Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN
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domingo, 4 de outubro de 2026

Mindelo Trabalhos agrícolas (2023)

 * Victor Nogueira

4 de outubro de 2023


Foto victor nogueira  Mindelo Trabalhos agrícolas (2023 10 03 IMG_3408)

Hoje, 4 de outubro, terminaram os trabalhos agrícolas nos campos entre a Estrada Nacional e a linha do metro de superfície do Porto. No campo das traseiras já adubaram o solo com água choca, que empestou os ares e feriu as pituitárias, para gáudio das moscas sarnentas que se nos colam à pele e picam, como se fossemos gado. Bandos de pombos percorrem os ares, aterrando ciclicamente para debicarem os grãos de milho, enquanto pequenos pássaros saltitam no quintal, para cá do muro - rolas ou pardais.

A ceifeira debulhadora é atrelada a um tractor, seguido em paralelo com outro com reboque   que vai neste despejando o milho, através duma manga. Na peugada, segue outro tractor com reboque, para substitui-lo quando cheio. Três homens, cada um em seu tractor, fazem assim todo o trabalho, que outrora ocupava dezenas de trabalhadores.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

aeronave sobevoando o Mindelo (2021)

 

* Victor Nogueira

25 de setembro de 2021



Foto victor nogueira - aeronave sobevoando o Mindelo - Diariamente, com maior ou menor intensidade, intermitência ou regularidade, troam os aviões sobre o município de Vila do Conde, descolando ou aterrando  no aeroporto de Pedras Rubras, cerca de duas dezenas de km mais a sul. É um continuum a que já me habituei, por vezes como trovoada,  que incomodaria o meu avô António que  há cerca de meio século escolheu esta zona então sossegada e silenciosa, a dois passos da estação ferroviária da freguesia e a cinco da praia, para construir esta casa onde estou, que tentei e pensei continuasse a ser a casa da família, mas tal não sucede. "Malhas que o Império tece ...."


domingo, 20 de setembro de 2026

foto victor nogueira - exemplares dos produtos do meu quintal, no Mindelo (2016)

 * Victor Nogueira

20 de setembro de 2016


foto victor nogueira - Mindelo - exemplares dos produtos do meu quintal. Esperemos que em anos futuros frutifiquem a tangerineira, o limoeiro e a oliveira

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

o campo agrícola nas traseiras, para lá do muro do quintal (2019)

 2 de setembro de 2019

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foto victor nogueira - Mindelo - o campo agrícola nas traseiras, para lá do muro do quintal, em 2016.11.26

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

mindelo - a mini-horta (2016)

 31 de agosto de 2016

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foto victor nogueira - mindelo - a mini-horta. 

Colheram-se batatas e há couves, incluindo repolhos. O feijão verde não deu vagens e  apenas descortino duas abóboras medrando a medo. A oliveira resistiu ao transplante mas precisa de ser podada, pois tem ramos a saírem do caule como se fossem matagal; apenas terá dado azeitonas no 1º ano, mas nessa altura eu estava ausente. A tangerineira e o limoeiro vão crescendo, ainda sem frutos. Para os temperos há hortelã e salsa..

No tempo em que o meu avô Barroso era vivo - um homem que na cidade nunca perdeu o apego ao campo - no quintal desta que era a sua casa de verão  e no terreno anexo que era do meu tio e o meu pai vendeu cultivava hortaliça, batatas e cebolas que após a colheita armazenava no sótão da Rua dos Bragas, no Porto,  para consumo durante o ano.

Nesse tempo isto era campo e não uma rua agora completamente ladeada de moradias. Havia apenas quatro casas no terreno loteado pelo senhor Marcelino, que não conheci. Não havia água canalizada nem saneamento  público. Cada casa tinha fossa séptica e um poço donde se extraía a água para a rega e para uso doméstico. Hoje, finalmente  e ao fim de décadas a Câmara de Vila do Conde lá acabou por concluir as redes públicas  de saneamento e de abastecimento de água, servindo o poço apenas para rega.

O silêncio já não é total como há 40 anos, agora quebrado pelo rodado dos automóveis na rua empedrada e pelo movimento dos aviões do aeroporto das Pedras Rubras, em Matosinhos.

1969 - A casa que o avô Barroso está construindo no Mindelo encontra‑se numa fase adiantada e é interessante. Tem janelas amplas, uma paisagem encantadora (enquanto não construírem mais casas), quatro salas [assoalhadas], casa de banho e cozinha, além de poço. Alguns pormenores poderiam ter sido melhor solucionados, a meu ver, mas cada cabeça cada sentença. (NSF - 1969.10.17)

Hoje fomos ( [...], o José João, o Zé e o avô Barroso) ao Mindelo ver a casa que este está lá a construir, [...] airosa. (NSF - 1969.12.31)

1970 - Estive na casa do Mindelo que me agradou. Está mobilada com bom gosto. (NSF - 1970.12.25)

1973 - Gostaria de passar as férias sossegadas, calmamente lendo e estudando, com um mergulho nas ondas e passeios ao entardecer em amena cavaqueira com os amigos ou com as pessoas da terra. O meu avô Barroso tem uma casa no Mindelo, onde há uma praia rochosa que me deslumbra pela violência com que as ondas batem na rocha em cascatas de espuma que salpicam o rosto. Ou então aquele moinho [azenha] que eu visitei ao inquirir dois velhotes, lá para os lados de Arraiolos. Gostava de passar as férias, p.ex., num sítio assim. (MCG - 1973.08.02)

sexta-feira, 28 de agosto de 2026

no mindelo, em 2016 (2019)

 28 de agosto de 2019

 


foto victor nogueira - no mindelo, em 2016.08.29

domingo, 23 de agosto de 2026

Pingos do Mindelo (2016)

 * Victor Nogueira

23 de agosto de 2016

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Foto Victor Nogueira . jardim na casa do Mindelo

1. - Fico com pena quando partes. Tens um sorriso, um ar e um olhar de mocinha donairosa e bonita..

