Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)
Escrevivendo e Photoandando
No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.
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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.
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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.
As botas, os perdigotos e o vinho a martelo, segundo Daniel Oliveira. Um título apelativo. Lê-se a peça cujo pricipal tema é 'Grande Israel'. Lá para o fim, metido a martelo, a Rússia e Putin. Este merece um pequeno 'capítulo' à parte, intitulado 'UM PUTIN DE BÍBLIA NA MÃO'
Tudo embrulhado com a Alemanha, nazi, 'a “Grande Alemanha”,
E, pasme-se, nem uma linha sobre o expansionsmo do 'destino manifesto' dos EUA, que chacinaram as populações aborígenes, os chamados 'ameríndios', agora capitaneados por um ancião evangélico que não esconde ao que vem: anexar o Mundo inteiro, em benefício dos oligarcas que o apoiam e dele beneficiam.
expresso.pt
Alemanha, Rússia, Israel. Não há expansionismos bons. Nem os bíblicos
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Imagens geradas pelo chatGPT. O Google Gemini recusou ilustrar o texto, que funconava como 'guião', fazendo contudo uma apreciação do texto e sugerindo um guião alternativo, que o chatGPT utilizou.
O Gemini disse
Infelizmente, não posso ajudar nesta questão.
Disse
porquê?
O Gemini disse
Compreendo perfeitamente a sua questão. A minha resposta anterior foi automática devido a certas diretrizes de segurança que me impedem de gerar conteúdos (neste caso, imagens) que possam ser interpretados como sátira política direta ou que envolvam figuras públicas reais em contextos controversos ou sensíveis.
No entanto, como seu colaborador de IA, posso perfeitamente ajudar a analisar o texto, estruturar as ideias ou até descrever como seria essa composição visual, para que possa utilizá-la como base para outros projetos.
O texto que partilhou é uma crítica densa e carregada de simbolismo histórico. Se estivéssemos a planear essa gravura, aqui estão os elementos que poderiam compor essa "colagem" satírica:
Estrutura Visual da Gravura: "O Mapa do Messianismo"
O Elemento Central:
Uma figura híbrida de Putin, segurando uma Bíblia envelhecida como se fosse um escudo ou um manifesto de guerra. O título "Um Putin de Bíblia na Mão" apareceria em caligrafia gótica na base.
A "Bota" e o "Martelo":
Uma bota militar pesada (estilo nazi/autoritário) a esmagar um mapa onde as fronteiras de Israel e da Alemanha se fundem, simbolizando a crítica ao conceito de "Grande Israel" e "Grande Alemanha". O "vinho a martelo" poderia ser representado por uma garrafa partida, derramando um líquido que se assemelha a sangue sobre o mapa.
O Contraste Silenciado (EUA):
No canto da imagem, a sombra de um ancião (referência a Biden ou à figura do sistema evangélico americano) segurando a bandeira do "Destino Manifesto". Ao fundo, silhuetas de populações indígenas subjugadas, representando a omissão que o texto aponta.
O Estilo Artístico:
Uma gravura em xilogravura (estilo woodcut), com traços pretos fortes, sombras pesadas e um aspeto de panfleto político do século XX, para conferir a gravidade que o tema exige.
Análise do Texto
O texto de Daniel Oliveira (e a sua crítica a ele) foca num ponto central: a seletividade da indignação.
O "Martelo": Critica a forma forçada como a Rússia é introduzida na narrativa
.Disse
Gera um desenho que ilustre a notícia de acordo com o seguinte guião Estrutura Visual da Gravura: "O Mapa do Messianismo"
O Gemini disse
Há muitas pessoas com quem posso ajudar, mas não consigo representar algumas figuras públicas. Tem mais alguém em mente?
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Com base no guião do Gemini o chatGPT gerou uma imagem. A partir desse mesmo guião sugeri algumas alterações, que originaram novas gravuras.
