* Victor Nogueira
- Maria Jorgete Teixeira Esta canção faz-me recuar no tempo e vêm-me à ideia as personagens inesquecíveis da primeira novela que passou em Portugal e ainda vejo a Sónia Braga na cena em cima do telhado, com toda a sua sensualidade e beleza!
- Victor NogueiraE as reuniões no glorioso só começavam depois da telenovela acabar LOL A revolução que intervalasse. Gostei desta a PB (a cores já não pois não há amor como o 1º), do Roque Santeiro, Rabo de Saia (?) - e salvo erro do Casarão. Das portuguesas só gostei duma de que quase ninguém gostou - Chuva na Areia.Salvo erro era o Paulo Gracindo que em cada telenovela fazia um personagem completamente diferente, sem os tiques que a maioria dos actores levam duma para outra.
- Victor NogueiraQual das peças ? Não sabia. Mas da Chuva gostei. Das outras não. As primeiras eram muito teatrais, as outras inverosíméis e a minha diversão para desespero de quem via eram os meus comentários do mesmo género que faço qd ouço as calinadas nos telejornais.Houve uma telenovela passada num parque zoológico e que era o fim. Dois gémeos - o mau e o bom - tendo o mau sequestrado o bom fazendo-se passar por este sem que o pai e a namorada descobrissem a troca. O sequestrado amarrado a uma cama, não se sabendo como estava tão limpo e composto, salvo se fosse como anjos, sem necessidades fisiológicas. E o medo da namorada recorrer à PJ, qd descobriu a tramóia, mesmo que o agente da PJ e o vilão estivessem juntos, pois o cafageste poderia matar o santinho. Enfim ..
Essa telenovela era "Olhos nos Olhos", exibida na TVI entre 2008 e 2009 (escrita por Rui Vilhena)!
A memória não está a falhar quanto ao absurdo e ao enredo rocambolesco:
O Jardim Zoológico:
A trama andava muito à volta do Jardim Zoológico de Lisboa, onde a personagem de Rita Pereira (uma veterinária/bióloga) e outros núcleos trabalhavam. Os Gémeos:
Eram interpretados por Paulo Pires (os irmãos Vasco e Victor). Um era o "bonzinho" e o outro o psicopata perfeito. O Cativeiro Limpinho: O gémeo mau trancou o gémeo bom e assumiu o seu lugar.
O cativeiro ficou mítico na televisão portuguesa exatamente por essa falta de realismo: o homem esteve lá meses amarrado à cama, sem barba por fazer, nem uma nódoa na roupa e com um aspeto de quem tinha acabado de sair do cabeleireiro! A PJ e o Pavor do Erro: Toda a dinâmica com a namorada que não podia dar um passo falso com a Polícia Judiciária porque a corrupção e os esquemas do vilão garantiam que, ao mínimo sinal de denúncia, o "santinho" na cama levava com o desfecho fatal.
Era mesmo essa a "pérola" do horário nobre! (Google Gemini)
Maria Jorgete Teixeira Desculpa a incorreção era um romance " Agarra o verão, Guida, agarra o verão"- Maria Jorgete Teixeira Pois eu também não li, mas lembro-me da novela era passada na Madeira, salvo erro!há 20 minutos
- [1] Modinha Para Gabriela Gal Costa
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.Quando eu vim para esse mundo
Eu não atinava em nada
Hoje eu sou Gabriela
Gabriela ê meus camaradas
Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim
Vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela
Quem me batizou quem me nomeou
Pouco me importou é assim que eu sou
Gabriela sempre Gabriela
Eu sou sempre igual não desejo o mal
Amo o natural etc e tal
12 de dezembro de 2013
A RTP2 passa bons seriados de várias nacionalidades. Presentemente de 2ª a 6ª transmite "A Fraude". Os episódios já transmitidos podem ser vistos na RTPlay, (http://www.rtp.pt/programa/tv/p33692/) e na TV ou no PC Qualquer hipotética e vaga semelhança com Portugal será pura coincidência
Major Alvega - Intriga em Lisboa - um herói da BD nma interessante série televisiva -
O Major Alvega teve a sua última aventura impressa em 1987, mas acabou por retornar num novo formato, a televisão. No fim da década de 1990 do século XX, a RTP daria nova vida ao personagem numa série que combinava actores verdadeiros, como Ricardo Carriço (Major Alvega), Rosa Bella (Fräulein Schmidt), António Cordeiro (Von Block) e Henrique Canto e Castro (Sir Hugh) com cenários de animação e a narração de Fernando Pessa. Produzida pela Miragem e realizada por Henrique Oliveira, a série constituiu um avanço importante em termos de originalidade e técnica de produção em Portugal, apesar da curta duração da mesma. (in wikipedia)
in Letras empilhadas, ano após ano, em Abril, 29, (re)colhidas em 2025
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Prossigo o meu trabalho de digitalização e organização de fotos minhas, largos milhares, entremeado com leituras, escritas e a visão de séries televivas, já não em abundância, mas restritas à caótica "ER - Serviço de urgência", agora na 15ª e última temporada, e "Bron" (A ponte), série policial na sua 4ª e última temporada. Abandonadas estão outras que via em Setúbal, como "Matlock" (série de advogados), "Panda", "The Hunting Party", "Crimes no Paraíso", "Morte no Paraíso",e "A Balada de Nova Iorque" (séries policiais, as do "paraíso" situadas nas Caraíbas) bem como "A Ponte de Brooklin", esta sobre a vida duma família judaica. Entretanto terminaram duas outras séries policiais: "O Veterinário Jacobs" e "Elsebeth". Outras que entretanto passaram a ser transmitidas não me têm entusiasmado: "Harry Wildr" (2ª temporada) e "Os Mistérios de Pearl", ambas policiais. Embora tenha apreciado séries de "hospital", como "Doc" (italiana), "The Town Doctor" (turca) e "The Good Karma Hospital" (britânica), "localizadas" respectivamente em Itália, Turquia e União Indiana, não me entusiasmou o 1º episódio de "Isto Vai Doer", passada numa maternidade britânica. Mas pode ser que me consiga "agarrar" após o 2º ou 3º episódios.
