Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN
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terça-feira, 15 de abril de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Abril, 15, (re)colhidas em 2025

  * Victor Nogueira

15 de abril de 2012

Coexist

Victor Barroso Nogueira

Diz-me o escriba para anunciar que dentro dele correm a alma e sangue árabe e judeu e africano e ameríndio. E da Galiza. Mas não de Portugal ou Castela. 

12 a

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15 de abril de 2013

3 de março de 2013  · 

Grândola, Vila Morena, é uma bela Canção, senha que foi porque "Venham Mais Cinco" tinha sido proibida dentro das proibições e repressões do fascismo. 

Lembram-se do Venham mais Cinco ?

http://letras.mus.br/zeca-afonso/757583/

Poderia o MFA ter escolhido outra, como por exemplo, esta. Adivinham qual é ?

http://www.youtube.com/watch?v=EqAZ_1JhUOw

 Ou poderia ter escolhido a belíssima Filhos da Madrugada 

http://letras.mus.br/jose-afonso/1653548/

Mas ainda bem que entre muitas de Zeca Afonso ou de Adriano ou de Luís Cila ou de Fausto ou de Sérgio Godinho ou de é Mário Branco ou do Coro da Academia dirigido por Lopes Graça, entre muitos outros escolheu Grândola Vila Morena. Porque nela é o Povo quem mais Ordena, na terra da fraternidade, da igualdade mas tb da solidariedade, combativa, característica dos assalariados rurais do Alentejo. Porque não basta ao povo ordenar mas sim que se entenda sobre o sentido do que ordena. Por isso, entre muitas outras canções do período a que a burguesia desde então designa depreciativamente como o PREC e dentro deste o "gonçalvismo", eu escolheria uma do já esquecido Tino Flores. Mas como outro hino possível, que tal a Liberdade de Sérgio Godinho ? Não uma liberdade abstracta, não uma liberdade do "súcialismo" em liberdade, mas aquela de que fala Sérgio Godinho Ora ouçam :

http://letras.mus.br/sergio-godinho/498108/

Porque esse era o tempo em que "uma gaivota voava, voava", pela voz de Ermelinda Duarte  

http://www.youtube.com/watch?v=9v15fr7Wfek

15 de abril de 2013  · 

Eu não acredito em bruxas mas ele há cada coincidência !!! Estou 14 dias de castigo por causa da thatcher e agora já é a enésima  vez que sou desligado sem poder publicar.

Escrevo pela enésima  + 1  vez que o correio da manhã semanalmente publica uma breve sobre a homília dominical de marcelo. Mas o jornal do tio belmiro dá a sócrates muito mais espaço. Eu bem sei que o homem veste bem e fala melhor e não deve cheirar a suor mas sim a água de rosas. E até parece simpático e cordato. Deixou de partir telemóveis qd contrariado?

Mas a verdade é que a narrativa de Sócrates não sai do guião pré-estabelecido e que a jornalista faz oficio de corpo presente, como se fosse uma mosca que se sacode qd quer fingir uma pergunta. Não há  pois contraditório.

Se Sócrates é tão inocente  e paulo e pedro são a maga patológica, pk motivo Sócrates antes de se demitir com a historieta do PEC IV foi lampeiro e assinou o memorando com a troika tal como a banca e as  grandes empresas exportadoras exigiam, facilitando a vida ao psd-cds e armadilhando o caminho de seguro e do ps de assis e  das baratas tontas ?


15 de abril de 2014  · 

Mac Coy é um personagem de BD criado por Antonio Hernandez Palacios e Jean-Pierre Gourmelin, situado nos anos subsequentes à Guerra Civil norte-americana. Oficial do exército sulista expulso, ingressa nas fileiras do Norte. Com realismo e humor, a série em 22 álbuns narra multiplos episódios da história dos EUA, envolvendo os índios, a Guerra com o México que terminou com parte da sua anexação pelos States e a vida quotidiana no oeste selvagem.

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Ricardo Jorge Mateus Pina

não gosto muito,. mas reconheço a qualidade. no tempo em que li gostava mais do mon du fleuve de auclair. no meadamente de um volume intituladfo 'mailis'. conheces victor?

11 a

Nascimento Maria

Victor Nogueira Sabe Que no tempo da nossa juventude enquanto os rapazes liam livros deste de guerra e cóboys as meninas como eu sempre li muitos livros mas livros assim como Amor de Perdiçao Tristão e Solda e etc li muito no meu tempo de menina porque ia uma carrinha Biblioteca á minha aldeia li muito mas não me dava para ler esses é por isso que não me lembro .mas gosto bastante como faz as suas narrativas que tambêm são interessantes e fico a saber coisas que não sabia .assim como o convento que foi reconstruido .Obrigada

11 a

Elsa Cardoso Vicente

Gostei imenso,obrigada pela partilha

11 a

Victor Barroso Nogueira

Ricardo Jorge Mateus Pina Sim, conheço. Naturalmente que o Mac Coy e as suas histórias são diferentes das que ten ho divulgado. Mas foi o que me ocorreu, embora quase de seguida me tivesse lembrado do Buddy Longway, de Derib, e do Yakari.,de Job e Derib, Simon du Fleuve fica tb em carteira. Todas as sugestões são benvindas 🙂

11 a      

Maria João De Sousa

Obrigada, Victor Nogueira! São imensos os personagens de BD que nunca conheci...

