* Victor Nogueira
Estas são as ilustrações geradas pelo Google Gemini e chatGPT destinadas às referidas colectânes de textos meus. de acordo com guiões da minha autoria.
Cafés
No verão de 1996 resolvi não ir de férias. Não tinha companhia nem dinheiro e não me apetecia ir para o Mindelo. "Fechado" em Setúbal, resolvi escrever um livro de viagens a partir dos meus postais ilustrados que reavera, escritos sobretudo para casa em Luanda ou para a mãe do Rui e da Susana. Finda esta tarefa, o tempo ainda disponível levou me a ler as cartas que reavera [à família] ou estavam em computador e rascunhos ou "abandonos" de outras para recolher mais material, quer para o livro de viagens, quer para outros, com diferente temática.
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Depois, qual trabalho de Sísifo ou pena de Prometeu, a tarefa foi-se desenvolvendo, pois havia terras onde estivera e que não figuravam na minha produção epistolar. Vai daí, passei a pente fino as minhas fotografias e vários recorte, folhetos e livros de "viagens", para relembrar e assim escrever novas notas. Deste modo o meu "livro" foi crescendo, página sobre página. Pelas minhas fotografias descobri terras onde estivera e juraria a pés juntos que não, mas doutras apenas o nome figura na minha memória; o nome e nada mais. Disso dou por vezes conta nas linhas seguintes.
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Mas não tendo sido os deuses do Olimpo a impor me este trabalho, é chegada a hora de lhe por termo. Doutras viagens darão conta edições refundidas ou novos livros, se para tal houver tempo e paciência.
VN* Victor Nogueira
Estas são as ilustrações geradas pelo Google Gemini e chatGPT destinadas às referidas colectânes de textos meus. de acordo com guiões da minha autoria.
Cafés
* Victor Nogueira / chatGPT
A colectânea Pensões e Restaurantes no Livro de Viagens, de Victor Nogueira, é muito mais do que uma reunião de referências gastronómicas ou hoteleiras. O tema declarado – pensões, hotéis, cafés e restaurantes – constitui apenas o fio condutor de uma obra memorialística que atravessa cerca de seis décadas, desde finais dos anos 1950 até aos anos 2020, reunindo diários, cartas, notas de viagem, memórias posteriores e comentários de enquadramento.
O principal interesse literário da colectânea reside na coexistência de vários registos de escrita:
Essa diversidade impede qualquer monotonia e permite acompanhar simultaneamente a evolução do escritor e da própria escrita.
Os textos mais antigos possuem uma espontaneidade muito própria. O jovem Victor Nogueira escreve para registar aquilo que viu, comeu, percorreu ou sentiu, sem preocupação literária consciente. Precisamente por isso adquirem autenticidade.
Mais tarde surge uma escrita claramente mais elaborada, onde a memória dialoga constantemente com o presente.
* Victor Nogueira / Google Gemini
A colectânea de textos de Victor Nogueira constitui um riquíssimo mosaico de memórias pessoais, diários, correspondência e notas de viagem que atravessam geografias e décadas cruciais — desde a Angola colonial dos anos 1950 e 1960 até ao Portugal metropolitano pré e pós-revolucionário, estendendo-se até registos mais contemporâneos
Abaixo apresenta-se uma apreciação circunstanciada, literária e documental desta obra, destacando os seus aspetos positivos e negativos.
