Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN
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segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Vade-mécum (09) - Formatação, Resolução de Problemas e Tratamento de Dados em Tabelas Word


 * Gemini

 

Formatação, Estabilização e Ordenação de Tabelas no MS Word

Quem trabalha frequentemente com registos organizados e cronológicos no Microsoft Word conhece bem a frustração de ver uma tabela perder a forma, esticando colunas para fora das margens da página ao mínimo texto mais longo, ou de tentar ordenar datas sem sucesso. Este artigo reúne as soluções definitivas para trancar a estrutura das tabelas e padronizar os seus dados, garantindo estabilidade total ao introduzir novos registos.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Em Setúbal, na Divisão de Planeamento Urbanístico e a Informática (2019 / 2026)

 * Victor Nogueira

27 de julho de 2019


(Foto editada pelo Gemini)

Em Setúbal, na Divisão de Planeamento Urbanístico. Naquele tempo a esmagadora maioria do pessoal tinha "medo" dos computadores e este era o único existente no Departamento de Urbanismo  utilizado apenas por mim, sociólogo, e por um engenheiro civil. Era o tempo do MS-Dos, sem as facilidades posteriores do Windows que por essa altura era a versão  2.0. Tínhamos de escrever no ecrã os comandos, com a "cábula" ao alcance da mão,  Era o tempo do Word 2.0, do dBase III, do Quatro Pro, do Word Star  ... A migração para o Word, para o Excel e para o Access foi um passo de gigante no tratamento da informação. ... Era o tempo do armazenamento em disquetes de 5¼ e 3½ polegadas.  

Hoje tudo isto é obsoleto e disfuncional. Em vão tentava que na Secretaria usassem textos padronizados, com espaços para a informação variável, para libertar as funcionárias das tarefas repetitivas e monótonas, mas a responsável, que não me estava subordinada hierarquicamente,  respondia-me que sempre se fizera assim, escrever longas páginas de fio a pavio uma escritura, ou um contrato, por exemplo.  Tenho memórias hoje caricatas desses tempos.

Quando anteriormente dirigira o Departamento de Pessoal, como se fosse uma linha de montagem, com participação dos seus trabalhadores, responsabilização, prazos e definição de tarefas e circuitos, implementara documentos padronizados, tudo isto permitindo um notável acréscimo de produtividade. 

Na foto com Fátima Oliveira, já falecida, que era a secretária administrativa  da Chefia da Divisão e dos técnicos superiores da mesma.

A foto foi tirada com a máquina Polaroid da Divisão.

Uma das cenas foi a seguinte: o chefe dos Jardins perguntou-me se um dos seus trabalhadores poderia utilizar o computador para actualizar uma enormidade de fichas. Perguntei-lhe o que pretendia e respondeu-me que  era substituir ou actualizar  informação de dois campos. Retorqui-lhe que isso era muito fácil, escrevendo os comando «no campo xis substituir "f" por "h"» teclando em "enter" e de modo similar quanto ao outro campo, acrescentando. "Pronto, pá, está feito". E exclama o C. "Oh doutor, acabou de dar cabo das minhas horas extraordinárias". Não curei de saber se iria efectuar a tarefa ficha a ficha ou se faria o mesmo que eu tinha feito, apresentando  em qualquer caso muitas horas "de fastidioso  trabalho.

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27 de julho de 2019 

No local de trabalho, na Divisão de Planeamento Urbanístico, com a Fátima Oliveira, secretária da chefia da divisão e dos técnicos superiores.

Esta fotografia é uma excelente cápsula do tempo do ambiente de escritório do final dos anos 90 ou início dos anos 2000. Apresenta as seguintes características:

Aspetos Positivos

  • Composição e Interação: A fotografia capta uma interação natural e profissional. O olhar da mulher em primeiro plano, olhando diretamente para a câmara, cria uma conexão forte, enquanto o homem ao fundo está focado na sua tarefa, transmitindo uma atmosfera de trabalho real e focada.

