Allfabetização

Este postal é - creio - uma fotografia retirada dum dos dois filmes que há dias vi sobre as campanhas de alfabetização, as tais em que eu gostaria de ter participado em Agosto último se ... Esta cena do filme era comovente: uma mulher que até aí não sabia comunicar por escrito, conseguir fazê-lo. A procura das sílabas, o gesto hesitante, o voltar atrás para corrigir ou desenhar melhor a letra !!! Deve ser bestial um tipo descobrir que sabe ler, não achas? (1974)

Escrevivendo e Photoandando

No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.

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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.

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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.

VN

quarta-feira, 26 de março de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Março 26, (re)colhidas em 2025

 * Victor Nogueira

26 de março de 2012  · 

"Fui como ervas e não me arrancaram" na senda duma Primavera cada vez mais longínqua pois cada vez há menos primeiros dias no resto das nossas vidas, a minha e a tua (Victor Nogueira)

26 de março de 2013  ·   · 

Não há universidades dos Partidos, há sim - criadas por Cavaco Silva com o apoio do PS - as universidades da "privada", como a Independente, a Lusófona, a Moderna etc, etc, etc, a esmagadora maioria de lápis e papel, que só funcionam enquanto derem lucros, muitas delas envoltas em fumos de corrupção como o BPN dos "governantes" de Cavaco/PSD, universidades da "privada" que "licenciaram" milhares de jovens em cursos da treta mas que deram muito lucro aos seus proprietários, dessas saindo entre algumas competências que não questiono, "doutores-engenheiros"  fast-food estilo  relvas e sócrates. Negociatas que muito dificilmente seriam possíveis nas universidades públicas, pagas por todos nós e não apenas pelos estudantes, muitas vezes com enorme sacrifício dos estudantes e das famílias. Licenciados para o desemprego, pk o objectivo dos patrões do ps-psd-cds é apenas o lucro para o diploma a qualquer preço. !

Quando o Governo ataca as funções sociais do Estado e os trabalhadores da Administração Pública, estão apenas o ps-psd-cds a favorecer as negociatas a favor dos "privados" na área da saúde, do ensino, da segurança social.  E depois de aplaudirem os ataques aos trabalhadores da Administração Pública, "queixam-se" e "enojam-se" e "manifestam-se" colocando todos os partidos no mesmo saco, com o tal "nojo pela poítica" apregoado pelo fascismo: "eu cá não me meto em políticas, a minha política é o trabalho", "apartidários" ou "contra [todos] os partidos", em movimentos "independentes" [dos políticos, como se os independentes e quem os apoia não fizessem política]  sem esquecer o slogan fascista "se soubesses o que custa mandar preferirias obedecer toda a vida" e outras pérolas

26 de março de 2013  · 

Foto Victor Nogueira - Setúbal - barco em fim de vida

   

Victor Barroso Nogueira

Talvez, António Barrenho Este estava num dos pequenos estaleiros que havia em setúbal Apenas persiste a antiga Setenave, rebaptizada de Lisnave para libertar em Almada, após as desnacionalizações e para a especulação imobiliária a área onde estes se situavam

12 a

Margarida Piloto Garcia

Faz-me lembrar um filme de ficção, daqueles em que o apocalipse deixa a terra em destroços. Mas é belíssima esta foto.

