadas nas TV's e pelos comentadores encartados com direito de antena e são tb silenciadas nos órgãos de "reverencia" como o Público, o Sol ou o Expresso ou semi-tablóides como o Correio da Manha, parece que dizem a verdade qd afirmam ou papagueiam que os 

"partidos não têm soluções" ou "não há alternativa" às troikas ps-psd-cds-FMI-BCE-UE-CIP-CAP-CCP e similares" 

QUE PRETENDE QUEM DEFENDE ESTAS CAUSAS ? (2012)

 * Victor Nogueira

18 de setembro de 2012

Join my cause: 180 Deputados na Assembleia da República Portuguesa, já ! (Mínimo possível legalmente)

QUEM DEFENDE ESTAS CAUSAS OU É INGÉNUO OUU SABE O QUE QUER

PS-PSD têm estado sempre de acordo para reduzir o nº de deputados na Assembleia da República. em sucessivas revisões constitucionais. Deste modo pretendem facilitar maiorias do ps ou do psd, com eliminação da representatividade dos restantes partidos. Isto é, se cds, pCp, bloco, verdes e outros partidos  poderiam mais facilmente governar e cozinhar qa mistela sem oposição. Até depois diriam - vejam lá, o pcp cada vez tem menos influência ! 

Isto é, teríamos mais facilmente uma maioria "súcialista" a governar num simulacro cada vez maior de democracia. Democracia boa é a deles, do ps-psd a Favor dos seus mandantes. Rncobertos mas seguros ! A mesma "democracia" qe os-osd anfam há décadas a ver se instalam nas autarquias, favorecendo na secretaria maiorias ou do ps ou do psd.. Sem oposição nem denúncias dos indigestos cozinhados. SEMPRE A FAVOR DO CAPITAL

NESTAS CAUSAS QUE ORA COLOCAM TODOS OS  POLÍTICOS E PARTIDOS NO MESMO SACO ORA DEFENDEM a redução do nº de deputados à Assembleia da República, OU DEFENDEM A RESTAURAÇÃO DA MONARQUIA  - de que o psd é encoberto defensor, haverá falta ou excesso de ma$$a cinzenta ?

Cartaxo (janela e chaminé) (2012)

 18 de setembro de 2012


Foto Victor Nogueira - Cartaxo (janela e chaminé)

A poesia em 'SECA CEGArREGA

 * Victor  Nogueira


Os dias são iguais

            em negação

            sem imaginação

as noites são frias

             sem claridade

            com assombração

A prosa e a poesia

            sem invenção

não remam nem rimam

 vegetam e fenecem


Setúbal 2026 09 18


quinta-feira, 17 de setembro de 2026

Carcavelos, em dia de chuva (2022)

 17 de setembro de 2022


Foto victor nogueira -   Carcavelos, em dia de chuva, para um dos almoços dominicais

Porto, nos Jardins do Palácio de Cristal, em 1963 (2020)

 * Victor Nogueira

17 de setembro de 2020


Foto victor nogueira - Porto, nos Jardins do Palácio de Cristal, em 1963

Em 1962 / 63 vivi no Porto, sucessivamente em casa dos meus avós António e Luís. Registos desse tempo estão nos meus Diários III e IV e na correspondência para casa, em Luanda.

Há as famílias de sangue, as famílias de adopção as famílias do coração. Muitos, que não ultrapassaram o paupérrimo estado da tribo ou do clã ,só consideram como únicas e relevantes as famílias "nuclear" ou a "

famiglia"  de sangue, muitas vezes apenas uma parte delas, ignorando ou desprezando as do coração, talvez e por vezes mais autênticas. Como eu costumo dizer, fruto da minha vivência angolana, «A família são os amigos e nem todos na Família são amigos.”

Na sua família de sangue, talvez  haja quem não saiba quem são dois dos personagens da foto: a Fernanda e a Elvira. Mas nunca as esqueci, elas vivem no meu coração, fazem parte da minha vida, conjuntamente com a Aurora, a Amélia e aquela que no meu Diário refiro como a “Tia Maria”. 