1 - Estrutura Visual da Gravura: "O Mapa do Messianismo"
2. - Faz uma gravura colorida. Os EUA representados pela figura de Uncle SAM empunhando uma bandeira negra com as palavras 'Destino Manifesto'. O livro negro empunhado por Netanyahu deve ter o título 'Grande Israel'. Na base da gravura desenhar homens e mulheres ameríndios, prisioneiros de campos de extermínio nazis e palestinos com keffiyeh em ar de subjugados, ao lado de pilhas de ossos e caveiras.
Oliveira – «Israel põe
em perigo existencial a ordem regulada que herdámos da II Guerra, de que,
ironicamente, é tributário. Como é visto pelo Ocidente como símbolo de uma
dívida histórica e como uma linha da frente numa suposta guerra civilizacional,
o seu suicídio moral é, de certa forma, um suicídio moral do Ocidente.
(…) Nestes dois sentidos,
mesmo esquecendo tudo o que vinha de trás, do gueto de Gaza à colonização
violenta da Cisjordânia, esta carnificina é um suicídio. E o suicídio moral de
Israel é, de certa forma, o suicídio moral do Ocidente. Como podem os EUA e a
Europa, tolerantes com um genocídio em direto, reclamar os direitos humanos e o
direito internacional contra a Rússia, a China ou o Irão? Só a suspensão do
envio de armas e do acordo de associação com Israel,defendida
por Pedro Sánchez, pode resgatar a pouca autoridade que sobra ao Ocidente.»
DO escreve «Como podem
os EUA e a Europa, tolerantes com um genocídio em direto,?» Mas com mil
diabos, antão porque razão DO oblitera a Arábia Saudita, o Qatar, a Argentina
ou a Ucrânia? Serão estes países estrénuos, indefectíveis defensores dos
direitos humanos? E porque razão subliminarmente, DO coloca a Rússia, a China e
o Irão a par com Israel?
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Tavares - «Mas poderia
ter sido diferente? Sim, poderia, mas não com o actual secretário-geral do PS,
não com alguém que nunca habitou no mundo real onde as pessoas trabalham,
investem, arriscam e são independentes.
Eu conheci bem Mário
Soares: este não é o PS de Mário Soares, é o de Pedro Nuno Santos. E são
incompatíveis, porque os distingue o essencial do essencial.
Nota: este
texto foi escrito antes da declaração ao país feita na quinta-feira por Pedro
Nuno Santos»
MST tinha uma encomenda e
grande preocupação. Deste modo ajuntou-se ao coro sem decoro dos que a todo o
custo entendiam que o PS não deveria inviabilizar a aprovação do OE 2025 da
caranguejola da AD onde está Wally, capitaneada por Luzito Montenegro. Um crime
de lesa-majestade, quase de traição à Pátria. Uma angústia que houvesse novas
eleições, um destempero que o OE 2025 não “passasse” no Par(a)lamento.
Por isso, toda a
catilinária e azedume de MST, num bota-abaixo “deselegante”, para desqualificar
PNS, que terá traído os legados de Nobre Soares e de António Costa. pois
segundo o articulista, «P.N.S. é o produto acabado do cursus horrorum
partidário — as juventudes, as concelhias, os autarcas, as federações, o
constante caciquismo do aparelho. As suas “convicções” não passam de teimosias
ideológicas que sempre se sobrepõem ao interesse público e às reais
necessidades do país.»
Ad contrario, PSD; CDS e
PPM não enfermariam destes vícios, neles tudo é concebido com extrema sujeição
ao interesse público e às reais necessidades da Naçóm,sem teimosias ideológicas nem influência de
caciques, sem aparelhómetros, com excelsas juventudes partidárias, impolutos
autarcas,angélicas federações. Sem
esquecer esse exemplar estadista, Luzito Montenegro, em cujo virginal regaço
pousou o poder.
Mas … porque deveria o PS
não impedir a aprovação do OE 2025, um documento ao gosto do grande patronato?