12 a


26 de março de 2013
 
Conteúdo partilhado com: Público
Público
Música, maestro


Valsa da burguesia, por José Barata Moura


Há certo paleio que cansa, cansa pk as pessoas não pensam, pk as pessoas, de boa ou de má fé, atacam o acessório e não conseguem ver o essencial ...
E então comparam despesas - quanto menos deputados, menos despesa (o que favorece a alternância restrita ao ps-psd, com silenciamento de muitos cidadãos), qt menos trabalhadores na Administração Pública, melhor, pk pago menos impostos (mas esquecem-se que são esses que asseguram e garantem o funcionamento do chamado Estado Social),SIM aos "independentes" e NÃO aos partidos e aos políticos, como se os independentes e quem os apoia não precisem de fundos para as campanhas e de um mínimo de organização e de gabinetes de apoio parlamentar e, sobretudo, como se os chamados independentes" - muitos dos quais demagogos e trampolineiros - não fizessem política, como que se quem os apoia não estivesse a fazer política.
Circula por aqui um post em que se enaltece a Alemanha da senhora Merkl porque os seus governos e parlamento são menores que o português e presumivelmente menos dispendiosos.
Isto é, gritam e manifestam-se contra a troika" enquanto afirmam – de boa ou com má é ? - que o mal está nas despesas com o Governo e com a Assembleia da República, como se os nossos impostos fossem para estes órgãos de soberania. E reclamam menos impostos, para que se não alimentem o que dizem ser os parasitas que nos sugam.
Para serem consequentes, não deveriam reclamar contra a troika e a favor duma economia que através do trabalho crie riqueza por todos usufruída. Porque se o Governo alemão e o parlamento alemão é que são bons, pk teriam menos despesa - o que duvido - então pk não advogar e acelerar o regresso do nazi-fascismo , que está em marcha ?
Se o problema é a despesa, pk não defender os herdeiros de Hitler e o nazi-fascismo ? Um ditador, sem gastos em eleições. Porra, todo este "fado p'ró ceguinho" cansa !
Ah! E com mão de obra barata para Krupps e Siemens e Schindler's e demais grande capital alemão que foi apoiado pelo da Grã-Bretanha, da França, da Itália, do Japão ....
Com os campos de extermínio, com aproveitamento/reciclagem dos cabelos para almofadas, dos dentes de ouro para barras depositadas em bancos, como no de Portugal no tempo de Salazar, e a gordura para sabonetes e a pele com tatuagens para abat-jours e cinzas humanas para estrumar os jardins.
Os senhores, louros de olhos azuis, atléticos, e os sub-humanos destinados à escravidão -. eslavos, em 1º lugar, depois os judeus, negros, amarelos", "latino-americanos", latinos (entre os quias os portugueses), sem esquecer os ciganos. E sobretudo os opositores políticos, comunistas, socialistas, democratas, sindicalistas ..... Tudo sub-humanos, para exterminar, abaixo dos cães de Hitler !
Os EUA, a França e a Grã-Bretanha só declararam guerra a Hitler e ao nazi-fascismo qd se tornou evidente que os "sub-humanos" dos eslavos comunistas soviéticos haviam conseguido derrotar a barbárie nazi-fascista dos "arianos, senhores da terra" após Estalinegrado e Kursk, e que o Exército Vermelho só pararia nas praias de Portugal
Os EUA, a França e a Grã-Bretanha e muitos outros países do chamado "mundo livre das democracias ocidentais" conviveram bem com Salazar e Franco, não por eles serem democratas mas por serem anticomunistas. a URSS não conseguiu que em Nuremberga fosse julgado qualquer grande capitalista, beneficiário do nazi-fascismo, como Krupp
Cansa tanta cegueira, qd após a implosão do bloco socialista - e saber pk implodiu é outra história - o grande capital se sentiu com forças para retomar a barbárie nazi-fascista e dos colonizadores, com homens e mulheres de mão como Merckl, Obama, Sócrates. Paulos, Bush, Blair, Barroso, Aznar, Berlusconni ....
Os patrões de todos estes governantes não querem e dão-se melhor sem partidos, sem parlamentos, sem eleições e, sobretudo, sem comunistas, sem (verdadeiros) socialistas, sem trabalhadores e sem populações organizadas de modo a fazerem-lhes frente. E fazer frente não se confunde com fazer o frete. O que para muitos é mais seguro..
Para eles a Declaração Universal dos Direitos Humanos já é um perigoso documento subversivo, a ser queimada em auto-de-fé inquisitorial.
Determina o seu Artigo 25.º
1. Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários, e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice ou noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.
2. A maternidade e a infância têm direito a ajuda e a assistência especiais. Todas as crianças, nascidas dentro ou fora do matrimónio, gozam da mesma protecção social.
Já a leram na íntegra ?? Está aqui
Mas podem passear pelo site. Aproveitem enquanto podem http://www.dhnet.org.br/direitos/
Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores
Há certo paleio que cansa, cansa pk as pessoas não pensam, pk as pessoas, de boa ou de má fé, atacam o acessório e não conseguem ver o essencial ...
Porque se o Governo alemão e o parlamento alemão é que são bons, pk teriam menos despesa - o que duvido - então pk não advogar o regresso do nazi-fascismo que está em marcha ? Porque não substituir a Internacional ou a 9ª Sinfonia de Beethoven e, sobretudo, Grândola Vila Morena por Deutschland über alles ?

26 de março de 2015     · 

Um jornal diário de Luanda cujo nome não registei costumava publicar as fotos dos melhores alunos do Salvador Correia, com uma breve biografia. Não fui colunável, embora tivesse terminado Letras com 13 valores e reprovado a Ciências. Entre a papelada encontrei estes recortes de colegas meus, todos eles naturais de Luanda, excepto o Oliveira Gama. Todos eles, haviam terminado o 5º ano. De cima para baixo e da esquerda para a direita, são eles:

Herculano Araújo da Silva, Marcolino António Pinto de Meireles, Nelson Rangel Pereira Duarte, Rui Filipe Matos de Martins Ramos (tb na foto pequena), Fernando Carneiro de Oliveira Gama, e António Maria Amaro Monteiro

26 de março de 2015  ·   · 

em luanda, a pose de estudante

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  Suzete Chaveiro

Estudante, Aplicado !!!!

10 a

Victor Barroso Nogueira

Tens aqui outra, Suzete Chaveiro 😛                 


Caala (antiga Vila Robert Williams) (Huambo, antiga Nova Lisboa) - Férias Grandes de 1965 - Foto MENS

Victor Barroso Nogueira

mas em évoraburgomedieval ninguém me fotografou a estudar, apesar das tardes no arcada ou no portugal Suzete Chaveiro LOL

10 a

Suzete Chaveiro

Olha a novidade !!!!! Aqui tinhas muito mais que fazer ..... Mas tambem atingiste o objetivo pelo qual vieste para cá, ou não? Portanto, tudo é preciso na vida ... Tudo faz parte da vida .... Beijinhos