2. - Já cheguei ao Mindelo e arrumei quase tudo. O Zé e a Teresa ficaram no Porto. Está fresco, para vestir camisola. Estralejam foguetes nos arredores.

3. - Está sol e da sala avisto o verde milheiral, que em breve será colhido para ração do gado. A parte de traz do quintal é horta e a lateral jardim. As árvores pouco cresceram. No quintal a D. Amelia plantou-me couves, batatas, abóboras, batatas e mais que não fixei. No jardim a variedade de flores é maior que há um ano. Vou tomar banho de agua gélida.  Depois de almoço irei a Vila do Conde e aviar-me ao modelo. Enviei-te um mail com um vídeo e as fotos, que não ficaram bem.

4. - Gosto muito de sopa de abóbora. Dalguma delas em noite de luar sairá uma Bela Acordada para me despertar com girândola de beijos?

5. - O dia está bonito, quente e soalheiro. Depois de almoço irei dar uma volta, ainda não sei onde, mas será para norte de Vila do Conde se me não ficar por lá

Vou dar uma espreitadela à Praia da Guia, na foz do Rio Ave, para ver se não tem muita gente e se assim for talvez vá para lá numas tardes que estejam soalheiras, embora me pareça que vai chover nos próximos dias.

6. - Jardinagem não dá para me distrair, que de curvado me ficam a doer os ossos. Mas aqui gosto de cozinhar pois entretenho-me. Vou comprar um forno electrico para retomar os meus assados desde há muito abandonados. Do Youtube e no computador ouço Zeca Afonso em Cantigas de Maio  https://www.youtube.com/watch?v=yK84S0F_UEY

7. - Costumo jogar aos "3 em linha" ou aos de "objectos escondidos" mas sem contagem de tempo. Alguns deles combinam "puzzles", "3 em linha" e encontrar "objectos escondidos" Na "Volta ao Mundo em 80 Dias" ainda não consegui passar da China ao Japão  

Quando não consigo passar um nível "arrumo" o jogo e volto mais tarde e por vezes consigo passar à frente. Não fico a bater com a cabeça na parede.

Mas a maior parte dos jogos ficaram no outro portátil que se avariou e ainda não fiz o download para este. Ultimamente tenho feito estes, de construção duma cidade. Não se comparam à complexidade do Simcity, mas distraem e combinam puzzles simples, objectos escondidos e colocar 3 em linha.

8. - O sol bate aqui na varanda, quase tudo é silencio, o vizinho tira o carro do quintal - deve ir tomar a bica à beira mar - e eu, sentado, leio e faço horas para sair daqui a pouco. Cães ladram, raros carros passam na rua e um avião atroa os ares.

9. - Em Vila do Conde a neblina afastou o sol da praia e trouxe frialdade e o cheiro a algas e maresia. Planam gaivotas e os banhistas, no areal e pelos passeios, parecem leitosas fantasmagorias. 

É hora de ponta e lentíssimo pára-arranca. Entediado e sem me apetecer andar ao frio,  fico-me dentro do Fiesta e a beira-mar, alternando o fastio com a leitura. Tenho de mudar o CD, que está a tocar música gregoriana. Que soneira se esta apoderando de mim !

foto victor nogueira

Mindelo - 21 a 23 de agosto de 2016

Não é grande o quintal (2023)

 

* Victor Nogueira

23 de agosto de 2023

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Foto victor nogueira (IMG_2964 2023 08 23) - Mindelo 

Não é grande o quintal,  embora muito maior que as 3 varandas juntas do apartamento no cimo da torre no alto duma encosta, em Cetóbriga. O que se planta lá fora excede em muito a minha capacidade unipessoal de consumo. 2023 esteve mau para a agricultura e as abóboras não medraram. A oliveira continua sem dar azeitonas e as tangerinas ainda estão minusculamente verdes. Para lá disso, prontos para  colheita, à medida das necessidades, limões enormes, coentros, pimentos, couves de variadas variedades, que não sei nomear. Sem esquecer tomate-cereja, já no congelador. Este ano a festa e a faena não primam pela fartura!

segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Está um dia soalheiro (2015)

 17 de agosto de 2015

 


Está um dia soalheiro, o céu límpido e de anil, uma suave brisa agita em leve balancear o verde e cerrado campo de milho; onde o outonal amarelo  - ainda pálido - vai surgindo por entre as folhas ponteagudas, as dálias em fogo como que arribaram, soerguendo-se. da terra....

Aves saltaricam em voos rápidos e as moscas zumbindo - ah! as moscas, como se fossem sarna - esvoaçam e ferroam e picam como sanguessugas ou carraças, aparentemente imunes ao insecticida. Bem se pode afirmar que se mil elefantes incomodam muita gente, uma mosca incomoda muito mais. 

Tudo é silêncio, de vez em quando quebrado pelo atroar das aeronaves em manobras de aterrisagem ou levantamento aos ares no vizinho  aeroporto  das Pedras Rubras.