A Fernanda foi o meu grande amor de adolescente, um namoro a que o meu avô Luís, na altura, contrariou e a que se opôs, e a Elvira e a Ti Maria grandes amigas, 

De todas elas acabei por perder o rasto quando, anos mais tarde, como estudante universitário, troquei a Faculdade de Economia do Porto, sucessivamente, por Lisboa e Évora. Que é feito desta minha família do coração, que amei, estimei e nunca esqueci?

setúbal e o estuário do rio sado vistos da serra da arrábida (2013)

 17 de setembro de 2013


Foto Victor Nogueira - setúbal e o estuário do rio sado vistos da serra da arrábida

As manifestações junto à Assembleia da República em 1975 e as de agora (2012)

 * Victor Nogueira

Há uma pequena diferença relativamente a hoje. Os operários que cercaram a Assembleia Constituinte não consideravam todos os partidos e políticos iguais e houve deputados que saíram ovacionados pelos manifestantes, que defendiam a democracia e o socialismo. E sabiam que o inimigo é o capitalismo, os patrões.

Os organizadores "espontâneos" e não poucos manifestantes de agora são contra (todos) os partidos e contra os sindicatos e contra as ideologias, na maioria. E nem devem conhecer a "Internacional " 

Ao contrário destas manifestações "espontâneas" de agora, os manifestantes anteriores, tb jovens na altura, organizavam-se em sindicatos e em partidos políticos e participavam e organizavam-se contra o capitalismo e a favor do socialismo não só nos partidos políticos mas tb nas comissões de moradores, c. sindicais, comissões de moradores, assembleias populares. Não renegavam a luta de quem os havia precedido ao contrário de não poucos de agora, 

Tudo o que a Constituição de 1976 tem de progressista deve-se à luta das populações e dos trabalhadores e tb, entre outros, do PCP. Os actuais manifestantes na sua maioria nem sabem que existe uma Constituição da República que ainda é uma das mais progressistas dos países capitalistas, nunca a leram nem se mostram dispostos a defendê-la e a exigir dos governantes e ao ps-psd-cds que a cumpram e ao Cavaco que honre o seu compromisso e que a cumpra e faça cumprir

Grandes diferenças há entre os manifestantes de 1974/76 e os de agora.

O meu pc, entenda-se, personal computer, está no estaleiro (2010)

 17 de setembro de 2010

O meu pc, entenda-se, personal computer, está no estaleiro e eu num apeadeiro à espera dele.  Adeus, até ao meu regresso e muitas propriedades 🙂

Vade-mécum (14) - AI - Manual de instruções (prompts)

1. -Fazer um  resumo desta sessão, para eu arquivar, no seguinte formato:
  • Título da sessão: (o que aparece na barra lateral)
  • Data aproximada: (se conseguires inferir)
  • Textos/temas abordados: (lista em bullets — títulos de poemas, colectâneas, posts de blog, ou assuntos discutidos)
  • resumo por assunto dentro desta sessão
  • Síntese (2-3 linhas): do que foi conseguido ou concluído nesta sessão
  • Pendências: (se ficou algo por fazer ou por decidir)

No fim, gera um documento Word (.docx) para eu descarregar.


* Título da sessão: (o que aparece na barra lateral)
* Data aproximada: (se conseguires inferir)
* Textos/temas abordados: (lista em bullets — títulos de poemas, colectâneas, posts de blog, ou assuntos discutidos)
* resumo por assunto dentro desta sessão
* Síntese (2-3 linhas): do que foi conseguido ou concluído nesta sessão
* Pendências: (se ficou algo por fazer ou por decidir)

No fim, gera um documento Word (.docx) para eu descarregar.

2. - rearrumação e reoorInstruções para compilar os recortes das colectâneas   numa tabela

Quero que agrupes todos os recortes das colectâneas évoraburgomedieval numa única tabela, com as colunas:

Data

Origem ou destinatário (sigla: MCG, NSF, Diários etc.)

Número de ordem, para distinguir recortes com a mesma data e a mesma sigla

Texto do recorte (ignorando notas de rodapé e comentários dos leitores)

O âmbito nclui todos os textos e colectâneas já submetidas (não só os 16 ficheiros mais recentes), extraídos da correspondência e também dos Diários I a VI. Isto confirma a existência de diários pessoais, distintos da correspondência, que ainda não tinha mencionado — fico a saber que fazem parte do corpus geral quando chegar a altura de os partilhar.

