* Victor Nogueira
26 de maio de 2020
Os coretos surgiram ligados ao florescimento das bandas filarmónicas locais, integrando o movimento nacional de descentralização cultural da música instrumental do século XIX. Nos séculos XIX e XX a Avenida Luísa Todi, antiga Rua da Praia, era um dos passeios públicos de Setúbal. O coreto nele existente, propriedade da Sociedade Musical Capricho Setubalense, foi inaugurado em 1899, substituindo um outro que se erguia no Jardim do Bonfim desde 1880, o então chamado "coreto velho", que, entretanto, foi deitado abaixo, o que ocorreu durante o mandato camarário de António José Baptista.
Existem presentemente na área do município a Sociedade Musical Capricho Setubalense, a Sociedade Musical e Recreativa União Setubalense e a Sociedade Filarmónica Perpétua Azeitonense, esta em Vila Nogueira de Azeitão. E para além do coreto de Setúbal, existe outro em Oleiros (Azeitão)


Sem comentários:
Enviar um comentário