11 a  

15 de abril de 2014  · 

NOS 40 ANOS DO 25  DE ABRIL - 03 - A CENSURA PRÉVIA DA IMPRENSA - ouve o Noticiário RTP do dia 25 de Abril de 1974 em 

https://www.youtube.com/watch?v=Y4edJu0oPKU

Tivesse o povo de Lisboa obedecido às instruções do MFA, não tivesse saído à rua e cercado o quartel-general  da GNR no Carmo e a sede nacional da PIDE e spínola e os seus oficiais teriam mandado o MFA recolher aos quartéis, recebendo o poder de Marcelo para que este não caísse na rua e se tivessem mudado apenas algumas moscas. Mas o povo que saíu à rua  e deu os primeiros passos  para a tomada do poder foi mais sábio que o MFA e o seu Posto de Comando. Para desespero de Spínola e de Marcelo Caetano. E do Capital !.

O República foi o 1º jornal a ser publicado sem visto da censura prévia  após 48 anos de fascismo, repressão e ausência de liberdades e 13 de guerra colonial..  Durante esses 48 anos apenas a imprensa clandestina, como o Avante, do PCP, eram publicados sem submissão à censura prévia, distribuídos e lidos "clandestinamente. A publicação, distribuição e leitura dos livros "proibidos" e da imprensa clandestina como o Avante eram punidos com a detenção pela Pide para averiguações, com a prisão e mesmo a tortura.

15 de Abril de 2017 

2017 04 15 auto-retrato em paço de arcos em 2017.04.15 e candeeiro


15 de abril de 2019  · 

foto victor nogueira - 1976  - o maestro Fernando Lopes Graça dirigindo um grupo coral nas ruas de Évora

15 de abril de 2020  · 

Foto de família - em Luanda, no Bairro do Maculusso, depois do triciclo e do carro de pedais, esta  foi a minha 1ª bicicleta, de que me não lembraria se não fosse esta foto. Mais tarde, já na Praia do Bispo, os meus pais ofereceram a mim e ao meu irmão uma bicicleta, para cada um de nós. 

Depois disso, embora nunca tenha deixado de saber andar de bicicleta, nunca mais tive uma, ao contrário do meu irmão que já  adulto em Lisboa teve uma. Faz-me impressão e não consigo andar de bicicleta no meio do trânsito automóvel citadino.

Aprendi a equilibrar-me num dia, no Parque Florestal da Ilha do Cabo, em Luanda. Cheguei ao fim desse dia esfolado e com nódoas negras das quedas, mas levei a minha avante.

15 de abril de 2021  · 

auto-retrato em 2021 04 14 - o homem covidescus de neanderthal 

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  Victor Barroso Nogueira

Susana Silva Neste photograma há parecenças do João comigo LOL

4 a

Susana Silva

Victor Barroso Nogueira 😊 o João tem parecenças evidentes com os dois "avôs".

4 a

Victor Barroso Nogueira

Pois, mas sempre disseram que eu era a cara chapada da minha mãe e tu da vossa, embora agora tenhas parecenças de ambas. Mas as parecenças vão mudando com o olhar e a idade. Em determinada altura o Rui dava ares dos avós Manuel e Gato

4 a         

Isabel Magalhães

Pareces mesmo o homem das cavernas.😊

4 a

Victor Barroso Nogueira
Armanda Gonçalves Isabel Magalhães Pareço é um dos Beatles dos anos '60 do passado milénio 😛
4 a

15 de abril de 2021  · 

foto victor nogueira -  Sé da Guarda  (rolo 364 - 1998.07.13)

A Sé, templo essencialmente gótico, levou muito tempo a ser construída, prolongando-se por mais de duzentos anos, resultando um ar inacabado, uma mistura de vários estilos, um ar pesado, fortificado e atarracado. O interior da Sede Episcopal é contrastante com o seu exterior, apresentando uma enorme leveza. Desperta a nossa atenção o retábulo do altar‑mor, de pedra de Ançã, da autoria de João de Ruão, constituído por mais de 100 figuras, colocadas em vários “andares”, mais precisamente seis, algumas das imagens mutiladas por terem servido de alvo aos soldados duma das invasões francesas. O retábulo representa a Paixão e Morte de Jesus Cristo. No exterior duas portas manuelinas, uma na fachada principal, apertada entre as duas torres sineiras, outra na fachada lateral, virada para a Praça Velha. (1)

Embora já  estivesse a encerrar, o pároco deixou-nos entrar na Sé, enquanto eram recolhidas as esmolas das respectivas caixas, enchendo um pesado saco que o sacristão, derreado, acompanhado pelo padre, transporta pela rua pela rua abaixo, terminada a nossa visita.

