Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)
Escrevivendo e Photoandando
No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.
.
Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.
.
Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.
Antes do 25 de Abril havia fome e lutas e repressão da PIDE e da GNR e prisões e mortes nos campos do Alentejo. Havia fome e emigração "clandestina" e prisões e perseguições pela PIDE nos campos de Portugal.
Depois do 25 de Abri no governo de PS/Mário Soares havia fome na península de Setúbal.
Depois do 25 de Abril não se lutava apenas por "melhoria das condições de vida". Lutou-se, com violência -- porque violência não é apenas haver sangue - sobre patrões e agrários, pelo socialismo e pela democracia a todos os níveis e não apenas política.
Lutou-se nas comissões de trabalhadores, nas comissões de moradores, nos sindicatos, nalguns partidos políticos, em inúmeras organizações de base do poder popular.
De 25 de Abril de 1974 a 25 de Novembro de 1975 o Povo teve o futuro nas mãos. Que em voto maioritário ou abstencionista deu de mão beijada em sucessivos processos eleitorais ao ps-psd-cds. Tudo a favor do retorno do capitalismo e do estado súcial em que todo o mundo tentam mergulhar a Humanidade.
A luta e a resistência e a contra-ofensiva dos trabalhadores e dos explorados não são de hoje, não são apenas de ontem, são desde sempre mesmo que silenciadas por "Públicos" , "Expressos", "Correios da Manhã", "Notícias" e similares ou pelas Televisões
E há muito- há séculos - que existe o "holocausto social" na América Latina, em África, na Ásia ... E que já houve e regressa à Europa.
Em Portugal, ao contrário do que por exemplo sucede na Ucrânia, qualquer pessoa pode declarar ser 'comunista', ‘socialista’, ‘democrata-popular’, ’ popular-democrata’, ’social-democrata’ ou ‘liberal’ e, consequentemente, votar, simpatizar ou militar no partido com o qual se identifique. Uma única excepção constitucional: a proibição de organizações armados e para-militares e de partidos racistas ou que perfilhem a ideologia fascista. Os partidos têm uma ideologia, um programa, um modelo de sociedade. E têm estatutos, que para além disso definem a organização e os direitos e deveres dos seus militantes. O PCP, afirmando-se comunista, não foge à regra.
Ninguém é obrigado a militar no PCP ou a nele permanecer se
discordar dos estatutos ou da linha política definida nos Congressos.
Carlos Brito, como outros que foram militantes do PCP,
defendeu as posições que entendia mas que não foram aceites pelo colectivo. Os que não concordam com as decisões colectivas pretendendo que vinguem as suas são livres de saírem ou são penalizados, de acordo com os estatutos do PCP, cuja pena máxima é a expulsão.
Carlos Brito, a quem foi
aplicada uma sanção de 10 meses de suspensão em 2002, não pediu a demissão.
Resolveu ‘autossuspender-se’. Isto é, inventou criativamente a figura de
‘militante que não milita’, que não participa do ‘colectivo’. Entretanto em
2003, foi um dos fundadores da Associação Política Renovação Comunista de que
foi dirigente e porta-voz.
Esta organização afirma defender convergências à esquerda e
"contribuir para a renovação da identidade, do projecto e da intervenção
comunista". Em actos eleitorais, apoiou candidaturas do Partido
Socialista, como as candidaturas presidenciais de Manuel Alegre (2011) e de Ana Gomes (2021) e as listas do
PS nas eleições europeias de 2014, em detrimento das candidaturas apoiadas pelo PCP. Recentemente Carlos Brito em Alcoutim apoiou
a candidatura autárquica do PS contra a coligação que integra o PCP e apoiou
Seguro logo desde a 1ª volta, contrariando a orientação do PCP que obriga os
seus militantes e apenas estes Mas no seu ecletismo Carlos Brito foi um dos impulsionadores da fundação do Livre, cujas candidaturas ao Parlamento Europeu apoiou em 2014 e 2019, uma vez mais contrariando as candidaturas propostas e apoiadas pelo PCP. Nem o Livtr nem o PS se reclamam como marxistas e muito menso como marxistas-leninistas ou comunistas.
Não se põe em causa que qualquer militante do PCP tenha a
liberdade de sair por discordar da linha política, das orientações e da prática do PCP. Ninguém
põe em causa que qualquer pessoa possa afirmar-se como ‘comunista’ sem
obrigação de militar ou votar no PCP.E, não
sendo militante do PCP, tem a liberdade inquestionável de militar ou apoiar qualquer outro partido.
Carlos Brito fez uma opção. Discordando do PCP, não
prevalecendo neste o que defendia, não se demitiu. Autossuspendeu-se. É como se
numa equipa de futebol um qualquer jogador, discordando do treinador e da
Direcção do clube, entrasse em campo e ficasse encostado à baliza. Qualquer
pessoa entende que um jogador pode discordar do treinador e da direcção do
clube. Mas também me parece claro que não pode encostar-se a baliza,
facilitando goleadas do adversário ou apelar à sua equipa para que marque golos
na sua própria baliza. Portanto, parece claro que tal jogador ou sai ou é
expulso.
