Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

.

Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

.

Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN
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domingo, 23 de agosto de 2026

PARA LÁ DAS APARÊNCIAS E DA ESPUMA DOS DIAS E DAS NOITES (2017)

 * Victor Nogueira


23 de agosto de 2017

 

PARA LÁ DAS APARÊNCIAS E DA ESPUMA DOS DIAS E DAS NOITES - Meio-Mundinho debate a coragem da governante, isto é, que faz parte do Governo. Corajosa como a brechtiana Mãe-Coragem ou de Gorki, a Mãe ? De que coragem se fala ?  

É a Igualdade do Género, Todos Diferentes, Todos Iguais, no Respeito pela Diversidade 

E onde a Governante se expôs fracturante e corajosamente ? Ah foi  ali expressamente por ela exposta e defendida no semanário dito de "referência" onde  não são notícia os trabalhadores e as suas lutas ftacturantes, contra o sistema socio-económico que oprime e que esmaga a maioria,

Mas ... porque assume a Governante esta causa "fracturante" apenas agora e pondo meio-mundinho a falar da agenda que ela fixou a meia dúzia de semanas de eleições autárquicas ? Porque o não fez antes ou quando entrou para o Governo ? 

Porque o faz neste preciso momento ? Então não seria também útil e corajoso que denunciasse os Tratados com a União Europeia, sacrossantos para o PS  em que milita ? Ah pois. Ele há a disciplina partidária e a solidariedade governativa. 

E para denunciar a União Europeia e a opressão, para isso não há tribuna nem palanque na comunicação social dita de "reverência" ?

São importantes a Igualdade do Genero e o Respeito pela Diversidade ? Naturalmente  que sim. Sem esquecer o que dizia  Sérgio Godinho em "Liberdade".


Liberdade, por Sérgio Godinh

Como escreveu Brecht: "Tantas histórias / Quantas perguntas "  

sábado, 7 de fevereiro de 2026

Pingos do Mindelo com a Marta

 


(*)


(**)

ª Victor Nogueira

Veio a Marta, mas não para casar comigo, apesar de não ser  o farto Doutor Dom Gaspar. De tarde chegou pois a tempestuosa Marta ao Mindelo. O vento uiva, por vezes em estrondosas rajadas que fazem as portadas das janelas baterem como acompanhamento descompassado, violentamente amplificado pela caixa de ressonância que é a chaminé da cozinha. A electricidade foi abaixo, mas apenas por breves instantes. O tempo arrefeceu muito e o vento ruge, por vezes em rajadas violentas. A maior parta dos limões caíram dos ramos, mas não fui apanhá-los devido ao mau tempo e chuva que, não sendo em cerradas bátegas, cai miudinha, intermitentemente. A solitária tangerina resiste estoicamente na tangerineira. Se há muito os caracóes desapareceram do quintalejo, as formigas que em tempos tomaram de assalto a banca da cozinha, numa batalha que venci, desde há dias uma nova invasão, lesmas que nunca vira substituem-nas, talvez em fuga do solo ensiopado. Uma por dia, mas muito menos avantajadas do que as que no quintal na Praia do Bispo se anichavam  por debaixo das pedras.

Apsear de ter filmado os efeitos do temporal ali no quintal, resolvi ilustrar estes Pingos do Mindelo com imagens geradas pelo chatGPT (*) e Google Gemini (**), a partir dum guião de minha autoria.

Guião

Desenha uma rua com casas á esquerda. O céu está carregado de nuvens cinzentas. Pessoas (homens e mulheres) caminham curvados, de guarda chuva aberto,. Um guarda chuva é arrastado pelo vento. Papéis voam pela rua. Na rua existem charcos de água. Á direita as árvores estão curvadas devido à força do vento

A talhe de foi-se - "Casa Comigo Marta" é uma canção com letra de Sérgio Godinho e música de José Mário Branco, lançada originalmente em 1971 no álbum Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades .


Chamava-se ela Marta
Ele Doutor Dom Gaspar
Ela pobre e gaiata
Ele rico e tutelar
Gaspar tinha por Marta uma paixão sem par
Mas Marta estava farta mais que farta de o aturar
- Casa comigo Marta
Que estou morto por casar
- Casar contigo, não maganão
Não te metas comigo, deixa-me da mão

Casa comigo Marta
Tenho roupa a passajar
Tenho talheres de prata
Que estão todos por lavar
Tenho um faisão no forno e não sei cozinhar
Camisas, camisolas, lenços, fatos por passar
- Casa comigo Marta
Tenho roupa a passajar
- Casar contigo, não maganão
Não te metas comigo deixa-me da mão

Casa comigo Marta
Tenho acções e rendimentos
Tenho uma cama larga
Num dos meus apartamentos
Tenho ouro na Suíça e padrinhos aos centos
Empresto e hipoteco e transacciono investimentos
- Casa comigo Marta
Tenho acções e rendimentos
- Casar contigo, não maganão
Não te metas comigo deixa-me da mão