Havendo recortes idênticos deve ser considerado apenas um deles, o mais completo, assinalando os  reetidos entre colectâneas diferentes na coluna 'Notas'

Formato de entrega (proponho Excel, dado o volume)denação dos textos analizados cronológicamente  e por origem

3. - Digitalização de manuscritos

Preciso que reúnas num ficheiro Word (.docx) todas as transcrições de manuscritos que já fizeste NESTA conversa, com as tuas anotações. Usa apenas o texto que já está nesta conversa, sem reler as imagens nem retranscrever nada. Se uma carta foi transcrita mais do que uma vez ou corrigida depois, usa a versão mais recente e diz-me quais foram substituídas.


REGRAS

1. Não resumas, não corrijas e não reformules o texto: copia-o tal como o deste na conversa, linha a linha (cada linha do manuscrito é uma linha no docx).

2. Mantém as convenções que usaste: [?] leitura duvidosa; […] ilegível ou cortado; ~~riscado~~ (aplica formatação de rasurado); ^^inserção^^ (aplica sobrescrito).

3. Ordem cronológica das cartas. Para cada carta:

   - Título com a data (e remetente/destinatário, se souberes).

   - Por página: subtítulo "Página N", uma linha em itálico com o nome do ficheiro de origem, e o texto.

   - Envelopes, cartões, notas marginais e post-scriptum como blocos separados, no sítio a que pertencem.

4. As tuas anotações (todas as que fizeste nesta conversa) devem aparecer:

   a) em itálico logo abaixo do título de cada página ou carta (bordos cortados, transparência, ordem das páginas, associação de envelopes, marcas de arquivo como "Doc" ou "A" a vermelho, etc.);

   b) numa secção final "Notas e passagens duvidosas" com: correcções face a versões anteriores, passagens duvidosas por carta, e ordem ou associações por confirmar.

   Se não fizeste anotações sobre uma carta, não inventes nenhuma.

5. Sem capa, sem resumo, sem comentário teu novo: quero só o que já existe, para depois juntar com os outros documentos.

6. Formato: A4, fonte Georgia 11 pt, cada bloco de transcrição com um traço cinzento à esquerda, cabeçalho com o título e rodapé com "Página X de Y".

7. Nome do ficheiro: Transcricoes_sessao_N.docx.

No fim, diz-me em duas linhas: quantas cartas incluíste, com as datas, e que passagens ficaram por resolver.

4. - Transcrição de manuscritos em várias sessões

Cartas Barroso - transcrição de manuscritos   Junta num único ficheiro Word (.docx) as transcrições dos manuscritos contidas nos 3 ficheiros anexos. Usa apenas o texto que lá está, sem retranscrever nada. - Ordem cronológica; por carta: título com data, remetente e destinatário, e o texto linha a linha. - Se a mesma carta aparece mais de uma vez, mantém a versão mais completa, apaga as cópias idênticas e regista numa nota, por carta, as variantes das outras versões. - Para as cartas de 1945 dos Barroso, prevalece a versão do ficheiro "Transcricoes_cartas_Barroso_1945-1947". - Mantém a grafia original e as marcas [?], […], riscado e ^^inserção^^ (com formatação). - Mantém as anotações de cada carta em itálico por baixo do título e reúne no fim as passagens duvidosas. - Retira o texto de conversa que não pertence às cartas. - Não corrijas leituras por tua conta: onde duas versões divergem, escolhe a mais completa e lista a outra em nota. - A4, Georgia 11 pt, cabeçalho com o título e rodapé "Página X de Y". No fim, diz-me quantas cartas ficaram e quais têm variantes por resolver.


quarta-feira, 16 de setembro de 2026

A roda gidante na 42ª Festa do Avante (2024)

 16 de setembro de 2024

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2024 09 16 Foto victor nogueira - 2018 - 42ª Festa do Avante (IMG_8520) A roda gigante

Setúbal - Largo de Jesus (Convento de Jesus) e cruzeiro (2023)

 * Victor Nogueira

16 de setembro de 2023


Setúbal - Largo de Jesus (Convento de Jesus) e cruzeiro  2021 07 08 IMG_4817. Ao longo dos séculos muitos "arranjos" ou configurações teve  adro fronteiro ao Convento de Jesus, uma das primeiras obras do "manuelino", com risco de Mestre Boitaca, o do dos Mosteiros dos Jerónimos e da Batalha, da Sé da Guarda, do Torre de Belém, Igreja de Santa Cruz (Coimbra) e fortificações no Norte de África.