É hora de almoço ! Aguardo a vinda do trolha.(ou pedreiro)

Mindelo, 2015.08.17

domingo, 16 de agosto de 2026

Mariana acenando, no Mindelo (2023)

 * Victor Nogueira

16 de agosto de 2023

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Foto victor nogueira  - Mariana acenando, no Mindelo, em 2023 08 

Em 1º plano as couves, a árvore da borracha e o limoeiro, com gigantescos limões. Ao fundo as roseiras e, para lá do muro, um vasto milheiral, ainda em crescimento, que nos protege da agreste nortada.

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Letras empilhadas, ano após ano, em Novembro, 29, (re)colhidas em 2024

 * Victor Nogueira

29 de novembro de 2010  ·  

Vejo o ruído estrondoso do silêncio e ouço o negrume da noite no alto da madrugada, a caminho do nada que são as vidas real e virtual !!!

29 de novembro de 2011  · 

Escrevivendo e Photoandando por ali e por aqui

“O que a fotografia reproduz no infinito aconteceu apenas uma vez: ela repete mecanicamente o que não poderá nunca mais se repetir existencialmente”.  (Roland Barthes)

29 de novembro de 2013  · 

Foto Victor Nogueira - Oeiras - Natália Correia no Jardim dos Poetas

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Armando Pinto - Falta-me vadiar aí...

11 a

Victor  Nogueira - A 2ª fase do Parque ainda está em construção. Armando Pinto mas a 1ª já tem muito para ver e desfrutar 🙂

11 a

Clara Roque Esteves - Que bom andares vadiando... mesmo com frio. Uma boa escolha. Obrigada pela lembrança. Beijos.

11 a

Judite Faquinha

Oh, VICTOR o jardim dos poetas, pe - o menos esta parte é lindo...agora a Natália Correia está uma figura bem torneada, mas tem um se não! O Penteado, Ela usava o cabelo apanhado e não tão curtinho... quanto ao resto está bonita, admirei esta mulher! Era uma mulher de tomates!!! obrigada Victor pela partilha beijokinhas.

11 a

Manela Pinto - nao conheço, obg quando for a Oeiras vou visitar, so tive uma vez em Oeiras e foi para ver dançar a minha nora que nao é, beijo

11 a

Lecas Oliveira - conheço poesia dessa natália correia

11 a

Victor Nogueira - Manela Pinto Oeiras tem muito para ver, como o Palácio e os jardins que foram do Conde de Oeiras e Marquês de Pombal e, tb na vila, o Jardim Público, ambos atravessados por uma ribeira. Em Barcarena, a antiga Fábrica da Pólvora e os respectivos jardins. Em Paço de Arcos, o Palácio que deu nome à vila – onde estou neste momento – e os respectivos jardins. Para não falar na beira tejo. 😛

11 a

Graça Maria Teixeira Pinto - Obrigada, Victor! Já tinha sabia do Jardim dos poetas em Oeiras e um dia tenho de lá ir..

11 a

29 de novembro de 2013 
Conteúdo partilhado com: Público
Público
Na lazeira
parado, estirado
de bandeira rasteira
esticado e pasmado
malditos interditos
inauditos vereditos
sem que haja sementeira
ou
brincadeira
ao estirador
na esteira
sem andor

Paco de Arcos 2013.11.29
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Maria Jorgete Teixeira - ironia a quanto obrigas... 11 a Margarida Piloto Garcia - Então toca a semear. 🙂 11 a Laura Rijo 🙂 11 a Victor Nogueira - Menina Margarida Piloto Garcia Eu bem semeio, mas o terreno é maninho e só nascem estevas com espinhos ou pardalitas assutadiças LOL 😛 11 a Margarida Piloto Garcia Victor Nogueira se calhar semeias ventos e depois colhes tempestades. LOL 11 a Victor Nogueira - sinhá moça Margarida Piloto Garcia Um dia farei um inquérito. Mas não ao espelho LOL 11 a Margarida Piloto Garcia - Humm...eu cá gosto muito de inquéritos desde que tenha a liberdade de lhes responder ou não. 🙂 11 a Victor Nogueira - 'bora. Margarida Piloto Garcia Na Praça do Campo Pequeno em Lisboa ou na Carlos Relvas em Stb ? Ambas têm redondel para as voltinhas à arena LOL 11 a Margarida Piloto Garcia - Isso de voltas à arena já não gosto e detesto touradas 🙂 11 a Victor Nogueira - aceito alternativas 11 a Margarida Piloto Garcia - Pois....isso das alternativas também me remete para as touradas 🙂 11 a Victor Nogueira - aceito contra-propostas 11 a Margarida Piloto Garcia - Bem assim está melhor embora agora com essa me sinta na A.R entalada entre o governo e os outros partidos. 11 a Victor Nogueira - Já entendi. Para essas bandas o terreno é maninho e eu estiolaria, mirradinho de fome e de sede 😛 11 a Margarida Piloto Garcia - Dizes tu. Eu acho que é um bom terreno muito fértil para quem sabe semear mas dá luta . É preciso coragem e perseverança e também pôr o coração no que se faz. Só assim nascem flores e frutos. 🙂 11 a Victor Nogueira - pois, mas eu não luto por miragens e nunca fui bom em atletismo e portanto, depois da análise da situação. vou em busca de outros portos e marés menos desgastantes 😛 11 a Margarida Piloto Garcia - Fazes tu muito bem. Já percebi que nunca serás um D. Quixote. 11 a Victor Nogueira - Pois - não ando atrás de moinhos de ventos LOL 11 a

29 de novembro de 2013  · 

Postal dos CTT

No comboio da Revolução há sempre "pessoas" a entrarem e a saírem. O comboio da "revolução" tem muitas estações e apeadeiros e para os passageiros, múltiplos e variados destinos. Muitos sairão durante o percurso,ficando em terra ou seguindo por outras linhas.