10 a

Victor Barroso Nogueira

Suzete Chaveiro O que eu quero dizer é que me parece que na altura e do grupo do arcada apenas eu teria uma maquineta fotográfica, as fotos eram caras e o dinheiro não chegava para tudo. Mas ainda tirei algumas fotos à malta, que se encontram no meu album sobre a malta do isese em evoraburgomedieval 😛

10 a

Editado

Maria Célia Correia Coelho

Estudante aplicado!!! 🙂

10 a

os andores e os andares
Parado
sem andor
na beira.rio sorrio
com frio
e
sem calor
nem verdor
de ardor
o andor
vazio
No andar
- o nono -
andarilho sem andar
um mono
em sarilho
Paço de Arcos 2017.03-26

26 de março de 2016  · 

  Gravura - Escher   - TEXTOS de vn SOBRE A PÁSCOA

Nem sempre  o projectado se concretiza e, apesar de todos os meus propósitos, ainda não foi este ano que em tempo de Páscoa regressei à aldeia minhota de Goios, terra natal do meu avô materno, apesar de há dois ou três anos e ao fim de décadas - numa estadia no Mindelo - ter reencontrado os meus primos e conhecido outros, família que me recebeu e acolheu de portas abertas, como era a casa dos meus pais em Luanda e como é a minha neste Portugal à beira-mar "prantado".

A Páscoa é uma festa "religiosa" que apenas tem significado para os Cristãos e para os Judeus, cada vez mais transformada em mais uma época de facturação mercantil. 

Remeto para um texto de memórias  Goios - a Páscoa numa aldeia minhota (1963 e 1974)

 e para uma reflexão num dos meus primeiros poemas, escrito nos primeiros anos do meu exílio em évoraburgomedieval  - 6ª FEIRA SANTA 

Que as amêndoas sejam doces e o folar apetitoso, com cabrito ou borrego assado.

26 de março de 2017  · 

Já não me lembrava desta foto, de que publico este pormenor, tirada por um fotógrafo ambulante no Jardim Zoológico de Lisboa em Agosto de 1999. Ao meu lado a minha tia Maria Luísa em cujo espólio a encontrámos.

 26 de março de 2018  · 

setúbal - auto-retrato em 2018.03.28 - O postal na prateleira é humorístico, duma série com aqueles dois personagens em situações variadas.  Ele tem parecenças com o meu pai e retrata a relação mútua dele com a minha mãe, neste caso ambos na praia, ela zangada com ele e ele "alheado" de costas voltadas e ouvindo música. Ofereci um a cada um deles: o meu pai achou montes de piada mas a minha mãe zangou-se comigo, pois entendeu que estava  a ser ridicularizada e o seu sentido do humor desvanecia-se quando lhe parecia que estava a ser posta em causa, contrariamente ao que sucedia com o meu pai que se divertia com os postais e bonecos que eu lhe oferecia.,  Abaixo pode apreciar-se o referido postal


Postal ilustrado da série Holidays in Portugal

26 de março de 2020  · 

foto victor nogueira -  Lisboa  rua Augusta e Arco, com a Estátua de D. José I ao fundo, em 1998.05.05

(...) À tarde o Rui queria ir ao cinema ver o Pimentinha, baseado num miúdo endiabrado personagem da banda desenhada; mas a Susana preferia ver as lojas da Baixa pombalina, para arejar o dinheiro. Prevaleceu a proposta da Susana, que comprou adereços de artesanato em pele e missangas, tendo oferecido ao maninho uma fina pulseira em cabedal.

Com a Rua Augusta fechada ao trânsito automóvel, os passeantes passeiam-se à vontade no longo passeio público, onde personagens variados expõem as suas habilidades. Aqui um presumível grupo de índios da América Latina, todos de igual vestidos, interpretam canções do seu folclore, perante uma pequena multidão à sua volta, fotografando ou embasbacando-se. 

Menos assistência tinha um deficiente físico pintando um quadro com a boca. 

Mais além outra pequena multidão rodeava um velhote com periquitos numa caixa e um plano inclinado, sem que se percebesse que habilidades saíriam dali (talvez estivessem intimidados com a assistência ou ainda em fase de aprendizagem). 

E como não podia deixar de ser, um homem estátua, de palhaço vestido, embora de vez em quando fizesse momices com os olhos para divertir a numerosa assistência. Não deixo de admirar a capacidade destes indivíduos para estarem completamente imóveis, tanto mais quanto eu sou um mosquito eléctrico! 

Ao fundo, junto ao Arco da Rua Augusta, vendia-se artesanato, por pessoal mais limpo e aspecto mais comum do que aquele de ar sujo e maltrapilho que outrora abancava naquele sítio, ao jeito pretensamente hippie.

Hoje não choveu, apesar do tempo trovoadoresco, pelo que acabámos na Praça da Figueira ( )  cheia de gente, na Esplanada dos Irmãos Unidos vizinha da Suiça, mas com pouca variedade de comes e bebes. 

