* Victor Nogueira
30 de julho de 2020
Não me recordo se o meu pai teve ou não uma carrinha Chevrolet, anterior ou posterior à Austin Mini Cooper, uma vez que precisava duma para o transporte de materiais para as obras de construção civil que a partir de certa altura tomava de empreitada. Mas muitas vezes ele conduzia uma Chevrolet da Direcção Provincial de Obras Públicas, pelo que tendo ou não sido proprietário de uma, aqui fica este post nos "carros da família".
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Foto de família - picnic em Luanda - cerca de 1960 - á esquerda em pé o meu pai e ao lado o meu tio José João. Em terra, em 1º plano, o meu irmão e o escriba. Não estando a minha mãe, a fotógrafa deve ter sido ela. Para protecção do sol usavam-se bonés e chapéus de palha; alguns destes eram improvisados, cónicos, feitos a partir de folhas de jornal.
As carrinhas eram de caixa aberta, com uma grade atrás da cabine, como se vê na foto. Um dos prazeres da miudagem era viajarmos na caixa, de pé, agarrados à grelha, com o vento a bater no rosto.
Nestes picnics a comida era cozinhada no local ou transportada em arcas térmicas e as bebidas (cervejas e sumos refrigerantes - Cuca, Nocal, Coca Cola, Pepsi Cola, 7 Up, Canada Dry ....) mantidas frescas em antigos caixotes de munições forrados interiormente de alumínio e cheios com gelo picado, que se comprava aos blocos numa célebre sorveteria e cervejaria de Luanda, o "Baleizão".o sido proprietário de uma,

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