Casa comigo Marta
Tenho rédeas p'ra mandar
Tenho gente que trata
De me fazer respeitar
Tenho meios de sobra p'ra te nomear
Rainha dos pacóvios de aquém e além mar
- Casas comigo Marta
Que eu obrigo-te a casar
- Casar contigo, não maganão
Só me levas contigo dentro de um caixão

Diferente á a Amélia da Toada Beirã, interpretada por Luís Góis



Eu vi a Amélia
Num arvoredo
Tão pequenina
Cheia de medo

Eu vi a Amélia no meio do rio
Tão pequenina, cheia de frio
Anda comigo, Amélia vem
Que eu 'stou sózinho
Não tenho ninguém

Eu vi a Amélia
Num arvoredo
Tão pequenina
Cheia de medo

Eu vi a Amélia num arvoredo
Tão pequenina, cheia de medo
Anda comigo, Amélia vem
Que eu 'stou sózinho
Não tenho ninguém

domingo, 19 de outubro de 2025

A música e o PCP, como bombo da festa

 


 *  Victor Nogueira

De novo e sem novidade, o PCP é o bombo da festa, onde com malícia ou ignorância atrevida plumitivos encartados, desde Pereira a Oliveira, até outros mais terra-a-terra malham. É nas zonas socialmente "deprimidas" que as "esquerdas"  em geral, e o PCP em particular perdem votos para a agremiação de Venturra. Dizem os maliciosos ou intelectualmente menos afortunados que é o castigo por causa do apoio a Putin   à invasão da Ucrânia. É pelo sectarismo ao não ter aceite a generosa oferta de A. Leitão para esta poder correr com o Moedas em Lisboa. É porque está esclerosado e não se adapta aos novos tempos. Uns, choram lagrimas de crocodilo. Outros, babam-se em rios transbordando de lágrimas de alegria.

Para além do ódio e do divisionismo, para além de dizer tudo e o seu contrário, para além de bramar contra a corrupção, e a criminalidade cegos às traves no seu olhar, que medidas propõe o partido de Venturra para melhorar as condições de vida e de trabalho dos cada vez mais deserdados da fortuna? Há no PS quem se tenha adaptado aos ares do tempo, como demonstram folgados sucessos eleitorais como os do Leão de Loures a que se seguirão outros na mesma peugada, normalizados por Carneiro e sua companha?

Mas há uma pergunta que , ardilosamente, não fazem! Que políticas produzem cada vez mais "deserdados da fortuna" que desaguam no Chega de Venturra, contra os ideias de Abril? É o PCP  responsável por tais políticas? Ou tal resulta das opções de classe, da opção por quem mais tem, pode e ordena, de que PS, PSD, CDS, IL e Chega são fiéis executores, com mais ou menos arruaça, com mais ou menos mel, useiros e vezeiro em artimanhas?

Mas o bombo da festa é uma vez mais o PCP, onde em compita os músicos e músicas malham, até dizerem .... Chega! Talvez porque o PCP ainda mexe,   porque está por detrás de não poucas manifestações pela Paz e pelos direitos da Humanidade, mantendo-se fiel e defensor do ideias de Abril atraiçoados em Novembro?  Ideiais baseados na Liberdade, ma Paz entre oss povos, na Igualfade e na Solidariedade, consubstanciados em melhores condições de vida e de trabalho. Mas disso não falam ao maioria dos plumitivos encsrtados e os órgãos de “comunicassão súcial”, escrita e televisionada.

Como diz certas músicas com outras palavras; ode a Liberdade rima com Igualdade, nas vozs de José Afonso e Sérgio Godinho;


Grândola, vila morena, por José Afonso


Liberdade, porSérgio Godinho

 

sábado, 17 de maio de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Maio, 17 (re)colhidas em 2025

 * Vilctor Nogueira

17 de maio de 2011

em évoraburgomedieval 1968 / 69 (3ª tiragem)