Do ponto de vista documental, a colectânea é um testemunho de valor inestimável. O autor funciona como um cronista do quotidiano, registando meticulosamente a transição de épocas e espaços
O Retrato de Angola Colonial (Anos 50/60): Os textos oferecem uma cartografia afetiva e física de Angola (Luanda, Cambambe, Dondo, Lobito, Nova Lisboa)
O Retrato de Portugal e a Província Alentejana: A vivência estudantil em Évora, hospedado na detalhada casa de hóspedes de Vitória Prates na Rua do Raimundo, serve como um espelho sociopolítico do final do Estado Novo
A Transição Pós-25 de Abril: Documentam-se episódios fascinantes da transição democrática, como a acesa disputa ideológica numa cantina universitária de Lisboa entre militantes do MRPP e do PCP, disputando a venda do Luta Popular e do Avante
* Victor Nogueira / chatGPT
A colectânea Os cafés no Livro de Viagens constitui um dos núcleos mais sólidos e coerentes do conjunto memorialístico de Victor Nogueira. Embora organizada em torno de um tema aparentemente modesto – cafés, pastelarias, tabernas, restaurantes e esplanadas –, acaba por ultrapassar largamente esse enquadramento, transformando estes lugares em observatórios privilegiados da sociedade portuguesa (e, em menor medida, da Angola colonial), ao longo de mais de meio século de escritos, aproximadamente entre finais da década de 1960 e 2022. O café deixa de ser um simples estabelecimento comercial para assumir a função de espaço de memória, sociabilidade, observação etnográfica, reflexão política e autobiografia.
* Victor Nogueira / Google Gemini
Abaixo apresenta-se uma apreciação circunstanciada desta obra sob as perspetivas documental e literária, elencando os seus aspetos positivos e negativos.
* Victor Nogueira
8 de julho de 2014
Hoje resolvi recomeçar as minhas artes culinárias, interrompidas desde que a minha mãe, que vivia comigo, foi para um lar em finais de 2012. Ela e muitas das minhas amigas dizem que sou bom cozinheiro, embora não me dê para grandes invenções. Isto é saber as técnicas e com os temperos melhor ou pior conseguidos tornar a comida apetitosa ao olhar e ao sabor.
Resolvi recomeçar pois as minhas artes culinárias para oferecer o jantar a uma grande amiga minha que me parece não acreditava muito na minha arte e ciência. Foi dela a ideia de fotografar o jantar para "memória futura", embora a foto tenha ficado pouco artística. O frango assado estava saboroso, mas o arroz - uma das minhas especialidades - não resultou desta vez.
* Victor Nogueira
6 de julho de 2020
Este quiosque/urinol no Porto, exemplar da arqutectura do ferro, se encontra no Passeio Alegre, um espaço verde junto ao Rio Douro, a caminho da Foz.
Os urinóis públicos, isolados ou integrados em edifício próprio, desapareceram paulatinamente das cidades. Muito poucos sobrevivem, como no Jardim de Paço de Arcos. Hoje são os cafés e outros estabelecimentos de restauração que mais ou menos "abertamente" ou gratuitamente desempenham essa função. A alternava nalguns sítios são uns cilindros, hermeticamente fechados que se auto higienizam, que podem ser utilizados desde que se tenha a moedinha apropriada para inserir na ranhura e ter acesso ao seu interior.
In illo tempore os guardiães eram um homem e uma mulher idosos, que deste modo e com as gorjetas asseguravam a sua sobrevivência. Naquele tempo a gorjeta, uma espécie de esmola de valor ao arbítrio do cliente, era o complemento ou única fonte de rendimentos na velhice ou em muitas profissões: empregados de café e restaurante, engraxadores, moços de fretes, taxistas ...
(rolo 357 - 1998.06.14)
* Victor Nogueira
Antigamente as pessoas escreviam muito e as cartas eram meio de transmitir notícias e muitas delas, com maior ou menor valor literário, tornaram-se testemunho dos factos, acontecimentos, ideias e sentimentos. Mas hoje, hoje as pessoas telefonam ou encontram-se, devido à facilidade e rapidez dos transportes e das comunicações, e o tempo é pouco, paradoxalmente, devido à sobrecarga do que se gasta em transportes, sentado frente à TV ou em tarefas domésticas.