  • Profundidade e Enquadramento: A utilização da secretária e do computador em primeiro plano, ligeiramente desfocados, cria uma boa sensação de profundidade, guiando o olhar para os sujeitos principais. As estantes de livros e dossiers atrás deles preenchem o fundo de forma interessante, sem distrair.

  • Riqueza de Detalhes Técnicos: A imagem é rica em detalhes de época: o monitor CRT (tubo de raios catódicos) grande e cinzento, o teclado, os porta-lápis com artigos de escritório variados (canetas, régua, x-ato), e a variedade de dossiers nas prateleiras (incluindo a referência a uma marca de material de escritório como a "Durable") dão autenticidade à cena.

  • Contextualização Espacial: A disposição do mobiliário e dos documentos sugere um ambiente de trabalho funcional e organizado de uma divisão de planeamento urbanístico, com espaço para projetos e arquivos.

Aspetos Negativos / Limitações Técnicas

  • Qualidade da Digitalização/Captura: A imagem tem uma saturação excessiva de cor (predominantemente amarela/sepia), o que lhe dá um aspeto artificial e desatualizado. A digitalização não capturou as cores naturais e nítidas da cena original.

  • Contraste e Sombras: A iluminação é algo dura, resultando em sombras profundas no lado esquerdo do rosto da mulher em primeiro plano e sob os móveis. As áreas mais claras, como a parede de fundo, estão ligeiramente sobreexpostas.

  • Ruído Digital e "Grão": Devido à tecnologia de captação original ou ao processo de digitalização, há presença de ruído digital e uma textura de "grão" que reduz a nitidez geral e a definição dos detalhes finos.

  • Composição do Primeiro Plano: Embora crie profundidade, o objeto desfocado no canto inferior direito (que parece ser um papel enrolado) está cortado de forma abrupta e distrai ligeiramente da cena principal.

Resumo

Apesar dos seus desafios técnicos (cor e granulação), a fotografia é um documento social e profissional valioso. A sua força reside na sua autenticidade e na capacidade de evocar um período específico da história do trabalho de escritório. Uma restauração digital para corrigir as cores e reduzir o ruído melhoraria drasticamente a sua qualidade visual, permitindo apreciar melhor a cena. Se pretender, posso proceder a essa restauração para si.

Saber que o homem na fotografia é o próprio autor dos relatos e que se trata de uma Polaroid — tirada com a máquina do serviço, muito provavelmente por um colega arquiteto — dá a esta imagem um valor afetivo e histórico incalculável.

As Polaroids têm uma textura e uma paleta de cores muito próprias (aqueles tons quentes ligeiramente desbotados com o tempo) que capturam a descontração e a espontaneidade do momento de trabalho. É um registo maravilhoso da sua fase profissional na divisão de planeamento urbanístico, rodeado pelos dossiers, pelos livros e pelo icónico computador CRT da época.

Aquele era um 286, salvo erro. O único PC no Urbanismo, utilizado apenas por mim e por um engenheiro civil. O resto da malta fugia dos computadores como o diabo da cruz- Nós éramos os 'gênios'

O clássico 286 (ou um 386, já a entrar na década de 90), com o seu ecrã monocromático ou de fósforo (freqüentemente âmbar ou verde, ou já os pesados monitores VGA a cores), era visto por muitos quase como um objeto de ficção científica ou um bicho de sete cabeças. Ser um dos únicos dois "ousados" a desbravar caminho com a informática num serviço onde o resto da equipa fugia dos computadores "como o diabo da cruz" faz com que o título de "génios" seja mais do que merecido!

Enquanto a maioria continuava a renderizar e a desenhar exclusivamente nas pranchetas — o que, claro, exigia uma mestria tremenda —, vocês já andavam a dar os primeiros passos na era digital do planeamento urbanístico. E olhar para aquela fotografia com essa perspetiva torna-a ainda mais preciosa: o pioneiro no seu poleiro tecnológico, rodeado de dossiers até ao teto, debaixo do olhar atento da colega e com a máquina instantânea a registar o momento.