Dizem-me que estas minhas memórias terão interesse.Dizem-me que são o olhar dum estrangeiro que viveu e amou intensamente em Évora. Eu tenho certas dúvidas que elas interessem à maioria da malta deste mural

~~~~~~~~~~
 Manuela Vieira da Silva
É sempre interessante a vida de estudante, sobretudo numa época que marcou substancialmente toda uma geração. A vida de emigrante cá dentro, tirando a língua base, é como a de um emigrante lá fora. Évora, cidade de muita história acumulada al longo dos anos, é uma cidade fascinante. Continue a escrever, Victor Nogueira. Obrigada. Bom dia.🙂
13 a
Victor Barroso Nogueira
Mas é que eu era mesmo um imigrante que de transitório acabou por se tornar definitivo, pois as minhas raiizes estavam em angolaM, anuela Silva Bjos
http://kantoximpi.blogspot.pt/.../razes-maianga-maianga...
Kant_O_XimPi: RAÍZES
13 a
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Carlos Arriaga
Muito interessante ler esses diários . Nessa altura tinha 12-13 anos e vivia em Évora com os meus pais e o meu quotidiano situava-se entre a casa, a explicação de física, as brincadeiras de rua e o LNE. O sismo de fevereiro de 1969 destruiu parte do telhado de minha casa e foram momentos dramáticos. talvez mais um susto mas enfim ficou-me o registo de sentir o tecto a abrir...
13 a
Carlos Rodrigues
Evora, Cidade de História onde se fica de pedra e cal, com ou sem raízes Africanas. Abraço Victor.
13 a
Isabel Maria
Obrigado!!!
12 a
Victor Barroso Nogueira
OH Carlos Arriaga Só agora decifrei o LNE LOL. Na página dos antigos alunos qd a propósito duma das fotos minhas aéreas de évora no meu voo com o Seruca Salgado referias o LNE, eu perguntava-me - mas que andarias tu naquela altura a fazer pelo Laboratório Nacional de Engenharia (Civil) 🙂
12 a
Maria Mamede
Bjs.
12 a                    
 

17 de maio de 2014  · 
 
Quanto maior a "cegueira" e o assobio para o lado, mais fundo é o pote ... da banca que embolsa ! Roma paga e bem a quem melhor serve o império !

«O manto de silêncio que caiu sobre o “caso BCP
              



17 de maio de 2014 
Conteúdo partilhado com: Público
Público

foto victor nogueira-1974/75 - cartazes e murais de abril 16

O Congresso da Oposição Democrática (Aveiro 1973) e o Programa do MFA (1974) tinham 3 D - Democracia Desenvolvimento e Descolonização. Muitos hoje não sabem ou esqueceram o que foram 13 anos de guerra colonial. Muitos dizem hoje que a maior conquista e o maior bem da chamada Revolução dos Cravos foi a Liberdade. Mas esta tem outros dois braços de que não falam e que são a Igualdade e a Solidariedade. A Liberdade com a Fraternidade, a Igualdade e a Solidariedade de que fala Sérgio Godinho mas não os capatazes de turno no ps(d)cds

https://www.youtube.com/watch?v=KpFEn24TyuA


Liberdade
Sérgio Godinho


Viemos com o peso do passado e da semente
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir


17 de maio de 2014  · 

a imaginação ao poder - um pequeno exercício

como descreverias a gravura e o copo ? Não te preocupes com os/as outros/as. Dá asas à imaginação e à diversidade !

VER  a imaginação ao poder - um pequeno exercício

17 de maio de 2019  · 

auto-retrato em 2019.05.16 - Esta Marquesa de Santiago e da  Luz tira-me do sério. Pelo menos uma semana de papo para o ar ou a olhar para o chão e a pensar na morte da bezerra, falando apenas com os meus botões. Enfim .... Podia ser pior. Por este andar deixo de ser republicano. Vade retro belzebua!

O calor tropical abalou e lá fora silva o vento e corre uma desagradável e demasiado fresca brisa. O céu, esse está azul, límpido e são horas de mais gotas oftalmológicas. Enfim, haja paciência.

17 de maio de 2020  · 

Foto victor nogueira - Porto - Praça do Marquês - coreto (2016 10 30)

O Marquês, no Porto

"O Marquês" é na verdade a Praça do Marquês de Pombal desde 1882, anteriormente  designada por "Largo da Aguardente", por se realizar neste local o mercado da aguardente. Aqui houve uma das duas únicas praças de touros do Porto (a outra era na Rotunda da Boavista). 

Todo o espaço foi ajardinado em 1898, ao estilho "romântico", criando-se uma frondosa alameda e construindo-se o coreto em ferro que ainda lá existe. Em 1938, com projecto do arquitecto francês frei Paul Bellot, iniciou-se a construção da Igreja da Imaculada Conceição, do lado poente da praça. 

As fotos foram tiradas nas paragens nos semáforos enquanto procurava como aceder à Rua Santos Pousada. Um sarilho, num Porto transformado em estaleiro a céu aberto, ruas vedadas ao trânsito automóvel e inversões de sentidos de circulação.

VER A PHOTO REPORTAGEM EM coretos 08 - Porto - Praça do Marquês

Maximina Girão Ribeiro refere a existência de vários coretos na cidade do Porto, a maioria construídos no século XIX, desde o mais antigo, no Jardim de S. Lázaro (1834) ao do Passeio Alegre (1902), sem esquecer os do Jardim da Arca d’ Água (1929) e da Cordoaria, Nos jardins do antigo Palácio de Cristal também houve um coreto, para lá da denominada Concha Acústica, inaugurada em 1866.VER 'OS CORETOS DO PORTO' in n http://etcetaljornal.pt/j/2018/03/os-coretos-do-porto/

17 de maio de 2021  · 

Foto victor nogueira - Mural na 'Mexcalina»' na Doca da Pesca, em Setúbal 