O mesmo sucede com o convívio e a conversação: por vários motivos os cafés e as tertúlias desaparecem, só se conhece o vizinho da frente ou do lado, quando se conhece, e as pessoas metem-se na sua concha, casulo, carapaça ou buraco. Muita gente junta, ao alcance da mão ou da voz, não significa que estejamos mais acompanhados e humanizados. (MMA - 1993.08.19)
Visitámos as ruínas da antiga povoação de Cambambe. Fomos até à ponte do Rio Cuanza. Almoçámos num restaurante duma estação de serviço FINA, a uns 8 km da povoação: bife com ovo estrelado... e batatas fritas. Às 14:45 demos início ao regresso a Luanda. No Dondo está sol. Na viagem de ida e volta a Luanda percorreram‑se cerca de 430 km. (Das notas manuscritas da viagem, 1964.06.14)
* Victor Nogueira
Antigamente as pessoas escreviam
muito e as cartas eram meio de
transmitir notícias e muitas delas, com maior ou menor valor literário,
tornaram-se testemunho dos factos, acontecimentos, ideias e sentimentos. Mas
hoje, hoje as pessoas telefonam ou encontram-se, devido à facilidade e rapidez dos
transportes e das comunicações, e o tempo é pouco, paradoxalmente, devido à
sobrecarga do que se gasta em transportes, sentado frente à TV ou em tarefas
domésticas.
O mesmo sucede com o convívio e a conversação: por vários motivos os
cafés e as tertúlias desaparecem, só se conhece o vizinho da frente ou do lado,
quando se conhece, e as pessoas metem-se na sua concha, casulo, carapaça ou
buraco. Muita gente junta, ao alcance da mão ou da voz, não significa que
estejamos mais acompanhados e humanizados. (MMA - 1993.08.19)
Luanda - Na Baixa, de traçado antigo, na maioria das vezes, encontramos
a zona comercial, com modernos prédios e prédios antigos, de séculos. Esta é o
coração da cidade, com as suas casas comerciais, armazéns, pastelarias, cinemas
e os seus prédios de apartamentos. . (MLF - 1959.07.27) ([1])([2])
* Victor Nogueira
Encarreguei o Gemini e o chatGPT de procederm à análise literária e vlor documental da colectânea Ferrovias 14 - Memórias ferroviárias. Eis o resultado
Gemini
Esta é uma análise detalhada da coletânea “Ferrovias 14 - Memórias ferroviárias”, de Victor Nogueira, dividida entre a sua relevância estética (análise literária) e o seu peso histórico (valor documental).
* Victor Nogueira
Encarreguei o Gemini e o chatPTt de fazerem uma análise literária e do valor documental duma colectânea minha subordinada ao tema desta publicação em Évora, espraiando pelos cafés
Gemini
Esta coletânea de memórias e registos diários de Victor Nogueira possui um inestimável valor documental, funcionando como uma cápsula do tempo sociológica, política e urbana de Évora na transição entre o final do Estado Novo e o pós-25 de Abril (1969–1974).
* Victor Nogueira / chatGPT
Li atentamente a coletânea. Trata-se de um corpus muito mais rico do que uma simples reunião de textos sobre o calor. O motivo estival funciona como eixo organizador, mas acaba por revelar uma autobiografia fragmentária que atravessa cerca de 65 anos (1961–2026), passando por Luanda, Lisboa, Évora, Setúbal, Algarve, Minho e outros lugares.
* Victor Nogueira / Google Gemini
Aqui tem uma análise aprofundada da sua coletânea "Fora com o calor, já", dividida entre a componente literária e o seu valor enquanto documento histórico e pessoal.
* Victor Nogueira
3 de julho de 2017
- Pois .... Será que só agora foram vistoriar o que deveria ter sido vistoriado em desGovernos anteriores ? E descobrindo-se o "buraco" furou-se a "rede" ?
