Algumas destas produções funcionam praticamente como telenovelas disfarçadas de séries, enquanto outras pertencem ao formato do drama semanal ocidental, partilhando apenas a continuidade dramática.
Aqui está a divisão exata de como elas se comparam ao formato de telenovela:
1. Praticamente "Telenovelas" (DNA de Folhetim)
Estas duas produções turcas encaixam-se perfeitamente na linguagem da telenovela, focando-se em melodramas intensos, traições e dilemas morais:
Bahar (Turca) & Kasaba Doktoru (Turca): Na Turquia, o conceito de dizi (as suas séries/novelas) funde o formato de série com a telenovela. Têm episódios longos de até duas horas, emissores diários ou semanais com dezenas ou centenas de capítulos quando editados internacionalmente, e focam-se pesadamente nos triângulos amorosos, rivalidades familiares e vilões exagerados.
2. Dizi/Séries de Transição (Mistura de Série Médica e Telenovela)
Doc – Nelle tue mani (Italiana): Tem a estrutura de uma série médica de temporada (16 episódios por ano), mas o motor da história é puramente folhetinesco — um médico com amnésia que esqueceu os últimos 12 anos e tenta recuperar a vida e o amor da ex-mulher. Tem um tom emocional e sentimental muito próximo da ficção sul-europeia e latina.
The Good Karma Hospital (Britânica): É uma série dramática semanal clássica, mas utiliza muitos ingredientes melodramáticos (choque cultural, amores proibidos, segredos do passado e dinâmica interpessoal num hospital comunitário).
3. Séries Estruturais: A Origem da Formatação Moderna
Estas produções norte-americanas não são telenovelas, mas partilham uma característica crucial com elas: a narrativa contínua (serialized drama). Antes destas séries, as produções policiais e médicas tinham "episódios fechados" (o caso da semana resolvia-se no final do episódio).
Hill Street Blues & NYPD Blue: Inventaram e aperfeiçoaram a transição da televisão procedural para a narrativa de longo curso. Os problemas pessoais (vício em álcool, divórcios, traições) continuavam de episódio para episódio — uma técnica herdada da escrita das soap operas (as telenovelas americanas diurnas), mas aplicada com realismo cru e linguagem adulta.
ER (Serviço de Urgência): Seguiu o mesmo caminho na área médica, combinando o ritmo frenético da urgência com romances de longa duração (como a mítica história de amor entre o Dr. Doug Ross e a enfermeira Carol Hathaway) e tragédias pessoais contínuas.
The Blacklist: É um thriller de espionagem/ação procedural, mas assenta num mistério familiar e folhetinesco típico das novelas (a relação secreta de pai/filha entre Raymond Reddington e Elizabeth Keen).
Síntese da Comparação
- ~~~~~~ooo0ooo~~~~~~Maria Jorgete Teixeira Esta canção faz-me recuar no tempo e vêm-me à ideia as personagens inesquecíveis da primeira novela que passou em Portugal e ainda vejo a Sónia Braga na cena em cima do telhado, com toda a sua sensualidade e beleza!
- Victor NogueiraE as reuniões no 'glorioso' só começavam depois da telenovela acabar A revolução que intervalasse. Gostei desta a PB (a cores já não pois não há amor como o 1º), do Roque Santeiro, Rabo de Saia (?) - e salvo erro do Casarão. Das portuguesas só gostei duma de que quase ninguém gostou - Chuva na Areia.Salvo erro era o Paulo Gracindo que em cada telenovela interpretava um personagem completamente diferente, sem os tiques que a maioria dos actores levam duma para outra.