Por lá apareceu um indivíduo, poeta popular, vendendo meia dúzia de poemas em livro de sua autoria, a quem comprámos um exemplar que dedicou à Susana, depois dele e a minha mãe se terem recitado mutuamente poemas das respectivas autorias. De qualquer modo os dele, em conteúdo, não chegam nem de perto nem de longe aos calcanhares do António Aleixo, algarvio, ou do Calafate, setubalense, pois quanto ao estilo são diferentes. (MMA - 1993.08.19)

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O poeta popular acima referido é Júlio Martins, que autografou-nos o seu livro “Nostalgia Poética”

26 de março de 2022  · 

Foto victor nogueira - Lisboa  (Praça de Londres)  - conjunto escultórico que adornava a fachada do demolido 'Cine-Teatro Monumental', do escultor Euclides Vaz.

26 de março de 2024  · 

Foto victor nogueira - Vila do Conde - Mural BD de Anke_1 Ekna na Avenida Figueiredo Faria  (file981 em 2023)

Este mural já havia sido foto de capa em 2023 03 17 (Foto em 2022 12 09 IMG_1431), mas parcialmente encoberto por um automóvel defronte dele estacionado.

A vida é mesmo assim!!! / A força é interior! - Mural de Anke One Ekna # Goofy ou Pateta, criação dos Estúdios de Walt Disney, e Johnny Bravo, criação de Van Partible.

Goofy{Pateta] é um cão antropomórfico trapalhão, desajeitado, engraçado e bondoso, com um chapéu sui generis.

"Johnny Bravo" é um louro musculoso, egocêntrico e vaidoso. Ele sempre usa óculos escuros (mesmo de noite), e as vezes, outros óculos escuros por baixo, camiseta preta, calça jeans, e um grande topete loiro. Mulherengo, costuma ser rejeitado por quase todas as garotas que tenta conquistar por sua estupidez e modos desagradáveis. Ainda mora com a mãe, Bunny, que sempre está disposta a protegê-lo. Johnny acha Cacá muito chato e está sempre tentando evitá-lo - embora muitas vezes tente usar da ingenuidade e da genialidade de seu amigo. Sua vizinha é a pequena Suzy.» (Wikipedia)

terça-feira, 25 de março de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Março 25, (re)colhidas em 2025

 * Victor Nogueira

25 de março de 2014  · 

Os túnicas azuis é uma hilariante série de bd cuja accão decorre durante a guerra civil norte-americana, com 1 inventivo anti-herói, o cabo Blutch (cuja divisa é "mais vale um cobarde vivo-- a qualquer preço - do que um herói morto") e 2 "heróis", respectivamente, o sargento Chesterfield  bem como o "louco" comandante do 22º de Cavalaria,o capitão Stark 

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  Maria Jorgete Teixeira

simpáticos...

11 a

Maria João De Sousa

Muito curiosos, estes "túnicas azuis", Victor Nogueira. Não me recordo de alguma vez ter lido... a minha paixão pela BD, centrava-se muito na Mafalda do Quino...

11 a

Victor Barroso Nogueira

Ah! Maria João De Sousa . Há muitas séries de bd com miúdos, desde o 1º de todos, dos primórdios, onírica, (Yellow Kid) até ao "Quim e Manecas" (de Stuart), passando pelos Sobrinhos do Capitão (Katzenjammer Kids). Mas mais recentes, menos "infantis" e simplistas, são Mafalda (de Quino) e os Peanutas (dos célebres personagens Charlie Brown e o cão Snoopy), que são séries de miúdos "adultos". Ao contrário de Calvin e Hobbes,actualmente a minha preferida, cujos "actores" se parecem de facto com as crianças que conheço daquela idade, incluindo os meus filhos, a quem comprava também uma outra série, esta brasileira e "positivista": Turma da Mónica, e de que aprecio o Chico Bento. Da minha meninice lembro-me doutra série - a que envolvia a "Lulu" e o "Bolinha", que já não aprecio.

11 a

Editado

Judite Faquinha

Camarada Victor, eu não conheci esta série... mas gostei, obrigada pela partilha bjs<3

11 a

Nascimento Maria

Não me lembro de ver esta série .

11 a

Antonio Jesus Pereira

gosto disto

11 a

Silvia Mendonça

Adoro HQs. Esta série eu não conhecia. Vou procurar saber mais. Grata por partilhar. Beijos de mim.

11 a

Maria João De Sousa

Olá!!! 🙂 Coincidentemente fãs do Chico Bento, pelo que vejo, Victor Nogueira!!! Os sobrinhos do Capitão, conheci, bem como o Charlie Brown e o Tintin... na minha infância eram as revistas latino-americanas do Walt Disney e Walter Lantz, com as quais aprendi a ler... não me consigo lembrar exactamente de que país latino americano vinham e não me sobrou uma única, embora o meu pai as comprasse todas as semanas e tivesse reunido uma biblioteca de BD de alguns milhares de exemplares...