Com Cristas e Passes de Coelho e tudo uma fona: os "piegas": deveriam sair da zona de conforto e emigrarem, coisa que Assunção & Pedro, ao contrário de Paulo, não fizeram nem fazem, alapados que estão em S. Bento, entre a Lapa e as Caldas. clamando por demissões atrás de demissões, desde que não os atinjam com a força dum raio ou duma trovoada seca
* Victor Nogueira
Na série 'Beyond paradise', o polícia vive num barco?
Não, na série Beyond Paradise (o spin-off
de Death in Paradise), o protagonista, o Inspetor Humphrey Goodman
(interpretado por Kris Marshall), não vive num barco.
Após deixar a unidade de polícia
de Londres para se mudar para a zona rural de Devon com a sua companheira,
Martha Lloyd, ele vai viver para uma casa histórica e renovada que pertence à
família de Martha, conhecida como "Ten Mile Cottage".
Estes fragmentos de correspondência e diários de viagem, que se estendem de 1968 a 2016, constituem uma rica tapeçaria de teor autobiográfico e memorialístico. Através do pretexto meteorológico — a vivência do verão —, o autor constrói uma narrativa fragmentada que cruza o sensorial, o político, o geográfico e o existencial.
Abaixo, apresenta-se uma análise literária estruturada sobre os principais eixos temáticos e estilísticos presentes nos textos.
* Victor Nogueira
Esta coletânea de fragmentos diariísticos e epistolares (compreendida entre 1968 e 2016, constitui uma rica cronografia do calor estival. Longe de ser um mero registo meteorológico, o "calor" funciona nestes textos como um agente físico, psicológico, social e até político.
Abaixo, apresenta-se uma análise literária estruturada sobre os principais eixos temáticos e estilísticos que atravessam estes testemunhos.
* Victor Nogueira
Persiste o calor estival, extremo. A máxima prevista para hoje é de 38º C. O corpo está coberto de viscosas gotículas, que se não evporam, como se fossem sangessugas. O céu está dum azul neblinado, o tempo de calmaria, que não enfuna as velas. Tudo em meu redor é silêncio, um silêncio estéril. Os lábios estão secos, sem que a água os consiga amaciar. O precioso líquido não é cristalino, límpido, refrigerante, nas sim como se fosse mistela baça e salobra. Segundo as previsões meteorológicas para os pr]oximos três dias as temperaturas diunas situar-se-ão acima dos 31º C e as máximas, em horas sucessivas, nos 37º C.
Reslvi compilar dos meus escritos ao longo dos anos os pedaços em que falo do tempo estival, sujeito à exspressão 'Fora com o calor, já', que serve de título a esta colectânea.
* Victor Nogueira / Google Gemini
Em que séries policiais um dos principais personagens vive
num barco, omo em Thhe Chester Detective e O Veterinário Jacobs?
As séries que mencionou (em Portugal e no Brasil, os títulos
estrangeiros sofrem adaptações locais) seguem a tradição clássica de colocar
investigadores em cenários náuticos ou de isolamento.
Note que "The Chester Detective" é, na
verdade, The Chelsea Detective (exibida no AXN e canais de streaming), e
"O Veterinário Jacobs" corresponde à série alemã Nord bei
Nordwest (transmitida na RTP2), cujo protagonista é um ex-polícia que vive
num barco e abre uma clínica veterinária numa vila costeira.
Abaixo, estão as principais séries policiais em que uma das
personagens principais vive numa casa flutuante (barco) ou navio:
Victor Nogueira / Google Gemini
Para escrever o post anterior (Pingos da Lanchoa - Interpretando e transcevendo manuscritos, mas não só) recorri ao Gemini, que depois oredenou e fundiu os resultados da pesquisa num texto de acordo com critérios por mim definidos.
Sintetizanum texto corrido, agregando as referências relativas a cada série, incluindo compzrações entre elas quando existam assim como breve sumário dos enredos e caractarísticas do cenário envolvente e dos intérpretes, com indicação dos actores e actrizes que desempenham os vários paéis e a nacionalidade de cada uma das séries. Relativamente a cada uma das séries referidas, sejam em ambiente rural, sejam em ambiente hospital, analisa em cada uma delas as interacções entre os principais personagens.