- Victor NogueiraQual das peças ? Não sabia. Mas da Chuva gostei. Das outras não. As primeiras eram muito teatrais, as outras inverosíméis e a minha diversão para desespero de quem via eram os meus comentários do mesmo género que faço quando ouço as calinadas nos telejornais.Houve uma telenovela passada num parque zoológico e que era o fim. Dois gémeos - o mau e o bom - tendo o mau sequestrado o bom fazendo-se passar por este sem que o pai e a namorada descobrissem a troca. O sequestrado amarrado a uma cama, não se sabendo como estava tão limpo e composto, salvo se fosse como anjos, sem necessidades fisiológicas. E o medo da namorada recorrer à PJ, qd descobriu a tramóia, mesmo que o agente da PJ e o vilão estivessem juntos, pois o cafageste poderia matar o santinho. Enfim ..
Essa telenovela era "Olhos nos Olhos", exibida na TVI entre 2008 e 2009 (escrita por Rui Vilhena)!
A memória não está a falhar quanto ao absurdo e ao enredo rocambolesco:
O Jardim Zoológico:
A trama andava muito à volta do Jardim Zoológico de Lisboa, onde a personagem de Rita Pereira (uma veterinária/bióloga) e outros núcleos trabalhavam. Os Gémeos:
Eram interpretados por Paulo Pires (os irmãos Vasco e Victor). Um era o "bonzinho" e o outro o psicopata perfeito. O Cativeiro Limpinho: O gémeo mau trancou o gémeo bom e assumiu o seu lugar.
O cativeiro ficou mítico na televisão portuguesa exatamente por essa falta de realismo: o homem esteve lá meses amarrado à cama, sem barba por fazer, nem uma nódoa na roupa e com um aspeto de quem tinha acabado de sair do cabeleireiro! A PJ e o Pavor do Erro: Toda a dinâmica com a namorada que não podia dar um passo falso com a Polícia Judiciária porque a corrupção e os esquemas do vilão garantiam que, ao mínimo sinal de denúncia, o "santinho" na cama levava com o desfecho fatal.
Era mesmo essa a "pérola" do horário nobre! (Google Gemini)
Maria Jorgete Teixeira Desculpa a incorreção era um romance " Agarra o verão, Guida, agarra o verão"- Maria Jorgete Teixeira Pois eu também não li, mas lembro-me da novela era passada na Madeira, salvo erro!há 20 minutos
- [1] Modinha Para Gabriela Gal Costa
.
.Quando eu vim para esse mundo
Eu não atinava em nada
Hoje eu sou Gabriela
Gabriela ê meus camaradas
Eu nasci assim eu cresci assim e sou mesmo assim
Vou ser sempre assim Gabriela, sempre Gabriela
Quem me batizou quem me nomeou
Pouco me importou é assim que eu sou
Gabriela sempre Gabriela
Eu sou sempre igual não desejo o mal
Amo o natural etc e tal
A transmissão de Gabriela em 1977 foi um divisor de águas na história da RTP e da televisão em Portugal. O estrondoso sucesso da trama de Jorge Amado abriu definitivamente as portas do horário nobre português para as telenovelas e séries dramáticas, tanto importadas do Brasil como, logo a seguir, produzidas em Portugal.
Quais foram as séries brasileiras e portuguesas transmitidas nos primeiros anos a partir de Gabriela?
Aqui estão as principais produções brasileiras e portuguesas que se seguiram nos anos imediatamente a seguir a Gabriela (final dos anos 70 e início dos anos 80):
🇧🇷 As Grandes Produções Brasileiras (TV Globo)
A RTP aproveitou o "efeito Gabriela" e começou a comprar sistematicamente os maiores sucessos da TV Globo. As ruas de Portugal continuaram a esvaziar-se à hora do jantar com estas produções:
1. O Casarão (1978)
O Impacto: Foi a novela escolhida para suceder a Gabriela. Com uma estrutura narrativa inovadora que saltava entre três épocas diferentes (décadas de 1900, 1940 e 1970), conquistou o público português pela densidade da história e pelas atuações de Tarcísio Meira e Glória Menezes.