11 a

Elsa Cardoso Vicente

Obrigada, sempre gostei imenso de alguma bd, esta é uma delas, obrigada

11 a

Ricardo Lory

Isabel Reis o que me foi lembrar agora....para além desses que eram uma risada os dois, não esquecer o Lucky Luke com o Rantanplan (o cão) E os sempre inesqueciveis Asterix e Obelix...bons tempos...penso que ainda tenho esse livros lá por casa numa cai… Ver mais

11 a

Victor Barroso Nogueira

Maria João De Sousa Em Luanda do Porto o meu avô enviava-me o Cavaleiro Andante e o PimPamPum, entre outras. Do meu pai e tio em Luanda lia o Senhor Doutor, o Mosquito e o Mundo de Aventuras, todas dos anos 30/40, para além de outras, designadamente brasileiras, de que me lembro do Gibi Mensal e Histórias aos Quadrinhos. Ficou tudo em Luanda - Tintim, Zorro, Foguetão, o Camarada, ... - , pois o meu pai não as trouxe em 1975 e hoje valeriam uma pequena fortuna. Tenho dois sonhos na vida - encontrar junto a um contentor do lixo um,a colecção completa do Senhor Doutor e, a embrulhar batatas das mercearias que desapareceram, 2 ou 3 Van Gogh LOL

11 a

Maria João De Sousa

Eheheheh... que sonhos, Victor Nogueira! E eu que só vou tendo "pequenas utopias", eheheh... mas o PimPamPum e o Mosquito também faziam parte do "acervo" lá de casa... a minha memória é que os não reteve tão bem quanto soube registar os outros...

11 a

25 de março de 2016  · 

setúbal 2016 - rua fran paxeco (antiga rua direita do troino) - No local onde se encontra este desenho funcionou um amolador,. Costumavam percorrer as ruas com uma "música" identificativa e consertavam guarda-chuvas, amolavam facas e tesouras e soldavam os furos em tachos e panelas.

Hoje em Portugal já vigora o "desperdício". necessário à rápida circulação de mercadorias necessária ao acumular de lucros. São a "moda" e o não consertar o que se estraga ou rompe. 

A "pequena burguesia" do  tempo dos meus avós, poupadinha e vivendo das aparências exteriores, agora é "assepticamente " designada por "classe média", vivendo das aparências,  do consumismo, do desperdício e da "moda". Mas continuam  idênticas, no renegar as origens "populares" e a "aspirarem" a "ser"com a ilusão do "ter".  Girando em torno do próprio umbigo, são ontem como hoje a "almofada", descartável em tempos de crise. são o fermento contra os que "comem o pão que o diabo amassou", a tropa de choque em potência contra os famélicos da  terra e os deserdados da "sorte".

Na terra de ninguém  e do nada, colocam-se entre as trincheiras, em nome da "sobrevivência",  na realidade escudadas com o "nada" e o pó das (des)ilusões. (Foto victor nogueira)

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  Judite Faquinha

Quantas vezes eu mandei amolar a minha tesoura que no meu trabalho tinha que ter sempre junto de mim...o nome que lhes dava-mos era amola- tesouras...ainda aparece boa noite meu amigo Victor beijokinhas ❤

9 a

Lourdes Baginha

Lembro-me...

9 a

Filipa Calado

Prenúncio de chuva.....obrigada victor 🙂

9 a

Viriato F. Soares

Gostei do texto, fez-me lembrar velhos tempos em que os amoladores faziam parte do dia a dia. Obrigado pela partilha.

9 a     

25 de março de 2017  · 

foto de família - a meio o meu pai e à direita o meu avô Luís, numa feira - foto e tela de fotógrafo ambulante

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  João Carreira

Vi a tua resposta , sei como é que a coisa funcionava mas , não respondeste ao essencial que era saber que-é- quem no lado esqº da foto ...

8 a

Victor Barroso Nogueira

Ah! João Carreira Desconheço. Reconheço apenas o meu pai e o meu avô e nesta fase do campeonato e após o falecimento da minha ria Lili no passado sábado sou o único sobrevivente e já não é possível responder a todas as questões resultantes dos espólios familiares que me cabem 🙂

8 a

João Carreira

Se reparares tu és bem parecido com ele !...

8 a

Victor Barroso Nogueira

Parecido com quem ? Com o da esquerda não, seguramente LOL

8 a

Responder

João Carreira

Tive a tirar as "medidas " e vais melhor com o da direita , sim ...

8 a

Victor Barroso Nogueira

Não, o meu pai é o do meio João Carreira e com esse sou efectivamente parecido

8 a

João Carreira

Cá ganda confusão que eu te arranjei ... fiquei - não sei porquê . porque te explicaste bem - com a ideia de seres tu e o teu Pai ... quando é o teu Pai e teu Avô ... Mil desculpas .

8 a   

25 de março de 2017  · 

a minha tia Lili em Angola, na Fazenda Tentativa (Caxito) onde o meu avô paterno era químico-analista, em 44/46 do passado milénio

25 de março de 2019  · 

foto victor nogueira - 2016.09.26 - O Convento de Santa Clara, em Vila do Conde, visto da azenha quinhentista, em Azurara. O Convento, fundado em 1318, foi edificado no local onde existiram sucessivamente um castro e um castelo medieval, era destinado a filhas de grandes senhores, e a sua imponência resulta do despique e vontade de afirmação do seu fundador, D. Afonso Sanches, filho bastardo de D. Dinis, face à sua madrasta, a chamada Rainha Santa Isabel. A sua imponência esmagadora e senhorial sobre a Vila a seus pés, não impediu a autonomia da burguesia vilacondense resultante dos Descobrimentos, que conseguiu autonomizar-se com o apoio real. D. Afonso Sanches era o filho predilecto do rei, que pretendia legar-lhe o trono em sucessão, em prejuízo do filho legítimo, que viria a ser Afonso IV, que derrotou todas as pretensões do seu meio-irmão, até à assinatura de um tratado de paz entre os dois irmãos, em 1326. O enorme poder das freiras, que se tornou um entrave ao progresso económico d região, só foi definitivamente quebrado com a extinção das ordens religiosas, no século XIX e na sequência das revoluções liberais.