É preciso ter cautela com entusiasmos mais ou menos fugazes e com as barreiras das forças de "segurança" ou ... amigos amigos, "consciências" sociais à parte ou as contradições de quem se manifesta conforme o dia, o local e a hora ou a "madrugada"

29 de Novembro de 2013 às 12:37

Jose Manangão - Para tudo na vida, o que custa mais ...são os primeiros cinquenta anos!

11 a

Cremilde De La Rosa - Um saber de experiência feito.

11 a

29 de novembro de 2014 
Conteúdo partilhado com: Público
Público
foto victor nogueira - a crise ou as montras dominantes na baixa comercial de Setúbal (centro histórico)
poesia de bertold brecht

1. - Quem é teu inimigo?
O que tem fome e te rouba
o último pedaço de pão chama-lo-o teu inimigo.
Mas não saltas ao pescoço
de teu ladrão que nunca teve fome.

2. - O Analfabeto Político

O pior analfabeto
é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala,
nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo da vida,
o preço do feijão, do peixe, da farinha,
do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político
é tão burro que se orgulha
e estufa o peito dizendo
que odeia a política.
Não sabe o imbecil que,
da sua ignorância política
nasce a prostituta, o menor abandonado
e o pior de todos os bandidos:
O político vigarista,
pilantra, corrupto e lacaio
das empresas nacionais e multinacionais.

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Gabriel Moura Leite - Montras da actualidade, mas colocar esses jornais a tapar mais dia menos dia ainda começa a pagar taxas, impostos e taxas que ajudam o comercio a criar emprego, melhorias para se ter poder de compra, qualquer dia podemos fechar as ruas da baixa, já não restará nada.

10 a

Isabel Dias Alçada - Num País que temos um Presidente que tenta vender-nos não é de admirar que estejamos em decadência total .... Beijos meu querido amigo !

10 a

Judite Faquinha - Triste mas real este lindo poema, tão real que diz a verdade nua e crua da politica diabólica, que todos nós vivemos e que nos é imposta por estes analfabetos desgovernantes... esses que vivem esbanjando em luxurias e do bom e do melhor com o dinheiro que roubam dos contribuintes!!! Enfim feliz noite Victor com sonhos lindos, não sonhes com esta montra nem com outras como esta, beijokinhas camarada. ❤ ❤ ❤

10 a

Victor  Nogueira - oh Judite Faquinha Para disfarçar/esconder a miséria e a fealdade, algumas poucas montras de lojas fechadas exibem fotos gigantescas como esta nas montras, -  À esquerda o forte de santa maria, que foi estalagem explorada pelos pais do poeta Sebastião da Gama e que presentemente alberga o Museu Oceanográfico. (Foto Victor Nogueira - setúbal - centro histórico (a foto representa o Portinho na Serra da Arrábida)

10 a

Judite Faquinha- Victor é deprimente e triste, mas com uma foto do Portinho da serra Arrábida, torna-se mais leve, eu ontem estive em Setúbal, depois de almoçar ainda fui há zona comercial antiga assim que vi uma montra forrada de jornais, ia um jovem comigo agarrei-o num braço e lhe disse volta para traz...eu que conheci tão bem o movimento nos anos 80 era um formigueiro de tanta gente, e ontem vi algumas pessoas mas de passagem, me doeu!!! O que estes analfabetos Políticos tem-em feito, queriam guilhotina, sem dó nem piedade!!! beijokinhas Victor, tudo isto me deixa doente, palavra de COMUNISTA DE ❤

10 a

Nádia Silva  Nem eu diria melhor. Infelizmente não é so pelas ruas da baixa de Setúbal que estas "montras" estão expostas. Um (muito) pouco por todo o país vemos montras que outrora eram de grandes casas! Resultados capitalistas diria eu...

10 a

Judite Faquinha  Amiga Nádia, tens razão resultados Capitalistas desenfreados a destruir...o comércio tradicional está um descalabro, está morrendo tudo, onde devia ser salvaguardado!!! Que haja evolução das grandes Superfícies mas, que se respeita-se a histórias dos povos os seu hábitos e suas culturas, foram décadas e décadas, neste movimento, e de repente tudo morre, enfim que se pode fazer, o poder Económico com estas redes de Superfícies destrói-em tudo, boa noite minha linda!

10 a

29 de novembro de 2016  · 

google - 184 º aniversário do nascmento de Louisa May Alcott - "Louise sonhava ser acriz, mas tornou-se escritora. Inspirou-se nas próprias experiências para escrever suas histórias. Mulherzinhas (1868), seu romance mais famoso, apresenta o retrato de uma família de classe média americana do seu tempo, salientado os seus valores morais: civismo e amor à pátria (que chega ao sacrifício de seus filhos) e dedicação extrema ao lar e ao próximo. Este romance foi transformado em filmes para cinema, TV e séries muitas vezes, desde a primeira versão registada no IMDB em 1917"  (Wikipedia).

29 de novembro de 2021  · 

Fotos victor nogueira  - Oeiras -  Pelourinho, Casa da Câmara e Capela de N. Sra das Mercês, no Palácio do Marquês de Pombal e Conde de Oeiras 

Circunvizinhos eram o Palácio do Marquês e suas quintas de lazer e agrícolas, o pelourinho e a Casa da Câmara.