(1) - Da Guarda era uma cozinheira já idosa, Ana de Jesus, em casa dos meus pais em Luanda, e que me me falava da sua terra natal eda Sé que demoara tmpos infindos a ser concluída, como as chamadas obras de Santa Engrácia, em Lisboa

15 de abril de 2023  · 

Auto-retrato em 2023 04 15

Outrora nos barbearias não havia marcações. Os clientes iam chegando, sentavam-se e aguardavam a sua vez, que podia ser muitas largas  dezenas de minutos depois. O tempo de espera dependia do barbeiro pretendido ter muitos ou poucos clientes que o escolhiam. Quanto mais "popular",  maior o tempo de espera.

Hoje há marcações, mas, telefonando,  para a hora que eu pretendia só na próxima 4ª feira, a meio da tarde. Pelo que até lá a trunfa,  que me incomoda, não é destrunfada.

segunda-feira, 31 de março de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Março 31, (re)colhidas em 2025

 * Victor Nogueira

31 de março de 2014 

Dennis, o Pimentinha (the Menace) ou Luís, o Traquinas

VER  

Dennis, o Pimentinha (the Menace) ou Luís, o Traquinas e outras crianças


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Joana Espanca Bacelar
Guardas muitos tesouros! gosto disso.
11 a
Maria Jorgete Teixeira
Bonecos que ficam na memória e acompanharam momentos da nossa vida...🙂
11 a
Cremilde De La Rosa
A"Mafalda" tem uma filosofia de vida muito verdadeira.
11 a
Graça Maria Teixeira Pinto
Grandes bonecos! A Mafalda, então...
11 a
Nascimento Maria
Realmente eu fico rendida !O Victor sabe escrever tâo bem e tem memórias de de coisas tão antigas Eu não sei mas se não está a escrever para um jornal ou revista É uma pena .ou porque não escrever um livro .se é que não escreveu já ?Um beijo E escreva eu gosto de tudo quanto escreve
11 a
Maria João De Sousa
Que maravilha de relíquias, Victor Nogueira! A última, do Maurício de Sousa, ainda leio ao deitar... a não ser naquelas noites em que já vou com tanto sono que mal tenho tempo para chegar à cama... obrigada!
Milu Vizinho
Que maravilha de relíquias. Victor Nogueira...Não tenho palavras para descrever, parabéns (Y)
11 a
Editado
Maria Amélia Martins
só falta o Jeremy (não conheço o autor)
11 a
Victor Barroso Nogueira
Maria Amélia Martins Não estou a ver quem era o Jeremy ! Mas lembrei-me de outras duas séries de Hergé. o do Tintim - "Quick e Flupke (em português - Filipe)" e "Jo, Zette e o seu macaco Jocko", que lia em miúdo


 
11 a
Maria Amélia Martins
costumava ler no JN...era um adolescente problemático mas fazia rir 😃 porque era igualzinho aos mais loucos....já não publicam...
11 a
Victor Barroso Nogueira
 

Maria Amélia Martins Acabei de pesquisar na net e deves estar a referir-te a esta série, que não conhecia



Maria Amélia Martins
em pequena só li o pato donald...mais tarde a turma da mónica do Maurício, e a Mafalda do quino...
lia muito era livros de coboys...do índio "pequeno castor" e do CISCO KID
11 a
Victor Barroso Nogueira
de Jerry Scott e desenhada por Jim Borgman . Mas parece-me não uma criança mas um adolescente. Mas nõ me recordo de alguma vez a ter lido, Maria Amélia Martins 🙂


11 a
Maria Amélia Martins
é isto mesmo...fartei-me de rir...gostava deste louquinho...o pai é dentista a mãe porreira e tem dois amigos um gordo pacato e bom moço e um outro cheio de piercings fiel amigo.                      

Penélope morreu
e não é com Uiisses que faz a mala
De longe o horizonte
coalha de cinzas e chumbo o mar,
de poeira cobrindo as nuvens.
Sem flâmula nem glória
de Ítaca apagou-se o rumo.
Setubal 2016.03.31


31 de março de 2020 ·
foto de família - os 3 manos, no Porto, a long, long time ago!


31 de Março de 2024

Todos diferentes, todos iguais, uma só Humanidade! «Pão, Paz, Habitação. Saúde , Educação! Só há liberdade a sério quando houver, Liberdade de mudar e decidir, quando pertencer ao povo o que o povo produzir» Carta ao filho
Não vivas sobre a terra como um estranho
Um turista no meio da natureza.
Habita o mundo como a casa do teu pai.
Crê na semente, na terra, no mar.
Mas acima de tudo crê nas pessoas.
Ama as nuvens,
as máquinas,
os livros,
mas acima de tudo ama o homem.
Sente a tristeza do ramo que murcha,
do astro que se extingue,
do animal ferido que agoniza,
mas acima de tudo
sente a tristeza e a dor das pessoas.
Alegra-te com todos os bens da terra,
com a sombra e a luz,
com as quatro estações.
Mas acima de tudo e a mãos cheias,
alegra-te com as pessoas.