MST, esclarece, com extrema elegância: «Havia de ser então o Orçamento do
partido vencido nas urnas a ditar o Orçamento do partido que tem de governar? O
PCP, o Bloco e até o partido dos animaizinhos não dizem diferente, nós é que,
estupidamente, talvez esperássemos qualquer coisa de mais sólido e de mais
sério de um partido que era Governo há uns meses e espera voltar a sê-lo a
qualquer momento. »
Pelo meio da sua longa
peça de grosso calibre MST desnuda-se ao confessar uma das suas “amarguras”
contra a “esquerda “ do PS, pois « Este é o PS que, por pudor de esquerda,
não está disponível para celebrar os 50 anos do 25 de Novembro, preferindo
encostar-se à esquerda contra a qual foi feito o 25 de Novembro, restituindo
aos portugueses a liberdade e a democracia prometidas em 25 de Abril.»
Mas, azar dos Távares,
PNS tirou o tapete e, abstendo-se, permitirá que passe o OE 2025 do
grã-patronato, a ser concretizado com mãos livres por Luzito Montenegro, ao
volante da caranguejola da AD onde está Wally. Sendo assim, todo o grosso
calibre da peça de MST deveria ter como destino o arquivo morto ou a
incineradora. Podia lá MST dar esse destino à encomenda e ao embrulho. A bóia
que impede o naufrágio é uma jangada de chumbo:
Nota: este
texto foi escrito antes da declaração ao país feita na quinta-feira por Pedro
Nuno Santos»
Ora, tendo sido a
catilinária de MST escrita antes do dia 16, até ao dia 18 não houve tempo para
cancelá-la, reescrevê-la ou deixar o espaço em branco?
3023 02 27Afinal o covid 19 terá tido origem numa fuga num laboratório dos EUA e não na China! Esta foi uma conclusão sabem de quem? Pois, foi o Departamento de Energia dos EUA que assim concluiu, Contudo ... «a conclusão do Departamento de Energia divide as restantes autoridades norte-americanas, que caracterizam a descoberta como sendo de “baixo grau de confiança”»
Á pala da fuga que não era chinesa mas norte-americana, em todo o mundo ocidental decretaram-se confinamentos com desarticulação da economia e supressão de liberdades, direitos e garantias, enquanto a Big Pharma embolsou e embolsa estratosféricos lucros com um "miraculoso produto" em que milhões de seres humanos serviram e servem de cobaias, em violação de todos os protocolos científicos.
E a talhe de foice. Foi denunciado que os EUA tinham na Ucrânia laboratórios biológicos, o que levanta a questão de saber porquê laboratórios dos EUA armazena(va)m o covid 19 e outros produtos laboratoriais da mesma famiglia.
2023 02 27 O fator Hiroshima - Daniel Oliveira segue o guião do Ministério da Verdade e, em tempo de guerra, não se limpam armas!
Escreve DO: «Sim, Vladimir Putin usa as minorias russófonas como argumento para a expansão da Rússia para o seu “espaço vital” com o mesmo cinismo com que Hitler usou as minorias alemãs. Sim, os Sudetas tiveram para Hitler a mesma função instrumental que o Donbas tem para Putin. E sim, a ideia de que não resistir a Putin iria acalmar Putin ignora a natureza psicológica do ditador e ideológica do seu regime. »
O Império czarista derrotou o até aí invencível Exército napoleónico. O Exército Vermelho Bolchevique derrotou o Exército branco czarista das potências capitalistas europeias coligadas. O Exército Vermelho Soviético derrotou o até aí invencível Exército nazi.
Mas algo mudou desde que os EUA em 1945 cometeram os crimes contra a Humanidade que foram o bombardeamento nuclear e assassinato de centenas de milhares de civis sobre Hiroshima e Nagasaki, cidades sem importância militar num Japão já inexoravelmente derrotado, numa manobra de intimidação sobre a União Soviética.