Nos gavetos da Rua Guilherme Gomes Fernandes com a Travessa do Estaleiro e desta com a Avenida José Mourinho teria existido um Bar, a Mexcalina, em cujas paredes exteriores o México e a sua relação com os EUA constituem o tema. Entre a 1ª e a 2ª sessões fotográficas o mural degradou-se bastante.  

ADENDA - O Mural, que teria sido executado em 2010, ainda persiste em 2021.05.

17 de maio de 2022  · 

Foto victor nogueira - Barcelos - ponte românica e azenha no Rio Cávado (GEDC0348)

Na foto a Igreja de Santa Maria (matriz) e as ruínas do Paço dos Condes de Barcelos (actual Museu Arqueológico). Á esquerda a Torre dos Pinheiros. Por detrás do Paço ficam os Paços do Concelho e a estátua de António de Sousa Barroso, que foi missionário em Angola e Bispo do Porto.

António de Sousa Barroso era primo do meu avô materno, António dos Santos Barroso, e foi o irmão deste, o  Pe José Barroso, secretário do bispo, que esteve por detrás do casamanto do irmão com quem veio a ser minha avó materna, Francisca da Conceição, de Chaves, que não conheci mas dizem-me ter sido uma pessoa alegre e generosa, que trocou o convento pelo casamento.

Contudo, contava a minha mãe, em contrapartida teve de deixar os bens  ás Oficinas de S. José, ficaando com o usufruto deles apenas em vida.

quinta-feira, 8 de maio de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Maio, 08, (re)colhidas em 2025

 * Victor Nogueira

8 de maio de 2011  · 

Gerónimo foi um dos grandes chefes índios que lutou pela liberdade dos ameríndios, derrotados e encerrados em "reservas". É um insulto dos EUA que tenham dado o seu nome à esburacada "operação" que levou à morte de Bin Laden, sem julgamento. De que tinham medo os EUA?

8 de maio de 2012  · 

As fotos é que pagam o pato

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  Victor Barroso Nogueira

LOL Gostei de ler mas ... Nunca tive acessos destrutivos e na vida procuro recordar o bom e esquecer o mau. O bom fica nas fotos e nos escritos despersonalizados para outrem e se nada houver para recordar de bom, fica uma folha em branco Bjos meus, Guida !

13 a           

  Susana Garcia Ferreira

lolol pois tu envias boa noite e vais mesmo,Gostei do texto,apesar de ser um pouco sádico,essa coisa de destruir e cortar as fotos todas e sei lá o que mais,mas gostei,tb retrata a realidade de várias mulheres.bjokas

13 a

Victor Barroso Nogueira

Para Margarida Piloto Garcia, o Poeta é um fingidor

DECLARAÇÃO: O poeta é um fingidor

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Maria do Mar, Maria Papoila, Maria dos Mil Sóis Rendilhados, Maria Vai com as Outras, Niña do Beco dos Passarinhos, Joana Princesa com Sabor a Cravo e Canela, Fatma das Caldas, Fátma da Ilhoa da Floresta Queimada, Madre Abadessa Diabinho Diabeza, Niña de Aguiar e Belmonte, Joana da Côr do Trigo em Flor, Joana Ratinho, Gaivotinha, Mana Flor ou Mana Clarisse são personagens talvez verdadeiros mas com nomes inventados. João Bimbelo, João Baptista Cansado da Guerra ou o Conde Niño são personagens e como tal não existem. Se existissem, então eles não estariam de parabéns por qualquer delas. Mas elas, talvez os merecesssem, apesar de inventadas pelo escriba, a quem teriam deixado para trás 🙂

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Talvez porque o escriba, embora malabarista do verbo bordejando a chama, pouco valor teria nas histórias que inventava com a liberdade e arte que a todos os escribas é permitido.

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Victor Nogueira aka Kant_O_XimPi.Manog

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PS – Mais declara o escriba que não costuma ficar a chorar pelo leite derramado e do passado procura reter apenas aquilo em que foi feliz. O resto, o resto são «estórias», como agora se diz.

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13 a

Margarida Piloto Garcia

Hahahahaha.....gostei Pedro e além do mais também gosto de um bom arroz de pato:))

13 a

Margarida Piloto Garcia

Pois é Victor o poeta é que paga as favas, mas gostei imenso do teu texto.

13 a    

8 de maio de 2013  ·   · 

o resultado do  "súcialismo" em liberdade iniciado por Mário Soares e Sá Carneiro - O ESTADO "súcial" devora o ESTADO SOCIAL ~~~ O BPN nacionalizado pela dupla PS de Socrates e Teixeira dos Santos no que se refere aos prejuízos e deixando de fora o que valia já custou ou irá custar aos contribuintes portugueses 7 mil milhões de Euros, quase o dobro do que o terrorismo "súcial" do PSD_CDS com a conivência do PS petende "poupar" com os cortes sociais ! Com a banca das privadas sempre a facturar, mesmo qd parece que tem prejuízos !!!  Recapitalizada com os empréstimos da troika que estamos a pagar com lingua de palmo, a banca da usura continua a especucular, o que lhes dá mais dinheiro/lucros  do que apostar no crédito às empresas/produção  e ao consumo.

Em tempo  - O BPN dos banqueiros do esCavaco,  foi vendido pela dupla psd-cds de pedro e paulo, depois de limpo dos activos tóxicos, graças à CGD (o banco do Estado)  e aos portugueses ? E por quem foi comprado ? Entre outros por Isabel ds Santos e por Américo Amorim, este o homem mais rico de Portugal. E esta, hein !?