«Apesar da relativa antiguidade das primeiras referências a Oeiras, em documentos do século XIV, e da origem baixo-medieval do Reguengo que viria a dar origem ao povoado, para além da sua proximidade com a capital, esta recebeu foral apenas no século XVIII. 

A constituição do concelho, em 1760, seguiu-se à concessão do título de Conde de Oeiras a Sebastião José de Carvalho e Melo, ministro do rei D. José I e futuro Marquês de Pombal, e constituiu um forte incremento ao desenvolvimento da região. O pelourinho, certamente erguido na sequência da outorga do foral, datará assim do terceiro quartel do séc. XVIII. Levanta-se num recinto ajardinado, protegido por gradeamento em ferro, entre a imponente residência que o ministro possuía na vila, hoje conhecida como Palácio dos Marqueses de Pombal, e o edifício da Câmara Municipal.

O pelourinho assenta numa plataforma constituída por três degraus octogonais. A base da coluna é composta por um paralelepípedo alto de secção octogonal. O fuste é ainda octogonal, de arestas boleadas, e bojudo na parte inferior, sendo visualmente dividido em quatro troços 

(progressivamente mais estreitos) por três largas molduras de pedra picada. O remate é em forma de pinha octogonal rebaixada, de onde emerge a haste torneada do espigão. Mede cerca de 7,2 m. » (SML DGPC)


29 de novembro de 2022  · 

Foto victor nogueira - Pôr do Sol no Mindelo, sem aves descansando nos fios de electricidade

Tal como as andorinhas desapareceram das cidades, onde anunciavam a chegada da Primavera, tal como em muitos jardins nas povoações já não se ouve o trinado e a chilreada da passarada, também as aves raro pousam e descansam nos fios de electricidade.  

Em Luanda, no meu tempo de aprendiz das primeiras letras e da arte de contar sem ser pelos dedos, andorinhas e pássaros nos fios de electricidade eram tema de redacções ou desenhos que a professora "dava" aos alunos!

Não me lembro do nome da minha professora da 3ª classe, no Colégio Luís de Camões. Mas no Colégio D. Duarte a   da 1ª e 2ª classes chamava-se Judite Mata e Pereira era o apelido do meu professor da 4ª classe, na Escoola Primária nº 15, de Paulo Dias de Novais.

Qualquer destas escolas situava-se nas cercanias da nossa casa, na Rua Frederico Welwitsch (Bairro do Macolusso). Creio que era nesta mesma rua que se localizava o Colégio Luís de Camões.

Em Luanda os  colégios particulares que frequentei eram mistos, mas as escolas oficiais eram femininas ou masculinas, nada de misturas, como estipulavam as "Leis" do Estado Novo, envilecido desde o seu primeiro ai, concebido em 1926, até ao seu último  suspiro, em 1974.

29 de novembro de 2023  · 

Fotograma Victor Nogueira - Mindelo - trabalhos agrícolas com tractor (2023 11 21 MVI 3552) 

Neste mês de Novembro andaram os tractores a cirandar num dos campos das traseiras, mais precisamente, naquele em que os trabalhos agrícolas estavam mais atrasados, talvez devido ao facto do rendeiro dos mesmos ter falecido quando decorriam a ceifa e debulha. Por isso as leiras adjacentes estão já cobertas um manto verde.

Um homem, no máximo três, conforme o número de tractores e alfaias atreladas, fazem o labuta que outrora pertncia a um rancho de trabalhadores.

As gaivotas em terra, buscando alimento, mantêm-se indiferentes à passagem e ríudo das máquinas.

Numa das vezes em que filmava os trabalhos, ao ver o tractor aproximar-se,  pensei para comigo: "Se o homem se engana e carrega no pedal do acelerador e não do travão, derruba-me o muro e entra-me pela cozinha adentro!"

Mas tal nunca sucedeu nas muitas voltas que  deu. Lembrei-me do susto dos espectadores nos primórdios do cinema, fugindo espavoridos, quando na tela um tractor se dirigia para a sala.

A cena que recordo é uma das deste filme dos irmãos Lumiére, "A chegada do comboio à estação" (1895) , que pode ser visto a seguir 


A Chegada dum comboio à Estação de  La Ciotat. em 1895, de Auguste Lumière e Louis Lumière

sábado, 23 de novembro de 2024

Letras empilhadas, ano após ano, em Novembro, 23, (re)colhidas em 2024

 * Victor Nogueira

23 de novembro de 2012

A mudança em Victor Nogueira e Camões

MUDAM-SE OS TEMPOS, MANTENHA-SE O AMOR

* Victor Nogueira

.

O amor, espelho de muita leitura

Com mil formas e feições, encantado,

Por muitos, belos matizes pintado,

Ao feio traz bem linda fermosura.

.

Ah! ele tem sempre nova feitura

Do velho em novo ser transformado;

Em boas ou más trovas é louvado,

Quebrado o enlevo, já não perdura.

.

Então, noutro campo deve a vontade

Buscar o entendimento e carinho;

O mau tédio afastado, sem pena

.

Renascendo a nova felicidade,

De ouro e verde corando o caminho,

Com ternura doce e vida serena.

Setúbal, 1989.09.06

.* Luís de Camões

Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades


Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

Muda-se o ser, muda-se a confiança;

Todo o mundo é composto de mudança,

Tomando sempre novas qualidades.


