Allfabetização
Escrevivendo e Photoandando
No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.
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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.
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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.
VNquarta-feira, 19 de agosto de 2015
cont(r)a-corrente
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
entre douro e minho - a informação por vezes "escondida"
* Victor Nogueira (texto e fotos)
- entre douro e minho - a informação em Barcelos
- entre douro e minho - a informação no Porto
- entre douro e minho - a informação em torno das pontes românicas
- entre douro e minho - a informação em Amarante e nas vilas minhotas
- entre douro e minho - a informação na rota dos mosteiros e cividades (cultura castreja)
- entre douro e minho - a informação entre Azurara e Mindelo
- entre douro e minho - a informação em Vila do Conde
- entre douro e minho - a informação em Goios e Remelhe
- * entre douro e minho as portas, as janelas, as fortificações, a religião e os pelourinhos para além das águas e sua envolvente.
- * photoandarilhices entre os rios Douro e Minho, no Verão de 2014
entre douro e minho as portas, as janelas, as fortificações, a religião e os pelourinhos para além das águas e sua envolvente
Resolvi agrupar as fotos deste verão nortenho em 2014 por temas. Clicando no título amarelo é-se reencaminhado para o respectivo post.
- os animais também são gente e as nossas irmãs plantas
- Animais de carne e osso mas também um graffiti, duas tabuletas e duas escultura, para além de algumas plantas..
- portas e janelas entre os rios douro e minho
- Azulejaria
- Ao contrário do que sucede no Sul, as placas toponímicas não são azulejadas nem as paredes ostentam registos. Nenhuma das igrejas cujo interior visitei tem no seu interior paineis de azulejos, salvo em capela duma delas. Pelo contrário, as paredes exteriores de muitas delas estão cobertos de azulejos não historiados, que não fotografei.especificamente.
- fortificações entre os rios douro e minho
- Nestas minhas deambulações poucas fortificações encontrei. Em Vila do Conde o castro fortificado deu lugar ao castelo e este foi demolido para dar lugar ao Convento de Santa Clara e respectiva Igreja. Em Ponte de Lima a pasagem foi breve e não houve tempo nem ocasião para fotografar o que resta das muralhas medievais. Ficou apenas o Paço acastelado dos Marqueses titulares, semelhante ao Solar dos Pnheiros, em Barcelos.
- igrejas entre os rios minho e douro
- A maioria destas fotos não me agrada e não constariam da escolha das "melhores" ou das que mais me agradam,, quer devido ao tempo nublado, adverso, quer do ponto de vista estético ou técnico. São pois meras ilustrações por falta de ocasião para repeti-las em melhor oportunidade.
- entre as águas dos rios Douro e Minho com o mar-oceano de permeio
- entre o rio douro e o rio minho: esculturas, pelourinhos e cruzeiros
- entre douro e minho - artesanato
- Em Barcelos não cheguei a tempo a uma feira pois preferi andar a deambular pela cidade e entretanto o posto de turismo e artesanato já encerrara e não me apeteceu fotografar o exposto nas lojas. Assim as ruas de Vila Nova de Cerveira e a da Igreja, esta em Vila do Conde, são a fonte quase exclusiva.
- entre douro e minho - os grafitti, os cartazes, as fotos de fotos e as pinturas
- Nestas minhas deambulações pelo Norte apenas deparei com 4 murais e graffiti e dos cartazes e tabuletas poucos foram captados pela objectiva do meu olhar. Fotos de fotos e de quadros em espaços fechados com a máquina digital - que saudades da minha reflex analógica - ou são normalmente impossíveis de fixar em museus ou galerias, quer por falta de claridade e tripé, quer pelo reflexo do flash no vidro ou proibição dos vigilantes de museus. É assim fraca a colheita, em quantidade e em qualidade.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
entre o rio douro e o rio minho: esculturas, pelourinhos e cruzeiros
* Victor Nogueira (texto e fotos)
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Vila do Conde: os dias finais
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
pelo aqueduto de santa clara, de terroso a vila do conde
No território de Argivai existia um castro, localizado numa pequena elevação (35 metros) e que se localizava junto ao nó de Vila do Conde na auto-estrada A28/IC1. A construção do IC1 foi provavelmente responsável pela destruição das ruínas do castro; apenas algumas secções subsistem.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
Azurara: Convento de S. Francisco
A tarde está muito cinzente e a chva iminente a que não escapo no regresso ao Mnidelo abrevia as minhas andanças pela reserva ornitológica e pelas dunas.
terça-feira, 16 de setembro de 2014
na foz do rio Ave
domingo, 14 de setembro de 2014
Amarante e o Rio Tâmega
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
cividade de Bagunte
Cividade de Bagunte
- Castro de Alvarelhos
- Castro de Monte Mozinho
- Castro de S. Lourenço
- Castro de São Caetano
- Castro do Lesenho
- Castro do Padrão
- Citânia de Briteiros
- Citânia de Sanfins
- Citânia de Santa Luzia
- Cividade de Bagunte
- Cividade de Terroso (4)
- http://kantophotomatico.blogspot.pt/2014/09/cividade-de-bagunte.html
quinta-feira, 11 de setembro de 2014
Entre as margens dos rios Ave e Cávado: Vilarinho, Goios e Barcelos
* Paulo Lobarinhas (texto)
O termo "vilarinho" deriva de "vilar" ou lugarejo, designando os seus moradores ou um pequeno lugar. A toponímia refere alguns, como Vilarinho das Furnas, Fonte de Vilarinho, Vilarinho de Negrões, Vilarinho de Samardã, Vilainho de Arcos, S. Miguel de Vilarinho, Vilar de Perdizes, Vilar de Mouros, Vilar de Andorinho, Areias de Vilar, Vilar de Ferreiros ...
De Goios falam as legendas de algmas fotos O termo Góios deriva do latim Gáudios, em vez de gandia, os gozos ou prazeres de Nossa Senhora e tanto que se diz Santa Maria de Góios. Havia outrora muitas imagens da Senhora do Ó, representando a Virgem pejada ou grávida, mas muitas delas foram destruídas pelos párocos, que as consideravam ímpias.
(1) http://kantophotomatico.blogspot.pt/2014/09/entre-os-rios-ave-e-cavado-de-vairao_5.html
(2) http://kantophotomatico.blogspot.pt/2014/09/goios-pedra-furada-e-remelhe.html
83) http://kantophotomatico.blogspot.pt/2014/09/barcelos-e-barcelinhos.html
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Pelas margens do Rio Ave
http://kantophotomatico.blogspot.pt/2014/09/pelas-margens-do-rio-ave.html
terça-feira, 9 de setembro de 2014
Nas margens do Rio Ave
segunda-feira, 8 de setembro de 2014
Barcelos e Barcelinhos
1997
No lado de Barcelinos é de referir a Capela de Nossa Senhora da Ponte, construída em 1328 e reformulada no séc. XVII, sob cujo alpendre podem ainda ver-se os bancos e pias de pedra (lava-pés) para descanso dos peregrinos.