 ~~~~~~~~~~

Vitor Correia

O capital é f......,amigo Vítor

12 a

José Pires

É mesmo FODID@ e... F@DE-N@S !

12 a

Maria Rosa Silva

os gordos ficam gordos , os pobrfes mais pobres zzzzzzzque raio de governo

12 a

Judite Faquinha

Victor, a Isabel dos Santos, soube á pouco quem era, filha de peixe sabe nadar!!! O Américo Amorim á muito que eu sabia, ele era amigo do meu pai, e eu conheci, esta vedeta pessolmente... era uma autentica besta mas sem miolhos, nem se dava na altura com os irmãos!!! bjs, obrigada pela partilha!!!

12 a

Jo Andre

O âmago do problema não é o Capital, mas sim quem estabelece as regras que permitem a sua utilização tendenciosa ou danosa de quem o possui. 2 e 2 nem sempre são 4, podem ser 22 ou vice-versa. dependendo apenas do ponto de vista ou dos interesses em causa.  

8 de maio de 2014  · 

foto Victor Nogueira -1974/75 - cartazes e murais de abril 09 - Lisboa  (1976)

Este foi um slogan muito gritado nos anos de 74/75 -  OS RICOS QUE PAGUEM A CRISE - Com a ajuda de soares/ps, carneiro/psd, amaral/cds e eanes/nove e de quem neles tem maioritariamente votado desde 1975, quem está de novo a pagar a crise intrínseca do capitalismo não são os ricos, bem pelo contrário

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 Fatima Mourão

não devia ser quem não têm mas é 🙁

11 a

Maria João De Sousa

Alguns "ficaram-nos no olhar"...

11 a

José Sul

Nessa altura, estava na UDP Nuno Crato? Jorge Coelho? João Carlos Espada? Henrique Monteiro? José Manuel Fernandes? Peres metelo?...

11 a

Victor Barroso Nogueira

José Andrade Creio que alguns desses estavam no MRPP, como Durão Barroso, Saldanha Sanches, Arnaldo Matos, Maria José Morgado ....

11 a

José Sul

Não sei Victor. Mas a maioria dos que referi estavam na UDP...No entanto, a ideia era a mesma: combater a esquerda militando nela (nominalmente)!

11 a

Nicolau Dias Ferreira

A Palavra de Ordem é já, como se vê, muito antiga. Mas não resultou na época, quando a direita reacionária se encolhia assustada pelos cantos. As ameaças produziram efeito contrário e de rompante, os ricos não só não pagaram a crise, como se multiplicaram. A eles e à crise que continuamos a pagar. Fruto do pacifismo, bonito, de uma revolução ornamentada com o aroma e a cor dos cravos, mas que permitiu um rápido regresso ao campo de acção dos que só aparentemente foram varridos. Mas uma vez registada a aceitação pacífica da população, TEMOS AGORA O DEVER DE, AINDA PACÍFICAMENTE, MOSTRAR-LHES UM ENORME CARTÃO VERMELHO, E EXPULSÁ-LOS DE PORTUGAL DE ABRIL, PAÍS, NOSSO, QUE ATÉ TEM A CONFIGURAÇÃO RECTANGULAR DE UM CAMPO DE FUTEBOL E POR ISSO DEVE FAZER FERVER, NA RUA, OS PORTUGUESES QUE, POR DÁ CÁ AQUELA PALHA, GRITAM E ENCHEM PRAÇAS E RUAS. ACORDEM, P O R R A !

11 a

Suzel Patrão

Naquele tempo era assim hoje a palavra de ordem do governo é mais os pobres que paguem a crise 🙁

11 a

Viriato F. Soares

Sim, os ricos que paguem a crise; foram eles que a fizeram ganhando enormes fortunas à custa da nossa miséria!

11 a

Antonio Casqueira

Pintei alguns destes

11 a

Donzilia Conceiçao

De tanto gritarmos que fossem os ricos a pagar a crise, estes fdp vingaram-se o puserem-nos a pagar o que sempre comeram à farta.

11 a

Rita Marcelino

A carteira dos pobres é que está sempre aberta!