Nazim Hikmet
(1902 - 1963)

terça-feira, 25 de março de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Março 25, (re)colhidas em 2025

 * Victor Nogueira

25 de março de 2014  · 

Os túnicas azuis é uma hilariante série de bd cuja accão decorre durante a guerra civil norte-americana, com 1 inventivo anti-herói, o cabo Blutch (cuja divisa é "mais vale um cobarde vivo-- a qualquer preço - do que um herói morto") e 2 "heróis", respectivamente, o sargento Chesterfield  bem como o "louco" comandante do 22º de Cavalaria,o capitão Stark 

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  Maria Jorgete Teixeira

simpáticos...

11 a

Maria João De Sousa

Muito curiosos, estes "túnicas azuis", Victor Nogueira. Não me recordo de alguma vez ter lido... a minha paixão pela BD, centrava-se muito na Mafalda do Quino...

11 a

Victor Barroso Nogueira

Ah! Maria João De Sousa . Há muitas séries de bd com miúdos, desde o 1º de todos, dos primórdios, onírica, (Yellow Kid) até ao "Quim e Manecas" (de Stuart), passando pelos Sobrinhos do Capitão (Katzenjammer Kids). Mas mais recentes, menos "infantis" e simplistas, são Mafalda (de Quino) e os Peanutas (dos célebres personagens Charlie Brown e o cão Snoopy), que são séries de miúdos "adultos". Ao contrário de Calvin e Hobbes,actualmente a minha preferida, cujos "actores" se parecem de facto com as crianças que conheço daquela idade, incluindo os meus filhos, a quem comprava também uma outra série, esta brasileira e "positivista": Turma da Mónica, e de que aprecio o Chico Bento. Da minha meninice lembro-me doutra série - a que envolvia a "Lulu" e o "Bolinha", que já não aprecio.

11 a

Editado

Judite Faquinha

Camarada Victor, eu não conheci esta série... mas gostei, obrigada pela partilha bjs<3

11 a

Nascimento Maria

Não me lembro de ver esta série .

11 a

Antonio Jesus Pereira

gosto disto

11 a

Silvia Mendonça

Adoro HQs. Esta série eu não conhecia. Vou procurar saber mais. Grata por partilhar. Beijos de mim.

11 a

Maria João De Sousa

Olá!!! 🙂 Coincidentemente fãs do Chico Bento, pelo que vejo, Victor Nogueira!!! Os sobrinhos do Capitão, conheci, bem como o Charlie Brown e o Tintin... na minha infância eram as revistas latino-americanas do Walt Disney e Walter Lantz, com as quais aprendi a ler... não me consigo lembrar exactamente de que país latino americano vinham e não me sobrou uma única, embora o meu pai as comprasse todas as semanas e tivesse reunido uma biblioteca de BD de alguns milhares de exemplares...

11 a

Elsa Cardoso Vicente

Obrigada, sempre gostei imenso de alguma bd, esta é uma delas, obrigada

11 a

Ricardo Lory

Isabel Reis o que me foi lembrar agora....para além desses que eram uma risada os dois, não esquecer o Lucky Luke com o Rantanplan (o cão) E os sempre inesqueciveis Asterix e Obelix...bons tempos...penso que ainda tenho esse livros lá por casa numa cai… Ver mais

11 a

Victor Barroso Nogueira

Maria João De Sousa Em Luanda do Porto o meu avô enviava-me o Cavaleiro Andante e o PimPamPum, entre outras. Do meu pai e tio em Luanda lia o Senhor Doutor, o Mosquito e o Mundo de Aventuras, todas dos anos 30/40, para além de outras, designadamente brasileiras, de que me lembro do Gibi Mensal e Histórias aos Quadrinhos. Ficou tudo em Luanda - Tintim, Zorro, Foguetão, o Camarada, ... - , pois o meu pai não as trouxe em 1975 e hoje valeriam uma pequena fortuna. Tenho dois sonhos na vida - encontrar junto a um contentor do lixo um,a colecção completa do Senhor Doutor e, a embrulhar batatas das mercearias que desapareceram, 2 ou 3 Van Gogh LOL

11 a

Maria João De Sousa

Eheheheh... que sonhos, Victor Nogueira! E eu que só vou tendo "pequenas utopias", eheheh... mas o PimPamPum e o Mosquito também faziam parte do "acervo" lá de casa... a minha memória é que os não reteve tão bem quanto soube registar os outros...

11 a

25 de março de 2016  · 

setúbal 2016 - rua fran paxeco (antiga rua direita do troino) - No local onde se encontra este desenho funcionou um amolador,. Costumavam percorrer as ruas com uma "música" identificativa e consertavam guarda-chuvas, amolavam facas e tesouras e soldavam os furos em tachos e panelas.