2 de julho de 2013
O patronato momentâneamente uniu-se e tirou o tapete a pedro, mas não a paulo, que esse acompanhou tózé, o seguro contra a mudança radical, que foram ao Clube de Bilderberg receber a unção e as ordens para manageiros.
Mas pedro, apesar das coreografias de paulo, resiste, com o apoio de escavaco, o reformado no activo (ou será ... passivo).
Tudo aparentemente corre mal para pedro. Relvas saíu mas fez questão de andat por lá demissionário depois de frisar públicamente o quanto o coelho na frigideira lhe deve (em cenouras ?).
Agora sai Gaspar, o aparente 2º na hierarquia mas de facto o verdadeiro 1º ministro, o amigo da germânica. Gaspar afinal para além do excell, também sabe usar o processador de texto, talvez o word-star, e demite pedro e desautoriza borges e tira o tapete a escavaco: belmiro, que foi um dos "chumbados" pela parelha gaspar & borges, pensará para consigo que "a vingança serve-se fria" e que os manageiros são-no a prazo, com ou sem indemnizações, as indemnizações e comendas que o patrão lhes queira dar.
Já havia o baú ou arca de Pessoa. Pedro ficará na história com o seu báu, anafado, no mínimo recheado com as cartas de demissão em edições sucessivas e revistas: relvas, gasparinho, dizem que tb a cruz.
Parece mesmo uma sócretina e segura narrativa do barco a naufragar, em que os imediatos é que de facto comandam as manobras submarinas ou de submersão. Quanto ao comandante, esse afunda-se com o navio, no meio das cenouras que substituem o leme..
Como o seguro morreu de velho, no alterne das ondas, até nas próximas eleições, a laranja, demasiado azeda de momento, torna-se "independente", por ser mais seguro que rosas amarelas. Umas e outros para enganar papalvos e papalvas. Se estes forem na cantiga e enfiarem de novo o barrete, embrulhado, até aos pés.
Para glória do género, ao pódio sobe novo morgado em casavelha: não mário, não luísa, mas maria luís. Tudo swap. Tudo swing. Lixo tóxico. Sócretinos com passes de coelho por lebre
* Victor Nogueira
Descobri que o Gemini consegue transcrever textos manuscritos, com maior ou menor fidelidade, em função da caligrafia (cursiva), podendo ou não efectuar análises grafológicas ou caracterológicas, não poucas vezes 'criativas' ao inventar sem conhecer factos básicos que as sustentem.
Comecei com páginas digitalizadas dos meus diários e correspondência da infância à juventudo e também com manuscrtos de outrem. Seguidamente paasei para um texto manuscrito da minha tia Lili sobre a 'História da família de Alzira Nogueira da Silva'. Apesar de terem sido transcritos não sequencialmente, o Gemini numa 2ª fase conseguiu reconstituir a sequência original. A transcrição de corresponência manuscrita da minha mãe permitu-me revivê-la e acrescentar alguns detalhes ou complementos, a factos e acontecimentos referidos em textos meus.
* Victor Nogueira / Gemini
Ontem de manhã um pombo estava aninhado no vaso, fugindo com a minha aproximação. Do ninho haviam sumido os borrachos e um novo ovo nele fora colocado. O pombo nunca mais regressou, contrariando a prática anterior. Ao fim do dia a fêmea voltou e lá continuava hoje de manhã, sendo substituída por um pombo com popa que à minha aproximação voou para o parapeito e depois para longe, deixando o ninho desguarnecido. Foi depois substituído pelo que suponho fosse uma fêmea, pois não fugiu à minha aproximação e deixou-se fotografar. Regressando à varanda pelas 14:00 encontrei o ovo estilhaçado e dos pombos nem sinal.