Em Setúbal, 4 gerações, contando com o fotógrafo (2022)

 16 de setembro de 2022

 


Foto victor nogueira - Em Setúbal, 4 gerações, contando com o fotógrafo

Na Praia do Bispo (2020)

 * Victor Nogueira

16 de setembro de 2020 ·


foto victor nogueira - na Praia do Bispo. 

As casas do Estado para Funcionários Públicos eram na Praia do Bispo vivendas geminadas, com dois pisos.

Esta faz parte duma série de fotos coloridas, da mesma altura, mas o Zecas Jones só as digitalizou a preto e branco. Nesta foto lá está no colo dele um dos vários gatos, faltando nesta foto de família o cão, talvez o Jack II.

Estando a estudar em Portugal, só ia a Luanda nas Férias Grandes. Pois o Jack II, ainda estava eu longe de casa, pressentia a minha chegada e começava a correr como louco no quintal, num vaivém entre as traseiras e o portão da frente, saltando para mim, desaustinado, mal eu saía do carro, vindo do aeroporto..

Os gatos proliferavam no quintal à vontade, mas uma vez a nossa mãe entendeu que a gataria era já demasiada e pegou numa das gatas e nos seus recém-nascidos gatitos e foi largá-los nos arredores de Luanda. Eis senão quando, passado algum tempo, reapareceu a gata, esquálida, com um dos filhotes transportado pelo cachaço, pelo que foram recebidos de braços abertos.

As escadas também contariam uma história. Em miúdo, na ausência dos nossos  pais, resolvi beber um cálice de vinho do Porto e gostei tanto do doce que emborquei mais alguns. Claro que subi a escada de gatas até ao quarto onde me deitei na cama para que mais ninguém soubesse, até me passarem as “tonturas”. Em consequência e durante décadas não conseguia beber vinho do Porto.

Sobre tratamentos de choque. Ninguém na família era ou foi fumador, salvo o meu avô Luís. que do Porto enviava aos netos chocolates, entre outras coisas, alguns dos quais imitavam cigarros numa embalagem de cigarros. Mas a nossa mãe deu-nos um tratamento de choque: ofereceu-nos cigarros, que acendeu, dizendo-nos que engolíssemos o fumo.

Não sei se foi por isso ou pelo facto de ninguém da família em Luanda fumar que não apanhámos o "vício". Mas na verdade, apesar de estar convencido que não fumava, a verdade é que o meu Diário de 1958 / 59, da pré adolescência, revela que fumava às escondidas dos nossos pais.

À esquerda vê-se o piano da minha mãe. Creio que ainda frequentei umas ulas de piano, mas aquilo era tão maçador com o solfejo que desisti. Ainda quis aprender a tocar viola. O meu pai perguntou-me se eu tencionava viver daquilo.  Como lhe dissesse que não, decidiu que não valia a pena eu frequentar aulas, pelo que essa minha intenção morreu à nascença, por falta de incentivo.

depois da chuva, arco-íris no mindelo (2016)

 16 de setembro de 2016


FOTO victor nogueira - depois da chuva, arco-íris no mindelo

Exposições nas redes sociais (2016)

 * Victor Nogueira

16 de setembro de 2016

Incomoda-me deveras o modo como algumas pessoas se expõem nas redes sociais, como se desnudam no inFaceLock, Incomoda-me ainda mais quando talvez o não fizessem confiantemente e deste modo na vida real, esquecendo que esta é uma rede virtual de que não controlamos nem podemos apagar o fluxo e o destino do que se publica e diz.  Incomoda-me ainda mais quando são pessoas que estimo, por quem tenho afecto  e amizade, mesmo que apenas virtual. Mas cada um/a saberá de si.