Hoje em Portugal já vigora o "desperdício". necessário à rápida circulação de mercadorias necessária ao acumular de lucros. São a "moda" e o não consertar o que se estraga ou rompe. 

A "pequena burguesia" do  tempo dos meus avós, poupadinha e vivendo das aparências exteriores, agora é "assepticamente " designada por "classe média", vivendo das aparências,  do consumismo, do desperdício e da "moda". Mas continuam  idênticas, no renegar as origens "populares" e a "aspirarem" a "ser"com a ilusão do "ter".  Girando em torno do próprio umbigo, são ontem como hoje a "almofada", descartável em tempos de crise. são o fermento contra os que "comem o pão que o diabo amassou", a tropa de choque em potência contra os famélicos da  terra e os deserdados da "sorte".

Na terra de ninguém  e do nada, colocam-se entre as trincheiras, em nome da "sobrevivência",  na realidade escudadas com o "nada" e o pó das (des)ilusões. (Foto victor nogueira)

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  Judite Faquinha

Quantas vezes eu mandei amolar a minha tesoura que no meu trabalho tinha que ter sempre junto de mim...o nome que lhes dava-mos era amola- tesouras...ainda aparece boa noite meu amigo Victor beijokinhas ❤

9 a

Lourdes Baginha

Lembro-me...

9 a

Filipa Calado

Prenúncio de chuva.....obrigada victor 🙂

9 a

Viriato F. Soares

Gostei do texto, fez-me lembrar velhos tempos em que os amoladores faziam parte do dia a dia. Obrigado pela partilha.

9 a     

25 de março de 2017  · 

foto de família - a meio o meu pai e à direita o meu avô Luís, numa feira - foto e tela de fotógrafo ambulante

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  João Carreira

Vi a tua resposta , sei como é que a coisa funcionava mas , não respondeste ao essencial que era saber que-é- quem no lado esqº da foto ...

8 a

Victor Barroso Nogueira

Ah! João Carreira Desconheço. Reconheço apenas o meu pai e o meu avô e nesta fase do campeonato e após o falecimento da minha ria Lili no passado sábado sou o único sobrevivente e já não é possível responder a todas as questões resultantes dos espólios familiares que me cabem 🙂

8 a

João Carreira

Se reparares tu és bem parecido com ele !...

8 a

Victor Barroso Nogueira

Parecido com quem ? Com o da esquerda não, seguramente LOL

8 a

Responder

João Carreira

Tive a tirar as "medidas " e vais melhor com o da direita , sim ...

8 a

Victor Barroso Nogueira

Não, o meu pai é o do meio João Carreira e com esse sou efectivamente parecido

8 a

João Carreira

Cá ganda confusão que eu te arranjei ... fiquei - não sei porquê . porque te explicaste bem - com a ideia de seres tu e o teu Pai ... quando é o teu Pai e teu Avô ... Mil desculpas .

8 a   

25 de março de 2017  · 

a minha tia Lili em Angola, na Fazenda Tentativa (Caxito) onde o meu avô paterno era químico-analista, em 44/46 do passado milénio

25 de março de 2019  · 

foto victor nogueira - 2016.09.26 - O Convento de Santa Clara, em Vila do Conde, visto da azenha quinhentista, em Azurara. O Convento, fundado em 1318, foi edificado no local onde existiram sucessivamente um castro e um castelo medieval, era destinado a filhas de grandes senhores, e a sua imponência resulta do despique e vontade de afirmação do seu fundador, D. Afonso Sanches, filho bastardo de D. Dinis, face à sua madrasta, a chamada Rainha Santa Isabel. A sua imponência esmagadora e senhorial sobre a Vila a seus pés, não impediu a autonomia da burguesia vilacondense resultante dos Descobrimentos, que conseguiu autonomizar-se com o apoio real. D. Afonso Sanches era o filho predilecto do rei, que pretendia legar-lhe o trono em sucessão, em prejuízo do filho legítimo, que viria a ser Afonso IV, que derrotou todas as pretensões do seu meio-irmão, até à assinatura de um tratado de paz entre os dois irmãos, em 1326. O enorme poder das freiras, que se tornou um entrave ao progresso económico d região, só foi definitivamente quebrado com a extinção das ordens religiosas, no século XIX e na sequência das revoluções liberais.

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 Graça Maria Teixeira Pinto

Muito interessante! Gostei de ler-saber.

6 a

Graça Maria Teixeira Pinto

Victor: há uma igreja, onde p/ acaso casei que tem no tecto, uma pintura alusiva á rainha Santa a pacificar os irmãos rivais evitando assim uma sangrenta batalha. Soube agora p/ ti a razão da zanga entre os irmãos. Abraço.