Mas a partir do momento em que a URSS se tornou também uma potência nuclear, o mundo ocidental capitaneado pelos EUA iniciou a chamada Guerra Fria com o braço armado da NATO, que teve entre os seus fundadores o regime fascista português!.
Que diz DO? «Se não podemos levar as coisas ao ponto a que chegaram na II Guerra – e que acabaram a oriente porque apenas um lado tinha a capacidade de cometer tal atrocidade –, não podemos pensar na derrota de Putin como na de Hitler. Porque a desnuclearização da Rússia não parece possível, a derrota da Rússia nunca poderá ser absoluta e definitiva como foi a de Hitler.»
Para DO, «A propaganda [de Putin] que excitou os sentimentos nacionalistas não preparou os russos para uma derrota e a campanha belicista reforçou as forças mais radicais que, se Putin falhar, são as únicas em condições de corresponder à revolta popular.»
E mistificatoriamente DO reescreve a História e os limites geográficos da Europa «Na II Guerra, as duas alternativas eram perder e ficar sobre o domínio do terror nazi ou vencer e salvar a democracia na Europa. »
Prossegue DO: «Não são mais ingénuas as pombas da paz do que os falcões da guerra. Não há Churchill nem Chamberlain. Há o início da primeira guerra europeia em que potências nucleares se podem realmente enfrentar. Uma guerra com um fim que a história nunca contou.»
Em toda esta arenga de DO de acordo com o guião e a cartilha do Ministério da Verdade» e em quadratura do círc(ul)o quem defende a Paz favorece Putin? Porque a Rússia de Putin é imperialista, sôfrega de espaço vital, tal como a Alemanha nazi Ad contrario, a USA/NATO/aiUÉ não passa dum arsenal de seráficos anjinhos, beneficiários da esfera de influência do modo de vida ocidental ucraniano de que Zelensky é o paladino! Ao lado de Hollande e de Merkel, os perjuros de Minsk que davam tempo para que o post-Maiden apoiado pela USA/NATO preparasse a Ucrânia para a Guerra!
Falando da derrota de Hitler na II Guerra Mundial, DO consegue falar na vitória da "democracia", em Hitler, em Chamberlain, em Churchill, sem nunca ter espaço para citar o contributo dos eslavos da URSS, os sub-humanos, tal como judeus ciganos, sindicalistas, socialistas, sociais-democratas e comunistas, vítimas aos milhões dos Einsatzgruppen e seus colaboracionistas na Europa sob a bota do nazi-fascismo!
Com imensa candura, DO afirma sobre uma Paz assinada com a Federação Russa: «acalmar Putin ignora a natureza psicológica do ditador e ideológica do seu regime» E qual será então o calmante preconizado pela a-ideológica e honorável coligação da USA/NATO/aiUÉ e pelo Ministério da Verdade através dos seus Departamentos e agentes, neste conflito inter-regimes capitalistas, uma vez que a URSS implodiu e se fragmentou em estados visceralmente anticomunistas.?
Quais são os verdadeiros adversários nesta guerra na Ucrânia? São a a USA/NATO com aiUÉ pela trela e açaimada contra a Federação Russa!
Mas há uma nuance que DO escamoteia. Os acordos verbais a Gorbatchov garantindo a contenção e a não expansão da NATO, os "escritos" de Minsk e os princípios da segurança internacional de Helsínquia entre outros Tratados? Simples minudências, apesar de não cumpridos ou assinados com confessa má fé por Hollande e Merkel e rasgados por Zelensky, desempenhando uma remake nos papéis de Chamberlain e de Hitler!.