Em todos os partidos os respectivos estatutos definem quem
pode ser ‘militante’ ou ‘sócio’, bem como os direitos e deveres do ‘militante’
ou do ‘sócio’. E as sanções disciplinares aplicáveis a quem viole os estatutos.
Vai pois um frenesim nas redes sociais e nos órgãos de
comunicação do patronato, onde as reivindicações e as lutas dos trabalhadores
não são noticiadas, ao contrário do que por exemplo sucede no ‘Avante’ e na
imprensa sindical. Órgãos de comunicação social escrita e televisionada, nas
mãos do patronato, onde a ‘voz’ do PCP só tem cabimento através do seu
silenciamento ou deturpação e falsificação.
Carlos Brito é apenas um pretexto para ‘denegrir’ o PCP.
Como o foram os tempos do covid, nos quais tentaram impedir as celebrações do
25 de Abril, as manifestações do 1º de Maio, a realização da Festa Avante! Ou a
posição mais que esclarecida de que a Federação Russa é um país capitalista, do
qual o PCP discorda frontalmente, e que os conflitos devem ser resolvidos
evitando a guerra.
Não espanta, pois, que em órgãos do patronato, no caso o
Público e o Expresso, as parangonas sejam como as que encimam esta publicação. Ou que Daniel Oliveira, pela
enésima vez, informe que militou na UJC dos 17 aos 20 anos, desvinculando-se então do
PCP. E faz paródia com o título do artigo de que é autor. Ana Sá Lopes, por seu turno, faz insídia com trocadilhos no título da sua peça jornalística.
Carlos Brito, Zita Seabra, José Augusto Silva Marques, Manuel Alegre, Pina Moura, José Magalhães, Mário
Soares, Barros Moura, Edgar Correia, Vital Moreira, João Amaral, Miguel Portas, Domingos Lopes, Mário Lino, Mário Sottomayor Cardia, Raimundo Narciso, Fernando Luso Soares, entre outros, com diferentes graus de militância, saíram do PCP, tal
como os ‘renovadores’ ou a ‘intervenção comunista’, prosseguindo caminhos
distintos, não poucas vezes antagónicos aos do PCP. No seu comunicado este reconhece o papel do Carlos Brito entre 1954 e 2002, enquanto seu militante, nao se pronunciando sobre o seu percurso depois desta última data.
Numa altura em que se avizinham tempos tenebrosos, para os
povos e para os trabalhadores, os órgãos de informação nas mãos do patronato servem-se
da indiscutível ‘militância’ de Carlos Brito entre 1954 e 2002, ano em que se
‘autossuspendeu’ do PCP. E fazem-no por
desamor aos ideais comunistas da paz entre os povos, da liberdade, da igualdade
e da solidariedade, numa sociedade mais justa e fraterna. Aquela que Carlos
Brito afirmava defender, abominada e combatida pelos donos da comunicação social e disto
tudo, que deste modo querem moldar e alienar a consciência social e política das populações e dos
trabalhadores. Dum lado, a Internacional e Grândola Vila Morena. Do outro, Os
Vampiros.
Zeca Afonso - Grândola, Vila Morena (Ao vivo no Coliseu dos Recreios, 1983)
Gerónimo foi um dos grandes chefes índios que lutou pela liberdade dos ameríndios, derrotados e encerrados em "reservas". É um insulto dos EUA que tenham dado o seu nome à esburacada "operação" que levou à morte de Bin Laden, sem julgamento. De que tinham medo os EUA?
8 de maio de 2012 ·
As fotos é que pagam o pato
~~~~~~~~~~
Victor Barroso Nogueira
LOL Gostei de ler mas ... Nunca tive acessos destrutivos e na vida procuro recordar o bom e esquecer o mau. O bom fica nas fotos e nos escritos despersonalizados para outrem e se nada houver para recordar de bom, fica uma folha em branco Bjos meus, Guida !
13 a
Susana Garcia Ferreira
lolol pois tu envias boa noite e vais mesmo,Gostei do texto,apesar de ser um pouco sádico,essa coisa de destruir e cortar as fotos todas e sei lá o que mais,mas gostei,tb retrata a realidade de várias mulheres.bjokas
13 a
Victor Barroso Nogueira
Para Margarida Piloto Garcia, o Poeta é um fingidor
DECLARAÇÃO: O poeta é um fingidor
.
Maria do Mar, Maria Papoila, Maria dos Mil Sóis Rendilhados, Maria Vai com as Outras, Niña do Beco dos Passarinhos, Joana Princesa com Sabor a Cravo e Canela, Fatma das Caldas, Fátma da Ilhoa da Floresta Queimada, Madre Abadessa Diabinho Diabeza, Niña de Aguiar e Belmonte, Joana da Côr do Trigo em Flor, Joana Ratinho, Gaivotinha, Mana Flor ou Mana Clarisse são personagens talvez verdadeiros mas com nomes inventados. João Bimbelo, João Baptista Cansado da Guerra ou o Conde Niño são personagens e como tal não existem. Se existissem, então eles não estariam de parabéns por qualquer delas. Mas elas, talvez os merecesssem, apesar de inventadas pelo escriba, a quem teriam deixado para trás 🙂
.