6 a

Victor Barroso Nogueira

Graca Maria Teixeira Pinto Reza a história que Isabel de Aragão terá intercedido para que os dois irmãos assinassem a paz. Mas a intercessão mais importante foi durante a guerra civil que opôs o rei Dinis apoiado pela nobreza feudal, contra o futuro Afonso IV, apoiado no poderio crescente da burguesia e dos concelhos.

Uma curiosidade: Dinis e Afonso Sanches, o filho bastardo que acabou por perfilhar, foram ambos homens letrados e trovadores.

6 a

Graça Maria Teixeira Pinto

Victor,obrigada por mais esta informação. Adoro conhecer estes bocadinhos de história.E agora uma informação pessoal:a minha Mãe tinha uma grande devoção à Rainha Santa e aos 4 anos vestiu-me da dita para eu ir na procissão.Tenho a foto e estou com ar desconfiado.Seria o peso da coroa...😀

6 a

Victor Barroso Nogueira

Graca Maria Teixeira Pinto Quem sabe ? 🙂

6 a      

25 de março de 2020  · 

Foto victor nogueira rolo 370 vila da feira - centro histórico 1998.09.11

Santa Maria da Feira ou Vila da Feira - Castelo lá no cimo da encosta arborizada, frondosa, onde as pessoas deambulam calmamente. No sopé, no Rossio onde outrora se realizava a feira medieval,  uma igreja e convento do Elói lá em cima, com acesso por ampla escadaria, com fontanário e cruzeiro cá em baixo. Neste Rossio arborizado se realiza uma importante romaria, a Festa das Fogaças. Aqui se situa um espigueiro junto ao Orfeão da Feira  e um quiosque de ferro verde.

O "centro histórico" é pequeno,  com uma rua pedonal  e um largo com fonte a meio e edifício brasonado, onde também se situa o da Câmara: claro que falamos da Rua Direita e da Praça Velha. (Notas de Viagens 1998.06.14)

25 de março de 2022  · 

Foto victor nogueira - Mértola, nas margens do Rio Guadiana, estrada fluvial, vista das muralhas do castelo. Em 1º plano a antiga mesquita, transformada em templo cristão.  (Rolo 386 - 1999 02 20)

«A actual Igreja Matriz de Mértola está situada no limite nascente da plataforma artificial contígua ao complexo baptismal e foi cristianizada com a Reconquista Cristã, em 1238, quando Mértola foi conquistada pelas hostes de Santiago da Espada. Os novos senhores não promoveram novas construções, aproveitando ao invés as edificações existentes, as estruturas do antigo castelejo e cristianizando a mesquita, agora dedicada a Santa Maria. A escavação, realizada na parte exterior do monumento, revelou uma estrutura monumental, constituída por silharia de granito reaproveitada, com cerca de dois metros de altura. Estas estruturas foram interpretadas como sendo de uma construção anterior à mesquita.

(...) A mesquita que se lhe seguiu deverá ter sido erguida na fase de consolidação almóada, na segunda metade do século XII. Durou até à Reconquista Cristã. Práticos, os novos senhores de Mértola conferiram novas funções ao minarete da mesquita, transformado em torre do campanário. As vozes dos almuedins foram substituídas pelo som dos sinos da igreja. E a vida continuou.»  

25 de março de 2023  · 

Mudança para o horário de Verão, adiantando o relógio 1 hora. Em Setúbal, na margem direita do Rio Sado e do seu amplo estuário,  o fim de semana est(ar)á  soalheiro, primaveril, com céu azul, límpido e cintilante, embora no parque verde, lá em baixo as árvores de folha caduca ainda tenham os esquálidos ramos despidos  de folhagem


quarta-feira, 27 de novembro de 2024

Letras empilhadas, ano após ano, em Novembro, 27, (re)colhidas em 2024

 * Victor Nogueira

27 de novembro de 2013  · 

Foto Victor Nogueira - Setúbal ~ Forte do Outão - sombras, simetrias e rendilhados

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Maria João De Sousa - Outro belíssimo "jogo" entre o objecto e a sua sombra! Obrigada, Victor Nogueira!

11 a

 Ana Albuquerque - Sombras que a luz revitaliza quando o nosso olhar não alcança...
11 a
Madalena Mendes - Parabés, Maestrino da Foto Grafia!

ADORO A FOTO!