Continuamente vemos novidades,

Diferentes em tudo da esperança;

Do mal ficam as mágoas na lembrança,

E do bem, se algum houve, as saudades.


O tempo cobre o chão de verde manto,

Que já coberto foi de neve fria,

E em mim converte em choro o doce canto.


E, afora este mudar-se cada dia,

Outra mudança faz de mor espanto:

Que não se muda já como soía. 


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Maria Célia Correia Coelho - Lindo, o seu poema Victor! O amor, espelho de muita leitura
Com mil formas e feições, encantado, ... 🙂
12 a

Maria Lisete Almeida - /Grata Amigo Victor Nogueira ! Gostei muito da sua poesia. Parabéns. Fica um grande abraço!
12 a

Maria Márcia Marques - O amor é um labirinto....
12 a

Isabel Maria - É isso mesmo Victor mudem os tempos mas que se mantenha acesa a chama do amor.
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Judite Faquinha - Vitor grande poeta, o poema é lindo...o soneto de Luis Vaz de Camões lindo, a canção de Mario branco também gosto muito!!! Obrigada Vitor, por nos dares poemas, sonetos, canções... que ficam para sempre, por que são muito profundos de grande valor bjs
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Clara Roque Esteves - What a nice melting pot!! Muito obrigada pela possibilidade que me deste. Um beijinho e um bom fim de semana. ( amanhã trabalho).
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23 de novembro de 2013  · 

A Igreja Católica Apostólica Romana é profundamente misógena e durante séculos negou que a mulher tivesse alma. Aliás a única mulher que deifica sob muitos e variados nomes é a chamada Virgem Maria, a "Imaculada", sem sombra de pecado, privada de sexualidade.

E Eva é apresentada como a "culpada" da expulsão de Adão do Paraíso e responsável por esta "Vale de lágrimas", tirada duma costela de Adão, o que é pura fantasia e outra leitura é que Eva é responsável (sem a  castrante "culpa" judaico-cristã) e tem o mérito de ter aberto os olhos ao Homem para que deixassem de ser cordeirinhos.

Mas na realidade e nesta sociedade à mulher dá-se o papel de reprodutora da ideologia dominante, que a subalterniza e ao Homem, no sentido do conservadorismo e das amarras contra a libertação de ambos. É a ideologia da "escrava"da família, da "fada do Lar", da "insubstituível e sempre disponível", mesmo contra os seus interesses e os da Humanidade.

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Victor Nogueira - José Manuel Teixeira Machado Segundo a Igreja é a "alma" que distingue a humanidade e a racionalidade da animalidade e do instinto. Ao negar a "alma" à mulher, reservada apenas a uma "Virgem" que concebeu por obra e graça do Espírito Santo e relegando José a mero figurante, a Igeja e a ideologia dominante "justificam" a subalternidade da mulher, a do trabalho invisível, sem valor, que permite ao proprietário dos meios de produção apropriar-se duma fatia maior da mais-valia criada pelo produtor, sem controle sobre os meios de produção e o processo produtivo

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Manuela Vieira da Silva -Victor Nogueira, até hoje e principalmente durante os séculos 19 e 20, a mulher evoluiu muito. Sabe o seu lugar na sociedade, no lar e no mundo. Será o homem o mais difícil a entender, colocado no seu pedestal de senhor do mundo, que não quer perder. E é claro o mundo do trabalho e da economia ainda é feito por homens. Não admira que a mulher seja ainda classificada para segundo plano, mas sempre ao seu dispor, humilhada na imposição da diferença. Ainda há muito a caminhar.

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23 de novembro de 2013  · 

Foto Victor Nogueira - Setúbal - vista de agora. duma das janelas no alto da torre no cimo duma encosta onde me encontro, como se hoje o dia não tivesse estado gélido e cinzento

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Judite Faquinha

Victor, a outra foto estava muito boa... mas esta está mais bem definida...linda por excelência e habilidade do fotografo parabéns, maravilha, é verdade está muito frio e tu andas de noite fazendo este trabalho? Tirando fotos... mas depois ai os meus ossos me estão doendo!!!Não te cuides amigo! Um bom resto fim de semana, e uma boa noite, tranquila com bons sonhos. Beijokinhas.

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Victor Nogueira - Oh Judite Faquinha, para tirar esta e a foto de ontem não preciso de sair, basta-me assomar a uma das varandas ou janelas do apartamento onde moro LOL

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Luisa Neves - Excelente noite de "Verão"!!! Abraço enviado do Porto gélidoooooooooooooo. 😉

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Judite Faquinha - Oh Victor falas-te de uma torre, e eu pensei que o vicio era maior que o frio, nunca iria julgar que era da tua casa... meu querido amigo se assim é, faz a vontade ao Sr. fotografo que é um mestre em neste matéria, força. beijokinhas ❤

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Victor Nogueira - Desde que esteja na biblioteca armazém escritório, esta é a vista desde que olhe para o lado Arminda Griff 😛
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23 de novembro de 2016  · 

Olho pela janela e tudo parece de calmaria: o silêncio, o céu azul, as raras nuvens brancas, o verde brilhante dos campos, mais escuras as árvores, altaneiras  ou não, na linha do horizonte. 

E o sol, ah, tenho de falar do sol, que tudo enche de coralegria e de claridade. 

Mas .. a calmaria é aparente, pois – lá fora no quintal - as roseiras e a árvore da borracha oscilam doidamente em constante vaivém, impulsionadas e agitadas pela brisa. Raros pássaros, não em bandos alvoreados, passam rapidamente para lá da janela.