Talvez porque o escriba, embora malabarista do verbo bordejando a chama, pouco valor teria nas histórias que inventava com a liberdade e arte que a todos os escribas é permitido.
.
.
Victor Nogueira aka Kant_O_XimPi.Manog
.
PS – Mais declara o escriba que não costuma ficar a chorar pelo leite derramado e do passado procura reter apenas aquilo em que foi feliz. O resto, o resto são «estórias», como agora se diz.
.
13 a
Margarida Piloto Garcia
Hahahahaha.....gostei Pedro e além do mais também gosto de um bom arroz de pato:))
13 a
Margarida Piloto Garcia
Pois é Victor o poeta é que paga as favas, mas gostei imenso do teu texto.
13 a
8 de maio de 2013 · ·
o resultado do "súcialismo" em liberdade iniciado por Mário Soares e Sá Carneiro - O ESTADO "súcial" devora o ESTADO SOCIAL ~~~ O BPN nacionalizado pela dupla PS de Socrates e Teixeira dos Santos no que se refere aos prejuízos e deixando de fora o que valia já custou ou irá custar aos contribuintes portugueses 7 mil milhões de Euros, quase o dobro do que o terrorismo "súcial" do PSD_CDS com a conivência do PS petende "poupar" com os cortes sociais ! Com a banca das privadas sempre a facturar, mesmo qd parece que tem prejuízos !!! Recapitalizada com os empréstimos da troika que estamos a pagar com lingua de palmo, a banca da usura continua a especucular, o que lhes dá mais dinheiro/lucros do que apostar no crédito às empresas/produção e ao consumo.
Em tempo - O BPN dos banqueiros do esCavaco, foi vendido pela dupla psd-cds de pedro e paulo, depois de limpo dos activos tóxicos, graças à CGD (o banco do Estado) e aos portugueses ? E por quem foi comprado ? Entre outros por Isabel ds Santos e por Américo Amorim, este o homem mais rico de Portugal. E esta, hein !?
~~~~~~~~~~
Vitor Correia
O capital é f......,amigo Vítor
12 a
José Pires
É mesmo FODID@ e... F@DE-N@S !
12 a
Maria Rosa Silva
os gordos ficam gordos , os pobrfes mais pobres zzzzzzzque raio de governo
12 a
Judite Faquinha
Victor, a Isabel dos Santos, soube á pouco quem era, filha de peixe sabe nadar!!! O Américo Amorim á muito que eu sabia, ele era amigo do meu pai, e eu conheci, esta vedeta pessolmente... era uma autentica besta mas sem miolhos, nem se dava na altura com os irmãos!!! bjs, obrigada pela partilha!!!
12 a
Jo Andre
O âmago do problema não é o Capital, mas sim quem estabelece as regras que permitem a sua utilização tendenciosa ou danosa de quem o possui. 2 e 2 nem sempre são 4, podem ser 22 ou vice-versa. dependendo apenas do ponto de vista ou dos interesses em causa.
8 de maio de 2014 ·
foto Victor Nogueira -1974/75 - cartazes e murais de abril 09 - Lisboa (1976)
Este foi um slogan muito gritado nos anos de 74/75 - OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE - Com a ajuda de soares/ps, carneiro/psd, amaral/cds e eanes/nove e de quem neles tem maioritariamente votado desde 1975, quem está de novo a pagar a crise intrínseca do capitalismo não são os ricos, bem pelo contrário
~~~~~~~~~~
Fatima Mourão
não devia ser quem não têm mas é 🙁
11 a
Maria João De Sousa
Alguns "ficaram-nos no olhar"...
11 a
José Sul
Nessa altura, estava na UDP Nuno Crato? Jorge Coelho? João Carlos Espada? Henrique Monteiro? José Manuel Fernandes? Peres metelo?...
11 a
Victor Barroso Nogueira
José Andrade Creio que alguns desses estavam no MRPP, como Durão Barroso, Saldanha Sanches, Arnaldo Matos, Maria José Morgado ....
11 a
José Sul
Não sei Victor. Mas a maioria dos que referi estavam na UDP...No entanto, a ideia era a mesma: combater a esquerda militando nela (nominalmente)!
11 a
Nicolau Dias Ferreira
A Palavra de Ordem é já, como se vê, muito antiga. Mas não resultou na época, quando a direita reacionária se encolhia assustada pelos cantos. As ameaças produziram efeito contrário e de rompante, os ricos não só não pagaram a crise, como se multiplicaram. A eles e à crise que continuamos a pagar. Fruto do pacifismo, bonito, de uma revolução ornamentada com o aroma e a cor dos cravos, mas que permitiu um rápido regresso ao campo de acção dos que só aparentemente foram varridos. Mas uma vez registada a aceitação pacífica da população, TEMOS AGORA O DEVER DE, AINDA PACÍFICAMENTE, MOSTRAR-LHES UM ENORME CARTÃO VERMELHO, E EXPULSÁ-LOS DE PORTUGAL DE ABRIL, PAÍS, NOSSO, QUE ATÉ TEM A CONFIGURAÇÃO RECTANGULAR DE UM CAMPO DE FUTEBOL E POR ISSO DEVE FAZER FERVER, NA RUA, OS PORTUGUESES QUE, POR DÁ CÁ AQUELA PALHA, GRITAM E ENCHEM PRAÇAS E RUAS. ACORDEM, P O R R A !