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 Graça Maria Teixeira Pinto

Muito interessante! Gostei de ler-saber.

6 a

Graça Maria Teixeira Pinto

Victor: há uma igreja, onde p/ acaso casei que tem no tecto, uma pintura alusiva á rainha Santa a pacificar os irmãos rivais evitando assim uma sangrenta batalha. Soube agora p/ ti a razão da zanga entre os irmãos. Abraço.

6 a

Victor Barroso Nogueira

Graca Maria Teixeira Pinto Reza a história que Isabel de Aragão terá intercedido para que os dois irmãos assinassem a paz. Mas a intercessão mais importante foi durante a guerra civil que opôs o rei Dinis apoiado pela nobreza feudal, contra o futuro Afonso IV, apoiado no poderio crescente da burguesia e dos concelhos.

Uma curiosidade: Dinis e Afonso Sanches, o filho bastardo que acabou por perfilhar, foram ambos homens letrados e trovadores.

6 a

Graça Maria Teixeira Pinto

Victor,obrigada por mais esta informação. Adoro conhecer estes bocadinhos de história.E agora uma informação pessoal:a minha Mãe tinha uma grande devoção à Rainha Santa e aos 4 anos vestiu-me da dita para eu ir na procissão.Tenho a foto e estou com ar desconfiado.Seria o peso da coroa...😀

6 a

Victor Barroso Nogueira

Graca Maria Teixeira Pinto Quem sabe ? 🙂

6 a      

25 de março de 2020  · 

Foto victor nogueira rolo 370 vila da feira - centro histórico 1998.09.11

Santa Maria da Feira ou Vila da Feira - Castelo lá no cimo da encosta arborizada, frondosa, onde as pessoas deambulam calmamente. No sopé, no Rossio onde outrora se realizava a feira medieval,  uma igreja e convento do Elói lá em cima, com acesso por ampla escadaria, com fontanário e cruzeiro cá em baixo. Neste Rossio arborizado se realiza uma importante romaria, a Festa das Fogaças. Aqui se situa um espigueiro junto ao Orfeão da Feira  e um quiosque de ferro verde.

O "centro histórico" é pequeno,  com uma rua pedonal  e um largo com fonte a meio e edifício brasonado, onde também se situa o da Câmara: claro que falamos da Rua Direita e da Praça Velha. (Notas de Viagens 1998.06.14)

25 de março de 2022  · 

Foto victor nogueira - Mértola, nas margens do Rio Guadiana, estrada fluvial, vista das muralhas do castelo. Em 1º plano a antiga mesquita, transformada em templo cristão.  (Rolo 386 - 1999 02 20)

«A actual Igreja Matriz de Mértola está situada no limite nascente da plataforma artificial contígua ao complexo baptismal e foi cristianizada com a Reconquista Cristã, em 1238, quando Mértola foi conquistada pelas hostes de Santiago da Espada. Os novos senhores não promoveram novas construções, aproveitando ao invés as edificações existentes, as estruturas do antigo castelejo e cristianizando a mesquita, agora dedicada a Santa Maria. A escavação, realizada na parte exterior do monumento, revelou uma estrutura monumental, constituída por silharia de granito reaproveitada, com cerca de dois metros de altura. Estas estruturas foram interpretadas como sendo de uma construção anterior à mesquita.

(...) A mesquita que se lhe seguiu deverá ter sido erguida na fase de consolidação almóada, na segunda metade do século XII. Durou até à Reconquista Cristã. Práticos, os novos senhores de Mértola conferiram novas funções ao minarete da mesquita, transformado em torre do campanário. As vozes dos almuedins foram substituídas pelo som dos sinos da igreja. E a vida continuou.»  

25 de março de 2023  · 

Mudança para o horário de Verão, adiantando o relógio 1 hora. Em Setúbal, na margem direita do Rio Sado e do seu amplo estuário,  o fim de semana est(ar)á  soalheiro, primaveril, com céu azul, límpido e cintilante, embora no parque verde, lá em baixo as árvores de folha caduca ainda tenham os esquálidos ramos despidos  de folhagem


segunda-feira, 24 de março de 2025

Letras empilhadas, ano após ano, em Março 24, (re)colhidas em 2025

* Victor Nogueira


24 de março de 2013  · 

O BAILE DAS MÁSCARAS

Uma jogada de mestre, a de Relvas Passes de Coelho. Não foi só Sócrates mas tb Ferreira Leite e o Professor António  Borges que foram repescados para aumentar a confusão e desviar as atenções. Seja na RTP/SIC/TVI, seja no Público/Expresso/Visão/CM/DN/JN  e por aí fora adentro.