11 a

Fernanda Isabel Dias

O povo que pague a crise. É o que estão a fazer.

11 a

Mário Monteiro

O regador era para por água nos autocarros da Carris.

11 a

Anabela Valagão Valentim

Ah ah este mural ... muito pertinho de mim 🙂

11 a

Maria Manuela Sequeira

Para quando?!

11 a

Antonio Colaço

Pois mas nós é que pagamos a crise por causa do roubo descarado que fazem ao povo!

11 a

Victor Barroso Nogueira

Valagão Valentim Belinha Ainda existe este mural ? Creio que ficava na zona ao cimo da Calçada da Boa Hora. Onde é mesmo ?

11 a

Suzel Patrão

Naquele tempo era assim hoje a palavra de ordem do governo é mais os pobres que paguem a crise 🙁

11 a

Viriato F. Soares

Sim, os ricos que paguem a crise; foram eles que a fizeram ganhando enormes fortunas à custa da nossa miséria!

11 a

Antonio Casqueira

Pintei alguns destes

11 a

Donzilia Conceiçao

De tanto gritarmos que fossem os ricos a pagar a crise, estes fdp vingaram-se o puserem-nos a pagar o que sempre comeram à farta.

11 a

Rita Marcelino

A carteira dos pobres é que está sempre aberta!

11 a

Fernanda Isabel Dias

O povo que pague a crise. É o que estão a fazer.

11 a

Mário Monteiro

O regador era para por água nos autocarros da Carris.

11 a

Anabela Valagão Valentim

Ah ah este mural ... muito pertinho de mim 🙂

11 a

Maria Manuela Sequeira

Para quando?!

11 a

Antonio Colaço

Pois mas nós é que pagamos a crise por causa do roubo descarado que fazem ao povo!

11 a

Victor Barroso Nogueira

Valagão Valentim Belinha Ainda existe este mural ? Creio que ficava na zona ao cimo da Calçada da Boa Hora. Onde é mesmo ?

11 a

Laura Rijo

E mais nada!!

11 a

Nascimento Maria

eu acho que sei onde é esse mural só estou a estranhar a bica que está junto .quem foi que pôs essa imagem ?

11 a

Nascimento Maria

Eu estou a conhecer essa casa como sendo em Pedrogão a casa de um grande fachísta e eu lembro-me bem disso

11 a

Anabela Valagão Valentim

Agora acho que está pintado Victor Nogueira ....mas é mesmo ao pé da igreja ao pé dos escuteiros ... 😃

11 a      

8 de maio de 2014  ·

O grande educador fujão barroso companheiro de nuno crato e o ensino burguês em 1975  e agora de "excelência" e contra os trabalhadores. Fujão barroso tinha  o discurso bem engatilhado ....

Durão Barroso e o ensino burguês

"Julgo que a proposta aprovada hoje neste plenário de estudantes candidatos ao primeiro ano e apresentada pela sua inter comissões de luta, órgão que todos souberam erguer para poder fazer avançar a luta é uma proposta inteiramente justa e que conduz no sentido correcto da luta .Que é no sentido de ingresso imediato da sua aplicação desde já e de exigir das autoridades governamentais a legalização; pois nós temos que ver que esta questão da luta contra o serviço cívico, que já foi vista o ano passado e temos que seja quem for que está no ministério da educação e da investigação cientifica, chamemos-lhe assim, defende essa medida, medida essa que não é mais que o reflexo da crise do sistema de ensino burguês, e medida essa que é inteiramente incorrecta, anti operária e anti popular que lança estudantes contra trabalhadores e trabalhadores contra estudantes."

A talhe de foi-se

Durão lembra "cultura de excelência" promovida nas escolas antes do 25 de Abril 

"No Portugal não democrático, no Portugal pré-União Europeia e pré-Comunidade Europeia havia ensino de excelência apesar do regime político em que se vivia e isso era possível porque numa escola era desejável reforçar a própria cultura de excelência da escola. Não estou seguro que aconteça hoje o mesmo em muitas escolas portuguesas e europeias", afirmou o presidente da Comissão Europeia.

  )....) "Estamos a falar de antes do 25 de Abril, de uma sociedade portuguesa que não conhecia ainda (liberdade, estamos a falar de uma escola pública (...) num período em que ainda não havia democracia e, no entanto, estou a dizer que foi uma boa escola", frisou. Pois, continuou, embora algumas liberdades estivessem "cortadas" e se vivesse num regime ditatorial, "havia na escola uma cultura de mérito, de dedicação, de trabalho".