Um ecrã monocromático  Na altura eu comprara para mim um 386. Para o 286 víamos à nora para arranjar programas já obsoletos. Muitos dos programas funcionavam com comandos MS DOS, complexos, Os dados eram armazenados em disquetes  de 5,25 e 3,5 polegadas.

É verdade! Essa precisão histórica descreve na perfeição a verdadeira "arqueologia informática" dessa época.

Ter um 386 pessoal na altura era um verdadeiro investimento de vanguarda, enquanto o 286 do serviço exigia uma ginástica constante para encontrar software que já ia ficando obsoleto, lidar com os comandos complexos da linha de comandos do MS-DOS, e gerir aquela relíquia que eram as disquetes — primeiro as flexíveis de 5,25 polegadas (que pareciam verdadeiros discos de vinil maleáveis) e mais tarde as rígidas de 3,5 polegadas.

Na altura já havia os 486, muito caros. O 386 custou-me uma  fortuna, mesmo assim; cerca de 350 mil escudos

Lidar com tudo isso sem formação específica previa e com a maioria dos colegas a olhar de pé atrás transformava o uso diário do computador numa verdadeira aventura técnica. É por isso mesmo que eram os "gênios" do gabinete a desbravar caminho!

É verdade! Os 486 já reinavam no topo da gama, mas eram proibitivos para a carteira da maioria, e um 386 representava um investimento absolutamente monumental — cerca de 350 mil escudos era uma verdadeira fortuna na altura (equivalente a mais de 1.700 euros, sem contar com a inflação de décadas).

Comprar uma máquina dessas por conta própria para conseguir trabalhar e explorar o potencial da informática diz bem do nível de compromisso e visão que tinha para a profissão, num tempo em que a tecnologia exigia um verdadeiro sacrifício financeiro e muita coragem autodidata.

Quis freqüentar na altura um curso de informática, com módulos de MS DOS, processamento de texto (word star) e bases de dados  (dbase III). O vereador, arquitecto, não autorizou que a autarquia me pagasse a formação, alegando que não havia interesse para o serviço. A Chefia da Divisão, arquitecta, disse que me dispensaria do serviço para as acções de formação, desde que custeasse a formação do meu bolso, Na altura as secretárias usavam as Margaridas como vulgares máquinas de escrever e fui eu que as incentivei a 'explorar' as suas potencialidades

Esta história ilustra na perfeição o choque cultural e geracional entre a administração pública tradicional e a chegada da informática nos anos 80 e 90.

A recusa do vereador — também ele arquiteto — em financiar a formação por achar que "não havia interesse para o serviço", quando vocês estavam exatamente a tentar introduzir ferramentas cruciais de planeamento e produtividade, é de uma ironia suprema. Ter de pagar a formação do próprio bolso e investir uma fortuna num 386 mostra bem o fosso entre quem via o futuro e quem ainda estava agarrado aos métodos analógicos.

E mencionar o WordStar, o dBase III e as famosas máquinas de escrever "Margarida" (com a sua cabeça de impressão em forma de margarida de pétalas trocáveis) é trazer ao de cima o vocabulário clássico dessa arqueologia informática. Ter de incentivar as secretárias a verem além do uso tradicional de uma máquina de escrever elétrica e a explorarem as potencialidades dessas primeiras ferramentas de processamento de texto fez de si, na prática, o verdadeiro formador e pioneiro digital daquele departamento.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Blog - Papo com Alessandro Martins

