5 de novembro de 2022
Fotos victor nogueira - Os pobres seriam enterrados em valas comuns ou onde calhasse, deles restando apenas ossadas despersonalizadas. Houve p.ex em Lisboa o poço dos negros, para onde seriam lançados os cadáveres dos escravos.
As pessoas mais abonadas, nobres ou burgueses, mantinham a memória da sua existência em campas rasas, arcas tumulares ou capelas privativas, no interior das igrejas ou no exterior das mesmas.
Nesta sequência figuram a capela tumular de Garcia de Resende (Mosteiro de N. Sra do Espinheiro, em Évora), Igreja de S. Vicente (Atouguia da Baleia) e arca tumular de Vasco da Gama (Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa)
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Elias Quadros - Ricos e pobres, santos conhecidos e incógnitos que para nós rogam um assento à Mesa de Abraão! Para todos, imploramos a Felicidade Eterna, particularmente neste Mês das Almas.
Vasco Costa Antunes - A história dos túmulos está por fazer, bem como a dos cemitérios.... Sempre que visito uma cidade tento visitar os cemitérios. Os que mais me impressionaram: o velho de Luanda, ou Alto das Cruzes e o de Benguela, ambos pelos escritos tumulares. E claro o do Pere La chaise em Paris.

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