11 a
Suzel Patrão
Naquele tempo era assim hoje a palavra de ordem do governo é mais os pobres que paguem a crise 🙁
11 a
Viriato F. Soares
Sim, os ricos que paguem a crise; foram eles que a fizeram ganhando enormes fortunas à custa da nossa miséria!
11 a
Antonio Casqueira
Pintei alguns destes
11 a
Donzilia Conceiçao
De tanto gritarmos que fossem os ricos a pagar a crise, estes fdp vingaram-se o puserem-nos a pagar o que sempre comeram à farta.
11 a
Rita Marcelino
A carteira dos pobres é que está sempre aberta!
11 a
Fernanda Isabel Dias
O povo que pague a crise. É o que estão a fazer.
11 a
Mário Monteiro
O regador era para por água nos autocarros da Carris.
11 a
Anabela Valagão Valentim
Ah ah este mural ... muito pertinho de mim 🙂
11 a
Maria Manuela Sequeira
Para quando?!
11 a
Antonio Colaço
Pois mas nós é que pagamos a crise por causa do roubo descarado que fazem ao povo!
11 a
Victor Barroso Nogueira
Valagão Valentim Belinha Ainda existe este mural ? Creio que ficava na zona ao cimo da Calçada da Boa Hora. Onde é mesmo ?
11 a
Suzel Patrão
Naquele tempo era assim hoje a palavra de ordem do governo é mais os pobres que paguem a crise 🙁
11 a
Viriato F. Soares
Sim, os ricos que paguem a crise; foram eles que a fizeram ganhando enormes fortunas à custa da nossa miséria!
11 a
Antonio Casqueira
Pintei alguns destes
11 a
Donzilia Conceiçao
De tanto gritarmos que fossem os ricos a pagar a crise, estes fdp vingaram-se o puserem-nos a pagar o que sempre comeram à farta.
11 a
Rita Marcelino
A carteira dos pobres é que está sempre aberta!
11 a
Fernanda Isabel Dias
O povo que pague a crise. É o que estão a fazer.
11 a
Mário Monteiro
O regador era para por água nos autocarros da Carris.
11 a
Anabela Valagão Valentim
Ah ah este mural ... muito pertinho de mim 🙂
11 a
Maria Manuela Sequeira
Para quando?!
11 a
Antonio Colaço
Pois mas nós é que pagamos a crise por causa do roubo descarado que fazem ao povo!
11 a
Victor Barroso Nogueira
Valagão Valentim Belinha Ainda existe este mural ? Creio que ficava na zona ao cimo da Calçada da Boa Hora. Onde é mesmo ?
11 a
Laura Rijo
E mais nada!!
11 a
Nascimento Maria
eu acho que sei onde é esse mural só estou a estranhar a bica que está junto .quem foi que pôs essa imagem ?
11 a
Nascimento Maria
Eu estou a conhecer essa casa como sendo em Pedrogão a casa de um grande fachísta e eu lembro-me bem disso
11 a
Anabela Valagão Valentim
Agora acho que está pintado Victor Nogueira ....mas é mesmo ao pé da igreja ao pé dos escuteiros ... 😃
11 a
8 de maio de 2014 ·
O grande educador fujão barroso companheiro de nuno crato e o ensino burguês em 1975 e agora de "excelência" e contra os trabalhadores. Fujão barroso tinha o discurso bem engatilhado ....
Durão Barroso e o ensino burguês
"Julgo que a proposta aprovada hoje neste plenário de estudantes candidatos ao primeiro ano e apresentada pela sua inter comissões de luta, órgão que todos souberam erguer para poder fazer avançar a luta é uma proposta inteiramente justa e que conduz no sentido correcto da luta .Que é no sentido de ingresso imediato da sua aplicação desde já e de exigir das autoridades governamentais a legalização; pois nós temos que ver que esta questão da luta contra o serviço cívico, que já foi vista o ano passado e temos que seja quem for que está no ministério da educação e da investigação cientifica, chamemos-lhe assim, defende essa medida, medida essa que não é mais que o reflexo da crise do sistema de ensino burguês, e medida essa que é inteiramente incorrecta, anti operária e anti popular que lança estudantes contra trabalhadores e trabalhadores contra estudantes."
A talhe de foi-se
Durão lembra "cultura de excelência" promovida nas escolas antes do 25 de Abril
"No Portugal não democrático, no Portugal pré-União Europeia e pré-Comunidade Europeia havia ensino de excelência apesar do regime político em que se vivia e isso era possível porque numa escola era desejável reforçar a própria cultura de excelência da escola. Não estou seguro que aconteça hoje o mesmo em muitas escolas portuguesas e europeias", afirmou o presidente da Comissão Europeia.