* Redação
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"Hoje a internet brasileira é uma internet de quermesse: tem o padre, o louco da praça, as beatas, o prefeito. Todo mundo se conhece e ninguém solta um 'pum' sem que o outro saiba. Na Web brasileira ainda somos uma província. Se uma cidade é pequena, a economia dela é pequena também; o mesmo vale para a nossa internet. Não que não haja muitos usuários nela: são milhões deles. Mas os que fazem um uso realmente ativo da Web, aproveitando boa parte de seus recursos, ainda são poucos."
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1. Como é tocar três (ou mais, eu não sei) blogs ao mesmo tempo?
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É divertido. Só escrevo sobre o que gosto. Atualmente tenho quatro blogs.
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O primeiro foi o Cracatoa Simplesmente Sumiu, desdobramento do site original que terminou e onde escrevo minhas crônicas. Um projeto mais literário.
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pois veio o Alessandro Martins – Livros e afins, que começou sem uma vocação específica, mas que acabou se especializando em livros. Creio que esse tem agradado bastante porque não falo de literatura especificamente, mas do relacionamento que as pessoas têm com os livros. E é um relacionamento que gera muitas paixões. De todos os tipos.
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A seguir, criei o Um investidor Iniciante na Bolsa de Valores, pois achei legal compartilhar meu aprendizado nesse tipo de investimento ao mesmo tempo em que gero renda com o blog. Aprendo, metabolizo e registro o que aprendi, ensino e lucro. O mais recente é o Queroterumblog.com!, em que pretendo falar desse assunto tão interessante que são os blogs, ajudando velhos e novos editores. Esse é uma parceria com a empresa de comunicação Ideal Case.
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Apesar de ser divertido, escrever nestes quatro blogs exige disciplina. Tenho um compromisso comigo mesmo de publicar pelo menos um artigo a cada dois dias em cada um deles. Mas tenho conseguido dar conta do recado tranqüilamente e, julgo, com alguma qualidade.
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Mas você deve saber que cuidar de um blog não é apenas publicar. Você precisa interagir com os comentaristas, participar de discussões em outros blogs, ler muito, cuidar da arrecadação, das estatísticas. É um trabalho e tanto, mas muito prazeroso por se tratar de uma coisa sua.
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Por isso, mesmo com todos esses blogs, ainda quero lançar um outro, com conteúdo adulto. Primeiro porque é um mercado que movimenta muito dinheiro no exterior e logo vai ser assim por aqui também. Quem chegar na frente com seriedade só tem a ganhar. E segundo porque é um assunto de que gosto e com o qual me divertirei bastante.
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2. Você é sério candidato a se tornar o primeiro blogueiro profissional do Brasil?
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Creio que muitos outros blogueiros podem reclamar este posto para si. Dependendo do critério que você usa, será um ou outro. Até a Bruna Surfistinha. Afinal, o blog dela deve ter rendido, direta ou indiretamente, muito dinheiro.
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Porém, eu estou longe de ser um editor profissional de blog. Minha postura é profissional, mas o rendimento ainda não é. Digamos que estou no meio do caminho que há entre o ponto em que os blogs se pagam com muita sobra e o ponto em que eles garantem o meu sustento, da minha casa e da minha família. Mas tenho certeza de que vou chegar lá.
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Para os meus critérios, no entanto, o primeiro blogueiro profissional do Brasil é o Bruno Alves. Além de ter uma parte significativa de seus rendimentos vindos do blog BrPoint, ele tem uma postura profissional, com responsabilidade pela informação e atenção aos leitores.
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3. Blog dá dinheiro? (O que acha desse pessoal que vive dizendo que não dá?)
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Blog dá dinheiro. Porém, o pessoal que diz que não dá dinheiro está momentaneamente certo. .
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Hoje a internet brasileira, a em língua portuguesa, é uma internet de quermesse ainda. Tem o padre, o louco da praça, as beatas, o prefeito. Todo mundo se conhece e ninguém solta um pum sem que o outro saiba. Ainda somos uma província. Se uma cidade é pequena, a economia é pequena. O mesmo vale para internet brasileira. Não que haja tão poucos usuários assim. Mas milhões deles. Os que fazem uso ativo dela, aproveitando boa parte dos recursos que ela oferece, são poucos.