(....) "Penso que foi uma pena na evolução posterior não ter sido sempre possível conciliar a indispensável democratização do ensino com o mesmo nível de exigência", acrescentou, considerando que apesar do nível de educação mais elevado que existe hoje e das "possibilidades imensas" que são oferecidas aos jovens perdeu-se alguma coisa em termos de "exigência, do rigor, da disciplina, do trabalho". (in Público 12 de Abril de 2014)

8 de maio de 2014  ·  

Quem vos viu e quem vos vê. Pelo MRPP fundado em 1970 passou Durão Barroso, que depois foi para o PSD, que fez dele primeiro-ministro, e está agora em Bruxelas. Também por lá passou a eurodeputada do PS, Ana Gomes, a procuradora-geral-adjunta, Maria José Morgado, o fiscalista Saldanha Sanches, Dulce Rocha, presidente do Instituto de Apoio à Criança, o advogado José Lamego, Vítor Ramalho do PS e presidente do Inatel, Violante Saramago, filha do escritor e até Margarida Sousa Uva, mulher de Durão Barroso passou por lá, sem esquecer Arnaldo Matos e Garcia Pereira.  

Joana Espanca Bacelar

8 de maio de 2016  · 

8 de Maio. Túlio Espanca faria 103 anos


8 de maio de 2016 
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Público
imagem - Magritte "A Condição Humana"
Faleceu hoje a minha Mana Flor. Conhecemo-nos na rede virtual que é o hi5 e tornámo-nos amigos, como se o fôssemos desde o início dos tempos: a Mana Flor e o Mano Poeta Cigano. A Mana Flor era uma pessoa generosa, extremamente sensível, buscando incessantemente e sonhando sempre com um outro mundo. O tempo e o espaço - e apenas na aparência - levaram-nos por caminhos diferentes.
O tempo foi somando meses e a amizade entretecida de afectos mantida pela correspondência e pelo telefone e sms. Depois …. depois encontrámo-nos por duas vezes na Festa do Avante, ali, na Quinta da Atalaia.
O tempo foi somando anos sem que surgisse a oportunidade de aceitar o convite dela e do Zé para ir mais para lá das montanhas, a caminho do Cruzeiro do Sul.
Faleceu a minha Mana Flor, nesta madrugada e ao florir duma Primavera. E com ela, morreu uma parte de mim. Ela persistirá no meu pensamento e na minha memória. Até que o silêncio definitivo caia sobre mim. Dela fica alguma poesia partilhada com as amizades.
“Danço na espiral dos tempos, o burburinho é baixo silencioso, onde o brado dos homens apenas ecoa na memoria de um velho livro carregado de páginas escritas e por escrever, companheiro único que acolho neste silencio feito de luar.
E o meu nome é MARIA ! A SELF MADE WOMAN. “
2009/04/Ago 15:20
No Lette não existe espaço para os amigos ... nem para sentimentos, apenas o esquecimento!
RE: Olá, mana, o k é o "Lette"
Data: 4/Ago 21:28
Lette, planície do esquecimento ... o Homem percorre um caminho realizando a sua obra ... um dia chega ao Lette (Lethe) e esquece-se do seu caminho, do seu propósito, de quem é, do que vem (de onde) e para onde vai ... Planície do Esquecimento: o mundo virtual, sim? mais ou menos por aí.
Serás sempre bem vindo a minha casa, acredita ...
Lette, a mais triste Planície jamais sonhada pelo homem e no entanto, a dormência cheia de negritude que acolhe no seu mais intimo seio.
mil beijos meu querido Victor.
o "nosso" querido Caetano Veloso ... escutem, bons sonhos (no Lette sonha-se?)

8 de maio de 2019  · 

foto de família - 1952 - Em Luanda, no Bairro do Maculusso, com Pica-Pica (Maria João), Zé Manuel, Laurindo, Zé Luís e  Sebastião. Penso que a Maria Joao e o Zé Manel eram os filhos do Wolfgang.

8 de maio de 2020  · 

foto victor nogueira- setúbal - Ontem (2020-05-07/08) houve uma super lua cheia. Mas o céu estava azul negro de nuvens, encobrindo quase totalmente o romântico astro, não prateado, mas como se de fogo vermelho ou laranja fosse


8 de maio de 2021
 
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Foto Victor Nogueira – Papagaio à porta da Pastelaria de Santa Clara, no Mindelo, com saborosa doçaria e simpáticos donos, onde muitas vezes lancho, quando o não faço na vizinha Freguesia de Árvore ou em Vila do Conde.
Este é um papagaio silencioso, ao contrário do celebrizado n’A Ilha do Tesouro, um dos romances da minha juventude, escrito por Robert L. Srevenson; “Capitão Flint” é o seu nome, sempre ao ombro do pirata John Silver.
No gosto de papagaios, por mais bela que seja a sua plumagem. Flint pronuncia esganiçada e monotonamente palavões e uma única frase "Peças de Oito"; Silver dizia que o seu papagaio fazia mais ruído do que toda a tripulação do seu navio, em conjunto.
Para além destas pouco atraentes características, a elas podemos acrescentar as dolorosas mordidelas, se nos apanham distraídos. e a sujidade que espalham em torno de si com os restos das sementes que são o seu alimento.
Em toda a minha vida creio que “lidei” apenas com dois papagaios; um no Restaurante “O Cantinho do Frade”, em Setúbal, já encerrado, onde comíamos frequentemente, e outro no quintal da tia Maria, no Porto, em 1963, no ano em que vivi em casa dos meus avós, Luís e António.
Na minha meninice também havia uma cantiguinha com um papagaio loiro do bico dourado, uma das que entoávamos na escola primária de então.
Para além do romance lido inicialmente n'A Biblioteca dos Rapazes, creio que editado pela Portugália Editora, há uma adaptação a banda desenhada de autoria de Fernando Bento, cujo traço, nesta e noutras aventuras, desde sempre apreciei.