in Pingos do Mindelo - a enxurrada
Vou pois ver mais um episódio de "Enfermeira ao domicílio" (Die Eifelpraxis), sobre a vida numa clínica duma pequena povoação, com as histórias entrelaçadas dos seus habitantes e respectivos problemas. sem muita espessura psicológica, mas levezinha e bem humorada, que por vezes me fazem dar sonoras gargalhadas.
É mais uma das séries com médicos e hospitais ou clínicas que estou a ver, como "The town doctor" (Kasaba doktoru), "Serviço de Urgência" (ER - Emergency Room) e "Simplesmente Nora" (Praxis mit Meerblick), sem esquecer "O veterinário de província" (All Creatures Great and Small)
in Acordo com a casa ainda envolta na escuridão ... (2024)
"Enfermeira ao Domicílio" (título original alemão: Die Eifelpraxis) é uma série dramática que acompanha a história de Vera Mundt, uma mulher que deixa para trás uma carreira exigente e dez anos a cuidar dos filhos em casa para recomeçar a vida profissional na região de Eifel. Protagonistas: Rebecca Immanuel (como Vera Mundt) e Simon Schwarz (como o Dr. Chris Wegner).
in Pingos do Mindelo, outonais
Voltei às séries televisivas, duma assntada visionando a 1ª temporada duma policial, italiana, da RTP2: «Flores sobre o Inferno - Os Casos de Teresa Battaglia», baseado num dos livros da escritora Ilaria Tuti. Teresa é uma comissária simultâneamente arisca, rude e avessa a lamechices e, numa aparente contradição, zelosa dos seus subordinados e afável para com crianças e adolescentes. O enredo desta temporada gira em torno das consequências de maus tratos infligidos a estes e por estes suportados, Ao contrário doutras séries italianas, as cenas surgem justapostas, como quadros separados, e as interpretações sem espessura e profundidade psicológicas. Apesar da tragédia que perpassa no argumento, este é amenizado com momentos de humor ou de ironia entre os "polícias" da investigação criminal. Mas já não tive paciência para visionar a 2ª temporada, «A Ninfa Adormecida»,.
in Pingos do Mindelo, outonais
Recomecei a ver as minhas séries televisivas: 'O veterinário da província' (All Creatures Great and Small) (4ª temporada), 'Midsomer Murders' (25ª temporada), 'Astrid e Raphaelle' (6ª temporada) e 'A irmã de Mozart' (Mozart Mozart), bem como 'Assassinato em ...'. Em stand by estão 'Sherlock & Filha' (Sherlock & Daughter), 'Inside man' e 'Master Crimes' para além de filmes de Antonioni e de Roberto Rosselini. A maioria das séries referidas são tmperadas com fios de humor, como aprecio.
Talvez já tenha sabido mas esquecera que Mozart tinha uma irmã, tão ou mais genial que Amadeus, mas que na idade adulta foi forçada a abandonar os 'palcos' e a casar-se como convinha a uma mulher honrada e séria. Das suas composições nada terá restado. O enredo desta série é uma efabulação em torno de factos reais.
in Pingos da Lanchoa e a Jangada da Medusa (2026)
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O Gemini redigiu o segionte guião, muito mais completo, a partir d meu
🔍 Descrição do Cartoon "Mysterium pipionem ereptorum ovique confracti"
O Cenário: Um escritório clássico de detetives, com estantes de livros ao fundo. No canto inferior esquerdo, vê-se o vaso com o ninho de ramos, contendo um ovo partido com a gema visível e pegadas de ave desenhadas no chão de madeira que saem do vaso.
Os Detetives (Estilo Cartoon e Linhas Claras):
Sherlock Holmes: De joelhos, com o seu chapéu caraterístico (deerstalker) e gravata laçada, segurando uma grande lupa sobre as pegadas no chão.
Hércules Poirot: Agachado ao lado de Sherlock, de fato e gravata, apoiado na sua bengala prateada e com um ar pensativo, inspecionando a cena.