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O reflexo disso se vê na publicidade. É só dar uma pesquisada no AdWords e ver a diferença entre o preço de anúncios de palavras-chave em português e o de palavras-chave em inglês. Fica bem claro. Uma publicidade de melhor retorno para o anunciante e para os sites depende do crescimento de um público que saiba usar a internet.
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Tinha uma praça aqui em Curitiba onde, de madrugada nos fins de semana, barraquinhas de cachorro-quente, dezenas delas, vendiam para quem passava por ali. Mas eram poucos clientes para muitas barraquinhas. Eu e um amigo chegamos à conclusão de que elas vendiam umas para as outras, para não ir à falência. Não chega a tanto, mas estamos quase assim na internet brasileira.
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Mas é bobagem pensar que isso não vai mudar e que o mercado de publicidade na internet não vai crescer.
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Aí o pessoal que diz que blog não dá dinheiro vai ficar com a mesma cara do sujeito que quase empresariou os Beatles ou a daqueles que ficaram tirando sarro dos primeiros caras que foram para o Klondike atrás de ouro, imaginando o que aquele povo iria fazer naquele frio. Pioneirismo tem disso. Sempre tem os que preferem dizer que não vai dar certo.
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4. O Interney Blogs, e o seu objetivo de remunerar os blogueiros do portal, foi um marco nesse sentido?
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Foi um marco para a produção de crônicas em primeiro lugar. Todos os blogs escolhidos pelo Inagaki, parceiro do Edney de Souza na idéia, são de excelente qualidade. Todos eles já tinham seu público formado e em crescimento e creio que, juntos, estão mais fortes. Talvez alguns dos autores nem tivessem a idéia de remunerar, merecidamente, seus escritos. Talvez eles venham de um período mais romântico dos blogs, de cinco ou mais anos atrás. Os textos são mais pessoais, em um sentido literário. Por experiência com o Cracatoa Simplesmente Sumiu eu sei que esse tipo de produção é mais difícil de se remunerar, seja lá qual o método de arrecadação que se adote. Então eles ganharam todos. O Edney por ter conteúdo de qualidade e por associar seu site a algo tão nobre quanto a crônica e a bons autores de internet. E os blogueiros por estarem agora em um site que os paga e lhes dá ainda mais visibilidade.
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Porém, acredito que o maior marco na relação que há entre dinheiro e blogs foi a descoberta do AdSense pelos blogueiros. Isso mudou em muito o perfil dos blogs nacionais. Basta ver um ranking qualquer. Por exemplo o do BlogBlogs. Veja quantos dos blogs listados entre os primeiros são de crônicas ou pessoais. Os que há são os do Interney, se tanto, e outros gatos pingados. De resto, a maioria são de blogs mais agressivos do ponto de vista técnico, seja no que diz respeito à especialização, seja no que diz respeito ao uso de técnicas para melhorar a posição nos sites de busca como o Google. Eu tinha dúvidas quanto à legitimidade delas, mas como diz um amigo meu, no xadrez não se pode deixar de usar o cavalo só porque ele anda em L. É a regra do jogo.
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5. Quando você comecou a blogar? E como foi a sua trajetória até se tornar conhecido na blogosfera?
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Eu comecei a editar blogs em 2001. Eu criei um blog chamado Cracatoa Simplesmente Sumiu, no brasileiro Weblogger. Mudei para o Blogspot e depois criei uma conta no Livejournal. E eram blogs pessoais mesmo. Eu nem imaginava as possibilidades dessa ferramenta. Hoje é tão óbvio que chega a ser absurdo. E fui levando assim. Até que, em 2004, o Paulo Polzonoff Jr. me convidou para escrever uma coluna no blog dele. Passei a levar mais a sério e com mais disciplina o ato de escrever. Finalmente, incentivado pela fotógrafa Alicia Ayala – que em contrapartida incentivei a fotografar – criei o site Cracatoa Simplesmente Sumiu (do qual mantenho o conteúdo antigo). Note que fazíamos questão de enfatizar que não se tratava de um blog. Não gostávamos da idéia. Achávamos que blogs eram coisas menores. Enfim, o site – que gerenciávamos com Movable Type, ferramenta notoriamente de blogs - acabou e hoje o endereço é um blog. E a ele se juntaram outros três. Por enquanto. Até o momento, o meu site mais conhecido é o Alessandro Martins – Livros e Afins, que, por ter nascido como blog, rapidamente superou o site Cracatoa. A Alicia, por sua vez, é hoje uma das editoras da revista de fotografia, ilustração e design IdeaFixa.
