1 de junho de 2018
Não se cansam de passar certidões de óbito ao PCP e é um dó de alma ver gente tão egocêntrica e que se diz "culta", de esquerda e solidária - mas quase sempre atenta aos holofotes e peanhas - ser tão manipuladora e ter tão grande falta de honestidade intelectual, como se tem visto, por exemplo, a propósito da "morte assistida". Gente tão democrata, tolerante e amante da liberdade de opinião e de consciência, que apenas aceita quem abane que sim ao que dizem, Gente que parece ter o PCP como inimigo público a abater, desvirtuando as posições dos comunistas, não poucos dos quais - entre estes - falam de ouvido desconhecendo minimamente os documentos do Partido de que se afirmam militantes. Entretanto, para lá das causas fracturantes, o centrão PS(d)CDS vai fazendo o seu caminho, com alguns cravos vermelhos ao peito e muletas de andarilho, como reza a valsa da burguesia. Como se a(s) Vida(s) fossem coisas de somenos, como se a(s) Vida(s) - ela(s) também - não tivesse(m), direito a ser(em( vivida(s) com dignidade, numa terra sem amos, como se não fossemos filhos da madrugada
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