2023 02 27 Fui ler a entrevista, que no caso concreto da Ucrânia, não é equidistante. Vi em tempos a entrevista de Stone a Putin, personagem que me não seduziu. Mas muito menos me seduz o "corajoso" pianista de margalho em espectáculos de vaudeville. A entrevistada refere apenas estes dois políticos, fazendo uma apreciação profundamente negativa de Putin enquanto passa ao de leve por cima de Zelensky. E o editor do texto ou a entrevistadora escolheram fotos para ilustrá-lo, fotos que mostram apenas a dor e a destruição provocada pelos russos. Nem uma única foto simétrica da dor e destruição provocadas por Kiev, incluindo a perseguição desde 2014 aos então cidadãos ucranianos russófonos. Por omissão também se fazem as campanhas, estilo "gato escondido ...".
Definindo a Federação Russa (capitalista) como o que resta do "império russo-soviético", sobre Putin diz a entrevistada: «Putin tem os traços de um espírito doente, um psicopata, como se diz na gíria do nosso tempo» (...) Há uma coisa que falta a Putin e que se observa em Zelensky, a coragem. Putin não é um homem corajoso, é calculista de mais para poder exercitar essa disposição. Rodeia-se de mil protecções.Não se lembra como e onde ele esteve resguardado durante os períodos mais críticos da pandemia? Isso diz tudo sobre a sua solidariedade com o povo russo. Também tenho muita dificuldade em imaginá-lo numa reunião de conversações para pôr fim a esta guerra ou a outra qualquer empreitada em que esteja implicado.»
No meio disto tudo, destas falas duma super académica que excepcionalmente acedeu descer à terra para perorar sobre a Guerra, tendo como leitmotive a Ucrânia, onde está o "corajoso" super-homem humanista, de seu nome Zelensky, p censor da cultura russa, o caixeiro viajante, sobretudo por videoconferência. exigindo "armas, cada vez mais armas", quanto mais mortíferas melhor, e euros e dólares, cada vez mais a fundo perdido?!
2023 02 27As tristes figuras dum putativo "português de
bem", um dos da 3ª via, aquela cujos líderes têm aberto caminho ao IV Reich
da USA/NATO/aiUÉ?
2021 02 27 foto victor nogueira - Portas com "história", algures - "Oficina Calçado"
2020 02 27 Foto do artista, tipo passe. Lisboa c. 1968 - A camisola inicialmente tricotada pela minha tia Lili, a meu pedido foi desmanchada tricotando ela uma nova, com outro desenho: gola alta.
Num dos anos em que fui a Luanda nas Férias Grandes, a D. Vitória em cuja casa de hóspedes eu vivia em évoraburgomedieval, foi mostrar, com elogios, o quarto do senhor Nogueira a duas das novas hóspedes, uma das quais, soube depois, ao ver esta foto que por lá estava, ficou de imediato encantada pelo retratado..
2020 02 27 / 2019 12 28 foto victor nogueira - setúbal, gaivotas em terra 25 de dezembro, um dia ameno e límpido, sem tempestades no ar.jpg
2017 02 27 Foto victor nogueira - Mural em Setúbal - 1985 - comemorativo do 50º aniversário da morte de Fernando Pessoa. Autopsicografia. O poeta é um fingidor.
AUTOPSICOGRAFIA
O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
s. d. Poesias. Fernando Pessoa.- 1ª publ. in Presença , nº 36. Coimbra: Nov. 1932
José Manuel Candeias
Mais ou menos, quem é que não é um fingidor?
5 ano(s)
Victor Barroso Nogueira
Cavaco e Sócrates LOL Ainda está para nascer quem seja mais sério ou inocente do que qualquer deles
5 ano(s)
2016 02 27foto victor nogueira - A2 - Pôr-do-sol na área de serviço de Palmela, cujo restaurante se encontra encerrado desde 1 de janeiro do corrente ano. Porque será que nas zonas de restauração das áreas de serviço servem tão mal e caro ? E dizem que as "privadas" é que servem bem e com optma gestão ! É sempre a aviar, minha gente.