MÚSICA, MAESTRO

Ouvem os charlatães todos, incluindo na SIC e na TVI, desde a quadratura do círculo ao Marcelo, o Costa de Lisboa, o Marques Mendes e outros, mas atiram-se à RTP, que Relvas quer silenciar. Por acaso ou não a RTP é que é obrigada a transmitir tempos de antena, sobretudo em períodos eleitorais, e não as estações privadas como a SIC ou a TVI.

Apesar de Borges -  porta voz e fiscal do capital financeiro - o meter no saco dos ignorantes que não entendiam a "bondeza" do TSU,  Belmiro de Azevedo, um dos homens mais ricos do Mundo,  dá ao insigne professor de economia a possibilidade no Público de "lavar" a cara e dar o dito pelo não dito, enquanto noutra página o Paulo filho de Belmiro vai zurzindo  nas taxas da banca demasiado altas para os negócios deles, os  Belmiro. 

 Ah! Belmiro perde a polidez e defende como qualquer verdadeiro capitalista ou patrão analfabeto que é preciso baixar os salários (e como irá o Modelo/Continente/Optimus/Zon  fazer face ao Pingo Doce Saude de hipermercado ?) 

Não há crise: Ulrich/Espírito Santo/Américo Amorim/Soares dos Santos/ Belmiro e Cia lá se entenderão até o povo sossegar e acabar com o que Belmiro chama o "carnaval das manifestações" pois é preciso "aguentar" e seguir o exemplo  dos "sem-abrigo", enquanto não se criminaliza a busca de restos nos contentores, que é um dos lucros das empresas de resíduos sólidos, segundo declarou um seu administrador.

Coelho Gaspar e e Portas cumpriram com zelo e competência o amealhar de lucros mais  ou menos fabulosos à banca e as grandes grupos económicos. Agora é preciso mudar as moscas por outras semelhantes, apesar das aparências.

Entretanto, Pacheco Pereira, o "grilo falante" pretensamente independente do PSD, jura a sua fé e fidelidade ao PSD e considera uma provocação pretenderem insinuar que está próximo do PCP. E (em artigo pago pela empresa do Belmiro ?), defende que a solução está nas duas sumidades que são Costa do PS e o Rio do PSD, que se devem entender para um programa de (de)Governo, estilo - digo eu - "tudo como dantes(co), quartel-general em Abrantes" (dos funantes)

Por outro lado o PS de sócretinos seguros, indiferente às "sugestões" escritas no Público de Belmiro,  anda numa fona para conseguirem convencer o eleitorado sobre a quadratura do círculo e a possibilidade de sol na eira e chuva no nabal, tudo a favor do capital, com quem rimam !

É de reflectir sobre as declarações de Almerindo Marques acusando Sócrates/PS de pressionarem a favor das PPP. Ora estas foram criadas por Cavaco/PSD, aprofundadas pelo PS e mantidas pelo PSD/Passos/Relvas/Portas.

Um dos maiores exemplos da promiscuidade do PSD nas PPP está em Ferreira do Amaral/PSD/ministro de Cavaco, cujos ministros PSD estão envolvidos na fraude do BPN, "nacionalizado" pelo PS/Sócrates

Tudo farinha do mesmo saco que pretende baralhar e ficar com os trunfos todos a favor da banca e dos grandes grupos económicos, os verdadeiros donos de Portugal e do Mundo

MÚSICA, MAESTRO

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Graça Maria Teixeira Pinto

Quem como o Victor para nos abrir os olhos? 🙂

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António Manuel Silva Santos

Será que alguma vez,os meus compatriotas,muitos deles operários como eu,saberão um dia desmascarar,e vencer estes monstros de maldade, vocacionados para nos enganar.

12 a

Francisco Gentil Apolónio

É uma questão de tempo e da amplitude e força da luta,

António Manuel Silva Santos. Creio que comungamos, no essencial, das mesmas ideias. Eu gostaria que fôssemos amigos aqui no facebook! Eu não posso pedir! Estou interditado, temporariamente, pelo FACE de solicitar amizades. Se quer e pode, solicite que eu ficarei grato! Um abraço de agradecimento, amizade e consideração.

12 a

Manuela Vieira da Silva

Por aí fora adentro... Gostei deste texto pela forma como resumiste preto no branco as calamidades políticas/oportunistas/capitalistas em que este nosso país mergulhou. Mas os totós somos nós, todos nós que ainda nos damos ao trabalho de pôr os ouvidos a trabalhar para essa gente. E porque é que se dá tanta importância ao que não presta. Aumentam as audiências para se ouvirem barbaridades. Não há dúvida de que até na política e na economia a reciclagem é bom negócio para os que são reciclados.

12 a

Judite Faquinha

VICTOR eu tenho tido dificuldades com a net... mas sei os comentários que tenho a fazer, eu ler lei, mas se klico para não responde, bjs

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Victor Barroso Nogueira

Judite Faquinha Espero que consigas por o teclado na ordem LOL. Mas se for um teclado sem fios, wireless, não será pilha descarregada ? Bjos 🙂

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Belmira Patrício

'enriquece o charlatão'...

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Victor Fernão Pires Fernandes

E o Socrates também por aí anda, são os tais democratas que governaram Portugal 48 + agora 40 . ABRAM A PESTANA.