No Mindelo, em  2016.09.16 

A poesie em '- CHOVE CHUVA' e 'BOLETIM METRILÓGICO' (2012 e 2013)

* Victor Nogueira

16 de setembro de 2015
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foto victor nogueira - noite de temporal no Mindelo - todo o dia e toda a noite choveu chuva ininterruptamente, em cerrada cortina de bátegas fragorosas. E o vento em rajadas fazia o milheiral e as plantas baloiçarem quase vergadas ao solo. Hoje, o dia seguinte, a manhã esteve nublada de azul cinza e o bulício do vento amainou, a terra no quintal ensopada de água. Ao princípio da tarde descobriu-se o ar de azul, soalheiro, num mar de calmaria e silêncio.- UMA FOTO E DOIS POEMAS

1. - CHOVE CHUVA
Com fragor
chove chuva
uva a uva
lentamente
Setúbal 2013 10 23

2. - BOLETIM METRILÓGICO
Uva a uva
chove chuva
molhada
miúdagraúda
ensopa a roupa
fria
de cinza
noite e dia
cansa a dança
em rodo-rio
~~~~~~~~~~
Setúbal 2012.12.06

terça-feira, 15 de setembro de 2026

RUMOR DA BRISA QUE PASSA E ENCANTA (2016)

 * Victor Nogueira

15 de setembro de 2016·

Conteúdo partilhado com: PúblicoGostava que viesses mas não virás nem sei se o desejarias de facto, se tudo não passa de imaginações, sonhos, encenações para lá da magia e do encanto. É tramado o peso da educação ancestral, de séculos de feminina submissão e domínio, de jogos de gato e rato, em que se não sabe bem quem domina ou quer dominar quem. São tramadas as cadeias tecidas pelas dez mil bocas e pelos cem mil olhos em redor, da vizinhança, de comadres ou compadres, de filhos, irmãos e netos. Restam as palavras, o desejo e o silêncio em redor de mim, para lá das sonoridades da brisa que sopra lá fora, do suave rodado dos carros no empedrado da calçada, do meu dedilhar no teclado que pobremente fixa e limita o escorrer do meu pensar e sentir, ou do troar dos comboios que de longe chegam ou para longe partem.

Mas se não vens ou se vieste e não voltaste, satisfeita a curiosidadesinha de conhecer quem tão bem escreve - dizes tu e muita gente - por vezes como se fosse príncipe ou princesa encantados cujo encantamento o personagem físico e real, ao alcance de todos os sentidos desfaz em nada e se perde no vazio. Sem retorno.
Poderia talvez escrever coisas belas, para ti, a quem dei um nome de código que só tu conheces, aquele com que te identifico quando me telefonas, Poderia talvez usar a magia das palavras tecendo rendilhados e redes, mas não vale a pena fazê-lo se não és, pois gastas estão as palavras para quem é inominado Amor. Mas às prisões e aos egoísmos do Amor prefiro a serenidade, a liberdade e a tolerância da Amizade. Tão ou mais exigente que românticos amores. Mas, para lá de Ítaca, estão gastas as palavras. Como escreveu Eugénio de Andrade, o poeta cujos textos expressam não a plenitude da alegria do amor alcançado mas a nostalgia do que se perdeu ou não alcançou. Escuta, é o

RUMOR
Acorda-me
um rumor de ave.
Talvez seja a tarde
a querer voar.
A levantar do chão
qualquer coisa que vive,
e é como um perdão
que não tive.
Talvez nada.
Ou só um olhar
que na tarde fechada
é ave.
Mas não pode voar. (Eugénio de Andrade)

DA SÈRIE entre eros e afrodite - cartas de ítaca

foto victor nogueira - pôr do sol em beringel

AS VOZ€$ DO DONO (2012)

 * Victor Nogueira

15 de setembro de 2012

1. - «VÍTOR CONSTÂNCIO, vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), disse este sábado que tanto as medidas como os objectivos inscritos no memorando de entendimento acordado entre o Governo e a troika terão de ser cumpridas de modo a que Portugal possa continuar a beneficiar da ajuda da zona euro e do FMI.»

2. - OLIVEIRA MARTINS - «O presidente do Tribunal de Contas defendeu hoje um “reforço” do consenso político subjacente ao memorando de entendimento e considerou “fundamental” o cumprimento do acordo “nos exactos termos” em que foi assumido.»