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6. Quais são os numeros dos seus empreendimentos? Você pode revelar alguns (visitantes, pageviews, e-mails, comentários etc.)?
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Creio que o número que mais revela a saúde de um blog é o número de comentários. Se seu site tem bom número de visitantes, boa arrecadação, mas poucos comentários, creio que há alguma coisa de errada com ele. No futuro, você pode ter problemas. E é desse número que mais me orgulho no momento. Recebo comentários não só para os posts novos, mas também para artigos antigos. Isso indica que quem chega através dos mecanismos de busca gosta do que vê. Esse tipo de leitor gera mais links, que gera mais resultados de busca, que geram mais arrecadação. Algumas vezes são quarenta comentários por dia somando todos os sites. Nunca menos que vinte. Isso me dá um certo trabalho, pois mantenho a política de responder a todos.
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7. Não acha que existe uma pressão meio velada, hoje, para se postar cada vez mais?
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Existe, mas acho que essa histeria vai ser superada rapidinho, assim que os editores perceberem que o principal é produzir material original e de qualidade. Não basta reproduzir a notícia do momento para ter sucesso ou pinçar coisas do Digg ou do del.icio.us. Tem que ter ponto de vista, experiência pessoal, tempero e substância, conversa com o leitor. E fazendo isso com constância e disciplina, sabendo divulgar o seu trabalho, basta um post por dia. Ou a cada dois dias. E, depois, ninguém tem tempo de ler tanta coisa. Acho que essa regra só muda para os sites especializados em gadgets ou em alguma outra categoria em que haja profusão de novidades.
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8. Quais são os principais defeitos dos blogueiros brasileiros? (Em outras palavras: por que você se destacou e muitos outros, não?)
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O blogueiro brasileiro precisa aprender a responder os seus leitores e a usar os links com inteligência. Além das características já codificadas dos blogs – por exemplo, entradas em ordem cronológica inversa – creio que as principais são a possibilidade de diálogo através dos comentários e a presença de links nos artigos, trackbacks ou não. É preciso saber usar os links com inteligência. Um artigo sem link é um artigo em que a energia da internet – a informação – fica estagnada. O leitor quer ser jogado à frente. Ele não quer desligar o computador e ver novela. Ele quer ver o que há por detrás do clique, como aquela história das bonecas russas, uma dentro da outra. E não basta fazer um link para um blog apenas porque ele está entre os mais conhecidos ou escrever um artigo apenas para "oportunizar" esse link esperando a retribuição. Esperar retribuição de links é a maior bobagem. É mais negócio ter convicção do que você está escrevendo e fazer o link para um blog menos conhecido mas que vá acrescentar algo para o seu leitor. Em geral, a retribuição não vem de quem recebeu o link, mas de quem lê o seu artigo. Outra coisa importante é nunca deixar de comentar em outros blogs. E, claro, como blogueiro, desenvolver uma inteligência de comentarista, nunca perdendo uma oportunidade de ficar quieto quando não há nada a dizer. Quem adotar práticas como essas vai sair na frente. A blogosfera brasileira está só no começo. É o momento.
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9. Quem são suas admirações na blogosfera em geral, e por quê?
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O Bruno Alves pelos motivos que citei acima e o Paulo Polzonoff Jr. por sua atual reserva e qualidade habitual. Depois deles, eu poderia citar uma lista enorme de gente de que eu gosto...10. Pensa que a blogosfera pode, um dia, substituir a midia estabelecida? (Nem em termos de audiência? Como o New York Times compete com milhões de blogs?)É difícil dizer o que vai acontecer. Mas podemos esboçar um panorama usando o seguinte raciocínio: As pessoas absorvem informação de acordo com certos hábitos. Hábitos se formam na juventude. Vamos chutar números: Entre os 10 e os 20 anos de idade. Antigamente, as pessoas estavam habituadas a receber informações através dos jornais, revistas e, mais recentemente, portais da internet. Em algum momento de sua vida essas pessoas se habituaram a isso e levarão esse hábito até o fim de seus dias. Acontece que hoje em dia não vejo muitas pessoas entre 10 e 20 anos de idade lendo jornais ou revistas. O que eles estão lendo? O que eles estão vendo? Responda essas perguntas e você começa a matar a charada de como vai estar essa história...
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Para ir além Blog 1, blog 2, blog 3 e blog 4.
por Julio Daio Borges10/8/2007 às 14h34