11 a

24 de março de 2014  · 

foto victor nogueira - setúbal - crianças do bairro azul (belavista) - gosto imenso desta foto, "congelando" um momento - o da fixação na objectiva e a "protecção" ao miúdo central. Nas minhas deambulações fotográficas há pessoas - sobretudo crianças - que me pedem para fotografá-las, algumas dando-me o endereço para que as recebam posteriormente, embora nunca tenham acusado a recepção. Outras, sobretudo os adultos, querem apenas ser fotografadas, apenas por esse motivo, como se a foto significasse que de alguma maneira e deste modo delas ficaria testemunho da sua passagem na terra. 

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     Isabel Dias Alçada

As crianças o bem do Mundo, bjs amigo feliz noite !

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Nascimento Maria

Espetacular .Os miudos são limdos

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Elsa Cardoso Vicente

Expressões lindíssimas, boa noite Victor Nogueira...

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Odete Maria Botelho

Lindas ..as crianças têm a pureza dum olhar...Boa noite amigo Victor..uma linda noite com mta paz..Beijinhos ❤

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Yolanda Botelho

lindas.....bj

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Maria Célia Correia Coelho

Uma beleza esta foto Victor!!

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Judite Faquinha

Maravilha linda de três meninas, curiosas para tirarem esta foto!!! Victor, obrigada pela partilha adorei beijinhos ❤

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Fatima Mourão

lindos ❤

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Maria João De Sousa

Bela imagem, Victor Nogueira!

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Nascimento Maria

Continua tambem como fotografo

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Nascimento Maria

A espressão e curiosidade com que elas estão ..São modelos fotográficos !!

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Laura Rijo

Crianças e sua inocência. Linda foto. Boa noite, beijinho!

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Jorge Santos

Expressões magnificas. Crianças curiosas. Mas não são modelos fotográficos. Deste modo ficará testemunho da sua passagem na Terra.

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Teresa Roriz

tb gosto muito

10 a           

24 de março de 2020  · 

foto MNS - Salvada (Beja) -1974 01 01

SALVADA - Aldeia alentejana a doze quilómetros de Beja, de casas brancas e térreas, com as suas características chaminés, e um largo onde avultam a Igreja de Nossa Senhora da Conceição e  o edifício degradado do antigo cinema, hoje fechado, símbolo duma imponência que o tempo deixou para trás. 

Como em muitas aldeias alentejanas existem duas sociedades recreativas, a dos ricos e a dos pobres, que organizam bailaricos, onde se bebe e onde se disputam circunspectos jogos de cartas, como a sueca.

Uma estreita e sinuosa estrada liga Beja à Salvada, via perigosa, ladeada de árvores, onde se verificam não poucos acidentes de viação (1). (Memórias de Viagens, 1997)

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(1) Nesta aldeia moravam dois dos meus cunhados e consortes e num destes acidentes morreu a minha cunhada Teresinha, na foto com o António e a minha sobrinha Milinha.

Por vezes eu participava na taberna em jogatinas de cartas com um dos meus cunhados, o mano Janicas, que se desesperava porque eu não entendia os seus gestos aconselhando o que deveria jogar. Dizia-me ele com o seu habitual bom-humor: "Mas que raio de mano este, que não bebe nem joga como deve ser, nem percebe os meus sinais!".

24 de Março de 2024

Fotos victor nogueira - Setúbal - casas do Casal das Figueira (rolo 92)

No âmbito do Planeamento Urbanístico o Município de Setúbal pretendeu continuar o propósito de erradicação de barracas na cidade, iniciado após o 25 de Abril, com o entretanto extinto programa SAAL.

Nos anos ’80 coube-me a responsabilidade de caracterização dos alojamentos e condições de vida. em bairros cujas populações se pretendia realojar, assim como as expectativas dos seus moradores.

Deste modo, nos bairros do Casal das Figueiras, a ocidente, da Monarquina, do Mal-Talhado e Humberto Delgado, a nascente, coordenei uma equipa de inquiridores, a maioria jovens estudantes. Por falta de resposta da Informática em tempo útil, não foi possível tratar os dados recolhidos, acabando por se extraviarem os boletins de inquérito. Os inquiridores deveriam também assinalar as barracas vagas, para imediata demolição pelos serviços camarários.

O Casal das Figueira, bairro de pescadores, fica lá no alto do morro, pela encosta acima ou abaixo, com uma vista deslumbrante sobre o Estuário do Rio Sado. Mas ao contrário do que dizem os versos da “Avé Maria no morro” não creio que lá existisse a felicidade que esta canta, ao estilo duma “Casa Portuguesa”.

Não obstante, as “vivendas” distinguiam-se, desde as mais abarracadas, algumas de pau a pique e telhados de colmo, outras de tábuas desirmanadas. As que as fotos ilustram, com enfeites, vasos de flores e “marca” do proprietário, tiinham paredes de tijolo, tellados de cerâmica, sendo as paredes, umas, de contraplacado, outras.

Os caminhos, esses eram e continuam a ser pedregosos. As fotos registam também a floresta de antenas televisivas, que ao tempo marcavam as paisagens;. Numa altura em que os televisores a cores eram um luxo, os dos moradores destes bairros eram a preto e branco.

VER 

Setúbal - Casal das Figueiras

O Casal das Figueiras, em Setúbal