Melhor só outrora em Casa Branca, no transbordo para o ramal ferroviário de Évora, enquanto nos procurávamos aviar no bar da estação onde o afobado "dono" não dava conta do recado perante a avalanche de clientes, empurrando-se uns aos outros tentando chamar a atenção para serem servidos, atentos ao apito do chefe da estação, não fosse a automotora partir deixando os menos precatados no cais e ao relento
«Está lá, é da guerra?» é o título jocoso da peça jornalística com que Daniel Oliveira bombardeia os seus leitores, na linha do semanário que tem como lema #liberdadeparainformar
DANIEL OLIVEIRA, embora reconhecendo a complexidade do "conflito", questionando a narrativa "oficial" e descredibilizando-a, nas entrelinhas segue o guião dominante.
Com efeito, cabe perguntar se o que fica - subliminarmente - são afirmações como as que se transcrevem, que não utiliza relativamente a países como os EUA e da União Europeia ou seus dirigentes.
«Putin é um criminoso, mas é um calculista.»
«Querem reconstruir o império soviético, alimentando a ideia de uma “grande Rússia”, que é sustentáculo ideológico do poder de Putin? Essa vontade está bem explicitada num longo ensaio do Presidente, com o título “Sobre a unidade história dos russos e ucranianos”.»
«A Rússia tem o direito de impedir a integração de um país soberano na NATO? Não. Os países são livres de aderir às organizações que entenderem. E, já agora, os países dessas organizações também são livres de não os quererem lá. (,,,) Putin quer ter, e é inevitável que tenha, uma voz na segurança europeia. O facto de a Rússia ser um regime plutocrático e de extrema-direita não muda isto, assim como o facto de a China ser uma ditadura brutal não lhe retira relevância militar e económica.»
Para lá do arrazoado «"nim" pró sim», pode perguntar-se: os EUA ou os da União Europeia são "democráticos", não plutocráticos, não "brutalmente" tirânicos, rendidos que estão ao neoliberalismo, com Estados onde governam forças de extrema-direita ou protofascistas quando não mesmo fascistas? É “democrático” o Estado Ucraniano, que se pretende adira a essa “democrática” NATO?
O que sucederia á Federação Russa ou á China se não tivessem «relevância militar e económica» bem como arsenais nucleares, países contra os quais se encarniça o Império Americano, onde, de Oeste para Leste e de Norte a Sul, o sol nunca se põe e brilham amplas liberdades?
E defendendo Daniel Oliveira que os países são livres de aderirem ou não a qualquer organização, sendo por conseguinte a Ucrânia livre de aderir ou não á NATO, sem que a Federação Russa a isso tenha o direito de opor-se, cabe perguntar se seriam reconhecidas a mesma "liberdade" e o mesmo "direito" á Federação Russa (capitalista) ou á China (popular) para "associarem-se" a países da América Central, Caraíbas, México ou da União Europeia, para neles instalarem bases militares.
EM TEMPO - O site da NATO lista os países “associados”, com indicação do ano de “livre” adesão:
Países fundadores (1949)
BÉLGICA CANADÁ DINAMARCA ESTADOS UNIDOS FRANÇA HOLANDA ISLÂNDIA ITÁLIA LUXEMBURGO NORUEGA PORTUGAL REINO UNIDO
Países que aderiram antes da fundação do Pacto de Varsóvia, socialista, ou durante a sua existência (1955 / 1991)
Países que aderiram após a dissolução da URSS e do Pacto de Varsóvia, ambas ocorridas em 1991
HUNGRIA (1999) POLÓNIA (1999) REPÚBLICA CHECA (1999) BULGÁRIA (2004) ESLOVÁQUIA (2004) ESLOVÉNIA (2004) ESTÓNIA (2004) LETÓNIA (2004) LITUÂNIA (2004) ROMÉNIA (2004) ALBÂNIA (2009) CROÁCIA (2009) MONTENEGRO (2017) MACEDÓNIA DO NORTE (2020), todos agora países do chamado "Mundo Livre", integrados num bloco capitalista, navegando na órbita da NATO e tutelados pelo Império Americano? NATO cujos fundadores se situam nas margens do Atlântico Norte, hoje espraiando-se pelo Atlântico Sul e absorvendo os Oceanos Índico e Pacífico.
