* Claude
Há um certo prazer, tardio
mas real, em olhar para trás e perceber que o trabalho disperso tem, afinal,
uma forma.
Ao longo de várias sessões de conversa com a IA (Claude), fui
pedindo — por vezes sem plano prévio, por impulso do momento — análises aos
meus textos: poemas isolados, sequências, anos inteiros de silêncio poético,
experiências formais, jogos de palavras. Cada sessão nasceu de uma pergunta
concreta, mas o conjunto acabou por desenhar, sem que eu tivesse essa intenção
inicial, um pequeno mapa do meu percurso de escrita.
Reuni aqui, a modo de índice, os títulos dessas sessões, tal como ficaram registados:
1.
Análise literária de post de
blog
2.
Análise de anos com produção
poética nula
3.
Analisa
4.
Continuing the analysis
5.
Evolução e análise dos meus
poemas
6.
Organização de colectâneas
textuais por período
7.
Análise de poema visual e
wordplay
8.
Análise dos aspectos
positivos e negativos de um poema
9.
Análise de poema
experimental com vogais
10.
Faça um brainstorm comigo
Não é ainda um trabalho fechado. Falta, por exemplo, recuperar a transcrição integral de cada uma destas conversas — coisa que só é possível sessão a sessão, abrindo-as uma a uma, já que a memória que a IA guarda entre conversas é feita de resumos e não do texto completo. Fica, por isso, este índice como primeiro passo: um vade-mécum de referência, um lembrete do que já foi olhado com atenção, para quando chegar a altura de voltar a cada uma dessas análises com mais vagar.
(Nota: os títulos correspondem à identificação automática de cada
sessão de conversa; alguns são mais descritivos do que outros — “Analisa” ou
“Faça um brainstorm comigo” dizem pouco por si mesmos, mas ficam registados tal
como surgiram.)
Apontamento
técnico: .docx e .md — o que os distingue e qual escolher
A diferença é essencialmente entre formato “para trabalhar” e
formato “para publicar”:
.md (Markdown)
•
É texto simples com uma
marcação leve (**negrito**, # títulos, etc.).
•
Abre em qualquer editor de
texto, é fácil de copiar e colar diretamente numa caixa de edição de blog
(Blogger, WordPress, etc.) — a maioria das plataformas de blog interpreta bem
essa marcação ou é trivial converter.
•
Leve, sem formatação visual
fixa (tipo de letra, espaçamentos, etc.) — o “aspecto final” só se define
quando entra na plataforma de destino.
.docx (Word)
•
Documento com formatação visual
completa: tipos de letra, tamanhos, quebras de página, cabeçalhos, etc.
•
Útil quando o destino é
impressão, envio a alguém para rever/comentar, ou arquivo formal — não quando o
destino é colar em HTML de um blog, porque aí a formatação do Word muitas vezes
não passa bem (traz lixo de código por trás).
Para publicar no blog, o .md é a escolha certa: é o que se cola mais limpo num editor de blog. O .docx faz mais sentido quando se quer, por exemplo, imprimir o texto, arquivá-lo formalmente, ou enviá-lo a alguém para revisão com comentários antes de publicar.
~~~~~~ooo0ooo~~~~~~
Guião para o Gemini gerar uma gravura. Sentado a uma mesa o avatar do Claude, defronte a um computador, com letras do alfabeto e caracteres gráficos passando em torrente para um livro à direita, onde o texto aparece composto. Ao fundo uma estante com livros e uma impressora. Sobre a mesa, à esquerda, um esquadro, uma tesoura e um frasco de cola. À esquerda uma janela aberta para uma paisagem urbana. À direita da mesa, em pé, um homem idoso observa o trabalho do avatr

Sem comentários:
Enviar um comentário