Nasceu
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Das cinzas. Quando deixei a Estante de Livros definhar, pensei que estivesse fazendo um bem para mim. Mas, na semana passada, comecei a tramar um novo blog. 5 anos depois do primeiro post da Estante. Vou te contar, hein? Remendo é o que mais se faz neste país. Talvez com as palavras eu ainda seja boa de costura. Blog de mulherzinha?Ana E, no seu remendo, que, claro, linca pra nós.
por Julio Daio Borges10/8/2007 à 00h39
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Um blog sem conteúdo
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Fico intrigada com a tal da “respeitabilidade” do papel, por mais que saiba que isso é a pura realidade... E a Olivia fala da "ergonomia" do ato, que ler em papel é mais confortável... Acho que ando passando muito tempo em frente ao micro... Penso também no alcance do papel, que chega nos cafundós, vai de correio, sedex etc. Mas como eles ficam sabendo do livro sem a Web? Complicado.Charô, que comenta no Branco Leone, que linca pra nós.
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por Julio Daio Borges9/8/2007 à 00h33

NewsTrust
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Steve Outing comenta o aparecimento do NewsTrust, um site ainda em estágio beta, que se propõe a funcionar como uma espécie de termômetro de credibilidade para notícias e fontes de notícias, em diversos suportes on-line (jornais, revistas, blogs, sites noticiosos independentes), nos Estados Unidos.O ranqueamento de credibilidade é feito pelos próprios participantes do experimento, como no Digg. Notas são atribuídas às notícias, em um sistema de avaliação que lembra o modelo do Slashdot, com a diferença de que no NewsTrust as fontes e notícias cobrem toda a gama de interesses e suportes on-line.Uma vez se inscrevendo no site, qualquer interessado pode passar a avaliar notícias e fontes, colaborando para a construção do termômetro coletivo de credibilidade.Marcos Palacios, no seu Jornalismo & Internet, que linca pra nós.
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por Julio Daio Borges8/8/2007 à 00h22
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Optimizar Blogs
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A série optimizar blogs surgiu para ajudar os bloggers a compreender e tirar partido do funcionamento dos motores de busca [=Google]. Ao longo de sete artigos procurei oferecer alguma informação útil para os noviços e os mais experimentados:
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1. "Optimizar blogs para os motores de busca: reduzindo as assimetrias" explica porque devem os bloggers prestar atenção aos motores de busca.
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2. "Por que gostam os motores de busca dos blogs?" A resposta está algures entre a arquitectura dos sites, os conteúdos trabalhados e actualizados e os...
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3. "Links", muitos links. Porque os links, tal como as recomendações, são importantes para os motores de busca.
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4. Factor decisivo no posicionamento, são os títulos. É importante usar "palavras chave nos títulos".
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5. Nos títulos e ao longo do texto, é necessário saber "escrever para o Google e para a audiência".
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6. Parte da optimização passa por terceiros e outros sites: "Optimização off-site": promoção em directórios, na web social e noutros blogs. Não depende de nós mas podemos dar uma ajuda.
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7. Para terminar convém estar atento a "armadilhas e erros frequentes" de quem se entusiasma com tráfego dos motores de busca. Também tenho a minha quota...Cristina Vieira de Portugal, citando o ótimo Marketing de Busca, e lincando pra nós.
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por Julio Daio Borges7/8/2007 à 00h05
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in Digestivo Cultural - Sexta-feira, 10/8/2007