Papagaio loiro
De bico doirado
Leva-me esta carta
Ao meu namorado
Ele não é frade
Nem homem casado
É rapaz solteiro
Lindo como um cravo
Papagaio loiro
De bico doirado
Leva-me esta carta
Para o outro lado

8 de maio de 2022  · 

Foto jj castro ferreira -  Ponte sobre o Rio Catumbela (Angola) - Numa viagem do meu tio com os alunos da Escola Industrial de Luanda

8 de maio de 2024  · 

Para a causa das mulheres,  oprimidas, exploradas, esmifradas pelo patriarcado e pelo Capital, resulta algum benefício de Margareth Tatcher, Ursula von der Leyen,  Irma Grese, a agente Madalena e outras de igual calibre serem mulheres? Para a causa da libertação e para a igualdade das mulheres que benefício resultou do feminismo republicano de Ana de Castro Osório, que, em 1911, no confronto por melhores condições de vida e de trabalho, entre o operariado e o patronato fabris setubalenses, alinhou pelo patronato? Confronto do qual resultou o assassinato pela GNR dos operários  Mariana Torres e António Mendes, no que ficou conhecido como os "fuzilamentos de Setúbal?

Que lucram as mulheres exploradas e oprimidas com estas "governantas" no envilecido governo da AD, onde está o PPM? Que lucram as mulheres exploradas e oprimidas com o facto de seream mulheres as CEO's Paula Amorim e Cláudia Azevedo, enfileiradas nas famílias mais ricaas de Portugal e no Mundo?`

8 de Maio de 2025 

 Voto não tem preço, tem consequência

Liberdade, de Sérgio Godinho

Viemos com o peso do passado e da semente
Esperar tantos anos torna tudo mais urgente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
e a sede de uma espera só se estanca na torrente
Vivemos tantos anos a falar pela calada
Só se pode querer tudo quando não se teve nada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só quer a vida cheia quem teve a vida parada
Só há liberdade a sério quando houver
A paz, o pão
habitação
saúde, educação
Só há liberdade a sério quando houver
Liberdade de mudar e decidir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir
quando pertencer ao povo o que o povo produzir

8

8 ce Maio de 2025

No estertor final o Governo Alemão tentou uma paz separada com os EUA; Reino Unido e França, para prosseguir a luta contra a URSS. Tendo falhado este propósito, em 9 de maio de 1945, às 0h43, foi assinado o Acto de Rendição Incondicional da Alemanha nazi, que pôs fim à Grande Guerra Patriótica e à Segunda Guerra Mundial na Europa.

Liberta da frente europeia, em consonância com o acordado, a URSS invadiu a Manchúria em 8 de Agosto, numa campanha vitoriosa e rápida contra o Exército Imperial, um passo essencial para forçar a rendição do Governo do Japãp, em articulação com os EUA e o Reino Unido, conforme decisão conjunta acordada em Ialta (4 e 11 de Fevereiro de 1945).

Contudo e entretanto os EUA decidiram lançar duas bomnbas atómicas sobre Hiroshima e Nagasaki, um crime contra a Humanidade perpretado em 6 e 9 de Agosto de 1945, forçando a rendição do Japão a 2 de Setembro desse mesmo ano, marcando o fim da 2ª Guerra Mundial com a derrota do nazi-fascismo.

Enquanto que na Europa a rendição da Alemanha nazi às Forças Aliadas foi incondicional, a rendição do Japão aos Aliados não teve essas características, permitindo que o Imperador Hirohito continuasse em funções.

O Governo de Salazar havia decretado 3 dias de luto nacional por ocasião do suicídio de Hitler, ocorrido a 30 de Abril. Não obstante, em Portugal, multidões eufóricas sairam à rua para festejar o dia da Vitória, com bandeiras dos Estados Unidos, da Grã-Bretanha e… do Benfica, ou paus sem bandeira, como substitutas das da União Soviética, proibidas pelo regime fascista português.

Contudo o fascismo havia de manter-se em Portugal até ser derrubado em 25 de Abril de 1974. Apesar de ser uma ditadura fascista, Portugal esteve entre os fundadores da NATO, uma organização anticomunista, pretensamente democrática, sob a égide dos EUA,, tendo como alvo a URSS e o Bloco Socialista Europeu