* Victor Nogueira
10 de julho de 2017
Pode questionar-se se os juízes, enquanto representantes do "independente" Poder Judicial, podem ou devem ser considerados "trabalhadores por conta de outrem" com direito ao exercício do direito à "greve", contra a entidade empregadora que seriam o Estado ou o Governo (Poder Executivo e Legislativo). Bem sabemos que a Justiça não é cega e que tem um cunho de classe, a dos verdadeiros detentores desse oculto Poder Económico. Mas comparar a Magistratura e os Magistrados actuais com os do Fascismo ou os dos Tribunais Plenários é obra. Afirmar que os actuais não merecem crédito porque os do Fascismo não se manifestaram contra faz lembrar a fábula do Lobo e do Cordeiro, misturando alhos com bugalhos
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