2. A Escrava Isaura (1978)
O Impacto: Um fenómeno absoluto de audiência. A história da escrava branca Isaura (Lucélia Santos) e do vilão Leôncio (Rubens de Falco) parou o país e gerou uma onda de empatia enorme em Portugal, tornando Lucélia Santos numa estrela gigante no nosso país.
3. Dancin' Days (1979–1980)
O Impacto: Trouxe a febre da disco music, das meias de lantejoulas e do estilo de vida do Rio de Janeiro para Portugal. A rivalidade entre as irmãs Julia (Sônia Braga) e Yolanda (Joana Fomm) colou os portugueses ao ecrã e influenciou fortemente a moda e a cultura pop nacional no final da década de 70.
4. Dona Xepa (1980)
O Impacto: Protagonizada por Yara Cortes no papel da feirante batalhadora que se sacrificava pelos filhos, foi outro sucesso estrondoso de audiência, apelando ao lado mais emotivo e popular do público português.
🇵🇹 A Resposta Nacional: As Primeiras Séries e Novelas Portuguesas
Pressionada pelo sucesso esmagador da ficção brasileira e pelo talento dos atores nacionais, a RTP percebeu que precisava de criar a sua própria ficção. O início dos anos 80 marcou o nascimento da ficção moderna em Portugal:
Vila Faia (1982) — A Primeira Telenovela Portuguesa
O Formato: Telenovela (100 episódios).
O Impacto: É o marco histórico definitivo. Escrita por Francisco Moita Flores e Nicolau Breyner, e com um elenco de luxo (Ruy de Carvalho, Mariana Rey Monteiro, Glória de Matos), Vila Faia provou que Portugal conseguia produzir a sua própria ficção diária de grande qualidade. O genérico ("Ninguém, Ninguém") e os bordões das personagens ficaram gravados para sempre na memória coletiva.
🇧🇷 O Astro (1978/1979 em Portugal)
O Fenómeno: Transmitida na RTP logo na ressaca de Gabriela e O Casarão, foi um dos maiores trunfos da ficção brasileira em Portugal.
O Enredo: A história de Herculano Quintanilha (Francisco Cuoco), o vidente de turbante e olhar penetrante, e a misteriosa morte do milionário Salomão Hayalla (Dionísio Azevedo).
O Impacto Nacional: O bordão "Quem matou Salomão Hayalla?" parou literalmente o país! Foi a primeira grande comoção em Portugal à volta do mistério do "quem matou?", uma conversa que dominava cafés, táxis e locais de trabalho de Norte a Sul.
🇵🇹 Chuva na Areia (1985)
O Fenómeno: A segunda grande telenovela portuguesa da RTP (depois do estrondoso sucesso de Vila Faia em 1982 e de Origens em 1983).
O Enredo: Escrita por Luís de Sttau Monteiro, decorria no cenário idílico da vila de Sesimbra e da Costa da Caparica, abordando temas do quotidiano português, a pesca, o turismo e os conflitos sociais e familiares.
O Impacto: Com uma música de genérico inesquecível interpretada por António Variações ("Canção do Engate" na mente de todos) e um elenco brilhante (com nomes como Armando Cortez, Curado Ribeiro e Nuno Melo), provou de vez que a ficção nacional não só tinha vindo para ficar, como conseguia agarrar o país inteiro à televisão no horário nobre.
Foi praticamente o único grande centro de rodagem, e isso foi precisamente o que tornou a produção de Chuva na Areia algo inédito e colossal na televisão portuguesa!
Está errada a referências à vila de Sesimbra e à Costa da Caparica como locais de filmagem. Na realidade a maioria das cenas foi rodada na Península de Tróia, com figurantes da cidade de Setúbal
A RTP transformou a Península de Tróia numa autêntica "ilha de produção" isolada durante cerca de 6 meses. O projeto foi tão ambicioso que:
Toda a vila exterior foi erguida do zero em Tróia: O cenógrafo Conde Reis criou uma vila piscatória inteira (a fictícia Vila Nova da Galé) com ruas, praças e fachadas de casas numa área de cerca de 15 000 m². Foi o maior cenário construído ao ar livre em Portugal até à data!