3. - ANTÓNIO BARRETO - «O ex-ministro afirma que não se vai "meter em política" , mas pede aos políticos que "não façam disparates" e encontrem um consenso. O sociólogo afirmou que se houver uma ruptura governamental, o país perderá “mais cinco ou seis anos”. E acrescentou que se tal acontecer “vamos voltar a perder o pouco que se fez e trabalhou”, segundo a “Rádio Renascença”.»

A luta e a resistência e a contra-ofensiva dos trabalhadores e dos explorados não são de hoje (2012)

 * Victor Nogueira

15 de setembro de 2012

Antes do 25 de Abril havia fome e lutas e repressão da PIDE e da GNR e prisões e mortes nos campos do Alentejo. Havia fome e emigração "clandestina" e prisões e perseguições pela PIDE nos campos de Portugal. 

Depois do 25 de Abri no governo de PS/Mário Soares havia fome na península de Setúbal.

Depois do 25 de Abril não se lutava apenas por "melhoria das condições de vida". Lutou-se, com violência -- porque violência não é apenas haver sangue - sobre patrões e agrários, pelo socialismo e pela democracia a todos os níveis e não apenas política.

Lutou-se nas comissões de trabalhadores, nas comissões de moradores, nos sindicatos, nalguns partidos políticos, em inúmeras organizações de base do poder popular. 

De 25 de Abril de 1974 a 25 de Novembro de 1975 o Povo teve o futuro nas mãos. Que em voto maioritário ou abstencionista deu de mão beijada em sucessivos processos eleitorais ao ps-psd-cds. Tudo a favor do retorno do capitalismo e do estado súcial em que todo o mundo tentam mergulhar a Humanidade.

A luta e a resistência e a contra-ofensiva dos trabalhadores e dos explorados não são de hoje, não são apenas de ontem, são desde sempre mesmo que silenciadas por "Públicos" , "Expressos", "Correios da Manhã", "Notícias" e similares ou pelas Televisões 

E há muito- há séculos - que existe o "holocausto social" na América Latina, em África, na Ásia ... E que já houve e regressa à Europa.

Festa do Avante 2012 (2012)

 15 de setembro de 2012


Foto Victor Nogueira -  Festa do Avante 2012

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

Setúbal - sol e sombra no Miradouro de S. Sebastião (2023)

ª  Victor Nogueira

14 de setembro de 2023

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Foto victor Nogueira - Setúbal - sol e sombra no Miradouro de S. Sebastião, no Largo dos Defensores da República, paredes-meias com o Museu do Trabalho - Michel Giacometti  (IMG_5533)

sombras em paço de arcos (2017)

 14 de setembro de 2017


foto victor nogueira - sombras em paço de arcos

tempo dum homem é também para o amor e ternura (2011)

 * Victor Nogueira

14 de setembro de 2011

Para além disso o tempo dum homem é também para o amor e ternura e estes têm estado ausentes. Enfim... (Sabes, é bom também sentir-se o corpo duma mulher junto a nós, porque o amor e a ternura não são só palavras, muito menos apenas escritas, mas também a possibilidade de se manifestarem nos gestos.  (...) (MCG - 1974.06.10)

domingo, 13 de setembro de 2026

Em Setúbal, quando as paredes não estavam cobertas de livros (2022)

 13 de setembro de 2022

 


Foto jj castro ferreira - Em Setúbal, quando nesta casa (quase) todas as paredes ainda não estavam cheias de estantes com livros do chão até ao tecto. Na parede duas litogravuras, uma de autoria do meu irmão, outra de Ribeiro de Pavia, esta adquirida em 1969, em angariação de fundos para as CDE (Comissões Democráticas Eleitorais)

Agro-Barroso. (2020)

 13 de setembro de 2020


Enquanto esteve ligado ao Gabinete Técnico de Apoio às Autarquias Locais sediado em Chaves, o meu tio José João não executou apenas projectos de arquitectura. Estes são dois autocolantes para a Agro-Barroso.