)....) "Estamos a falar de antes do 25 de Abril, de uma sociedade portuguesa que não conhecia ainda (liberdade, estamos a falar de uma escola pública (...) num período em que ainda não havia democracia e, no entanto, estou a dizer que foi uma boa escola", frisou. Pois, continuou, embora algumas liberdades estivessem "cortadas" e se vivesse num regime ditatorial, "havia na escola uma cultura de mérito, de dedicação, de trabalho".
(....) "Penso que foi uma pena na evolução posterior não ter sido sempre possível conciliar a indispensável democratização do ensino com o mesmo nível de exigência", acrescentou, considerando que apesar do nível de educação mais elevado que existe hoje e das "possibilidades imensas" que são oferecidas aos jovens perdeu-se alguma coisa em termos de "exigência, do rigor, da disciplina, do trabalho". (in Público 12 de Abril de 2014)
8 de maio de 2014 ·
Quem vos viu e quem vos vê. Pelo MRPP fundado em 1970 passou Durão Barroso, que depois foi para o PSD, que fez dele primeiro-ministro, e está agora em Bruxelas. Também por lá passou a eurodeputada do PS, Ana Gomes, a procuradora-geral-adjunta, Maria José Morgado, o fiscalista Saldanha Sanches, Dulce Rocha, presidente do Instituto de Apoio à Criança, o advogado José Lamego, Vítor Ramalho do PS e presidente do Inatel, Violante Saramago, filha do escritor e até Margarida Sousa Uva, mulher de Durão Barroso passou por lá, sem esquecer Arnaldo Matos e Garcia Pereira.
Faleceu hoje a minha Mana Flor. Conhecemo-nos na rede virtual que é o hi5 e tornámo-nos amigos, como se o fôssemos desde o início dos tempos: a Mana Flor e o Mano Poeta Cigano. A Mana Flor era uma pessoa generosa, extremamente sensível, buscando incessantemente e sonhando sempre com um outro mundo. O tempo e o espaço - e apenas na aparência - levaram-nos por caminhos diferentes.
O tempo foi somando meses e a amizade entretecida de afectos mantida pela correspondência e pelo telefone e sms. Depois …. depois encontrámo-nos por duas vezes na Festa do Avante, ali, na Quinta da Atalaia.
O tempo foi somando anos sem que surgisse a oportunidade de aceitar o convite dela e do Zé para ir mais para lá das montanhas, a caminho do Cruzeiro do Sul.
Faleceu a minha Mana Flor, nesta madrugada e ao florir duma Primavera. E com ela, morreu uma parte de mim. Ela persistirá no meu pensamento e na minha memória. Até que o silêncio definitivo caia sobre mim. Dela fica alguma poesia partilhada com as amizades.
“Danço na espiral dos tempos, o burburinho é baixo silencioso, onde o brado dos homens apenas ecoa na memoria de um velho livro carregado de páginas escritas e por escrever, companheiro único que acolho neste silencio feito de luar.
E o meu nome é MARIA ! A SELF MADE WOMAN. “
2009/04/Ago 15:20
No Lette não existe espaço para os amigos ... nem para sentimentos, apenas o esquecimento!
RE: Olá, mana, o k é o "Lette"
Data: 4/Ago 21:28
Lette, planície do esquecimento ... o Homem percorre um caminho realizando a sua obra ... um dia chega ao Lette (Lethe) e esquece-se do seu caminho, do seu propósito, de quem é, do que vem (de onde) e para onde vai ... Planície do Esquecimento: o mundo virtual, sim? mais ou menos por aí.
Serás sempre bem vindo a minha casa, acredita ...
Lette, a mais triste Planície jamais sonhada pelo homem e no entanto, a dormência cheia de negritude que acolhe no seu mais intimo seio.
mil beijos meu querido Victor.
o "nosso" querido Caetano Veloso ... escutem, bons sonhos (no Lette sonha-se?)
foto de família - 1952 - Em Luanda, no Bairro do Maculusso, com Pica-Pica (Maria João), Zé Manuel, Laurindo, Zé Luís e Sebastião. Penso que a Maria Joao e o Zé Manel eram os filhos do Wolfgang.
8 de maio de 2020 ·
foto victor nogueira- setúbal - Ontem (2020-05-07/08) houve uma super lua cheia. Mas o céu estava azul negro de nuvens, encobrindo quase totalmente o romântico astro, não prateado, mas como se de fogo vermelho ou laranja fosse
Foto Victor Nogueira – Papagaio à porta da Pastelaria de Santa Clara, no Mindelo, com saborosa doçaria e simpáticos donos, onde muitas vezes lancho, quando o não faço na vizinha Freguesia de Árvore ou em Vila do Conde.
Este é um papagaio silencioso, ao contrário do celebrizado n’A Ilha do Tesouro, um dos romances da minha juventude, escrito por Robert L. Srevenson; “Capitão Flint” é o seu nome, sempre ao ombro do pirata John Silver.
No gosto de papagaios, por mais bela que seja a sua plumagem. Flint pronuncia esganiçada e monotonamente palavões e uma única frase "Peças de Oito"; Silver dizia que o seu papagaio fazia mais ruído do que toda a tripulação do seu navio, em conjunto.
Para além destas pouco atraentes características, a elas podemos acrescentar as dolorosas mordidelas, se nos apanham distraídos. e a sujidade que espalham em torno de si com os restos das sementes que são o seu alimento.