Mto interessante para explorar em termos sociológicos!
11 a

Judite Faquinha - bela foto Victor, é como eu digo a sombra sempre nos acompanha... tornando uma imagem única, com esta beleza parabéns ao fotografo... a simetria esta muito bem conseguida... parece que foi tirada com conta e medida... boa noite camarada sonha com sonhos lindos e felizes.
11 a

Maria Célia Correia Coelho - Está uma perfeita simetria!!
10 a
27 de novembro de 2013 
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Público
Não pretendo ter a razão
nem a Verdade
de só ter a liberdade
presa na minha mão.
No longo caminho
e nas encruzilhadas
não se está sózinho
entre as vidas cruzadas.
Não há verdade
nem há caminho
que não
o temperado pela acção
sem olvidar a reflexão.
Setúbal 2013.11.27
O inefável Cisco Assis perora salomónicamente sobre Fidel Castro, começando com elogios e terminando com ataques ao liberticida marxismo-leninismo de Che e da URSS. Pois, para ele,concluo, liberticidas não são os EUA, profundamente respeitadores dos direitos humanos, quer dentro quer fora de portas, uma sociedade paradisíaca, que em nome da Liberdade infinita bombardeiam países que se lhes opõem, de que são exemplo as bombas nucleares sobre um Japão derrotado, em Hiroshima e Nagasaki, recado destinado a uma URSS vencedora e para continuar a campanha contra o bolchevismo empreendida por Hitler. Liberticidas não são os EUA, que impuseram um bloqueio económico a Cuba, tudo em nome da liberdade, da democracia e dos direitos humanos.
Os mesmíssimos EUA que com a actual UE apoiavam a "democracia orgânica" de Salazar, esse estrénuo defensor da Liberdade e baluarte da luta contra o "comunismo ateu", Talvez Cisco Assis devesse ter à cabeceira o "Canto e as Armas" ou a "Praça da Canção" do seu agora "camarada" Manuel Alegre, que escreveu um poema intitulado "Exílio" no qual afirma que vem dizer que não tem medo, pois a verdade é mais forte que as algemas.
"Venho dizer-vos que não tenho medo
A verdade é mais forte do que as algemas,
Venho dizer-vos que não há degredo
Quando se traz a alma cheia de poemas.
Pode ser uma ilha ou uma prisão
Em qualquer lado eu estou presente,
Tomo o navio da canção
E vou direito ao coração de toda a gente."
Podem escolher a versão musicada interpretada por Adriano https://www.youtube.com/watch?v=tvo7F-D9eAM
publico.pt
Uma figura marcante



27 de novembro de 2019  · 

foto victor nogueira - Ermida de N.Sra do Carmo ou do Mucharro e muralhas da vila de Óbidos

A Ermida de N.Sra do Carmo ou do Mucharro, encontra-se arruinada e ao abandono, devido ao terramoto de 1755, teria sido edificada sobre um templo romano dedicado a Júpiter. O seu interior, escavacado e escavado, está protegido por um gradeamento de ferro que substitui o primitiv. (Notas de Viagem, 1997.06.28)

27 de novembro de 2020  · 

foto victor nçogueira - Paço de Arcos - Chafariz Velho - Avenida Marginal (EN 6)

Este chafariz, datado de 1775, foi mandado construir pelo Marquês de Pombal, Terá sido  projectado por Carlos Mardel ou por Reinaldo Manuel dos Santos. A azulejaria que o cobre foi feita na Fábrica de Santana pelo pintor Rogério Amaral em meados do século XX em homenageia os Descobrimentos Portugueses.

27 de novembro de 2021  · 

Fotos victor nogueira - Azurara - Igreja de Santa Maria a Nova, cruzeiro e pelourinho 

Neste local situam-se a Igreja  Matriz, o cruzeiro, a antiga Casa da Câmara (sede actual da Junta de Freguesia) e o pelourinho,

«Construído no século XVI, o pelourinho assenta em soco circular de dois degraus. Na base circular apoia o fuste liso e cilíndrico encimado por capitel em forma de campânula invertida. O remate troncocónico termina num espigão de ferro.»

«O cruzeiro, manuelino, assente num soco quadrangular de quatro degraus. É composto por coluna lisa cilíndrica, tendo no topo uma pedra de armas. Um bloco paralelepípedo encima o fuste, com orbe adossado num dos lados, sobrepujado pela cruz, apresentando numa face a imagem de Cristo e na outra a da Virgem. Os três topos da cruz rematam em flor-de-lis. Estima-se que a sua construção tenham ocorrido no século XVI.»

in http://www.visitviladoconde.pt/.../patr.../outro-patrimonio/



27 de novembro de 2021  · 

Foto FP . Trofa - 2003.08

O artista e  Pato Donald - Na Praia do Bispo, em Luanda,  éramos o bando dos 4 - O Pato Donald, o Pituca, a Vira-Latas e o Remendado. 

Em miúdo e adolescente lia muita Banda Desenhada:(Histórias aos Quadrinhos ou Quadradinhos, como se dizia então): os Gibis brasileiros, o Mundo de Aventuras, o Cavaleiro Andante, o Camarada (da MP), entre muitíssimas outras, incluindo as de Walt Disney. Não gosto nem do avarento Tio Patinhas nem do rezingão e trapalhão Donald. Já aprecio mais o Mickey Mouse, mais inteligente, dinâmico, prestável e solidário.  Continuo a apreciar a banda desenhada, embora agora os "heróis/heroínas" e temáticas sejam outras e prefira o Batman e o Mandrake ao Super Homem ou ao Fantasma.