Os interiores também eram lá: Para não terem de andar a transportar atores e equipamento para os estúdios de Lisboa (no Lumiar), a RTP pediu autorização à Armada Portuguesa para usar um pavilhão militar em Tróia, onde montaram os estúdios para gravar todas as cenas de interior (salas, cafés, quartos).
Uma "comunidade" de rodagem: Os mais de 80 atores (como Mariana Rey Monteiro, Virgílio Teixeira e Nuno Melo) e centenas de técnicos viveram literalmente em Tróia durante as gravações. O ambiente era tão autónomo que a equipa até chamava "Governador de Tróia" ao diretor de produção!
Houve apenas pouquíssimas cenas pontuais gravadas fora dali (como em Lisboa, de onde vinham algumas das personagens que chegavam à vila), mas mais de 90% de toda a telenovela foi gravada de ponta a ponta nesse grande complexo criado na Península de Tróia.
Houve uma telenovela brasileira com um personagem que tinha mulheres e família em várias cidades. Como se chamava o seriado: 'Rabo de Saia'?
Na verdade, não era uma telenovela longa, mas sim uma minissérie brasileira de enorme sucesso da TV Globo exibida em 1984.
Os detalhes batem todos certo com o que recorda:
O Protagonista: O inesquecível Ney Latorraca interpretava Ezequias Vanderlei Lins, mais conhecido por "Seu Quequé", um caixeiro-viajante muito carismático.
As 3 Famílias: Devido à sua profissão, Quequé viajava pelo Nordeste do Brasil e mantinha três famílias completas em três cidades e estados diferentes, sem que nenhuma das esposas soubesse da existência das outras:
Em Pernambuco, era casado com Eleuzina (Dina Sfat).
Em Alagoas, era casado com a beata Santinha (Lucinha Lins).
Em Sergipe, vivia com a jovem Nicinha (Tássia Camargo).
O tom da série era uma comédia leve e satírica, com Quequé a mudar de fato, de postura e de personalidade dependendo da cidade e da mulher que estava a visitar — até ao inevitável dia em que a verdade é descoberta e ele acaba levado a tribunal!
Roque Santeiro (1985) foi outro fenómeno absoluto — possivelmente o maior terramoto de audiência da história da televisão no Brasil e em Portugal!
A premissa era genial e cheia de sátira social:
O Mito: Na fictícia cidade de Asa Branca, todos acreditavam que o jovem coroinha e artesão Roque Santeiro (José Wilker) tinha morrido como um mártir heróico a defender a vila do bandido Navalhada. Com o passar dos anos, a cidade prosperou inteiramente à custa do turismo religioso, dos "milagres" e da venda de amuletos do falso santo.
O Dilema: 17 anos depois, Roque reaparece vivo! A sua chegada deixa em pânico os poderosos locais, pois se a população souber que o "santo" não morreu, a fé acaba, a economia de Asa Branca desmorona e a farsa de todos é descoberta.
As Personagens Inesquecíveis:
Sinhozinho Malta (Lima Duarte): O fazendeiro prepotente e corrupto que mandava na cidade, famoso por chocalhar as suas pulseiras de ouro ao som do "Tô certo ou tô errado?".
Viúva Porcina (Regina Duarte): Extravagante, espalhafatosa e dona de turbantes coloridos, era a amante de Sinhozinho Malta e a suposta "viúva" do santo — a celebre "que foi sem nunca ter sido".
A química do triângulo entre Roque, Porcina e Sinhozinho Malta, aliada à sátira política e a mistérios como o do "Lobisomem de Asa Branca", fez com que a novela alcançasse mais de 90% de audiência e parasse completamente os dois lados do Atlântico na hora de ir para o ar!
Em que telenovela Lima Duarte interpretava o papel de um cangaceiro, que amiúde invocava o auxílio do 'Padre Cícero'?