Não é só a Lua que no Hemisfério Norte é mentirosa, mas também este outonal sol de inverno, que não aquece mas gela e arrefece. Para quem tiver lareira ou braseira, fica o agasalho do borralho e a dança crepitante das chamas. 

Agasalhem-se, pois, mas vou arrostar o frio à beira-mar ou à beiro rio, em Vila do Conde, que não é vila mas, na verdade, e à janela, uma singela cidade. Quem me acompanha ?

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Margarida Piloto Garcia - As palavras não agasalham sem o fogo de um abraço. 🙂

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Maria João De Sousa - Obrigada pela partilha e pelo convite, Victor Barroso Nogueira, mas eu já estou quase em hipotermia,aqui mesmo, dentro de casa... abraço amigo!!!

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Mia Pires Griff - Frio por aqui qb,meu querido.Mas gosto.Sabe melhor o "agasalho".Beijiocas ❤

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Graça Maria Teixeira Pinto - Tb gosto do frio, Victor! Com ou sem lareira...

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Carlos Barradas . O pior frio é o da insensibilidade das instituições e da EDP e do Mexia o pior chulo de Portugal que nos obriga a pagar a electricidade mais cara da Europa!!

Isso é que nos gela !!!

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Milu Vizinho - Está muito frio Victor, obrigada peka partilha. ...Um abraço

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Maria Lisete Almeida -Grata pela partilha Amigo Victor Nogueira. Tão triste ... Quantos idosos e crianças estarão tiritando de frio, por não terem meios de aquecer e agasalharem devidamente ???

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Geninha Cid - Sabes quanto tenho este mês de luz 185 euros !

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Carlos Barradas - Depois os velhos e os mais necessitados para pouparem na electricidade acendem as braseiras dentro de casa e morrem por inalação de monóxido de carbono!! Portugal no seu melhor!! Ainda persiste a máxima salazarenta de que Portugal é um país de clima ameno e temperado!!

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Victor  Nogueira

Só se for na grande Lisboa e no litoral algarvio, mas mesmo assim ... Também as casas não são construídas para conservar o calor, nem em termos de materiais nem de orientação solar.

Mas de facto o preço da electricidade é como se fosse um bem de luxo. Desde que pus vidros duplos na minha casa em setúbal a temperatura interior passou a ser mais amena.

O prédio onde moro está bem orientado, mas já morei num apartamento emprestado metade virado a norte e a outra a sul. Numa no inverno andava-se em mangas de camisa e na outa quase que se tinha de vestir o sobretudo.

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Carlos Barradas - Por esse país fora a construção Civil é uma treta! Não há isolamento termico nem acústico de paredes! Só nas construções recentes! Tenho um amigo que vive na Holanda que se queixa do gelo das casas portuguesas com 15 graus positivos enquanto na Holanda andam em t shirt com 5 graus negativos! Então no Canadá é melhor nem falar!!

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Victor Nogueira - Carlos Barradas Aproveitando a deixa Já respondi à tua questão sobre a Universidade em Angola no nosso tempo. Já leste ?

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Carlos Barradas - Sim já li mas precisava de mais informação mais precisa! Nem sei onde posso pesquisar!

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Victor Nogueira - Carlos Barradas Que queres saber ? Pensei que só querias saber se havia Universidade e quais os cursos

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Carlos Barradas - É por causa de um tipo que me disse e afirma solenemente que em Angola nunca houve universidades! ! Havia só polos universitário e institutos e os edifícios serviam para outras valências (?!!!)! Universidades só foi depois da independência!!!

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Ana Albuquerque - (y) 🙂

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José Manuel Candeias - Vou agora do calor para o frio. Sem entusiasmo nenhum.

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Manuela Vieira da Silva -  Está mesmo frio 🙁

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Rosa Marques - Com toda a razão para onde vão os milhões da Isabelinha?

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Alice Capela - Beijinho querida amiga Lu+isa Neves envio-te desejos de Felicidades e Parabéns pelo teu aniversário. Seguem atrasados mas os amigos desculpam sempre qualquer coisinha!...😊 ❤ 😊

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23 de novembro de 2018  · 

foto de família - Os 4 da vida airada, em Luanda, na Ilha do Cabo, defronte da Praia do Bispo, cerca de 1956.

Isabel Magalhães - A tua mãe além de ser bonita era muito fotogenica.

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VictorNogueira º Éramos todos bonitos, uns mais sérios, outros (quase) sempre sorridentes LOL

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Isabel Magalhães  😊

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23 de novembro de 2019  · 

foto victor nogueira - gaivotas e pôr-do-sol no mindelo (2019.11.08)

23 de novembro de 2020  · 

foto victor nogueira - antiga Fonte do Sapal, em Setúbal 

A antiga Fonte do Sapal, no Largo Teófilo Braga, antigo Largo da Anunciada. Anteriormente esteve colocado no  Largo do Sapal, actual Praça de Bocage. Mandado construir pelo Senado da Câmara da Vila de Setúbal em 1697.  Presume-se que seja da autoria de  Francisco da Silva Tinoco, arquitecto régio até 1699. 


23 de novembro de 2021  · 

Foto Victor Nogueira e desenho de Carlos Barradas - Maiorga (Coutos de Alcobaça) rolo 229 Igreja de S. Cristóvão e S. Lourenço, cruzeiro e pelourinho  

«Maiorga constutuía uma das 14 vilas dos coutos de Alcobaça, com cartas de povoação assinadas pelos respectivos priores, em 1303 e 1361, renovadas em 1454 por D. Frei Gonçalo Ferreira. Recebeu foral novo de D. Manuel, em 1514, na sequência do qual se terá erguido o pelourinho que ainda se conserva na povoação.