Em toda a minha vida creio que “lidei” apenas com dois papagaios; um no Restaurante “O Cantinho do Frade”, em Setúbal, já encerrado, onde comíamos frequentemente, e outro no quintal da tia Maria, no Porto, em 1963, no ano em que vivi em casa dos meus avós, Luís e António.
Na minha meninice também havia uma cantiguinha com um papagaio loiro do bico dourado, uma das que entoávamos na escola primária de então.
Para além do romance lido inicialmente n'A Biblioteca dos Rapazes, creio que editado pela Portugália Editora, há uma adaptação a banda desenhada de autoria de Fernando Bento, cujo traço, nesta e noutras aventuras, desde sempre apreciei.
Papagaio loiro
De bico doirado
Leva-me esta carta
Ao meu namorado
Ele não é frade
Nem homem casado
É rapaz solteiro
Lindo como um cravo
Papagaio loiro
De bico doirado
Leva-me esta carta
Para o outro lado
8 de maio de 2022 ·
Foto jj castro ferreira - Ponte sobre o Rio Catumbela (Angola) - Numa viagem do meu tio com os alunos da Escola Industrial de Luanda
8 de maio de 2024 ·
Para a causa das mulheres, oprimidas, exploradas, esmifradas pelo patriarcado e pelo Capital, resulta algum benefício de Margareth Tatcher, Ursula von der Leyen, Irma Grese, a agente Madalena e outras de igual calibre serem mulheres? Para a causa da libertação e para a igualdade das mulheres que benefício resultou do feminismo republicano de Ana de Castro Osório, que, em 1911, no confronto por melhores condições de vida e de trabalho, entre o operariado e o patronato fabris setubalenses, alinhou pelo patronato? Confronto do qual resultou o assassinato pela GNR dos operários Mariana Torres e António Mendes, no que ficou conhecido como os "fuzilamentos de Setúbal?
Que lucram as mulheres exploradas e oprimidas com estas "governantas" no envilecido governo da AD, onde está o PPM? Que lucram as mulheres exploradas e oprimidas com o facto de seream mulheres as CEO's Paula Amorim e Cláudia Azevedo, enfileiradas nas famílias mais ricaas de Portugal e no Mundo?`
8 de Maio de 2025
Voto não tem preço, tem consequência
Liberdade, de Sérgio Godinho
Viemos com o peso do passado e da semente Esperar tantos anos torna tudo mais urgente e a sede de uma espera só se estanca na torrente e a sede de uma espera só se estanca na torrente Vivemos tantos anos a falar pela calada Só se pode querer tudo quando não se teve nada Só quer a vida cheia quem teve a vida parada Só quer a vida cheia quem teve a vida parada Só há liberdade a sério quando houver A paz, o pão habitação saúde, educação Só há liberdade a sério quando houver Liberdade de mudar e decidir quando pertencer ao povo o que o povo produzir quando pertencer ao povo o que o povo produzir
8
8 ce Maio de 2025
No estertor final o Governo Alemão tentou uma paz separada com os EUA; Reino Unido e França, para prosseguir a luta contra a URSS. Tendo falhado este propósito, em 9 de maio de 1945, às 0h43, foi assinado o Acto de Rendição Incondicional da Alemanha nazi, que pôs fim à Grande Guerra Patriótica e à Segunda Guerra Mundial na Europa.
Liberta da frente europeia, em consonância com o acordado, a URSS invadiu a Manchúria em 8 de Agosto, numa campanha vitoriosa e rápida contra o Exército Imperial, um passo essencial para forçar a rendição do Governo do Japãp, em articulação com os EUA e o Reino Unido, conforme decisão conjunta acordada em Ialta (4 e 11 de Fevereiro de 1945).
Contudo e entretanto os EUA decidiram lançar duas bomnbas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki, um crime contra a Humanidade perpretado em 6 e 9 de Agosto de 1945, forçando a rendição do Japão a 2 de Setembro desse mesmo ano, marcando o fim da 2ª Guerra Mundial com a derrota do nazi-fascismo.
Enquanto que na Europa a rendição da Alemanha nazi às Forças Aliadas foi incondicional, a rendição do Japão aos Aliados não teve essas características, permitindo que o Imperador Hirohito continuasse em funções.
O Governo de Salazar havia decretado 3 dias de luto nacional por ocasião do suicídio de Hitler, ocorrido a 30 de Abril. Não obstante, em Portugal, multidões eufóricas sairam à rua para festejar o dia da Vitória, com bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e… do Benfica, ou paus sem bandeira, como substitutas das da União Soviética, proibidas pelo regime fascista português.
Contudo o fascismo havia de manter-se em Portugal até ser derrubado em 25 de Abril de 1974. Apesar de ser uma ditadura fascista, Portugal esteve entre os fundadores da NATO, uma organização anticomunista, pretensamente democrática, sob a égide dos EUA,, tendo como alvo a URSS e o Bloco Socialista Europeu
Tanta gente a enaltecer Margareth Tatcher (e vilipendiando Angela Merckl), tanta gente desejando-lhe que repouse em Paz (RIP). Tanta gente, Mariana, da mesma gente que se condoeu com Pinochet ou Krupp, senis e, por razões "humanitárias" da classe dominante, não levados a julgamento. Tantos mortos, milhões de mortos, provocados pelos EUA e por Hitler, com o apoio do Grande Capital, cujos interesses defendiam, que não chegaram a velhos, fuzilados, torturados, gaseados, assassinados, sem que Pinochet, Hitler ou Tatcher com isso se preocupassem.