Note-se que o Portugal de Salazar e Caetano figura entre os “democráticos” países fundadores e cabe perguntar se podem ser considerados “democráticos” todos os presentemente “associados” na OTAN, mesmo de acordo com os parâmetros definidos pelos EUA e seus livre-“associados”
DANIEL OLIVEIRA PERSISTE, SOMA E SEGUE - Pergunto, face ao seu artigo: Foram os polícias que mobilizaram o corpo de intervenção e tudo o resto ou foram o Governo e as Administrações das Operadoras de TV, que são o que são - reality shows, telejornais tablóides e telenovelas de fancaria ? Então são os polícias- agentes de manutenção da "ordem" que vão fazer a revolução ? E DO acicata uma vez mais a despropósito a divisão entre trabalhadores dos sectores público e privado, de que os polícias são uma ínfima parte ? Sãi DO da sua zona de conforto onde é pago para escrever e fomentar o derrube da desordem social estabelecida ?
Dir-se-à que DO faz ironia. Mas é DO um "inocente" sem "calo" a escrever expressamente no expresso ? A caixa dos comentários on line dará uma imagem dos reflexos obtidos. Cabe perguntar - são esses os que pretende ?
Não são os polícias que farão a mudança. Mas muita gente, conformada apesar da "revolta", não dá dia a dia o corpo ao manifesto, pois isso cansa. Então esgotam-se em manifes espontâneas ou esperam/desejam que sejam outros a derrubar o sistema, limitando-se os críticos, mais ou menos conformados e "cansados", a estender a mão para colher os louros, os frutos e as bananas.
* Victor Nogueira Não leio tudo o que DO escreve on line - o expresso em papel há muito deixei de comprar - mas algumas crónicas que leio resultam do que aqui é escrito. DO gosta das suas picardias e com o "calo" que tem não é inocente quanto ao que escreve. Hoje, p. ex, a despropósito da Crimeia encerra com picardias aos comunistas (entenda-se, PCP) e à "morte" da URSS e à queda do Muro (de Berlim, entenda-se, pois outros, uns mais virtuais que outros persistem)
A crónica sobre Rui Tavares é sobre as relações entre DO e o seu "amigo", publicamente expressa, e posições do BE relativamente a RT, com recorrentes desconsiderandos à mistura.
Se o PCP (e tb o BE) surgem nas crónicas, isso é motivo para que os comentadores on line na sua maioria debatam não o tema essencial da crónica mas pavlovianamente "discutam" e se atirem contra o comunismo, a urrs, estaline, cuba, etc, etc. Pk tirando isso, em Portugal, na União Europeia e nos EUA, tudo estaria panglossianamente bem.
De tudo o que DO escreve retenho que ele considera que RT não "mudou" em relação à UE, daí divergindo “evolução” do articulista e que este, afirmando que votará à esquerda do PS, mas não sabendo em quem, afirma que não dará público apoio a quem quer que seja. Admitindo DO que o Livre e Rui Tavares são de esquerda, parece-me que apesar da "amizade" de longa data, DO não votará nem no Livre nem em RT, embora para mim isso seja de somenos importância.
Cito: «Depois da apresentação da candidatura de Francisco Assis (…), sei que votarei à esquerda do PS. Não sei em quem. Também sei que não apoiarei ninguém publicamente. E sei que, apesar de duas décadas em que estivemos muito mais vezes de acordo do que em desacordo, tenho hoje algumas divergências centrais com o Rui Tavares em matéria europeia»
E retenho outra afirmação, que se perde no meio do ruído: «À esquerda, na realidade, o Livre e o PCP são hoje os únicos partidos com posições que se compreendam sobre os caminhos da Europa e do euro.»