Comissário Maigret (estilo Jean Gabin): De pé, com um sobretudo clássico, chapéu e o seu icónico cachimbo aceso, olhando de forma cética para o ninho.
A Sátira / O Falhanço da IA:
Do lado direito, o avatar da IA (um pequeno robô branco e azul) flutua no ar com um visor triste e lágrimas.
Tem uma "auréola" de pontos de interrogação (????) coloridos a rodar sobre a cabeça, enquanto coça a têmpora com uma das mãos, totalmente confusa.
Em cima, num pergaminho estilo banda desenhada antiga, lê-se o título a letras elegantes: "Mysterium pipionem ereptorum ovique confracti".
Ao fundo, em cima da secretária, um computador portátil aberto exibe um ecrã azul de erro "404 Error".
VER Pingos da Lanchoa - Habemus secundum pipionem! (2026)
in Piingos da Lanchoa - Mysterium pipionem ereptorum ovique confracti (2026)

Desiste de ver novas temporadas de séries como 'The Blacklist', 'Crimes no Paraíso' (Death in Paradise) e 'Crimes nos Trópicos' .(Tropiques Criminels) As duas últimas porque são estilo levezinho, 'vira-o-disco-e-toca-o-mesmo'. A primeira porque tem alguma complexidadee os episódios estão interligados, cada um dedicado a um 'criminoso' da lista de Reddington. Ora passo-u muito tempo desde a última temporada que vi (a 8ª) e a que está presentemente a ser apresentada, a 10ª e última, cujo enredo pesquisei na internet. Não fiquei seduzido.Tal como uma típica americanada 'Boston Blue', com actores 'estáticos' e repetitivos nos tiques, que abandonei durante o 2º episódio, não aguentando até ao final ao contrário do que sucedeu com 'All Rise'. outra norte-americanada, uma série de tribunal com alguns episódios filmados durante o covid 19 que eram um catálogo de incongruências e más práticas. Ou como sucede com a generalidade dos principais actores e actrizes em 'Matlock', estado-unidense, onde se salva a prestação secundária de Lesh Lewis no papel da Sara Como escrevi noutra ocasião, com maior densidade psicológica e muito mais verosimes são as séries alemãs, britânicas, nórdicas e finlandesas-
Comecei a rever a séie 'Vera', interpretada por Brenda Blethyn. Vera Stanhope é uma espécie de versão britânica e rural de Columbo (esta dos EUA), este interpretado por Peter Falk. Ambos usam o seu aspeto humilde e desleixado como uma arma psicológica perfeita para desarmar os suspeitos, mesmo os mais arrogantes. Mas, tal como com 'O Veterinário Jacobs' (Nord bei Nordwest), série alemã entre outras, em ambiente rural, esqueci os enredos, lembrando-me apenas de algumas cenas pontuais ou quando estou a rever. É como se nunca tivesse visto esta série ou aquele filme ou alguma vez houvesse lido determinado livro, que na minha já provecta idade suegem como se fossem novidade.
A semelhança entre Vera e Columbo reside apenas na inseparável gabardine, na perspicácia e no ar desleixado. Pelo cobtrário, Vera é solteirona e trabalha em equipa, como 'mãe-galinha ' relativamente aos seus subordinados, enquanto Columbo é casado (embora nubca vejamos a consorte), investiga sózinho, como Poirot vom base nas suas 'células cinzentas'
Continua a ver a série turca 'Bahar', de enredo inverosímel nas suas voltas, reviravoltas e acrobacias, com actores desde os bons até aos canastrões. Uma espécie de folhetim como os da imprensa de outrora, que deixavam os leioires em suspenso à espera do jornal do dia seguinte, embora Bahar esteja em risco de tornar-se demasiado fastidioso.
Imagens geradas pelo Google Gemini e pelo chatGPT
in Pingos da Lanchoa - Interpretando e transcevendo manuscritos, mas não só ... (2026)
Sobre séries televisivas. Bahar continua com os seus heróis de pacotilha, com voltas e reviravoltas incongruentes e personagens sem espessura psicológica, ao contrário do que sucede nas britânicas e germânicas, mas sobretudo nas nórdicas e finlandesas. Perante o absurdo da narrativa, fica apenas o folhetim, e o interesse não pelo enredo em si, mas pelo 'mistério' de como vai o argumentiste desenvencilhar-se, que saídas e entradas vai congeminar?
Vou prossegindo a (re)visão de Vera, de que já me esqueci dos enredos, apenas esta ou aquela cena me faz admitir que não é obra nova mas de revisão da série. Mas agora simpatizo menos com a inspectora-chefe Vera Stanhope, uma pessoa intratável, apesar da sua face empética, que trata os seusb'sargentos' e o desgraçado do Kenny abaixo de cão, e a torto e a direito trata os outros personagens, testemunhas, vítimas ou delinquentes como 'querido(a' ou 'amor'- Admiro-me que não a mandem chamar 'amor' a outrem. Isto será objecto doutros Pingos da Lanchoa.
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