Porque se haviam de preocupar, se era gente desqualificada, tal como hoje somos - agora - em Portugal e por essa "europa connosco" fora ? Gente indubitavelmente desqualificada: operários, camponeses, comunistas, opositores políticos, sindicalistas, socialistas, eslavos, negros, vietnamitas, "mouros", árabes, palestinianos, ciganos, ameríndios, judeus, homens, mulheres, crianças, jovens, velhos ...
Tanta mulher, Mariana, tanta mulher a chorar ou a orgulhar-se de Tatcher, cuja política conduz(iu) à subalternização da mulher, explorada, mais que os homens, no local de trabalho, vítimas do assédio sexual - para arranjarem ou manterem o posto de trabalho, precário
Tanta mulher, Mariana, tanta mulher de que a Humanidade se pode orgulhar, enquanto choram Margareth e vilipendiam Angela.
Como podem a escola e os órgãos de informação da classe dominante condicionar a percepção da realidade. Antes de Margareth, cuja política neoliberal subalterniza necessariamente a mulher, tantas mulheres de muito mais valor, para além daquelas cujos nomes a história não registou.
Isabel I, de Inglaterra (equivalente a Tatcher). Beatriz de Luna, a Senhora. Beatriz de Portugal, que dirigiu a Ordem de Cristo e foi a verdadeira impulsionadora dos Descobrimentos e não o retrógrado senhor feudal que foi Henrique, o Navegador. Lurdes Pintassilgo, em Portugal, Marie Curie. a rainha Ginga, em Angola. a comunista Rosa Luxemburgo, assassinada com Karl Liebknecht Olympe de Gourges, que foi guilhotinada, autora da Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Clara Zetkin, Ana Garibaldi, companheira de Garibaldi, Dorothea Lange, Simone de Beauvoir, Simone Weill, Ana Comnena, Christine de Pizan, Mary Wollstonecraft, Dolores Ibarruri, Georges Sand, "Leni" Riefenstahl (fosse homem e talvez não tivesse sido ostracizada devido à sua ligação ao nacional-socialismo)
Tanta mulher, Mariana, tanta mulher, Mariana Torres, companheiro que sou da tua barricada, operária conserveira assassinada em Setúbal, em greve, morta pelas balas da GNR em 1911, que defendiam os patrões da indústria. Assassinada conjuntamente com um operário. Tal como pela GNR foi assassinada a assalariada rural Palmira da Graça, a mesma GNR que no tempo do fascismo assasinou outra grevistas, Catarina Eufémia.
Como vês, Mariana, há muito por onde escolher, mesmo para quem despreze as que, como tu, se distinguiram por motivos radicalmente contrários aos da Dama de Ferro, serventuária do grande Capital e do Patronato,
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Jose Nunes Nunes
Mas dos pobres nao fala a historia porque os pobres nao sao gente apenas um numero
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Clara Roque Esteves
Victor Nogueira, gostei. Cavaste a sepultura da madame explanando o seu nefasto CV. Foi tudo isso. Como foram muito importantes as figuras femininas que enumeraste depois, cada um no seu papel e luta. Não vi televisão hoje, excepto agora, daí não ter prestado atenção aos elogios que terão feito à defunta, muitos, calculo. São as regras do jogo diplomático, muito cínico. Foi importante teres elaborado os grupos de mulheres com papeis relevantes, arrumadas por sub-grupos. Bom contributo! Obrigada. Bjos.
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Manuela Vieira da Silva
Não gosto das chamadas mulheres-guerreiras, faz-me lembrar as Amazonas, mas gosto das mulheres que não têm medo, que se impõem às injustiças, às diferenças fragmentárias, que lutam pela sua dignidade e pela dos outros. Obrigada, Victor Nogueira, pela excelente pesquisa que fizeste, partilhando-a comigo. Sinto-me honrada. Bjos. 🙂
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Alice Coelho
(Y)
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Victor Barroso Nogueira
Manuela Silva Antes uma mulher guerreira que uma soror mariana alcoforado no lugar de mariana torres LOL
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Fernanda Manangao
Eu gosto de mulheres -guerreiras ,sem elas não há mulheres que vão a luta pelos outros ,obrigada amigo Victor Nogueira ,um abraço do tamanho do Mundo
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Manuela Vieira da Silva
As mulheres são amor, mas tb determinação, as mulheres são luta, mas tb lágrimas; as mulheres são querer, mas tb. doação. Não compares a Mariana Alcoforado com a Mariana Torres, Victor Nogueira, é uma grande injustiça para esta última, uma ofensa. Não há comparação possível. Beijinhos 🙂
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Isabel Maria
Obrigado amigo Victor por esta homenagem.