Esse personagem marcante era o lendário Zeca Diabo na histórica telenovela O Bem-Amado (1973), escrita por Dias Gomes.
Os pormenores dessa figura inesquecível da teledramaturgia foram marcantes:
O Personagem: Zeca Diabo (cujo nome verdadeiro na trama era José Tranquilino da Conceição) era um ex-cangaceiro e matador de aluguel ingénuo, analfabeto e com uma voz agudíssima, contratado pelo corrupto prefeito Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo) para arranjar um defunto e assim finalmente inaugurar o cemitério de Sucupira.
A Devoção: Apesar da sua profissão violenta, Zeca Diabo era extremamente religioso e devoto, invocando constantemente o seu santo protetor com o célebre sotaque e bordão: "Meu Santo Padim Pade Ciço Romão Batista!". Ele tinha o sonho de aprender a ler e escrever para poder ler a Bíblia e as orações do Padre Cícero.
Curiosamente, O Bem-Amado foi também a primeira telenovela gravada integralmente a cores no Brasil e teve um sucesso estrondoso quando chegou aos ecrãs portugu eses na RTP!
Nas telenovelas brasileiras que vi, estes são os actores que mais destaco: Paulo Gracindo, Lima Duarte e José Wilker, sem esquecer Fúlvio Stefanini, no papel de Tonico Bastos, o mulherengo filho do Coronel Ramiro Bastos, o cacique.
Aqui está a reconstituição organizada por cada um desses três mestres da teledramaturgia, destacando as suas personagens mais marcantes e conhecidas:
🎭 Paulo Gracindo
Representava como ninguém o charme, a autoridade e a ironia. Os seus papéis marcaram várias gerações:
O Bem-Amado (1973): Odorico Paraguaçu — O seu papel mais lendário. O prefeito corrupto e demagogo da cidade fictícia de Sucupira, cuja grande obsessão era inaugurar o cemitério municipal.
Gabriela (1975): Coronel Ramiro Bastos — O temido e conservador líder político de Ilhéus, que mandava na região com mão de ferro.
O Casarão (1976): João Maciel — Um poeta boémio e apaixonado que vive um amor proibido ao longo de várias décadas.
Roque Santeiro (1985): Padre Hipólito — O conservador e austero pároco da cidade de Asa Branca, que vive em permanente conflito com o mito do falso santo.
🎭 Lima Duarte
Dono de um talento bruto e de um carisma popular inconfundível, deu vida a algumas das figuras mais caricatas e amadas da televisão:
O Bem-Amado (1973): Zeca Diabo (José Tranquilino) — O icónico ex-cangaceiro e matador de aluguel que, apesar da profissão, era ingénuo e profundamente devoto do "Padim Pade Ciço".
Roque Santeiro (1985): Sinhozinho Malta — O prepotente e hilariante fazendeiro de Asa Branca, famoso pelo gesto de chocalhar as pulseiras de ouro ao som do bordão "Tô certo ou tô errado?".
O Salvador da Pátria (1989): Sassá Mutema (Salvador da Silva) — O ingénuo boia-fria que apanha pirilampos e acaba por ser manipulado pelos poderosos para chegar à política.
🎭 José Wilker
Famoso pela sua dicção pausada, elegância, ironia e capacidade de transitar entre o drama e a comédia rasgada:
Gabriela (1975): Mundinho Falcão — O jovem e progressista comerciante do Rio de Janeiro que chega a Ilhéus para desafiar o domínio do Coronel Ramiro Bastos.
Roque Santeiro (1985): Roque Santeiro (Luis Rochedo) — O protagonista, um modesto artesão de santos que "ressuscita" 17 anos após ter sido dado como morto e santificado pela povoação.
O Salvador da Pátria (1989): João Matos — Um ex-piloto pragmático e injustamente acusado que tenta provar a sua inocência num enredo de mistério policial.








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