O pelourinho levanta-se num largo  diante da igreja matriz e da capela do Espírito Santo, antiga igreja da Misericórdia de Maiorga. Assenta em plataforma de quatro degraus alternadamente circulares e estrelados, de aresta, bastante desgastados, estando o último parcialmente embebido no pavimento, de forma a compensar o seu desnível. 

A coluna tem base de secção circular, decorada com oito arestas verticais e duas molduras horizontais em bocel. O fuste é inteiramente espiralado, com espiras ornadas de botões, e aneís encordoados relevados na base, no topo, e a meia altura. O capitel é oitavado, com faces ornadas de folhagem, e ábaco igualmente oitavado, em molduras sobrepostas, de lados ligeiramente côncavos. O remate é um tronco cónico truncado no topo.

O monumento é claramente datado do período manuelino, compondo um interessante conjunto com o portal da capela do Espírito Santo, do mesmo estilo. É possível que pertençam ambos a uma mesma campanha de obras, como por vezes acontecia, aproveitando-se a presença de mestres canteiros nos estaleiros das obras principais para a lavra dos pelourinhos.» (Sílvia Leite DGPC)

«A Igreja Matriz de São Cristóvão ou Igreja de São Cristóvão e São Lourenço, está no local onde, segundo a tradição, existiu uma Ermida de Santa Maria de Alcamim edificada no século XIII. Destruída por um incêndio no reinado de D. Manuel I , deu lugar a um novo templo, sendo restaurada entre 1610 e 1672.   Foi dos poucos edifícios que sobreviveram ao terramoto de 1755, apenas com danos nas torres, mantendo-se a fachada maneirista.»  (in "Visitar Portugal")

23 de novembro de 2022  · 

Foto victor nogueira - No quintalejo não há qualquer diospeiro. Normalmente alguém na vizinhança mos oferece ou compro os diospiros no supermercado. Mas este ano nada disso sucedeu pelo que ainda os não provei.

Portantus, como alimento frutífero, para além de tangerinas do quintal, ainda não tão doces como me afirma serem-no a vizinha Amélia (só lá para Janeiro), kiwis, comprados no "Meu Super", além na recta do Mindelo, a meio caminho de Vila do Conde.

Mas desenganem-se. O "Meu Super" não é meu nem teu, mas  sim da rede Modelo / Continente / Worten, a tal que por conta da guerra na Ucrânia tem embolsado lucros estratosféricos.

Mas desiludam-se os que se regozijem com a taxa extraordinária de solidariedade  de 33 % sobre os lucros excedentários das grandes empresas de distribuição alimentar.

Modelo/Continente, Jerónimo Martins (Pingo Doce), Mercadona, Lidl, Intermarché, Auchan, entre outras, vão contestá-la em tribunal, segundo a Associação empresarial que as representa.

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Maria Amélia Marques Martins - obrigada, pelas sugestões da fruta, o dióspiro é delicioso e por aqui, numa lojinha onde a fruta muito madura baixa de preço, eu aproveito e vou comprando o que amadurece...quanto ao resto ninguém mais, dá nada a ninguém, e então esses tais que nós sabemos quanto mais tem mais querem. Tem de ser o povo a exigir essas taxas sobre os seus rendimentos. E uma coisa de cada vez. Era altura de estarmos todos focados nisto e não deixar passar. O mundo só pode melhorar quando as riquezas foram melhor distribuídas. Seja o povo a exigir isso aos seus governantes. Isto tem de ser para já,já....

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23 de novembro de 2023  · 

Foto victor nogueira Pôr-do-sol em  Varziela (Vila do Conde) (2023 11 22 IMG_3584) 

Terminadas as compras no Meu Super, na Varziela, ao arrumá-las na bagageira do Fiesta II, este era o espectáculo para poente. 

Vou estabelecendo laços em Vila do Conde, como nesta loja, onde (já) sou simpaticamente atendido, como (velho) cliente, pelas prestimosas meninas da caixa.

Tal como no Minimercado do Cruzeiro, no Mindelo, cujo idoso proprietário foi ajudante de farmácia em Luanda, na Farmácia Dantas Valadas, paredes meias com o Polo Norte (sorveteria), Lello (livraria), Biker (cervejaria), o Comando da PSP e a Estação Central dos Correios. Sem esquecer o Largo D. Fernando, donde partiam as carreiras de machimbombos (autocarros) para a  Ilha do Cabo, Praia do Bispo e Samba.

Aqui pelo Mindelo terminaram os dias sombrios e chuvosos, substituídos por dias soalheiros de céu azul, mas gélidos, como sol de inverno a meio do outono, a noite caindo rapidamente às 17 horas, que no verão ainda eram o meio da tarde.

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Maria Márcia Marques - Estás no Mindelo? No inverno rumas ao norte? Então não será mais ameno estares em Setúbal? Interessa seres feliz, delícia-te com as paisagens do norte e vive..., abraço

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Victor Nogueira - Olá, moça bragantina. Quando vens até à beia-mar? 🙂

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Maria Márcia Marques - Quando nos transformamos em ama dos netos, só temos direito às férias escolares...

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Victor Nogueira - Trazes os netos na bagageira 😛

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Maria Márcia Marques - Boa ideia, obrigada, beijos

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