12 a
9 de abril de 2013 ·
Tanta gente, Mariana, tanta gente ~ Foto Luís Lobo Henriques
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Clara Roque Esteves
Bela imagem!!!!!!
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Alexandra Campaniço
não, não é uma bela imagem. É uma boa fotografia!!
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Judite Faquinha
BELA FOTO!!! VICTOR, É A MARAVILHA DE VIVER NO CAMPO, AINDA COM UMILDADE... MAS DE CONSCÊNCIA TRANQUILA OBRIGADA PELA PARTILHA!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Manuela Vieira da Silva
Uma lutadora até não poder mais, segurando-se no seu pau-bengala, espera pacientemente que os dias a levem. Bjos.🙂
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Alice Coelho
Lindíssima!!!!!♥
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Ana Maria Madail
Belissima foto!!! Um resto dia feliz. Grata pela partilha.🙂
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Belaminda Silva
Bom dia camarada. Uma foto muito bela !!! Obrigada ! Tem um lindo e feliz dia ! Beijinho ❤ 🙂
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Maria Mamede
os olhos e o sossego do passado, na quietude do dia!
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Fernando José Barnabé
Magnífica foto. Grato pela partilha ❤
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Maria Lisete Almeida
Grata Amigo pela partilha! Bela fotografia. Abraço.
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Victor Barroso Nogueira
Ai, Manuela, Manuela Silva O que tu "poetizas" LOL Gato pela achega, Arminda Griff
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Isabel Maria
Uma foto que diz mt do que é hoje em dia o interior de País...solidão
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Susana Garcia Ferreira
bom texto e foto
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Juaribeiro Ribeiro
QUE BONITAS RUGAS! UMA AVOZINHA LINDA, LINDA....
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Antonio Moura
Obrigado pelo texto e pelos links.
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Belmira Patrício
tanta gente...
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Maria Conceição Cerdeira
tantas Marianas assassinadas por Estaline barbaramente
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Victor Barroso Nogueira
LOL Maria Conceição Cerdeira Cada um dos lados da barricada fica com a liberdade de chorar e de enaltecer os seus mortos. Até lá, um bjo
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Guilherme Antunes
Tanta conceição emburrecida.
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Maria Lisete Almeida
Belo texto. Grata Amigo.
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Graca Maria Rito
Tanta gente Mariana ..... Obrigada Victor .
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Luisa Neves
Belo texto. Linda foto! Abraço. 😉 🙂
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Joana Espanca Bacelar
Gostei muito de ver e de ler, obrigada.
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Jú Soares
Congratulo-me por haver, ainda, muita gente que não esqueceu o "ferro" com que esta senhora, e outros e outras, governaram, e igualmente congratulo-me por não se esquecerem de outras, muitas e mais,que serão sempre recordadas, felizmente, como exemplos de luta e determinação, e que são e serão sempre os bons exemplos da História.
Obrigada, Victor Nogueira, convém não esquecer. Um abraço.
«O colunista Alberto Amato escreveu no jornal Clarín que o apelido Dama de Ferro não era atribuído apenas pela dureza política de Thatcher. No artigo, intitulado "A dama da revolução involutiva", Amato lembrou que a ex-primeira-ministra não se incomodava com a alcunha, derivada de um instrumento de tortura difundido na Idade Média.
O método consistia em aprisionar uma pessoa em uma espécie de sarcófago, que tinha como particularidade a estampa do rosto da Virgem Maria (por isso o nome). No interior, cravos de ferro perfuravam a pele da vítima quando o compartimento era fechado. Mas como não atingiam nenhum órgão vital, a pessoa morria aos poucos, por insuficiência sanguínea. »
Apesar de tudo, foi a primeira mulher a impor-se no mundo dos homens da política, na altura. Sacrificou e foi sacrificada. Nunca gostei dela, confesso, como política, mas admiro-a pela coragem, senão pela ingenuidade feminina.
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Clara Roque Esteves
Convenhamos que era um método muito acariciador de tortura. Tu vês um significado em cada coisa, mesmo nessa peça banal, enfim, um pouco agreste, nada de muito especial....Mas podia haver uma boa intenção na peça, objecto, coisa...que não descontentasse as vítimas...Mas se acaso se descontentassem, que escolhessem outros ideais mais perfeitos.....Enfim, hoje acordei cheia de ironia, depois de uma noite muito mal dormida. As boas notícias deste país, desta Europa, deste mundo, pedem-me que mantenha algum bom senso que me resta e que procure por agora apenas o verdor da primavera. Pois em Lisboa não há sol, quase chove, e eu perdi ambições e desejos. A dama lá foi, eu espero que as nuvens passem e a vida, se mais não puder ser, me dê apenas mais uns anos para ler, escrever versos ( ou prosa) e curtir filhas e netos. E quando as nuvens passarem vou passear pelos caminhos da minha terra e ver o meu mar. Convenhamos que a dama era sádica. But, anyway..let her rest in peace. Bjos e até logo. Como diz a Manela, a dama teve o único mérito de se ter imposto enquanto mulher, num mundo ainda tão machista...Hoje há outras, mas fartam-se de trabalhar para chegarem a algum lado...