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Joana Espanca Bacelar - Victor, a tua melhor foto de perfil! Adoro

3 a

Vasco Costa Antunes - Se bem me lembro, havia na tua garagem na Praia do Bispo, uma excelente coleção de banda desenhada! 😜

3 a

Victor Nogueira - Vasco Costa Antunes Olá. Creio que o meu irmão te deu pelo menos a colecção da revista Zorro 🙂

A minha biblioteca ficou toda em Luanda, incluindo a inúmera de banda desenhada, pois o meu pai não a trouxe, nem aos brinquedos que hoje estariam no meu pequeno museu do brinquedo.

Salvaram-se alguns poucos livros e o comboio electrico que entretanto de lá trouxera, numa das minhas férias grandes.

2 a

Vasco Costa Antunes - Victor Barroso Nogueira uma pena Vitor! Essas coleções valem bom dinheiro e tem um mercado próprio!

2 a

Victor Nogueira - Vasco Costa Antunes O Mundo deAventuras era dos anos 40/50., dos meus pai e tio. Mas em miúdo eu rasgara uma outra colecção deles, completa, do Senhor Doutor, que hoje valem muito. Desta matei saudades numa exposição de BD na Gulbenkian, em Lisboa, há uns anos.

Mas tinha muito mais colecções, portuguesas e brasileiras e algumas francesas. Mas tb lá ficaram suplementos infantis semanais da Eva, salvo erro chamada Joaninha, o Bambi, da Província de Angola, e o Pim Pam Pum que o meu avô Luís me enviava do Porto, com uma outra colecção com personagens do Walt Disney e o Cavaleiro Andante, de que em Angola tb houve uma fugaz edição 🙂

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27 de novembro de 2022  · 

Foto victor nogueira - natureza morta com produtos do quintalejo, no Mindelo

Os recipientes em que estão colocados os limões e as tangerinas eram a cobertura de embalagens de bolos comprados no supermercado. O tamanho das "caixas" é o mesmo, mas o volume dos bolos diminuiu para metade. E assim, á pala da guerra na Ucrânia e das distópicas decisões dos tecnocratas  e dos submissos políticos da aiUÉ, baratas tontas  nas mãos e cordelinhos dos oligarcas da USA/NATO, tudo aumenta em preço e diminui em quantidade, para gáudio das suas - deles - bolsas, bem atestadasíssimas com lucros mais ou menos estratosféricos e especulativos. Já em tempos referi os chocolates Regina que mantendo o tamanho das embalagens diminuíram o volume do produto nelas contido. E a mesma "habilidade" sucede noutros produtos. É o "súcialismo em liberdade neoliberal" do fartar vilanagem!

No quintal as nabiças não medram, minúsculas e rasteirinhas ao solo, entremeadas aqui e além por urtigas, que ao inadvertido toque causam um desagradável prurido na pele. Tenho de colher o alho francês, antes que seque. Mas não hoje, que chuvisca no quintal ensopado de água. Para colheita, á medida que forem amadurecendo, ficam os limões e as tangerinas.

Tal como previsto pela meteorologia, hoje este dia de domingo está enevoado, frio e chuviscoso.

   

27 de novembro de 2022  · 

Foi aplicada uma restrição temporária que te impede de engaging in the New Public Groups Experience for groups that you do not manage, que vai durar até amanhã às 20:50

Se achares que isto não vai contra os nossos Padrões da Comunidade, informa-nos.

2022 11 27 - Diz-me o Facebook que atá ás 20h 50m de 2ª feira, 28 de Novembro, estou interdito de partilhar nos grupos de que não seja Administrador. 

Ora, apesar de ser Administrador, o Facebook interdita-me a partilha de publicações  nos grupos de que  sou Administrador, sem que eu saiba os motivos da sentença!

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Victor Nogueira

Oh pá. Há meses que me não se metiam comigo. Agora desde há uns dois ou três dias que me não largam. Nunca sabemos que norma infringimos, pois não esclarecem os presmíveis infractores. É uma censura cega, que por vezes se consegue tornear. O único argumento permitido como defesa é "Discordo". Não sei pk fui "interdito", tanto mais quanto sou administrador dos três grupoe em que não posso publicar ou partilhar o que quer que seja.

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27 de Novembro de 2024

Foto victor nogueira - Setúbal - o mundo visto do alto da torre no cimo duma encosta (2024 11 02 IMG_5277)

O frio abrandou, não dou pela chuva, as gaivotas esvoaçam, os dias alternam entre o cinzento cobrindo os ares ou o azul cintilante com flocos de nuvens brancas. Uma noite destas trovejou, mas não assomei à varanda para ver se relampejava. No parque verde a maioria das árvores ou já estão despidss de folhas, ou estas acastanhara-se, prenúncio de que atapetarão o solo, cobrindo o verde manto do relvado. Os dias são cada vez mais curtos e as noites cada vez maiores. Não há poesia nos meus escritos nem no ocaso da minha vida!