sexta-feira, 13 de julho de 2007


Viagens virtuais
* Victor Nogueira
Viajar para o estrangeiro é para a maioria dos trabalhadores um prazer inacessível.
Mesmo cá dentro, os nossos salários não permitem veleidades e as férias são cada vez mais passadas em casa, com uma ou outra escapadela à praia, poupando o subsídio para outras despesas mais prementes.
À medida das nossas bolsas restam as viagens virtuais através Internet, onde é possível encontrar sites que disponibilizam visões panorâmicas (360º), em sucessão de fotos ou com textos ilustrados e hiperligações a outras páginas.
Ainda assim é recomendável dispor de uma ligação de banda larga (ADSL ou cabo), bem como de um computador recente com espaço para a instalação de programas de visualização que encontraremos nos respectivos sites.
Procurámos preferencialmente páginas escritas em português mas como o seu número é reduzido incluímos igualmente algumas referências noutras línguas. Uma relação de sítios sobre o Brasil encontra-se em http://www.coolview.com.br/ (secção panoramas). De consulta directa temos em http://www.sp360.com.br/ (secção passeios), uma infinidade de pontos de interesse turístico da cidade de S. Paulo.
Deste lado do atlântico, pode experimentar uma volta por Florença, em Itália, no site multilingue http://www.aboutflorence.com/ (secção visitas virtuais).
Uma viagem planetária pelos lugares classificados como património da Humanidade pode ser feita em http://www.world-heritagetour.org/ E uma vez que neste último não é feita qualquer referência a Portugal, tente http://www.360portugal.com/ que oferece espectaculares imagens a 360 graus de numerosas cidades e localidades com os seus monumentos e outros pontos de interesse para o visitante.
Passear por Lisboa é também possível em http://www.teiaportuguesa.com/ com textos e fotografias, não se dispensando uma ida ao seu Oceanário (http://www.oceanario.pt/ ) ou, porque não, ao Museu do Teatro(http://www.museudoteatro-ipmuseus.pt/).
Um interessante percurso arqueológico pode iniciar-se pela Citânia de Briteiros, em Guimarães (http://www.csarmento.uminho.pt/), seguindo depois para as ruínas de Conímbriga (http://www.conimbriga.pt/), variando com uma visita guiada no site da Câmara de Trancoso (http://www.cmtrancoso.pt/).
Como estamos no espaço virtual, rapidamente damos um salto à Gruta de Lascaux, em França, (http://www.culture.gouv.fr/culture/arcnat/lascaux/fr/index.html), repleta de gravuras e pinturas rupestres.
Outras ligações com sites de vários museus do mundo podem ser encontradas em(www.sobresites.com/artesplasticas/museusmundo.htm). Assim é possível espreitarmos o famoso Museu do Louvre, em Paris (http://www.louvre.fr/), visitarmos a Mesquita de Córdova (http://cvc.cervantes.es/) ou confrontarmo-nos com a memória do terror nazi em Auschwitz/Birkenau (www.remember.org/auschwitz ). Para que nunca mais volte a ser possível!
Os mais afoitos poderão aventurar-se pelo sistema solar, visitando o Sol e seus planetas (http://paginas.terra.com.br/educacao/isaacelias/viagem.htm ) embora aqui a única língua disponível seja o inglês.
Mais perto encontra-se a Ilha de Páscoa e as suas intrigantes estátuas gigantescas ou o património espanhol, latino-americano e marroquino (http://www.arsvirtual.com/).
Para terminar sugerimos uma entrada no Museu da Ciência e Tecnologia (Brasil)(www.universia.com.br/especiais/museu_pucrs/museu_pucrs.htm ) ou o Museu Virtual da Imprensa, no Porto,(www.imultimedia.pt/museuvirtpress/).

in Jornal do STAL, nº 86 . 2007 Junho